{"id":84590,"date":"2026-03-08T17:35:22","date_gmt":"2026-03-08T20:35:22","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/?p=84590"},"modified":"2026-03-11T16:12:15","modified_gmt":"2026-03-11T19:12:15","slug":"e-preciso-defender-o-jardim-botanico-de-porto-alegre","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/e-preciso-defender-o-jardim-botanico-de-porto-alegre\/","title":{"rendered":"\u00c9 preciso defender o Jardim Bot\u00e2nico de Porto Alegre"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"724\" height=\"403\" src=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2026\/03\/jb-3.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-84588\" srcset=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2026\/03\/jb-3.jpg 724w, https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2026\/03\/jb-3-300x167.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 724px) 100vw, 724px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>CLEBER DIONI TENTARDINI<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O Jardim Bot\u00e2nico de Porto Alegre (JBPA) tem 67 anos e \u00e9 considerado um dos cinco melhores e maiores do Brasil. Possui 28 cole\u00e7\u00f5es cient\u00edficas que somam mais de 4.200 plantas, incluindo esp\u00e9cies raras, amea\u00e7adas de extin\u00e7\u00e3o e end\u00eamicas, que s\u00e3o encontradas apenas no RS. No local h\u00e1 animais silvestres, entre mam\u00edferos, r\u00e9pteis, anf\u00edbios e peixes, e mais de 100 esp\u00e9cies de aves.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 2003, o JBPA foi declarado Patrim\u00f4nio Cultural do Estado (Lei n\u00ba 11.917). O que n\u00e3o d\u00e1 para aceitar \u00e9 que at\u00e9 hoje esse museu vivo da flora rio-grandense n\u00e3o fa\u00e7a parte do Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Cultural de Porto Alegre.<\/p>\n\n\n\n<p>Um projeto do ent\u00e3o vereador Marcelo Sgarbossa, do PT na \u00e9poca, prop\u00f4s em 2017 o tombamento do im\u00f3vel, o que impediria quaisquer altera\u00e7\u00f5es que descaracterizassem o Jardim Bot\u00e2nico. A proposta foi analisada por duas comiss\u00f5es, mas n\u00e3o chegou a ser votada no plen\u00e1rio da C\u00e2mara Municipal.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Aquele espa\u00e7o de conserva\u00e7\u00e3o j\u00e1 perdeu mais da metade dos 81,5 hectares de sua \u00e1rea original, desde que foi criado em 1958. Restaram 36 ha. Alguns falam em 39ha porque incluem a \u00e1rea ao lado, onde a Fepam mantinha laborat\u00f3rios. Hoje, uma parte daquele espa\u00e7o \u00e9 usada como dep\u00f3sito de ve\u00edculos oficiais. Em outra parte do terreno, nos fundos, h\u00e1 cole\u00e7\u00f5es arb\u00f3reas.<\/p>\n\n\n\n<p>Acompanhei todo o processo de extin\u00e7\u00e3o da Funda\u00e7\u00e3o Zoobot\u00e2nica do RS, a partir de agosto de 2015, decidida pelo tenebroso governo Jos\u00e9 Sartori e apoiada pelos vendilh\u00f5es do templo, praticamente os mesmos de sempre. Publiquei mais de 60 reportagens sobre o JBPA, o Museu de Ci\u00eancias Naturais e o Parque Zool\u00f3gico. As tr\u00eas institui\u00e7\u00f5es estavam amparadas pela FZB. <a href=\"https:\/\/loja.jornalja.com.br\/produto\/patrimonio-ameacado\/\" title=\"\"><mark style=\"background-color:#FFFFFF\" class=\"has-inline-color has-accent-1-color\">Rendeu o livro Patrim\u00f4nio Amea\u00e7ado (Editora J\u00c1).<\/mark><\/a><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-full is-resized\"><img decoding=\"async\" width=\"759\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2026\/03\/capa-do-livro-scaled-1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-84589\" style=\"width:459px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2026\/03\/capa-do-livro-scaled-1.jpg 759w, https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2026\/03\/capa-do-livro-scaled-1-222x300.jpg 222w\" sizes=\"(max-width: 759px) 100vw, 759px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Abra\u00e7o simb\u00f3lico na Funda\u00e7\u00e3o ocorrido em 11 de agosto de 2015. Foto: Cleber Dioni