{"id":85029,"date":"2026-07-16T12:39:27","date_gmt":"2026-07-16T15:39:27","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/?p=85029"},"modified":"2026-07-16T12:39:29","modified_gmt":"2026-07-16T15:39:29","slug":"salete-van-der-poel-a-educadora-fragmentada-e-a-utopia-que-nao-envelhece","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/salete-van-der-poel-a-educadora-fragmentada-e-a-utopia-que-nao-envelhece\/","title":{"rendered":"Salete van der Poel: a educadora fragmentada e a utopia que n\u00e3o envelhece"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Por Cristiano Goldschmidt   <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">H\u00e1 sete anos \u2014 precisamente em 26 de junho de 2019 \u2014 publiquei no Jornal <em>Extra Classe<\/em> uma entrevista com Maria Salete van der Poel. Ela tinha 83 anos na ocasi\u00e3o e acabara de vir a Porto Alegre para ministrar uma aula na Faculdade de Educa\u00e7\u00e3o da UFRGS e lan\u00e7ar o livro <em>Vidas Aprisionadas<\/em>. O t\u00edtulo que escolhi para a publica\u00e7\u00e3o daquela conversa era tamb\u00e9m uma declara\u00e7\u00e3o pessoal dela, um achado que a sintetizava por inteiro: <em>&#8220;Se eu perder a utopia, eu perco a vida&#8221;<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">N\u00e3o era ret\u00f3rica. Era biografia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Aos 90 anos \u2014 completados em maio deste ano e que confirmam a sabedoria que s\u00f3 os velhos s\u00e1bios sabem medir \u2014, Maria Salete van der Poel segue firme, l\u00facida, combativa, agregadora, escrevendo, publicando, lan\u00e7ando. Acaba de nos dar <em>Eu, fragmentada<\/em>, um livro de mem\u00f3rias publicado pela <strong>Editora Di\u00e1logo Freiriano<\/strong>, e que ser\u00e1 lan\u00e7ado no pr\u00f3ximo dia <strong>28 de julho, \u00e0s 19 horas<\/strong>, no canal da <strong>Rede Caf\u00e9 com Paulo Freire no YouTube<\/strong>. O t\u00edtulo j\u00e1 anuncia o gesto est\u00e9tico e pol\u00edtico da obra: uma mulher que se sabe m\u00faltipla, que n\u00e3o se pretende una nem acabada, que se oferece em cacos generosos ao leitor para que ele mesmo monte o mosaico.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-full is-resized\"><img decoding=\"async\" width=\"660\" height=\"1000\" src=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2026\/07\/capa-livro-eu-fragmentada.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-85030\" style=\"width:526px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2026\/07\/capa-livro-eu-fragmentada.jpg 660w, https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2026\/07\/capa-livro-eu-fragmentada-198x300.jpg 198w\" sizes=\"(max-width: 660px) 100vw, 660px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Alguns livros se escrevem com tinta. Este, com ch\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Natural de Campina Grande, Para\u00edba, Maria Salete nasceu em 18 de maio de 1936 numa fam\u00edlia de posses, mas cedo descobriu que a verdadeira riqueza est\u00e1 no encontro com o outro. Aos 15 anos j\u00e1 militava no Centro Estudantil Campinense. Aos 16, ensinava. Aos 20, estava nas fileiras da Juventude Universit\u00e1ria Cat\u00f3lica e, depois, na A\u00e7\u00e3o Popular \u2014 movimentos que, \u00e0s v\u00e9speras do golpe de 1964, mais revolucionaram o movimento estudantil e universit\u00e1rio brasileiro.