{"id":85060,"date":"2026-07-27T06:54:59","date_gmt":"2026-07-27T09:54:59","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/?p=85060"},"modified":"2026-07-27T06:55:00","modified_gmt":"2026-07-27T09:55:00","slug":"carlos-bastos-um-depoimento","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/carlos-bastos-um-depoimento\/","title":{"rendered":"Carlos Bastos: um depoimento"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Depoimento  do jornalista Carlos Bastos (1934\/2026) a  Jefferson Barros para o livro \u201cGolpe Mata Jornal\u201d, que relata a trajet\u00f3ria do jornal Ultima Hora em Porto Alegre, publicado em 1999 pela J\u00e1 Editores.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Lan\u00e7ado em 1960, o jornal \u00daltima Hora, um tabl\u00f3ide popular atrevido, sacudiu o meio conservador da imprensa ga\u00facha, onde imperava o &nbsp;&nbsp;Correio do Povo do alto dos seus 70 anos. Sua primeira p\u00e1gina n\u00e3o comportava not\u00edcias locais.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Carlos Bastos j\u00e1 tinha passado pelo Clarim, di\u00e1rio brizolista que durou um ano e pelo vespertino A Hora,tamb\u00e9m de vida ef\u00eamera, quando foi contratado, &nbsp;como rep\u00f3rter pol\u00edtico do novo jornal da cidade, a \u00daltima Hora, da rede de jornais de Samuel Wainer. Tinha 26 anos. &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cFui trabalhar na Ultima Hora quando ela abriu aqui em Porto Alegre, em fevereiro de 1960. Trabalhei desde o primeiro n\u00famero do jomal. A reda\u00e7\u00e3o ficava em cima do antigo cinema Rex, \u00a0na rua Sete de Setembro. Quando deu o golpe o jornal foi empastelado, a reda\u00e7\u00e3o foi invadida, mas a Ultima Hora continuou circulando depois, \u00a0apesar dos contratempos, como as invas\u00f5es da reda\u00e7\u00e3o pela pol\u00edcia. Em maio parou, todos foram demitidos&#8230;Voltou pouco depois, como Zero Hora\u201d. \u00a0<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cFoi o periodo mais rico de toda a minha caneira, No Clarim e na Ultima Hora, foram os per\u00edodos mais ricos da minha carreira. Eu fui chefe da televis\u00e3o na Ga\u00facha por muitos anos. Chefiei a r\u00e1dio Gua\u00edba. a r\u00e1dio Ga\u00facha. &nbsp;Dirigi o jomalismo da TV Difusora (hoje TV Bandeirantes). Essas tamb\u00e9m foram passagens interessantes na minha carreira\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cEntrei direto para a reportagenl pol\u00edtica. Tinha mais dois rep\u00f3rteres, o Carlos Felberg, e o Fl\u00e1vio Tavares. O editor era o Ib Kern. Fiquei todo o tempo na pol\u00edtica. N\u00f3s t\u00ednhamos uma coluna. n\u00e3o assinada, que era o <strong>Drops<\/strong>. Era uma coluna com not\u00edcias curtas, de tr\u00eas ou quatro linhas.Todos n\u00f3s contribu\u00edamos para a colona, al\u00e9m do notici\u00e1rio pol\u00edtico, as articula\u00e7\u00f5es pol\u00edticas, a cobertura dos partidos\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cA reda\u00e7\u00e3o era grande. Tinha quatro na pol\u00edtica, quatro na economia, a geral e a pol\u00edcia tinham muita gente, colunista sociail, como o Luiz Augusto, do esporte como o Ivo Corr\u00eaa Pires. Tinha uma equipe de copy-desk, que editava os textos: o Ibsen Pinheiro, o Paulo Totti, o Tarso de \u00a0Castro, que foi rep\u00f3rter e depois copy\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cO S\u00e9rgio Jockymann, que se tornou o carro-chefe do jornal, ainda n\u00e3o havia se consagrado como jornalista. Ele se consagrou na Ultima Hora. O Sampaulo, o primeiro chargista, tinha come\u00e7ado no Clar\u00edn, do Brizola, da qual fiz parte tamb\u00e9m. Ele fez aquela famosa charge no Clar\u00edn, uma charge antol\u00f3gica, sobre a elei\u00e7\u00e3o para prefeitura de Porto Alegre. O Euclides Triques era de Caxias, mal conhecia Porto Alegre. Sampaulo desenhou ele na esquina da Borges de Medeiros com a Rua da Praia e um assessor mostrando: &#8220;Aqui \u00e9 a Rua da Praia, ali \u00e9 a prefeitura, l\u00e1 \u00e9 o Viaduto Ot\u00e1vio Rocha&#8221;. Uma charge maravilhosa. aquela charge derrotou o Triqu\u00eas, porque mostrou que ele n\u00e3o conhecia a cidade. O Fl\u00e1vio Tavares tamb\u00e9m come\u00e7ou a ser reconhecido na Ultima Hora\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Copy-desk, a novidade<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O copy-desk vinha do jornalismo americano, um redator que dava acabamento ao texto dos rep\u00f3rteres, \u00e0s vezes refazendo o texto inteiramente. Tinha sido introduzido nas reda\u00e7\u00f5es do Rio e S\u00e3o Paulo, mas n\u00e3o no Rio Grande do Sul. Essa foi uma novidade que a \u00d9ltima Hora introduziu aqui&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8221; De fora, na primeira fase, vieram os editores. Tinha o Jo\u00e3o Ribeiro, que era o baixador, um cara muito bom em t\u00edtulos. Eu tive uma discuss\u00e3o com ele porque eu fiz uma mat\u00e9ria e o t\u00edtulo que ele fez n\u00e3o mostrava a mesma \u00a0coisa que eu queria dizer. E ele tentou me provar que era eu que estava errado. Ele adaptou a not\u00edcia \u00e0 manchete&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;A rela\u00e7\u00e3o com o Samuel Wainer era quase nula. Ele vinha poucas vezes aqui. N\u00f3s t\u00ednhamos mais contato com a c\u00fapula da reda\u00e7\u00e3o, com o Ribeiro, que