Gravação mundial de obra de Beethoven, no violão de Daniel Wolff

Higino Barros
A ilustração de gravação da obra de Ludwig van Beethoven pelo violinista gaúcho Daniel Wolff já dá uma pista da intimidade do músico com o compositor alemão.  Daniel toca seu instrumento, Ludwig Van anota e os dois trocam informações musicais, saboreando um vinho tinto. O cenário é uma sala despojada com tapetes no chão, piano com partitura aberta e parede pintada em tom azul com enfeites iguais brancos.
Pois agora o classificado de “magnífico” Romance op. 40, de Ludwig van Beethoven, tem sua primeira gravação mundial, com arranjo do solista, Daniel Wolff, acompanhado pela Orquestra do Instituto de Artes da UFRGS, com regência de Carlos Völker-Fecher.

Aqui o link para pre-save do Romance Op. 40, de Beethoven, que será lançado dia 10/03: https://tratore.ffm.to/romanceop40
O projeto foi idealizado e gravado durante a pandemia de Covid-19, “demonstrando que a força colaborativa dos artistas pode render belos frutos mesmo em condições adversas”, com ressalta o material de divulgação do trabalho.
Abaixo Daniel Wolff fala de seu encontro com a obra de Beethoven:
Pergunta: Beethoven em violão. Como começou isso para você?
Daniel Wolff: Eu, desde meus primórdios com o violão, me interessei em adaptar obras originalmente escritas para outros instrumentos, para que eu também pudesse tocá-las. Comecei adaptando obras mais fáceis de Bach e fui, pouco a pouco, evoluindo, aprendendo mais sobre como fazer isso. Anos mais tarde, este seria o tema de minha tese de doutorado.
Eu tinha arranjado, no final da década de 90, uma sonata de Beethoven para dois violões, que gravei em um disco lançado na Alemanha, em duo com Daniel Göritz:
Esse arranjo foi publicado pela editora alemã Margaux (https://www.amazon.co.uk/Sonata-Op31-No-2-Margaux/dp/3733304470). Contente com a boa receptividade e críticas favoráveis que esse arranjo obteve, comecei a fazer outros, durante quase 20 anos, que foram os que gravei em 2020 no disco Beethoven for Guitar.

Foto: Manuel Pose Varela / CCK/ Divulgação
Pergunta:  Quais são as dificuldades de execução e “facilidades”?
DW: Beethoven explorava muito bem as possibilidades idiomáticas de cada instrumento. A dificuldade é encontrar a melhor forma de reproduzir isto no violão, ou seja, adaptar para a técnica violonística uma escrita pensada para outro instrumento, sem descaracterizar o efeito sonoro original.
Pergunta:  É comum, raro ou existe já Beethoven em violão?
DW: Há vários arranjos da música dele para violão, a maioria dos quais soa como uma caricatura da obra original. Mas há também alguns muito bem escritos, inclusive feitos por compositores violonistas do século XIX, que viveram em um período próximo ao de Beethoven.
Pergunta:  Ele compôs para violão?
DW: Vou colar aqui um trecho de uma comunicação de pesquisa minha, publicada nos anais do congresso da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-graduação em Música (ANPPOM) de 2019, que responde a tua pergunta:

Beethoven nunca compôs para violão. Contudo, ele certamente estava familiarizado com o instrumento, pois conviveu com compositores violonistas, como Mauro Giuliani e Anton Diabelli. Um relato da soprano Antonie Adamberger (1790-1867), sobre fato ocorrido durante os ensaios de Egmont, em 1810, nos permite supor que o compositor chegou a fazer alusão à sonoridade do violão em ao menos uma de suas obras:

“Um dos senhores de mais idade expressou a opinião de que as canções que o mestre [Beethoven] escrevera para orquestra, buscando determinados efeitos, deveria ser acompanhada ao violão. Então ele [Beethoven] balançou a cabeça de maneira cômica e, com olhos flamejantes, disse, ‘Ele sabe!’” (FORBES, 1967, 485, tradução minha). Outra possível alusão ao violão ocorre na canção An die Geliebte, WoO 140, escrita em 1811-12 provavelmente para Antonie Brentano (cujo prenome, coincidentemente, é o mesmo da cantora de Egmont). Brentano era uma consumada violonista e, talvez por esta razão, a canção foi publicada “com acompanhamento de piano ou guitarra [i.e., violão]”, caso único na produção de canções de Beethoven (SOLOMON, 1987, 238).