Tentardini\/J\u00c1<br><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>At\u00e9 2014, estava na presid\u00eancia da funda\u00e7\u00e3o a ge\u00f3grafa Arlete Pasqualetto, que permaneceu durante toda a gest\u00e3o Tarso Genro. Inclusive, naquele ano foi produzida a \u00faltima \u201cLista Vermelha\u201d, de esp\u00e9cies amea\u00e7adas de extin\u00e7\u00e3o, uma obriga\u00e7\u00e3o legal que o Estado vem descumprindo. Em 2015, com o novo governo, do MDB, assumiu a FZB o ge\u00f3logo Jos\u00e9 Wenzel, analista ambiental da Fepam na \u00e9poca, e como era um defensor daquele espa\u00e7o de conserva\u00e7\u00e3o, durou seis meses apenas. <\/p>\n\n\n\n<p>Com o fim da FZB, cessaram as verbas de institui\u00e7\u00f5es nacionais e internacionais para grandes projetos e pesquisas cient\u00edficas, trabalhos que levaram a funda\u00e7\u00e3o a ser reconhecida mundialmente. Recursos valiosos que eram usados inclusive para manuten\u00e7\u00e3o dos acervos e do seu patrim\u00f4nio material. Com or\u00e7amento reduzido, at\u00e9 uma reforma no telhado do pr\u00e9dio do Museu demorou dez novelas. Ficou pronto, enfim. Pelo menos n\u00e3o chove mais dentro das salas.<\/p>\n\n\n\n<p>O governo Leite gastou os tubos para elaborar editais para concess\u00e3o \u00e0 iniciativa privada do JBPA, do Museu e Zoo. No leil\u00e3o do Zoo, ningu\u00e9m deu nem um punhado de alfafa como lance. Depois, vieram os projetos mirabolantes para o JBPA e o Museu, com seu riqu\u00edssimo acervo. Estiveram por l\u00e1 a convite do governo estadual, por exemplo, administradores do Bondinho do P\u00e3o de A\u00e7ucar, da Opus &#8211; a gigante do entretenimento pertencente \u00e0 fam\u00edlia Zaffari, entre outros an\u00f4nimos. Nenhuma informa\u00e7\u00e3o a respeito e, como se sabe, a falta de transpar\u00eancia d\u00e1 margem a boatos e levantou-se a hip\u00f3tese de o Zaffari querer construir um grande centro cultural ou um shopping Bourbon no local. O diz que me disse ganhou volume e obrigou o grupo supermercadista a emitir nota \u00e0 imprensa, agora sim, informando que isso tudo era fantasioso. Na verdade, o empreendimento existe, o tal Belvedere, e est\u00e1 sendo constru\u00eddo a duzentos metros do JB, ladeira acima na Tarso Dutra, continua\u00e7\u00e3o da Salvador Fran\u00e7a. \u00a0\u00a0\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>A atual diretoria do JBPA faz malabarismos com os parcos recursos. Sem autonomia, com o or\u00e7amento acorrentado ao cofre da administra\u00e7\u00e3o direta do governo, atrav\u00e9s da Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura (SEMA), o futuro da \u00e1rea continua incerto. Afinal de contas, a quem interessa essa vulnerabilidade?<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 preciso entender que o \u200bJardim Bot\u00e2nico n\u00e3o \u00e9 um mero espa\u00e7o de lazer, um simples dep\u00f3sito de plantas ou um parque para a iniciativa privada instalar uma roda gigante e terceirizar a venda de hamb\u00farguer em cont\u00eainer.<\/p>\n\n\n\n<p>O JB \u200b\u200b\u00e9 um guardi\u00e3o de esp\u00e9cies \u200b\u200b\u200braras e amea\u00e7adas de extin\u00e7\u00e3o\u200b de plantas e \u00e1rvores nativas do Rio Grande do Sul\u200b, com banco de sementes e viveiro valios\u00edssimos e um espa\u00e7o sem igual na cidade para a\u00e7\u00f5es de educa\u00e7\u00e3o ambiental.&nbsp;Assim como o Museu de Ci\u00eancias Naturais, que possui o maior acervo de material-testemunho da biodiversidade tanto terrestre como aqu\u00e1tica do Estado. Isso \u00e9 motivo n\u00e3o s\u00f3 para comemorar, mas tamb\u00e9m para defender.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>CLEBER DIONI TENTARDINI O Jardim Bot\u00e2nico de Porto Alegre (JBPA) tem 67 anos e \u00e9 considerado um dos cinco melhores e maiores do Brasil. Possui 28 cole\u00e7\u00f5es cient\u00edficas que somam mais de 4.200 plantas, incluindo esp\u00e9cies raras, amea\u00e7adas de extin\u00e7\u00e3o e end\u00eamicas, que s\u00e3o encontradas apenas no RS. 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