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em 1963, foi uma das trinta pessoas de todo o Brasil selecionadas para um curso com Paulo Freire no Recife. Ali aconteceu o que ela mesma descreve como um divisor de \u00e1guas: <em>&#8220;Na minha vida teve o antes e o depois de Paulo Freire. Eu j\u00e1 era uma excelente alfabetizadora, mas o que me faltava era a ideologia, a consci\u00eancia pol\u00edtica, a milit\u00e2ncia&#8221;<\/em>. Quando o mestre partiu para o ex\u00edlio, as cartas que ele lhe enviava atravessavam oceanos. Quando voltou, a amizade j\u00e1 era familiar \u2014 Paulo ia \u00e0 casa dela na Para\u00edba, e a casa se tornava extens\u00e3o da utopia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Foram 17 pris\u00f5es durante a ditadura militar. A primeira, em 1\u00ba de abril de 1964, enquanto dava aula a uma turma de crian\u00e7as, num col\u00e9gio que fundara com a irm\u00e3 aos 19 anos \u2014 o Instituto Moderno Nossa Senhora da Salete, que come\u00e7ara com 13 alunos e chegaria a 400, conhecido em Campina Grande como &#8220;a universidade infantil&#8221;. O ex\u00e9rcito cercou o pr\u00e9dio com fuzis e metralhadoras. Levaram-na num cambur\u00e3o. Ela, que nunca pegara nem numa borracha para bater num aluno, era agora &#8220;comunista ativa&#8221;, &#8220;subversiva&#8221;, alvo de fichas que a acusavam de receber dinheiro e armas de Moscou.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os arquivos da ditadura mentiam. Mas a vida de Salete dizia a verdade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Foi dela o primeiro trabalho de educa\u00e7\u00e3o carcer\u00e1ria do Brasil. Em 1978, entrou no Pres\u00eddio do Roger, em Jo\u00e3o Pessoa, sem m\u00e1quina fotogr\u00e1fica, sem gravador \u2014 s\u00f3 com um di\u00e1rio e a convic\u00e7\u00e3o freiriana de que a palavra \u00e9 ferramenta de liberta\u00e7\u00e3o. Ali, aplicou o sistema Paulo Freire com os presos, escutou suas vozes, organizou o material did\u00e1tico a partir do que eles sabiam e do que eles eram. Quando tentou defender a disserta\u00e7\u00e3o de mestrado sobre essa experi\u00eancia, foi boicotada, perseguida, impedida. A universidade ainda estava de joelhos diante dos militares. Salete, n\u00e3o. Depois de meses de sil\u00eancio administrativo, ela entrou na sala da coordena\u00e7\u00e3o e disse: <em>&#8220;J\u00e1 cumpri minha parte, estou sentada h\u00e1 meses esperando para defender minha disserta\u00e7\u00e3o&#8221;<\/em>. No dia da defesa, aconteceu algo que os historiadores da educa\u00e7\u00e3o registram como um marco: foi a retomada do pensamento de Paulo Freire no Brasil, at\u00e9 ent\u00e3o proibido. Na banca, a orientadora Astrogilda Carvalho Paes de Andrade, da equipe de Freire. Na plateia, a hist\u00f3ria sendo reescrita.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em 1981, publicou <em>Alfabetiza\u00e7\u00e3o de Adultos. Sistema Paulo Freire: Estudo de Caso num Pres\u00eddio<\/em>. Mandou um exemplar a Paulo, que a telefonou, emocionado. Era a confirma\u00e7\u00e3o de que a obra era fiel ao pensamento dele \u2014 n\u00e3o como c\u00f3pia, mas como reinven\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">S\u00f3 entrou como professora na Universidade Federal da Para\u00edba depois de vencer cinco concursos p\u00fablicos. Nos cinco, tirou primeiro lugar. Escolheu lecionar Hist\u00f3ria da Educa\u00e7\u00e3o Brasileira e Pr\u00e1tica de Ensino de Sociologia da Educa\u00e7\u00e3o. Durante 18 anos, levou seus estagi\u00e1rios para trabalhar com meninos de rua, com meninas de 9 a 12 anos for\u00e7adas a se prostituir pela situa\u00e7\u00e3o em que viviam, com bibliotecas populares, com os esquecidos do sistema. Era a disciplina mais disputada do centro \u2014 alunos de outras \u00e1reas migravam para fazer sociologia com ela.