era redator-chefe, com o Neu, que era o diretor. Ent\u00e3o, a c\u00fapula seguia a linha editorial que Samuel aplicava nos outros jornais Ultima Hora, dos Estados. O Samuel era muito h\u00e1bil politicamente. Nacionalmente, o jornal tinha um compromisso com o Jango, Presidente da Rep\u00fablica durante grande parte da exist\u00eancia do jornal. Mas, regionalmente, o entendimento do Jango com o Brizola n\u00e3o era t\u00e3o afinado. O jornal apoiava o Brizola, mas tamb\u00e9m o criticava. O relacionamento do Samuel com o Brizola era mais livre. A mesma coisa eu acho que havia em S\u00e3o Paulo, com rela\u00e7\u00e3o ao PTB, no Recife e em Minas, onde existia a Ultima Hora&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Grandes fatos<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O fato maior foi a Legalidade, em 1961. Como eu cobria pol\u00edtica, passei a cobrir a resist\u00eancia do Brizola. Eu praticamente morei no Pal\u00e1cio Piratini durante uma semana. Ia tamb\u00e9m na Assembl\u00e9ia mas eu, o Fl\u00e1vio Tavares e o Tarso de Castro passemos permanentemente no Pal\u00e1cio que era o centro da resist\u00eancia&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Eu tive medo, principalmente em dois fatos: numa noite correrem boatos dee que os tanques da serraria estavam se dirigindo para cercar o Pal\u00e1cio. Tinha umas 300 pessoas ali e quando eu vi restaram umas 70. Me lembro que ficou o Josu\u00e9 Guimar\u00e3es, o Fl\u00e1vio Tavares, o Tarso. A maior parte deu uma desculpa e foi saindo de fininho, saindo de costas para fingir que est\u00e1 entrando. Outro momento tenso foi quando o Brizola avisou da amea\u00e7a de bombardeio do Pal\u00e1cio. Nos est\u00e1vamos na sala da imprensa e o Brizola nos mostrou \u00a0c\u00f3pia do r\u00e1dio mandado pelo Ministro da Guerra, para bombardear o pal\u00e1cio. A\u00ed, atrav\u00e9s de um apelo da dona Neuza Brizola, o cardeal D. Vicente Scherer saiu da C\u00faria e veio para junto do Brizola&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Governo Brizola<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Foi muito rico. O Brizola com todo seu carisma e personalidade forte. Foi um governo que fez a\u00ed, vou sintetizar: a Refinaria Alberto Pasqualini, a Estrada da Produ\u00e7\u00e3o, \u00a0foram estatizadas as CRT e CEEE, implantou a A\u00e7os Finos inaugurou 6 mil escolas em todo interior do Estado&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Ultima Hora<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O jornal privilegiava o esporte, a pol\u00edcia, dava uma boa cobertura para a pol\u00edtica, registrava os fatos econ\u00f4micos. Mas ela tamb\u00e9m enfatizava muito uma coisa que a imprensa passava por cima: a cobertura sindical. O Jo\u00e3o Aveline respondia pela \u00e1rea sindical&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Clima durante o Golpe<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Como a Ultima Hora tinha um comprometimento com o Jango, a gente tinha consci\u00eancia que ia sobrar pra n\u00f3s. Nesses momentos o clima estava muito tenso. Algumas vezes eu deixei de entrar na reda\u00e7\u00e3o por causa das visitas dos policiais. Eu ia pro Largo dos Medeiros pra avisar o pessoal que n\u00e3o fosse para a Reda\u00e7\u00e3o. Uma vez, prenderam o Jos\u00e9 Ant\u00f4nio Ribeiro, o Gaguinho, e o fot\u00f3grafo Baiano tamb\u00e9m&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Nesse clima aconteceu um fato com um dos nossos colunistas, o M\u00e1rio de Almeida, que era teatr\u00f3logo, e tinha uma coluna onde batia na pol\u00edcia do governador Menegueti. A\u00ed, veio o Golpe, e o M\u00e1rio era o cara mais visado. o chefe de Pol\u00edcia, os delegados odiavam o M\u00e1rio. A\u00ed, o Nestor Fedrizzi, redator- chefe do jornal, escondeu o M\u00e1rio. Eu sabia disso e fui conversar com o Nestor. Falei que eles estavam pegando muita gente e me ofereci para esconder o M\u00e1rio. Toparam. Isso foi numa ter\u00e7a-feira. Eu estabeleci um esquema com o Jo\u00e3o Ferreira e com o Taio Pinheiro Machado, filho do Pinheirinho, e fomos com o carro do Taio, porque o meu estava sendo seguido, pegar o M\u00e1rio perto do viaduto da Mariante e levamos para o apartamento do meu irm\u00e3o na Cidade-Baixa. Isso foi de noite. Na madrugada, a pol\u00edcia foi l\u00e1 no \u00a0Nestor Fedrizi. S\u00f3 encontraram a empregada. O Baiano que estava sendo torturado entregou o M\u00e1rio. Sob tortura voc\u00ea entregava at\u00e9 sua m\u00e3e. O M\u00e1rio ficou no meu irm\u00e3o durante um m\u00eas. J\u00e1 tava com claustrofobia. Come\u00e7ou a enlouquecer trancado no apartamento. Bebeu toda a adega e comeu_todas as namoradas do meu irm\u00e3o. Ele queria ir embora. Deu a id\u00e9ia para ir para uns parentes da Ivete Brandalise, em Videira, em Santa Catarina. mas, ela ponderou dizendo que o M\u00e1rio era muito conhecido por l\u00e1. E ela tinha raz\u00e3o. A\u00ed, ela deu a id\u00e9ia de ir procurar o pai do Paulo Jos\u00e9, ator da Globo, que era um cara de esquerda. Eu conhecia o Orlando, irm\u00e3o do Paulo Jos\u00e9, que tinha uma fazenda em Lavras. Fomos l\u00e1 no apartamento do Orlando e s\u00f3 encontramos o pai dele. Quando entramos na cozinha, tinha uns 30 ou 40 estudantes tomando sop\u00e3o. Estavam escondidos l\u00e1. Explicamos a situa\u00e7\u00e3o e o pai do Orlando nos disse