Foto: J.L. Waxemberg/ Divulgação

Rede Saraiva põe à venda suas três livrarias no Estado

 

 

A rede de livrarias Saraiva está colocando à venda as três unidades que possui no Rio Grande do Sul – Shopping Praia de Belas e Shopping Iguatemi (Porto Alegre) e Shopping Caxias do Sul.  A decisão faz parte do plano de recuperação financeira da rede.  A Saraiva, junto com a rede Cultura, de São Paulo, durante muito tempo dominou o mercado de venda de livros no País, em shopping center e outros espaços comerciais de luxo.

A loja do grupo no Shopping Iguatemi de Porto Alegre está na lista. Foto: Facebook/Divulgação

Segundo a newsletters Publish News a decisão “é um dos pontos mais importantes do novo plano de recuperação judicial recém aprovado pelos credores da rede. A varejista quer vender parte de suas lojas físicas, ou o seu e-commerce ou uma conjunção de unidades físicas mais a loja virtual. Mas quais lojas estão no jogo? Das 38 lojas em operação hoje, a Saraiva listou 23 que podem ser vendidas”.

Confira a lista:

SUDESTE

São Paulo

Shopping ABC Plaza (Santo André)

Aeroporto de Guarulhos

Shopping Novo Shopping (Ribeirão Preto)

Espírito Santo

Shopping Vitória

Shopping Vila Velha

Minas Gerais

Shopping Juiz de Fora

Shopping Uberlândia

CENTRO OESTE

Distrito Federal

Shopping And Towers

Goiás

Shopping Flamboyant

Shopping Passeio das Aguas

Mato Grosso

Shopping Cuiabá

NORDESTE

Ceará

Shopping Fortaleza II

Paraíba

Shopping Manaíra

Rio Grande do Norte

Shopping Midway

Sergipe

Shopping Aracajú

Pernambuco

Shopping Patteo Olinda

SUL

Rio Grande do Sul

Shopping Praia de Belas (Porto Alegre)

Shopping Caxias do Sul

Shopping Iguatemi Porto Alegre

Santa Catarina

Shopping Florianópolis

NORTE

Amazonas

Shopping Manauara

Pará

Shopping Belém

Grão Pará

 

 

MPB, Jazz, Blues e tributo aos Beatles  no feriado de carnaval do Butiá

Para quem estiver em Porto Alegre no feriado de carnaval e quiser fugir da cidade por um dia, a fazenda O Butiá, localizada em Itapuã, preparou uma agenda de shows com estilos musicais para todos os públicos: MPB, Jazz, Blues e Rock.

As apresentações iniciam às 18h, atravessam o pôr do sol e se estendem até o início da noite. Os ingressos custam R$ 30 e as reservas devem ser feitas pelo site www.obutia.com, em atenção aos protocolos sanitários. A localização e como chegar são informadas por e-mail após a reserva. Em caso de chuva, os shows serão cancelados.

Programação
13 de fevereiro | Sábado
Girando a Renda – 
Entrelaçando a música instrumental ao samba e à MPB, o repertório conta com clássicos de nomes como: Pixinguinha, Noel Rosa, Vinicius de Moraes, Tom Jobim, Dorival Caymmi, Ivone Lara, João Nogueira, João Bosco, Chico Buarque e Ivan Lins. O quarteto é formado por Cris Bizarro (voz), James Liberato (violão), Jua Ferreira (bateria) e Luis Henrique “New” (piano).

14 de fevereiro | Domingo
Ale Ravanello Blues Combo – 
Com a mesma formação há doze anos, Ale Ravanello (harmônica e vocais), Sergio Selbach (contrabaixo), Nicola Spolidoro (guitarra) e Clark Carballo (bateria)interpretam um repertório que mistura clássicos dos grandes mestres da harmônica com temas recheados da animação e do swing dos anos 50 e 60. O quarteto tem três CDs e um DVD gravados. O mais recente álbum, Alley Cat, lançado pelo selo Mississippi Delta Blues Records, recebeu duas indicações ao Prêmio Açorianos de Música.

 

TRI BEATLES. Foto; Divulgação

15 de fevereiro | Segunda-feira
Tri Beatles – 
O repertório deste tributo aos Beatles foi preparando para o público cantar junto: Please Please me, Twist and shout, Love me do, All my loving, I want to hold your hand, She Loves you, A hard day`s night, Can`t buy me love, Yesterday, Ticket to ride, Day Tripper, Help, Nowhere man, In my life, Lady Madonna, Magical Mystery tour, Hey Jude, Come together, Something, Here comes the Sun, Let it be e Get Back. A banda é formada por Luciano Machado (baixo/voz), Gabriel Machado (guitarra/voz), Rodrigo Machado (bateria) e Homero Luz (voz e guitarra).

