{"id":84224,"date":"2024-09-15T20:30:31","date_gmt":"2024-09-15T23:30:31","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/?p=84224"},"modified":"2024-09-16T09:01:53","modified_gmt":"2024-09-16T12:01:53","slug":"a-ultima-trincheira-de-leonel-brizola","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/a-ultima-trincheira-de-leonel-brizola\/","title":{"rendered":"A \u00faltima trincheira de Leonel Brizola"},"content":{"rendered":"<p>A grande imprensa nunca confiou em Leonel Brizola.<\/p>\n<p>&#8211; Se reconhecesse nele, enquanto vivo, metade do que lhe atribuiu enquanto morto&#8230;presidente da Rep\u00fablica \u00e9 o m\u00ednimo que ele teria sido, escreveu PC de Lester ap\u00f3s a morte do l\u00edder trabalhista.<\/p>\n<p>Na verdade, enquanto ele viveu, e mesmo nos \u00faltimos anos quando j\u00e1 era uma figura hist\u00f3rica, recebeu um tratamento hostil, quase sempre.<\/p>\n<p>Brizola foi eleito prefeito de Porto Alegre e governador do Estado enfrentando cerrada oposi\u00e7\u00e3o da imprensa conservadora, tendo \u00e0 frente o poderoso Correio do Povo, de Breno Caldas.<\/p>\n<p>Sua pol\u00edtica pioneira de reforma agr\u00e1ria foi torpedeada por furiosos editoriais, as encampa\u00e7\u00f5es de telefonia e energia idem.<\/p>\n<p>Mesmo em 1961, na Legalidade, t\u00e3o decantada, ele teve que tomar \u00e0 for\u00e7a com a Brigada Militar os transmissores da R\u00e1dio Gua\u00edba para organizar a rede com que resistiu ao golpe.<\/p>\n<p>Em 1964, quando era deputado federal e n\u00e3o tinha, portanto, a pol\u00edcia militar \u00e0s suas ordens, ele nada conseguiu fazer. Os meios de comunica\u00e7\u00e3o faziam parte do golpe.<\/p>\n<p>Nos anos em que Brizola viveu no ex\u00edlio, a imprensa zelosamente o esqueceu. Luis Fernando Ver\u00edssimo \u00e9 testemunha do zelo dos editores em n\u00e3o deixar o nome de Brizola ser nem citado de passagem em cr\u00f4nica.<\/p>\n<p>Quando ele retornou do ex\u00edlio, decretou-se que ele era caudilho, dinossauro, apegado a ideias do passado. Foi ridicularizado quando perdeu a sigla do PTB para Ivete Vargas numa manobra do governo, hoje revelada.<\/p>\n<p>No Rio de Janeiro, teve a oposi\u00e7\u00e3o sistem\u00e1tica da Rede Globo, antes e depois de eleito, duas vezes. Na campanha presidencial de 1989, ent\u00e3o, nem se fala. Mesmo assim, ele perdeu para Lula por 0,04% dos votos. Hoje, todos sabemos que ele teria vencido o Collor.<\/p>\n<p>Vinte anos depois da morte de Brizola, Juliana, sua neta, ex-deputada estadual e candidata a prefeita de Porto Alegre pelo PDT, tenta minar a polariza\u00e7\u00e3o entre as candidaturas de Sebasti\u00e3o Melo (MDB\/PL) e Maria do Ros\u00e1rio (PT\/PSol).<\/p>\n<p>As elei\u00e7\u00f5es no Rio Grande do Sul, \u00e0s vezes, surpreendem. Houve casos em que os candidatos que ocupavam a terceira posi\u00e7\u00e3o em todas as pesquisas foram eleitos.<\/p>\n<p>Pedetistas hist\u00f3ricos reconhecem que \u00e9 uma tarefa dif\u00edcil. Juliana n\u00e3o reuniu for\u00e7as com os partidos de esquerda e buscou coliga\u00e7\u00e3o com o Uni\u00e3o Brasil, antigo DEM e PSL, portanto, de direita. Pegou mal.<\/p>\n<p>Alguns torceram o nariz tamb\u00e9m com a mudan\u00e7a das cores do partido nesta campanha eleitoral \u2013 do vermelho, azul e branco para o amarelo e azul -, e com o sumi\u00e7o da rosa vermelha sustentada pela m\u00e3o esquerda de um trabalhista.<\/p>\n<p>&#8211; Deve ser coisa de marqueteiro, sugeriu um brizolista ferrenho.<\/p>\n<p>A rosa vermelha era s\u00edmbolo do PDT desde sua funda\u00e7\u00e3o, marca da social-democracia pelo mundo e da Internacional Socialista, criado pelo franc\u00eas Didier Motchane, e da qual Brizola foi seu presidente.<\/p>\n<p>A marca do PDT j\u00e1 havia sido repaginada em 2022, durante a campanha eleitoral de Ciro Gomes, quando acrescentaram o verde e o amarelo nas folhas da flor, uma refer\u00eancia \u00e0 bandeira do Brasil. E agora, sumiu.<\/p>\n<p>Mas, quis o destino que o trabalhismo raiz despertasse na cidade em que Brizola passou a inf\u00e2ncia e come\u00e7o da juventude: Passo Fundo. O ex-prefeito A\u00edrton Dipp &#8211; trabalhista hist\u00f3rico, como foi seu pai, Daniel Dipp, tamb\u00e9m ex-prefeito na d\u00e9cada de 1950 &#8211; quer voltar a administrar aquela cidade do norte ga\u00facho de 215 mil habitantes.<\/p>\n<p>Pesquisas internas das legendas indicam que, neste momento, h\u00e1 uma ligeira vantagem do atual prefeito, Pedro Almeida, do PSD. Estariam tecnicamente empatados.<\/p>\n<p>Jornalistas locais n\u00e3o arriscam um vencedor e concordam que a disputa \u00e9 acirrada. O prefeito tem uma coliga\u00e7\u00e3o com v\u00e1rios partidos e a m\u00e1quina p\u00fablica a seu favor, porque a legisla\u00e7\u00e3o eleitoral n\u00e3o obriga deixar o cargo para concorrer \u00e0 reelei\u00e7\u00e3o municipal. Dipp tem a mem\u00f3ria de quem aprovou suas gest\u00f5es e realiza\u00e7\u00f5es e o apoio da maioria dos servidores p\u00fablicos municipais, segundo alguns comunicadores.<\/p>\n<p>A coliga\u00e7\u00e3o \u201cSim, Passo Fundo pode mais\u201d tem vinte dias para convencer os eleitores de que o administrador Almeida n\u00e3o merece um novo mandato. Nada imposs\u00edvel para quem venceu tr\u00eas elei\u00e7\u00f5es que disputou para prefeito.<\/p>\n<p>Por ironia, o candidato do PL de Bolsonaro, o advogado Marcio Patussi, pode acabar ajudando os trabalhistas caso \u201croube\u201d eleitores do prefeito.<\/p>\n<p>Engenheiro civil como o ex-governador, prestes a completar 74 anos, A\u00edrton Dipp \u00e9 a \u00faltima trincheira de Leonel Brizola.<\/p>\n<p><strong>(Cleber Dioni Tentardini)<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A grande imprensa nunca confiou em Leonel Brizola. &#8211; Se reconhecesse nele, enquanto vivo, metade do que lhe atribuiu enquanto morto&#8230;presidente da Rep\u00fablica \u00e9 o m\u00ednimo que ele teria sido, escreveu PC de Lester ap\u00f3s a morte do l\u00edder trabalhista. 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