que est\u00e1vamos com sorte, pois no dia seguinte ele estava partindo para a fazenda. S\u00f3 que ele n\u00e3o quis sair da cidade com o M\u00e1rio, segundo ele \u201cuma dinamite pura\u201d. Combinamos de lev\u00e1-lo at\u00e9 a estrada. Assim o M\u00e1rio saiu da cidade. Depois, o pai do Orlando foi de caminhonete mesmo para S\u00e3o Paulo e levou o M\u00e1rio. Em 1979, eu t\u00f4 na Caldas Junior, dirigindo o jornalismo e fomos com o doutor Breno Caldas, numa entrega de uns pr\u00eamios, e encontro o M\u00e1rio de Almeida, representado, sabe quem, o Roberto Marinho. M\u00e1rio tinha feito uma carreira em ag\u00eancia de propaganda, trabalhou na Shell como publicit\u00e1rio e depois assumiu a presid\u00eancia da Funda\u00e7\u00e3o Roberto Marinho. Foi a primeira vez que ele veio para Porto Alegre depois daquilo tudo\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Sa\u00edda do Brizola<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Isso eu sei direitinho. Depois do golpe, o Brizola ficou em v\u00e1rios lugares em Porto Alegre. Nos \u00faltimos tempos, antes de fugir, ele estava num edificio da Borges de Medeiros, bem no centro. O Jango, j\u00e1 no ex\u00edlio, foi quem<img decoding=\"async\" width=\"11\" height=\"11\" src=\"\">montou o esquema para o Brizola sair do Brasil. O esquema era ele sair de madrugada rumo ao litoral norte, onde um avi\u00e3o estaria esperando. O avi\u00e3o era um teco-teco do Jango. Ele voaria rasinho para escapar do radar. Maneca Le\u00e3es, o piloto do Jango \u00a0\u00a0o levaria para Montevid\u00e9u. Na di\u00e7\u00e3o da Zero Hora esse dia eu dei o \u201cfuro\u201d. Eu s\u00f3 n\u00e3o sabia como ele ia sair vestido da cidade. O grupo de apoio ao Jango montou uns 18 esquemas para a fuga do Brizola e distribuiram \u00e0 imprensa. Num deles dizia que sairia num navio, no outro que seria num trem&#8230;A\u00ed, com as informa\u00e7\u00f5es que tinha, escrevi umas cinco linhas no alto da capa, dizendo que o ex-governador Brizola nesse dia pela manh\u00e3 estaria chegando em Montevideo. Ele acabou saindo vestido com uma farda de coronel da Brigada Militar, por volta da cinco horas da manh\u00e3, num carro oficial&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Fim da Ultima Hora<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Depois do Golpe, a Ultima Hora circulou por cerca de um-m\u00eas. parece que foi 4 ou 5 de maio que saiu a primeira <sup> <\/sup>Zero Hora, porque o Ari de Carvalho, que era diretor aqui, mudou o nome. O Samuel j\u00e1 havia partido para Paris. Ele procurou assegurar a Ultima Hora do Rio e de S\u00e3o Paulo. Aqui, ele n\u00e3o tinha quase nada do que se desfazer. N\u00e3o tinha m\u00e1quina nenhuma aqui. Ent\u00e3o, o Ari montou um esquema com uns empres\u00e1rios, atrav\u00e9s do Dante de Laytano, seu amigo, e compraram o esp\u00f3lio do jornal. Eles n\u00e3o pagaram nada, s\u00f3 assumiram as d\u00edvidas do jornal. Esse grupo de empres\u00e1rios ficou com a metade e o Ari a outra metade, sem entrar com nenhum tost\u00e3o. Ari pegou esse nome Zero Hora, de uma coluna da Ultima Hora, que trazia as \u00faltimas not\u00edcias da edi\u00e7\u00e3o&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Tr\u00eas anos depois, o grupo que havia assumido a metade vendeu as a\u00e7\u00f5es para o Maur\u00edcio Sobrinho. Quando come\u00e7ou a Zero Hora, quatro ou cinco dias depois eu fui demitido, porque eu era vinculado ao pessoal de esquerda. Houve uma limpeza da reda\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o ao pessoal de esquerda. S\u00f3 mais tarde, eu trabalhei cerca de um ano na Zero Hora&#8221;.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Depoimento do jornalista Carlos Bastos (1934\/2026) a Jefferson Barros para o livro \u201cGolpe Mata Jornal\u201d, que relata a trajet\u00f3ria do jornal Ultima Hora em Porto Alegre, publicado em 1999 pela J\u00e1 Editores. Lan\u00e7ado em 1960, o jornal \u00daltima Hora, um tabl\u00f3ide popular atrevido, sacudiu o meio conservador da imprensa ga\u00facha, onde imperava o &nbsp;&nbsp;Correio do [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_feature_clip_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2},"jetpack_post_was_ever_published":false},"categories":[2],"tags":[],"class_list":["post-85060","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-analiseopiniao"],"aioseo_notices":[],"aioseo_head":"\n\t\t<!-- All in One SEO 4.9.10 - aioseo.com -->\n\t<meta name=\"description\" content=\"Depoimento do jornalista Carlos Bastos (1934\/2026) a Jefferson Barros para o livro \u201cGolpe Mata Jornal\u201d, que relata a trajet\u00f3ria do jornal Ultima Hora em Porto Alegre, publicado em 1999 pela J\u00e1 Editores. Lan\u00e7ado em 1960, o jornal \u00daltima Hora, um tabl\u00f3ide popular atrevido, sacudiu o meio conservador da imprensa ga\u00facha, onde imperava o Correio do\" \/>\n\t<meta name=\"robots\" content=\"max-image-preview:large\" \/>\n\t<meta name=\"author\" content=\"da Reda\u00e7\u00e3o\"\/>\n\t<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/carlos-bastos-um-depoimento\/\" \/>\n\t<meta name=\"generator\" content=\"All in One SEO (AIOSEO) 4.9.10\" \/>\n\t\t<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n\t\t<meta property=\"og:site_name\" content=\"An\u00e1lise &amp; Opini\u00e3o\" \/>\n\t\t<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n\t\t<meta