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Fundou a Rede de Letramento de Jovens e Adultos da Para\u00edba (Releja), em mar\u00e7o de 1989, ao lado do marido, Cornelis Joannes van der Poel, soci\u00f3logo e fil\u00f3sofo holand\u00eas com quem construiu uma parceria de vida e de milit\u00e2ncia que atravessou d\u00e9cadas. A Releja completou 30 anos em 2019 e segue ativa, mesmo depois de ter sido &#8220;enterrada&#8221; \u2014 como ela mesma diz, com a amargura de quem viu o trabalho de uma vida ser desmontado por governos que tratam a Educa\u00e7\u00e3o de Jovens e Adultos como peso, n\u00e3o como prioridade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mas este artigo n\u00e3o \u00e9 apenas sobre a trajet\u00f3ria p\u00fablica de Maria Salete. \u00c9 sobre o que acontece depois que a entrevista termina e o gravador \u00e9 desligado.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Porque a verdade \u00e9 que, quando encontrei Salete pela primeira vez, em maio de 2019, na Faculdade de Educa\u00e7\u00e3o da UFRGS, eu n\u00e3o fazia ideia de que estava conhecendo algu\u00e9m que se tornaria uma refer\u00eancia afetiva na minha vida. A entrevista correu longa \u2014 mais de duas horas de conversa que renderam 24 minutos de leitura no Extra Classe. Ela falou de tudo: das pris\u00f5es, de Paulo Freire, da educa\u00e7\u00e3o carcer\u00e1ria, do desmonte da EJA no governo Bolsonaro, da utopia como condi\u00e7\u00e3o para viver. Ao final, despedimo-nos com aquele calor genu\u00edno que s\u00f3 quem j\u00e1 viveu alguma forma de milit\u00e2ncia sabe reconhecer.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O que veio depois foi uma amizade que n\u00e3o estava no roteiro.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Salete \u00e9 daquelas pessoas que enviam \u00e1udios longos, que escrevem mensagens longas, generosas, que perguntam como estamos e o que estamos fazendo, que lembram de datas, que mandam fotos, que compartilham alegrias e indigna\u00e7\u00f5es com a mesma intensidade. Suas mensagens gravadas ou escritas chegam como pequenas cartas \u2014 e a\u00ed est\u00e1 o paradoxo que me acompanha desde ent\u00e3o: quanto mais ela me aciona, mais eu me sinto em d\u00edvida. A correria do trabalho, das atividades que se acumulam, os prazos que n\u00e3o esperam, a dedica\u00e7\u00e3o \u00e0 fam\u00edlia, o cansa\u00e7o que se instala como um v\u00e9u entre a inten\u00e7\u00e3o e o gesto \u2014 tudo conspira contra a resposta \u00e0 altura que eu gostaria de dar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ela merecia respostas mais longas, mais demoradas, mais \u00e0 altura da generosidade que sempre teve comigo. Merecia que eu encontrasse tempo para lhe dizer, com todas as letras, o quanto a admiro. Merecia minha dedica\u00e7\u00e3o. Mas a vida, essa m\u00e1quina de urg\u00eancias, vai empurrando a gratid\u00e3o para depois de amanh\u00e3 \u2014 e o depois de amanh\u00e3 nunca chega.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Este artigo talvez seja uma tentativa de repara\u00e7\u00e3o. Uma resposta p\u00fablica, ainda que insuficiente, a tudo o que ela me deu e que eu n\u00e3o soube retribuir no devido tempo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Agora, aos 90 anos, Salete nos entrega <em>Eu, fragmentada (Mem\u00f3rias)<\/em>. A met\u00e1fora do t\u00edtulo \u00e9 precisa e comovente: uma mulher que se reconhece em peda\u00e7os, que n\u00e3o esconde as fraturas, que n\u00e3o alisa a pr\u00f3pria biografia para parecer coerente ou heroica. Pelo contr\u00e1rio \u2014 o que ela nos mostra, p\u00e1gina ap\u00f3s p\u00e1gina, \u00e9 que a vida de uma educadora popular \u00e9 feita de retalhos, de encontros e desencontros, de perdas e recome\u00e7os, de um amor que se multiplica em muitos amores. O livro \u00e9, nas palavras da pr\u00f3pria editora, &#8220;um manifesto de esperan\u00e7a&#8221;. Cada cap\u00edtulo, um espelho de uma educadora que sempre se multiplicou em muitas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O lan\u00e7amento ser\u00e1 no dia 28 de julho, \u00e0s 19 horas, numa <em>live<\/em> no canal da Rede Caf\u00e9 com Paulo Freire no YouTube. Ela estar\u00e1 l\u00e1 \u2014 l\u00facida, combativa, agregadora \u2014 para conversar sobre o livro, sobre a vida, sobre a utopia que nunca a abandonou. E eu estarei l\u00e1 tamb\u00e9m, n\u00e3o apenas como jornalista e pedagogo, mas como amigo. Talvez n\u00e3o consiga dizer tudo o que deveria. Talvez as palavras faltem outra vez. Mas estarei l\u00e1.