Nico Bueno. Foto: Kristina Rosa/Divulgação

16 de fevereiro | Terça-feira
Nico Bueno convida Paulinho Fagundes – 
Acompanhado de Luiz Mauro Filho (piano), Lucas Fê (bateria) e de Paulinho Fagundes (guitarra), Nico Bueno (contrabaixo) apresenta um instrumental de clássicos do jazz com roupagem moderna. No repertório, A Rã (João Donato), Blue In Green (Miles Davis), Night in Tunisia (Dizzy Gillespie), Footprint (Wayne Shorter), Goodbye Pork Pie Hat (Charles Mingus), entre outros.

Guitarrista, violonista e compositor, Paulinho Fagundes é filho de Bagre Fagundes e irmão de Neto e Ernesto, e com eles integra a banda Os Fagundes. Nico Bueno é integrante do grupo Delicatessen e tem três discos gravados. Recebeu por duas vezes o Prêmio da Música Brasileira e, também, o Prêmio Açorianos. Tocou com várias bandas e artistas, como: Nenhum de Nós, Nei Lisboa, Renato Borghetti, Solon Fishbone, o guitarrista americano Matt Hopper, o pianista francês Aymeric Frerejean e a cantora inglesa Rowena Jameson.

 

Uma semana de arte visual no litoral, com o acervo da galeria Bublitz

A Bublitz Galeria de Arte tem uma tradição no Litoral Norte. Há mais de 25 anos, o espaço localizado em Porto Alegre promove leilões e eventos itinerantes em cidades como Capão da Canoa, Xangri-lá e Torres e no interior do estado. Este ano, não haverá leilão, mas a exposição de arte está garantida. É a Semana Bublitz de Arte no Litoral, que ocorre de 5 a 12 de fevereiro, na Sociedade dos Amigos do Balneário Atlântida (SABA).

Obra de Inos Corradin/Divulgação

“Pensamos em uma forma de continuar levando arte para o Litoral, com toda a segurança e sem aglomeração. Nasceu daí a ideia desta exposição que poderá ser visitada ao longo de toda semana pelos moradores e turistas da região”, destaca Nicholas Bublitz, marchand da Galeria.

Marchand Nicholas Bublitz. Foto Paulo Garavelo/ Divulgação

200 itens

No acervo em exibição estão mais de 200 itens, com destaque para obras de importantes artistas como Carlos Scliar, Glenio Bianchetti, Ângelo Guido, Aldemir Martins, Vitor Hugo Porto, Érico Santos, Kenji Fukuda, Vitorio Gheno, Vasco Prado, Armando Gonzales, Inos Corradin, Carybé e Marcelo Hübner.

Obra de Ângelo Guido. /Divulgação

Objetos de decoração, como itens em cristal checo e polones e faianças vindas de Toscana, na Itália, também integram a mostra. Outra marca registrada da Bublitz, os tapetes orientais em fibra natural feitos à mão, nó por nó, podem ser conferidos pelos visitantes. São tapetes tradicionais exclusivos e importados da Índia e do Irã dos tipos: Kashan, Tabriz, Hamadan, Shiraz, Ziegler, Na’in e Mood.

Escultura de Vasco Prado/ Divulgação

A exposição funcionará ainda como Outlet. E todos os itens poderão ser adquiridos com descontos que variam de 25% a 50% e podem ser parcelados em até 12 vezes sem juros.

Obra de Carybé/ Divulgação

Arte ao Vivo

Outra novidade da Bublitz Galeria de Arte nesta temporada na SABA é a participação de Marcelo Hübner ao longo da exposição. Durante todas as tardes, de 5 a 12 de fevereiro, o artista gaúcho vai pintar ao vivo no local, das 17h às 19h. Além disso, o evento contará com 10 obras de Hübner, que é reconhecido por séries como “Floristas”, “Urbanos” e “Banhistas”, que inclui uma criação inédita preparada este ano no litoral. Em 2020, foi lançada a Bublitz Galeria Virtual de Arte e as obras do artista marcaram a estreia do espaço virtual.

Artista visual Marcelo Hubner estará presente na galeria. Foto: Nilton Santolin/ Divulgação

 

Bublitz na SABA
Endereço: 
Av. Central, 5 – Atlântida
Período: 
5 a 12 de fevereiro
Horário: 
das 10h às 19h

Fotos e gravuras de um calendário premiado: exposição abre na quinta

Desde seu inicio, há mais de 20 anos, o calendário  Impresul, um dos mais premiados do Brasil, se caracterizou como uma oportunidade para fotógrafos e artistas plásticos mostrarem seu trabalho.

Documenta também os vários aspectos do Rio Grande do Sul e suas regiões, gerando um arquivo visual histórico,  reunido no livro “Pátria Gaúcha”.

Para 2021, no meio de uma pandemia que mudou todas as formas de trabalho e criação artísticas, foi criada a coleção  Admirável Mundo Novo,  que une as obras a um universo fantástico com o calendário chamado Reserva Selvagem.