property=\"og:title\" content=\"Carlos Bastos: um depoimento | Colunas\" \/>\n\t\t<meta property=\"og:description\" content=\"Depoimento do jornalista Carlos Bastos (1934\/2026) a Jefferson Barros para o livro \u201cGolpe Mata Jornal\u201d, que relata a trajet\u00f3ria do jornal Ultima Hora em Porto Alegre, publicado em 1999 pela J\u00e1 Editores. Lan\u00e7ado em 1960, o jornal \u00daltima Hora, um tabl\u00f3ide popular atrevido, sacudiu o meio conservador da imprensa ga\u00facha, onde imperava o Correio do\" \/>\n\t\t<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/carlos-bastos-um-depoimento\/\" \/>\n\t\t<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2025\/08\/facebook-capa40anos.jpg\" \/>\n\t\t<meta property=\"og:image:secure_url\" content=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2025\/08\/facebook-capa40anos.jpg\" \/>\n\t\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"851\" \/>\n\t\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"324\" \/>\n\t\t<meta property=\"article:published_time\" content=\"2026-07-27T09:54:59+00:00\" \/>\n\t\t<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2026-07-27T09:55:00+00:00\" \/>\n\t\t<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary\" \/>\n\t\t<meta name=\"twitter:title\" content=\"Carlos Bastos: um depoimento | Colunas\" \/>\n\t\t<meta name=\"twitter:description\" content=\"Depoimento do jornalista Carlos Bastos (1934\/2026) a Jefferson Barros para o livro \u201cGolpe Mata Jornal\u201d, que relata a trajet\u00f3ria do jornal Ultima Hora em Porto Alegre, publicado em 1999 pela J\u00e1 Editores. Lan\u00e7ado em 1960, o jornal \u00daltima Hora, um tabl\u00f3ide popular atrevido, sacudiu o meio conservador da imprensa ga\u00facha, onde imperava o Correio do\" \/>\n\t\t<meta name=\"twitter:image\" content=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2025\/08\/facebook-capa40anos.jpg\" \/>\n\t\t<script type=\"application\/ld+json\" class=\"aioseo-schema\">\n\t\t\t{\"@context\":\"https:\\\/\\\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/colunas\\\/carlos-bastos-um-depoimento\\\/#article\",\"name\":\"Carlos Bastos: um depoimento | Colunas\",\"headline\":\"Carlos Bastos: um depoimento\",\"author\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/colunas\\\/author\\\/daredacao\\\/#author\"},\"publisher\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/colunas\\\/#organization\"},\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"url\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/wp-content\\\/uploads\\\/cards\\\/JAslogan.png\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/colunas\\\/#articleImage\"},\"datePublished\":\"2026-07-27T06:54:59-03:00\",\"dateModified\":\"2026-07-27T06:55:00-03:00\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/colunas\\\/carlos-bastos-um-depoimento\\\/#webpage\"},\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/colunas\\\/carlos-bastos-um-depoimento\\\/#webpage\"},\"articleSection\":\"An\\u00e1lise&amp;Opini\\u00e3o\"},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/colunas\\\/carlos-bastos-um-depoimento\\\/#breadcrumblist\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/colunas#listItem\",\"position\":1,\"name\":\"Home\",\"item\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/colunas\",\"nextItem\":{\"@type\":\"ListItem\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/colunas\\\/category\\\/analiseopiniao\\\/#listItem\",\"name\":\"An\\u00e1lise&amp;Opini\\u00e3o\"}},{\"@type\":\"ListItem\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/colunas\\\/category\\\/analiseopiniao\\\/#listItem\",\"position\":2,\"name\":\"An\\u00e1lise&amp;Opini\\u00e3o\",\"item\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/colunas\\\/category\\\/analiseopiniao\\\/\",\"nextItem\":{\"@type\":\"ListItem\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/colunas\\\/carlos-bastos-um-depoimento\\\/#listItem\",\"name\":\"Carlos Bastos: um depoimento\"},\"previousItem\":{\"@type\":\"ListItem\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/colunas#listItem\",\"name\":\"Home\"}},{\"@type\":\"ListItem\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/colunas\\\/carlos-bastos-um-depoimento\\\/#listItem\",\"position\":3,\"name\":\"Carlos Bastos: um depoimento\",\"previousItem\":{\"@type\":\"ListItem\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/colunas\\\/category\\\/analiseopiniao\\\/#listItem\",\"name\":\"An\\u00e1lise&amp;Opini\\u00e3o\"}}]},{\"@type\":\"Organization\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/colunas\\\/#organization\",\"name\":\"Jornal J\\u00c1\",\"description\":\"Jornal J\\u00c1 | Porto Alegre\",\"url\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/colunas\\\/\",\"telephone\":\"+555133307272\",\"logo\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"url\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/wp-content\\\/uploads\\\/cards\\\/JAslogan.png\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/colunas\\\/carlos-bastos-um-depoimento\\\/#organizationLogo\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/colunas\\\/carlos-bastos-um-depoimento\\\/#organizationLogo\"}},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/colunas\\\/author\\\/daredacao\\\/#author\",\"url\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/colunas\\\/author\\\/daredacao\\\/\",\"name\":\"da