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Porque, no fundo, a verdade \u00e9 esta: h\u00e1 pessoas que nos marcam de um jeito que a narrativa jornal\u00edstica, com todo o seu rigor, n\u00e3o consegue conter. Maria Salete van der Poel \u00e9 uma delas. Ela n\u00e3o \u00e9 apenas a pioneira da educa\u00e7\u00e3o carcer\u00e1ria no Brasil, n\u00e3o \u00e9 apenas a freiriana que manteve a chama acesa nos anos de chumbo, n\u00e3o \u00e9 apenas a professora que dedicou mais de sete d\u00e9cadas ao ch\u00e3o da escola. Ela \u00e9, acima de tudo, uma mulher que transforma o encontro em v\u00ednculo, e o v\u00ednculo em compromisso.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Que venham os 100 anos. Que venham mais livros. Que venham mais mensagens longas que eu n\u00e3o saberei responder a tempo \u2014 mas que, ainda assim, continuem chegando.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Porque se eu perder a utopia, eu perco a vida.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Servi\u00e7o:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>Livro: Eu, fragmentada (Mem\u00f3rias), de Maria Salete van der Poel<\/em> <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>Editora: Di\u00e1logo Freiriano | 164 p\u00e1ginas<\/em> <em>Lan\u00e7amento: 28 de julho de 2026, \u00e0s 19h<\/em> <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>Onde: Canal da Rede Caf\u00e9 com Paulo Freire no YouTube<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Cristiano Goldschmidt H\u00e1 sete anos \u2014 precisamente em 26 de junho de 2019 \u2014 publiquei no Jornal Extra Classe uma entrevista com Maria Salete van der Poel. 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Por Cristiano Goldschmidt Aldemir Martins. Jogadores de futebol, 1966. Guache e grafite sobre papel. Cole\u00e7\u00e3o Gilberto Chateaubriand - MAM Rio H\u00e1 algo de profundamente brasileiro \u2014 no melhor e no pior sentido do\u2026","rel":"","context":"Em &quot;An\u00e1lise&amp;Opini\u00e3o&quot;","block_context":{"text":"An\u00e1lise&amp;Opini\u00e3o","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/category\/analiseopiniao\/"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/colunas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2026\/05\/1-aldemir-martins-jogadores-de-futebol-1966-guache-e-grafite-sobre-papel-colecao-gilberto-chateaubriand-mam-rio-scaled.jpg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200,"srcset":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/colunas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2026\/05\/1-aldemir-martins-jogadores-de-futebol-1966-guache-e-grafite-sobre-papel-colecao-gilberto-chateaubriand-mam-rio-scaled.jpg?resize=350%2C200&ssl=1 1x, https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/colunas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2026\/05\/1-aldemir-martins-jogadores-de-futebol-1966-guache-e-grafite-sobre-papel-colecao-gilberto-chateaubriand-mam-rio-scaled.jpg?resize=525%2C300&ssl=1 1.5x, https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/colunas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2026\/05\/1-aldemir-martins-jogadores-de-futebol-1966-guache-e-grafite-sobre-papel-colecao-gilberto-chateaubriand-mam-rio-scaled.jpg?resize=700%2C400&ssl=1 2x, https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/colunas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2026\/05\/1-aldemir-martins-jogadores-de-futebol-1966-guache-e-grafite-sobre-papel-colecao-gilberto-chateaubriand-mam-rio-scaled.jpg?resize=1050%2C600&ssl=1 