A exposição com as obras abre quinta-feira, dia quatro, na Galeria Bolsa de Arte, rua Visconde do Rio Branco, 365 – Floresta.

Neste ano de pandemia a Impresul inovou. Não só manteve o calendário como expandiu o convite aos artistas visuais locais  para emprestarem seu talento numa ação que vai beneficiar as três Instituições selecionadas: Asilo Padre Cacique em Porto Alegre; Hospital Arcanjo São Miguel em Gramado e Hospital de Canela em Canela.

As vendas do calendário são revertidas  a essas instituições. Ele está disponível em cada instituição e através do site www.clickimpresso.com.br.

CALENDÁRIO IMPRESSUL folder-virtual-calendario

A multi artista Liana Timm apresenta, de forma virtual, obras de arte e livros

A artista multimídia Liana Timm é uma inquieta. Escritora, artista visual, cantora, arquiteta, Liana teve em 2020 um dos anos mais produtivos de sua trajetória. E, agora, no início de 2021, inaugura o resultado de parte de sua história na cultura. É a loja da Território das Artes, que pode ser acessada em www.dasartesterritorio.com.br. Para marcar o lançamento, Liana Timm, que também é cantora, vai apresentar 2 vídeos, em homenagem à bossa nova, no dia 30 de janeiro, o primeiro às 19 horas e o segundo às 20h, ao lado do violonista, Gilberto Oliveira.

O compositor Tom Jobim/ Divulgação

Os dois vídeos serão veiculados nos perfis do Instagram @territoriodasartes e @lianatimm. A artista se inspirou em duas datas comemorativas de janeiro. No dia 25, celebra-se a bossa nova. E o dia 30 é marcado como o dia da saudade.

Vinicius de Moraes/ Divulgação

Na loja virtual do Território das Artes é possível encontrar boa parte de produção artística e literária de Liana. Ao todo, são mais de 200 itens. Boa parte são obras de arte digital distribuídas em três séries. Em “Outro(s) de Mim”, Liana homenageia grandes nomes da humanidade, como Clarice Lispector, Picasso, Einstein e Virginia Woolf. Para o lançamento do site, Liana preparou até novas obras da série, com ícones da bossa nova, com nomes como Tom Jobim, Nara Leão, Vinícius de Moraes, Noel Rosa e Villa Lobas. A artista também abre espaço para que as pessoas proponham obras personalizadas a partir de fotos e imagens enviadas para o email: dasartes.territorio.com.br.

A cantora Nara leão/ Divulgação

Em “Recortes Imaginários”, Liana traz imagens selecionadas que funcionam como flashs, ao serem coletadas e reinventadas em uma dimensão do essencial. É quase um léxico de imagens que configuram a marca da artista. Nessa série, as obras seguem tamanhos padrão de 30 cm x 30 cm, 45 cm x 45 cm, e 60 cm x 60 cm. Já em “Highligts de um Imaginário”, estão demonstradas temáticas diversas onde a valorização cromática, compositiva e dimensional abrange vários tipos de poéticas e grandes dimensões que podem atingir o monumental. “A arte faz parte da minha vida e cada vez mais está na vida e na casa das pessoas. A proposta do site é justamente aproximar quem produz arte de quem a valoriza”, destaca.

O cantor e compositor Carlos Lyra/ Divulgação

O fazer literário de Liana Timm também está presente no site. Só no ano passado, a artista lançou duas obras, “O Íntimo das Horas”, com uma coletânea de poesias selecionadas de sua autoria, organizadas pela escritora Dione Detanico. E “PSICOgrafadas”, uma antologia com contos sobre temas vitais para as mulheres produzidos por várias escritoras: Cátia Simon, Dani Langer, Dione Detanico, Helena Terra, Lenira Fleck e Liana Timm.

Além das obras lançadas em 2020, o site do Território das Artes traz ainda livros de poesias, contos e coletâneas do acervo da editora. Também podem ser encontrados no espaço virtual, os livros da coleção “Minibuks”, escritos por Liana e outros autores. Entre eles, destaque para as obras “Por que Ler Clarice Lispector”, de Cátia Simon, e “Um animal espera”, de José Eduardo Degrazia.