Reda\\u00e7\\u00e3o\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/colunas\\\/carlos-bastos-um-depoimento\\\/#authorImage\",\"url\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/colunas\\\/wp-content\\\/litespeed\\\/avatar\\\/5\\\/d9cd863c234b5b6efee1c2d4e369043e.jpg?ver=1784698958\",\"width\":96,\"height\":96,\"caption\":\"da Reda\\u00e7\\u00e3o\"}},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/colunas\\\/carlos-bastos-um-depoimento\\\/#webpage\",\"url\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/colunas\\\/carlos-bastos-um-depoimento\\\/\",\"name\":\"Carlos Bastos: um depoimento | Colunas\",\"description\":\"Depoimento do jornalista Carlos Bastos (1934\\\/2026) a Jefferson Barros para o livro \\u201cGolpe Mata Jornal\\u201d, que relata a trajet\\u00f3ria do jornal Ultima Hora em Porto Alegre, publicado em 1999 pela J\\u00e1 Editores. Lan\\u00e7ado em 1960, o jornal \\u00daltima Hora, um tabl\\u00f3ide popular atrevido, sacudiu o meio conservador da imprensa ga\\u00facha, onde imperava o Correio do\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/colunas\\\/#website\"},\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/colunas\\\/carlos-bastos-um-depoimento\\\/#breadcrumblist\"},\"author\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/colunas\\\/author\\\/daredacao\\\/#author\"},\"creator\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/colunas\\\/author\\\/daredacao\\\/#author\"},\"datePublished\":\"2026-07-27T06:54:59-03:00\",\"dateModified\":\"2026-07-27T06:55:00-03:00\"},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/colunas\\\/#website\",\"url\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/colunas\\\/\",\"name\":\"Colunas\",\"description\":\"Jornal J\\u00c1 | Porto Alegre\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"publisher\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/colunas\\\/#organization\"}}]}\n\t\t<\/script>\n\t\t<!-- All in One SEO -->\n\n","aioseo_head_json":{"title":"Carlos Bastos: um depoimento | Colunas","description":"Depoimento do jornalista Carlos Bastos (1934\/2026) a Jefferson Barros para o livro \u201cGolpe Mata Jornal\u201d, que relata a trajet\u00f3ria do jornal Ultima Hora em Porto Alegre, publicado em 1999 pela J\u00e1 Editores. Lan\u00e7ado em 1960, o jornal \u00daltima Hora, um tabl\u00f3ide popular atrevido, sacudiu o meio conservador da imprensa ga\u00facha, onde imperava o Correio do","canonical_url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/carlos-bastos-um-depoimento\/","robots":"max-image-preview:large","keywords":"","webmasterTools":{"miscellaneous":""},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/carlos-bastos-um-depoimento\/#article","name":"Carlos Bastos: um depoimento | Colunas","headline":"Carlos Bastos: um depoimento","author":{"@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/author\/daredacao\/#author"},"publisher":{"@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/#organization"},"image":{"@type":"ImageObject","url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/wp-content\/uploads\/cards\/JAslogan.png","@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/#articleImage"},"datePublished":"2026-07-27T06:54:59-03:00","dateModified":"2026-07-27T06:55:00-03:00","inLanguage":"pt-BR","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/carlos-bastos-um-depoimento\/#webpage"},"isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/carlos-bastos-um-depoimento\/#webpage"},"articleSection":"An\u00e1lise&amp;Opini\u00e3o"},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/carlos-bastos-um-depoimento\/#breadcrumblist","itemListElement":[{"@type":"ListItem","@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas#listItem","position":1,"name":"Home","item":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas","nextItem":{"@type":"ListItem","@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/category\/analiseopiniao\/#listItem","name":"An\u00e1lise&amp;Opini\u00e3o"}},{"@type":"ListItem","@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/category\/analiseopiniao\/#listItem","position":2,"name":"An\u00e1lise&amp;Opini\u00e3o","item":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/category\/analiseopiniao\/","nextItem":{"@type":"ListItem","@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/carlos-bastos-um-depoimento\/#listItem","name":"Carlos Bastos: um depoimento"},"previousItem":{"@type":"ListItem","@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas#listItem","name":"Home"}},{"@type":"ListItem","@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/carlos-bastos-um-depoimento\/#listItem","position":3,"name":"Carlos Bastos: um depoimento","previousItem":{"@type":"ListItem","@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/category\/analiseopiniao\/#listItem","name":"An\u00e1lise&amp;Opini\u00e3o"}}]},{"@type":"Organization","@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/#organization","name":"Jornal J\u00c1","description":"Jornal J\u00c1 | Porto