3x, https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/colunas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2026\/05\/1-aldemir-martins-jogadores-de-futebol-1966-guache-e-grafite-sobre-papel-colecao-gilberto-chateaubriand-mam-rio-scaled.jpg?resize=1400%2C800&ssl=1 4x"},"classes":[]},{"id":84748,"url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/a-literatura-brasileira-no-dia-do-trabalhador\/","url_meta":{"origin":85029,"position":2},"title":"A Literatura Brasileira no Dia do Trabalho","author":"An\u00e1lise &amp; Opini\u00e3o","date":"1 de maio de 2026","format":false,"excerpt":"CRISTIANO GOLDSCHMIDT O 1\u00ba de maio costuma ser lembrado pelo peso hist\u00f3rico das lutas trabalhistas, pelo som das manifesta\u00e7\u00f5es e pela mem\u00f3ria viva de direitos conquistados ao longo de d\u00e9cadas. No entanto, essa mesma data abriga uma outra forma de celebra\u00e7\u00e3o, menos ruidosa, mas igualmente significativa: o Dia da Literatura\u2026","rel":"","context":"Em &quot;An\u00e1lise&amp;Opini\u00e3o&quot;","block_context":{"text":"An\u00e1lise&amp;Opini\u00e3o","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/category\/analiseopiniao\/"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/colunas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2026\/05\/image-1.png?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200,"srcset":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/colunas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2026\/05\/image-1.png?resize=350%2C200&ssl=1 1x, https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/colunas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2026\/05\/image-1.png?resize=525%2C300&ssl=1 1.5x, https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/colunas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2026\/05\/image-1.png?resize=700%2C400&ssl=1 2x, https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/colunas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2026\/05\/image-1.png?resize=1050%2C600&ssl=1 3x"},"classes":[]},{"id":84833,"url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/100-anos-de-lutzenberger-da-borregaard-a-cmpc-celulose\/","url_meta":{"origin":85029,"position":3},"title":"100 anos de Lutzenberger: da Borregaard a CMPC Celulose","author":"An\u00e1lise &amp; Opini\u00e3o","date":"19 de maio de 2026","format":false,"excerpt":"O sil\u00eancio, ainda que leg\u00edtimo enquanto escolha institucional, inevitavelmente gera d\u00favidas e abre espa\u00e7o para questionamentos p\u00fablicos. Por Cristiano Goldschmidt Jos\u00e9 Lutzenberger completaria 100 anos em 2026. E talvez n\u00e3o exista s\u00edmbolo mais eloquente de sua genialidade do que a transforma\u00e7\u00e3o de um dos maiores passivos ambientais da hist\u00f3ria recente\u2026","rel":"","context":"Em &quot;An\u00e1lise&amp;Opini\u00e3o&quot;","block_context":{"text":"An\u00e1lise&amp;Opini\u00e3o","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/category\/analiseopiniao\/"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/colunas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2026\/05\/image-10.png?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200},"classes":[]},{"id":84971,"url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/entre-suspiros-sorvetes-secos-e-marias-moles\/","url_meta":{"origin":85029,"position":4},"title":"Entre suspiros, sorvetes secos e marias-moles","author":"cristianog","date":"18 de junho de 2026","format":false,"excerpt":"Por Cristiano Goldschmidt Por muitos anos, o minimercado e bar de meu pai foi um ponto de refer\u00eancia em Port\u00e3o do Oco\u00ed, no interior do oeste paranaense. 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