 

Território das Artes
Site de livros e obras de arte digital

Link: www.dasartesterritorio.com.br

Coletiva “Narrativas pandêmicas”, em segunda edição, acontece no formato virtual

Teve início nessa quinta-feira, dia 21, a segunda edição da exposição coletiva “ Narrativas pandêmicas” , curadoria de Susane Kochhann, artista visual de Santa Maria. A mostra  acontece até dia 21 de fevereiro de 2021.  A exposição coletiva está no formato de galeria virtual e pode ser acessada através das redes sociais:
– Instagram: Artista visual#susanekochhann
– Facebook: https://www.facebook.com/susanne.kochhann/
– Site: https://www.susanekochhann.com

Obra de Camila dos Santos e Carlos Rangel/ Divulgação
Obra de Adeli do Canto/ Divulgação
Obra de Marília Chartune/ Divulgação

Segundo a curadora, Suzane Kochhann, a mostra “expõe a ideia de 15 artistas brasileiros e estrangeiros por meio de pequenas séries de obras que podem ser entendidas como narrativas do momento atual. Cada série resulta das reflexões sobre o mundo, sobre a fragilidade da vida, sobre o espaço dentro de quatro paredes que isola cada indivíduo”

Obra de Otto/ Divulgação
Obra de Ira Caldeira/ Divulgação

As manifestações se deram na forma de pintura, objeto arte, fotografia, desenho e vídeoarte. Nesse ano a exposição “Narrativas Pandêmicas” terá uma itinerância por outras cidades do interior gaúcho, ocorrendo sempre em espaços públicos. A itinerância iniciará no mês de junho pelas cidades de Bagé e Gramado.

Obra de Nanda Beck/Divulgação
Obra de Paulo Vinicius/ Divulgação
Obra de Patrícia Felden/ Divulgação
Obra de Said Ouadid/ Divulgação
Obra de Susane Kochhann/ Divulgação

QUEM PARTICIPA
Adéli Casagrande do Canto, Camila dos Santos, Carlos Rangel,Dom, Ira Caldeira, Iur Priebe de Souza, Lygia Marques, Márcia Binato, Marília Chartune, Nanda Beck, Otto, Patrícia Felden, Paulo Vinícius, Said Ouadid E Susane Kochhann.

Link da exposição

https://publish.exhibbit.com/gallery/98898190/long-gallery-41545/

Arte e Ciência em um projeto internacional para crianças e jovens

O projeto Arte Como Ciência inicia o ano de 2021 ampliando ainda mais as suas ações internacionais. No dia 19 de janeiro, às 14h30, profissionais com sede em oito países vão se reunir para refletir sobre Arte para Crianças e Jovens. O encontro é promovido em parceria com o Centro Brasileiro da Associação Internacional de Teatro para a Infância e Juventude (CBTIJ/ASSITEJ Brasil) em uma edição mais que especial do projeto.

Na tela do canal do Youtube do Arte Como Ciência, Clarissa Malheiros (México), Idris Goodwin (Estados Unidos), Jerry Adesewo (Nigéria), María Inés Falconi (Argentina), Imran Khan (Índia) e Yuck Miranda (Moçambique) vão relacionar as especificidades dialógicas do teatro para crianças com o trabalho artístico que desenvolvem e o contexto em que o mesmo está inserido.

A reflexão parte de questionamento proposto pela coordenadora pedagógica do projeto, Viviane Juguero, que atualmente encontra-se na Noruega, realizando pós-doutorado em teatro para a primeira infância na Faculdade de Educação e Artes da Universidade de Stavanger; e do coordenador de tradução solidária e assuntos da infância, além de presidente do CBTIJ, Cleiton Echeveste, sediado no Brasil, ambos com longa trajetória dedicada à criação e investigação de arte para crianças e jovens. Também em território brasileiro, estão a coordenadora técnica do projeto, Daniela Israel, com diversas realizações audiovisuais para público infantil, e a coordenadora de divulgação, Simone Lersch, com amplo trabalho de assessoria de imprensa na área.

Ao reunir um grupo tão qualificado de artistas-cientistas, o especial contempla o desejo do Arte Como Ciência de promover a reflexão científica sobre o papel social da arte, com base nas suas especificidades comunicativas vinculadas às particularidades de diferentes contextos.

Outra característica interessante desse encontro é que ele será realizado em diversos idiomas, sempre contando com a traduções solidárias para o inglês e o espanhol, realizadas por Celso Jr. e Paula Cabrera.

Serviço:

Arte como Ciência | Episódio 05

Episódio especial do Arte como Ciência em parceria com o  CBTIJ/ASSITEJ e participação de artistas e pesquisadores da  Argentina, Estados Unidos,  Índia, México, Moçambique e Nigéria sobre “Arte para Crianças e Jovens”.

Data: 19 de janeiro de 2021 |  terça-feira | 14h30

Local: Canal artecomociencia no youtube –

https://www.youtube.com/watch?v=fcHbMD6HgT4&ab_channel=artecomociencia

Sobre o projeto:

O projeto ARTE COMO CIÊNCIA apresenta entrevistas com artistas que desenvolvem um olhar reflexivo e científico sobre a relação entre seu fazer artístico e a sociedade. A intenção é dialogar sobre o papel crucial e específico que as distintas criações artísticas desempenham na permanente formação pessoal e coletiva, em cooperação, mas não em subordinação, com outros campos do saber.