Alegre","url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/","telephone":"+555133307272","logo":{"@type":"ImageObject","url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/wp-content\/uploads\/cards\/JAslogan.png","@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/carlos-bastos-um-depoimento\/#organizationLogo"},"image":{"@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/carlos-bastos-um-depoimento\/#organizationLogo"}},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/author\/daredacao\/#author","url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/author\/daredacao\/","name":"da Reda\u00e7\u00e3o","image":{"@type":"ImageObject","@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/carlos-bastos-um-depoimento\/#authorImage","url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/wp-content\/litespeed\/avatar\/5\/d9cd863c234b5b6efee1c2d4e369043e.jpg?ver=1784698958","width":96,"height":96,"caption":"da Reda\u00e7\u00e3o"}},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/carlos-bastos-um-depoimento\/#webpage","url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/carlos-bastos-um-depoimento\/","name":"Carlos Bastos: um depoimento | Colunas","description":"Depoimento do jornalista Carlos Bastos (1934\/2026) a Jefferson Barros para o livro \u201cGolpe Mata Jornal\u201d, que relata a trajet\u00f3ria do jornal Ultima Hora em Porto Alegre, publicado em 1999 pela J\u00e1 Editores. Lan\u00e7ado em 1960, o jornal \u00daltima Hora, um tabl\u00f3ide popular atrevido, sacudiu o meio conservador da imprensa ga\u00facha, onde imperava o Correio do","inLanguage":"pt-BR","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/#website"},"breadcrumb":{"@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/carlos-bastos-um-depoimento\/#breadcrumblist"},"author":{"@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/author\/daredacao\/#author"},"creator":{"@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/author\/daredacao\/#author"},"datePublished":"2026-07-27T06:54:59-03:00","dateModified":"2026-07-27T06:55:00-03:00"},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/#website","url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/","name":"Colunas","description":"Jornal J\u00c1 | Porto Alegre","inLanguage":"pt-BR","publisher":{"@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/#organization"}}]},"og:locale":"pt_BR","og:site_name":"An\u00e1lise &amp; Opini\u00e3o","og:type":"article","og:title":"Carlos Bastos: um depoimento | Colunas","og:description":"Depoimento do jornalista Carlos Bastos (1934\/2026) a Jefferson Barros para o livro \u201cGolpe Mata Jornal\u201d, que relata a trajet\u00f3ria do jornal Ultima Hora em Porto Alegre, publicado em 1999 pela J\u00e1 Editores. Lan\u00e7ado em 1960, o jornal \u00daltima Hora, um tabl\u00f3ide popular atrevido, sacudiu o meio conservador da imprensa ga\u00facha, onde imperava o Correio do","og:url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/carlos-bastos-um-depoimento\/","og:image":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2025\/08\/facebook-capa40anos.jpg","og:image:secure_url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2025\/08\/facebook-capa40anos.jpg","og:image:width":851,"og:image:height":324,"article:published_time":"2026-07-27T09:54:59+00:00","article:modified_time":"2026-07-27T09:55:00+00:00","twitter:card":"summary","twitter:title":"Carlos Bastos: um depoimento | Colunas","twitter:description":"Depoimento do jornalista Carlos Bastos (1934\/2026) a Jefferson Barros para o livro \u201cGolpe Mata Jornal\u201d, que relata a trajet\u00f3ria do jornal Ultima Hora em Porto Alegre, publicado em 1999 pela J\u00e1 Editores. Lan\u00e7ado em 1960, o jornal \u00daltima Hora, um tabl\u00f3ide popular atrevido, sacudiu o meio conservador da imprensa ga\u00facha, onde imperava o Correio do","twitter:image":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2025\/08\/facebook-capa40anos.jpg"},"aioseo_meta_data":{"post_id":"85060","title":null,"description":null,"keywords":null,"keyphrases":{"focus":{"keyphrase":"","score":0,"analysis":{"keyphraseInTitle":{"score":0,"maxScore":9,"error":1}}},"additional":[]},"primary_term":null,"canonical_url":null,"og_title":null,"og_description":null,"og_object_type":"default","og_image_type":"default","og_image_url":null,"og_image_width":null,"og_image_height":null,"og_image_custom_url":null,"og_image_custom_fields":null,"og_video":"","og_custom_url":null,"og_article_section":null,"og_article_tags":null,"twitter_use_og":false,"twitter_card":"default","twitter_image_type":"default","twitter_image_url":null,"twitter_image_custom_url":null,"twitter_image_custom_fields":null,"twitter_title":null,"twitter_description":null,"schema":{"blockGraphs":[],"customGraphs":[],"default":{"data":{"Article":[],"Course":[],"Dataset":[],"FAQPage":[],"Movie":[],"Person":[],"Product":[],"ProductReview":[],"Car":[],"Recipe":[],"Service":[],"SoftwareApplication":[],"WebPage":[]},"graphName":"Article","isEnabled":true},"graphs":[]},"schema_type":"default","schema_type_options":null,"pillar_content":false,"robots_default":true,"robots_noindex":false,"robots_noarchive":false,"robots_nosnippet":false,"robots_nofollow":false,"robots_noimageindex":false,"robots_noodp":false,"robots_notranslate":false,"robots_max_snippet":"-1","robots_max_videopreview":"-1","robots_max_imagepreview":"large","priority":null,"frequency":"default","location":null,"local_seo":null,"breadcrumb_settings":null,"limit_modified_date":false,"ai":{"faqs":[],"keyPoints":[],"schemas":[],"titles":[],"descriptions":[],"socialPosts":{"email":{"subject":"","preview":"","content":""},"linkedin":[],"twitter":[],"facebook":[],"instagram":[]}},"created":"2026-07-27 02:34:39","updated":"2026-07-27 09:55:00","seo_analyzer_scan_date":null},"aioseo_breadcrumb":"<div class=\"aioseo-breadcrumbs\"><span class=\"aioseo-breadcrumb\">\n\t\t\t<a href=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\" title=\"Home\">Home<\/a>\n\t\t<\/span><span class=\"aioseo-breadcrumb-separator\">&raquo;<\/span><span class=\"aioseo-breadcrumb\">\n\t\t\t<a href=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/category\/analiseopiniao\/\" title=\"An\u00e1lise&amp;Opini\u00e3o\">An\u00e1lise&amp;Opini\u00e3o<\/a>\n\t\t<\/span><span class=\"aioseo-breadcrumb-separator\">&raquo;<\/span><span class=\"aioseo-breadcrumb\">\n\t\t\tCarlos Bastos: um depoimento\n\t\t<\/span><\/div>","aioseo_breadcrumb_json":[{"label":"Home","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas"},{"label":"An\u00e1lise&amp;Opini\u00e3o","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/category\/analiseopiniao\/"},{"label":"Carlos Bastos: um depoimento","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/carlos-bastos-um-depoimento\/"}],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack-related-posts":[{"id":84838,"url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/jornalismo-nao-existe-para-proteger-zonas-de-conforto-institucionais\/","url_meta":{"origin":85060,"position":0},"title":"Jornalismo n\u00e3o existe para proteger zonas de conforto institucionais","author":"An\u00e1lise &amp; Opini\u00e3o","date":"20 de maio de 2026","format":false,"excerpt":"O jornalismo que antes buscava escavar estruturas ocultas do poder passou, em in\u00fameros casos, a atuar como um sistema de media\u00e7\u00e3o de narrativas j\u00e1 prontas. Por Cristiano Goldschmidt O epis\u00f3dio envolvendo as revela\u00e7\u00f5es recentes sobre as conex\u00f5es entre integrantes da fam\u00edlia Bolsonaro e o banqueiro Daniel Vorcaro exp\u00f5e muito mais\u2026","rel":"","context":"Em &quot;An\u00e1lise&amp;Opini\u00e3o&quot;","block_context":{"text":"An\u00e1lise&amp;Opini\u00e3o","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/category\/analiseopiniao\/"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/colunas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2026\/05\/reproducao-site-the-intercept-brasil.jpeg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200,"srcset":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/colunas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2026\/05\/reproducao-site-the-intercept-brasil.jpeg?resize=350%2C200&ssl=1 1x, https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/colunas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2026\/05\/reproducao-site-the-intercept-brasil.jpeg?resize=525%2C300&ssl=1 1.5x, https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/colunas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2026\/05\/reproducao-site-the-intercept-brasil.jpeg?resize=700%2C400&ssl=1 2x, https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/colunas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2026\/05\/reproducao-site-the-intercept-brasil.jpeg?resize=1050%2C600&ssl=1 3x, https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/colunas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2026\/05\/reproducao-site-the-intercept-brasil.jpeg?resize=1400%2C800&ssl=1 4x"},"classes":[]},{"id":84557,"url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/entrevista-com-leonel-brizola-como-nascem-as-falsificacoes-historicas\/","url_meta":{"origin":85060,"position":1},"title":"Entrevista com Leonel Brizola: Como nascem as falsifica\u00e7\u00f5es hist\u00f3ricas","author":"An\u00e1lise &amp; Opini\u00e3o","date":"2 de mar\u00e7o de 2026","format":false,"excerpt":"SILVANA MOURA Mais do que direito \u00e0 Hist\u00f3ria, temos o direito \u00e0 verdade da Hist\u00f3ria, para evitar um passado falsificado, supostamente \u201climpo\u201d, eivado de manipula\u00e7\u00e3o e pretensa uniformidade. Em 1996 realizei, em Carazinho, uma Entrevista de Hist\u00f3ria Oral (sou Historiadora e trabalho com Hist\u00f3ria Oral h\u00e1 40 anos) com Leonel\u2026","rel":"","context":"Em &quot;An\u00e1lise&amp;Opini\u00e3o&quot;","block_context":{"text":"An\u00e1lise&amp;Opini\u00e3o","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/category\/analiseopiniao\/"},"img":{"alt_text":"","src":"","width":0,"height":0},"classes":[]},{"id":84564,"url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/a-nova-celulose-a-beira-do-guaiba-e-o-risco-de-repetir-a-borregaard\/","url_meta":{"origin":85060,"position":2},"title":"A nova celulose \u00e0 beira do Gua\u00edba e o risco de repetir a Borregaard","author":"An\u00e1lise &amp; Opini\u00e3o","date":"6 de mar\u00e7o de 2026","format":false,"excerpt":"ELMAR BONES No dia 16 de mar\u00e7o de 1972 foi inaugurada a Ind\u00fastria de Celulose Borregaard, em Gua\u00edba, com a presen\u00e7a das mais altas autoridades e manchetes ufanistas em todos os jornais. Inaugura\u00e7\u00e3o da f\u00e1brica em Gua\u00edba, no ano de 1972. Foto Reprodu\u00e7\u00e3o Arquivo\/CeluloseRioGrandense Seria uma das maiores f\u00e1bricas em\u2026","rel":"","context":"Em &quot;An\u00e1lise&amp;Opini\u00e3o&quot;","block_context":{"text":"An\u00e1lise&amp;Opini\u00e3o","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/category\/analiseopiniao\/"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/colunas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2026\/03\/20260306-112140-scaled.jpg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200,"srcset":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/colunas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2026\/03\/20260306-112140-scaled.jpg?resize=350%2C200&ssl=1 1x, https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/colunas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2026\/03\/20260306-112140-scaled.jpg?resize=525%2C300&ssl=1 1.5x, https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/colunas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2026\/03\/20260306-112140-scaled.jpg?resize=700%2C400&ssl=1 2x, https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/colunas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2026\/03\/20260306-112140-scaled.jpg?resize=1050%2C600&ssl=1 3x, https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/colunas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2026\/03\/20260306-112140-scaled.jpg?resize=1400%2C800&ssl=1 4x"},"classes":[]},{"id":85029,"url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/salete-van-der-poel-a-educadora-fragmentada-e-a-utopia-que-nao-envelhece\/","url_meta":{"origin":85060,"position":3},"title":"Salete van der Poel: a educadora fragmentada e a utopia que n\u00e3o envelhece","author":"cristianog","date":"16 de julho de 2026","format":false,"excerpt":"Por Cristiano Goldschmidt H\u00e1 sete anos \u2014 precisamente em 26 de junho de 2019 \u2014 publiquei no Jornal Extra Classe uma entrevista com Maria Salete van der Poel. Ela tinha 83 anos na ocasi\u00e3o e acabara de vir a Porto Alegre para ministrar uma aula na Faculdade de Educa\u00e7\u00e3o da\u2026","rel":"","context":"Em &quot;An\u00e1lise&amp;Opini\u00e3o&quot;","block_context":{"text":"An\u00e1lise&amp;Opini\u00e3o","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/category\/analiseopiniao\/"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/colunas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2026\/07\/capa-livro-eu-fragmentada.jpg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200,"srcset":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/colunas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2026\/07\/capa-livro-eu-fragmentada.jpg?resize=350%2C200&ssl=1 1x, https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/colunas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2026\/07\/capa-livro-eu-fragmentada.jpg?resize=525%2C300&ssl=1 1.5x"},"classes":[]},{"id":84956,"url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/adeus-canarinho\/","url_meta":{"origin":85060,"position":4},"title":"Adeus, Canarinho","author":"da Reda\u00e7\u00e3o","date":"16 de junho de 2026","format":false,"excerpt":"Geraldo Hasse Nos \u00faltimos anos de sua vida, Aldyr Garcia Schlee (1934-2018) ainda era procurado por rep\u00f3rteres que lhe pediam para falar sobre a camiseta canarinho por ele desenhada em 1953. Queriam saber como aquele garoto do Sul do Brasil ganhara o concurso disputado por 200 outros candidatos etc e\u2026","rel":"","context":"Em &quot;geral&quot;","block_context":{"text":"geral","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/category\/geral\/"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/colunas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2026\/06\/schlee-e-klecio-santos.png?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200},"classes":[]},{"id":84833,"url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/100-anos-de-lutzenberger-da-borregaard-a-cmpc-celulose\/","url_meta":{"origin":85060,"position":5},"title":"100 anos de Lutzenberger: da Borregaard a CMPC Celulose","author":"An\u00e1lise &amp; Opini\u00e3o","date":"19 de maio de 2026","format":false,"excerpt":"O sil\u00eancio, ainda que leg\u00edtimo enquanto escolha institucional, inevitavelmente gera d\u00favidas e abre espa\u00e7o para questionamentos p\u00fablicos. Por Cristiano Goldschmidt Jos\u00e9 Lutzenberger completaria 100 anos em 2026. E talvez n\u00e3o exista s\u00edmbolo mais eloquente de sua genialidade do que a transforma\u00e7\u00e3o de um dos maiores passivos ambientais da hist\u00f3ria recente\u2026","rel":"","context":"Em &quot;An\u00e1lise&amp;Opini\u00e3o&quot;","block_context":{"text":"An\u00e1lise&amp;Opini\u00e3o","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/category\/analiseopiniao\/"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/colunas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2026\/05\/image-10.png?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200},"classes":[]}],"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/pbKo0s-m7W","jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/85060","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=85060"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/85060\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":85062,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/85060\/revisions\/85062"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=85060"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=85060"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=85060"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}