Em 2020 foram realizados três episódios – entrevistas inéditas ao vivo com os brasileiros Jessé Oliveira e Richard Serraria, e a estadunidense Kathy Perkins. O conselho consultivo, as entrevistas previstas, as parcerias e detalhamentos da proposta podem ser conferidos no site artecomociencia.com

Participantes do especial de janeiro:

Clarissa Malheiros , México. Foto: Divulgação

Clarissa Malheiros (México):
É atriz, criadora cênica e divide a direção artística do LA MÁQUINA DE TEATRO com Juliana Faesler, companhia mexicana de teatro com 26 anos de contínua produção e criação de espetáculos de diversos formatos, sempre buscando intercâmbio e relacionamento entre as diferentes disciplinas das artes cênicas. A companhia é reconhecida pela originalidade de suas propostas, por seus projetos e ações sociais e pela exploração de temas filosóficos e históricos e seu cruzamento com a complexidade da vida contemporânea. O La Máquina atua numa perspectiva feminina, ambientalista, anti-especista, comprometida com a infância e com o desenvolvimento social e comunitário. Estudou Artes Cênicas no Brasil, teve aulas com Jerzy Grotowski e estudou na École Internacionale de Theâtre de Mouvement Jacques Lecoq, em Paris.

Idris Goodwin, EUA, Foto: Mercedes Zapata/Divulgação

Idris Goodwin (Estados Unidos):

Idris Goodwin é um premiado poeta break-beat, dramaturgo e diretor do Centro de Belas Artes de Colorado Springs, no Colorado College, Estados Unidos. Além da coleção de poesia Can I Kick It?, recentemente lançada, ele teve várias publicações pela Haymarket Books, incluindo Inauguration, co-escrita com Nico Wilkinson; Human Highlight: Ode To Dominique Wilkins, e a peça This Is Modern Art, co-escrita com Kevin Coval . Ele apareceu na HBO Def Poetry, Sesame Street, NPR, BBC Radio e no Discovery Channel. Suas peças incluem And In This Corner Cassius Clay, How We Got On, Hype Man e This is Modern Art. Idris é o co-apresentador do Podcast Same Old New School na Rádio Vocalo.

Jerry Adesewo (Nigéria)

Jerry é escritor, produtor e diretor teatral e gestor cultural. É o fundador e Diretor Artístico do Arojah Royal Theatre, espaço teatral privado, em Abuja, capital da Nigéria, que ganhou grande reconhecimento pelo esforço de sustentar a cultura teatral na Nigéria, especialmente em Abuja. Como jornalista de cultura, colaborou com os jornais NEXT, Guardian, Trust, National Mirror, Newscalabash e as revistas Metropole, City Pages, Korean Times e The Enlightener. Até recentemente, foi Diretor Nacional de Produções, da Associação Nacional de Profissionais de Teatro da Nigéria; Coordenador Central do Norte, da ASSITEJ Nigéria; Representante FCT, da Arterial Network da Nigéria; membro da Associação Internacional de Críticos de Teatro; Secretário da Associação de Autores Nigerianos (seção Abuja); Coordenador na Nigéria do INDRA Congress; e Fundador e Presidente do Centro Internacional de Artes Cênicas e Criativas.

María Inés Falconi , Argentina. Foto: Magdalena Viggiani/ Divulgação

María Inés Falconi (Argentina)

Dramaturga dedicada ao público infanto-juvenil, iniciou a sua atividade com a peça “Tornillos Flojos” (“Parafusos Soltos”, Prêmio dos Direitos da Criança concedido pela APDH) em 1985. Desde então, tem desenvolvido uma intensa atividade no Teatro Infantil e Juvenil, com a estreia de mais de 30 peças dirigidas a todas as idades. Suas peças foram apresentadas na Argentina e no exterior, e algumas delas traduzidas para outros idiomas. Entre os prêmios recebidos estão os Prêmios Argentores, Fundo Nacional de Artes, Menção Honrosa em Dramaturgia Ibero-americana, Badajoz, Espanha, e Prêmios ATINA. Sua atividade literária compreende também a escrita de narrativas para crianças e jovens, tendo publicado mais de 50 títulos de romances e contos até hoje. María Inés Falconi é membro fundadora e atual presidente da ATINA (Associação de Teatros Independentes para Crianças e Adolescentes) e Membro Honorário da ASSITEJ (Associação Internacional de Teatro para a Infância e Juventude).

Imran Khan , Índia. Foto: Surangana Chatterjee/ Divulgação

Imran Khan (Índia)
Ator, diretor e contador de histórias, completou sua pós-graduação em Urdu, na Universidade de Delhi, em 2002. Trabalhou com alguns dos mais destacados diretores indianos, como o Dr. Ashish Ghosh, Sr. Ashok Lal, Sra. Anamika Haksar, Sr. Sudhanwa Deshpande e Sra. Maya Rao. Em uma carreira de mais de 23 anos, ele tem sido muito ativo como diretor de teatro para crianças e jovens, e como especialista em teatro em várias escolas, Departamento de Educação, Universidade de Delhi e grupos de teatro dentro e fora de Delhi. Como ator e diretor, seu trabalho tem sido apresentado em vários festivais de teatro nacionais e internacionais de prestígio na Índia, Coréia do Sul, Itália, Hong Kong, Sri Lanka e Irã. Como gestor, Imran atuou no Comitê Executivo da ASSITEJ Índia durante 10 anos. Ele também foi Membro do Comitê Executivo da ASSITEJ Internacional de 2011 a 2017. Atualmente, Imran dirige sua própria organização sem fins lucrativos – Theatre I Entertainment Trust – e é diretor fundador do Festival Internacional Pitara de Teatro para Crianças e Jovens.

Yuck Miranda (Moçambique)

Ator, performer e dramaturgo, o moçambicano é graduando em Teatro na Universidade Eduardo Mondlane, em Maputo. Tem 10 anos de atividade em artes, nas áreas de música e voz, movimento e dança, com ênfase em temáticas relacionadas à criança, LGBTQ+ e igualdade de gênero. Recentemente esteve em Paris, desenvolvendo seu projeto “Identidades Não-Identificadas”, centrado em narrativas da comunidade LGBTQ+ em diversos países. Seus primeiros trabalhos com uma companhia, a Luarte, foram “Embrulhados na Inocência” e “Extractos duma Loucura Emergente”. Com a companhia Mutumbela Gogo, atuou em “O Inspetor Geral” e “Os Pilares da Sociedade”, com direção de Manuela Soeiro. Escreveu a performance “Duda”, apresentada no palco da ASSITEJ Zimbábue. Também junto à ASSITEJ, participou do Festival Bibu, na Suécia, em 2014, e do Encontro Artístico de Kristiansand, na Noruega, em 2019, como parte do Programa de Intercâmbios Next Generation. Em 2017, na África do Sul, participou do Festival “Afriqueer – Drama for Life”, com a peça “A Criação das Estrelas”. Em 2019, fez turnê com a performance “Transforma” em Ruanda, África do Sul e Zimbábue. Neste mesmo ano, apresentou sua performance solo “Sorria” e a performance “Mercados” na Rede Internacional de Residências Artísticas (RIR), PALOP (Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa) 2019,em Moçambique.

Nossos canais de comunicação:

Site oficial: https://www.artecomociencia.com/

Canal no Youtube: artecomociencia

Instagram: @artecomociencia | https://www.instagram.com/artecomociencia/

Facebook: /artecomociencia 

E-mail: [email protected] 

 

Confira os melhores momentos do quarto episódio com Kathy Perkins sobre Antologias de peças africanas e da diáspora africana, criadas por mulheres:

https://www.youtube.com/watch?v=hA7F7KAVZsA&ab_channel=artecomociencia

Ficha Técnica do projeto:

Entrevistados no mês de janeiro: Clarissa Malheiros (México), Idris Goodwin (Estados Unidos), Jerry Adesewo (Nigéria), María Inés Falconi (Argentina), Imran Khan (Índia) e Yuck Miranda (Moçambique)

Mediação e coordenação pedagógica: Viviane Juguero

Coordenação técnica: Daniela Israel

Coordenação do CBTIJ e de tradução solidária: Cleiton Echeveste

Coordenação de divulgação: Simone Lersch

Tradução para o espanhol: Paula Cabrera (UFSM)

Tradução para o inglês: Celso Júnior (UFRB)

Produção: Bactéria Filmes

Lúcio Piantino grava vídeo para o projeto “Um novo olhar”, da Funarte

“Eu sou um artista, meus quadros são meus filhos e as minhas tintas são o alimento que eu dou para eles”, diz o brasiliense Lucio Piantino. “A pintura é a minha vida”, reforça ele, que, completa 12 anos de carreira como pintor.

O jovem, portador de síndrome de Down, revela que sofreu muito preconceito na escola, até que um dia reuniu a família e informou que queria sair de lá. Desde então, passou a dedicar-se à arte, de forma profissional.

Em um vídeo produzido para o projeto Um Novo Olhar, Lucio fala de sua trajetória e exibe alguns de seus trabalhos. O projeto é uma parceria da Fundação Nacional de Artes – Funarte com a Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ, com curadoria de sua Escola de Música.

Lucio Piantino nasceu em 1995, é filho e neto de artistas plásticos e conviveu com as tintas desde os primeiros anos de vida.

Aos seis anos teve desenhos e pinturas publicados no livro Cadê a síndrome de Down que estava aqui? O gato comeu…. de Elizabeth Tunes e L Danezy Piantino (Editora Autores Associados).

Em 2008, ele fez suas primeiras exposições individuais, Matando Aula e Matando Aula II – O retorno?

O nome das exposições foi uma provocação ao sistema educacional preconceituoso, que o discriminou a ponto de ter tido que passar o ano de 2008 fora da escola.

O artista participou de diversas exposições coletivas, realizou mostras individuais e recebeu prêmios por sua obra.

Em 2013, lançou seu livro e documentário De arteiro a artista: a saga de um menino com síndrome de Down, no Museu Nacional de Brasília. O documentário também foi selecionado e apresentado no Festival Internacional de Cinema Assim Vivemos, nas unidades do Centro Cultural Banco do Brasil – CCBB do Rio de Janeiro e de São Paulo.

Entre 2016 e 2019, Lucio apresentou suas obras em três exposições na Itália: a coletiva Questa casa non è um Albergo em Reggio Calábria; a individual Danze de colore e matéria, na galeria Aet Forum Whirth Capena em Roma, e a exposição Io sono um artista, do projeto AHEAD, na Galeria Casa d’Aste, em Roma.

Em 2017, ele representou o Brasil na Campanha da ONU em comemoração ao Dia Internacional da Síndrome de Down e comemorou seus nove anos de carreira com a Exposição A prova dos 9 no Festival CoMA.

A família desde cedo reconheceu e apoiou o trabalho de Lucio. A irmã, Joana Piantino, acabou se dedicando à produção cultural e, assim como a mãe, cuida da produção da carreira do jovem. São dela também as imagens do vídeo disponível aqui no site do Um Novo Olhar, onde o artista mostra suas obras, toca, dança e conta sua história.

Sobre o projeto:

Desenvolvido conjuntamente pela Fundação Nacional de Artes – Funarte e pela Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ, por meio da Escola de Música da Universidade, o Um Novo Olhar tem como alvo promover a inclusão e o acesso de crianças, jovens e adultos com algum tipo de deficiência, por meio das artes e da capacitação de professores e de regentes para coro. Com a exibição online de performances de artistas e vídeo podcasts (vodcasts) sobre arte e acessibilidade; com lives e uma série de publicações, o projeto tem também o objetivo de ampliar a percepção de toda a sociedade sobre as deficiências.

Serviço:

Apresentação de Lucio Piantino no projeto Um Novo Olhar

Já disponível no site do projeto: www.umnovoolhar.art.br

Informações sobre editais e outros programas da Funarte
www.funarte.gov.br

“Gesto Flamenco”, uma visão teórica e poética sobre a dança espanhola

 

 

A artista, pesquisadora e docente gaúcha Daniele Zill lança, pela Edições FUNARTE (Fundação Nacional das Artes), Gesto Flamenco (144 páginas, 21 cm, ISBN 978-65-5845-000-9, ilustrado), livro inédito sobre o estudo do gesto na especificidade da linguagem flamenca. Mestra em Artes Cênicas pela UFRGS, desde 2013 se dedica à difusão e à pesquisa dessa linguagem artística.

Desenvolvido a partir da experiência e da pesquisa da autora, o livro cria um espaço de registro sobre a história dos 20 anos de atividades do coletivo Del Puerto (Porto Alegre/RS) e abre um novo território para a pesquisa sobre flamenco no Brasil – tanto no universo acadêmico, quanto literário. A publicação também propicia um lugar de reflexão crítica sobre a dança na contemporaneidade e sobre o campo das artes no Brasil.

Movida por compreender o flamenco como fenômeno cultural, situando esta linguagem artística na contemporaneidade, Daniele estabelece um recorte através da análise do espetáculo Las Cuatro Esquinas, um dos maiores projetos da história do coletivo Del Puerto desde sua fundação em 1999. Durante os três anos em que esteve em cartaz, a montagem foi premiada com oito troféus do Prêmio Açorianos de Dança 2012 e circulou nacionalmente através do edital Klauss Vianna em 2015.

Acervo Del Puerto. Foto: Clara Assenato /Divulgação

Além da análise descritiva das cenas, para investigar na especificidade o gesto e os discursos do corpo do grupo, foram utilizados outros registros do espetáculo (acervo de fotos, materiais de consagração, diários de ensaio e outras anotações), bem como depoimentos de integrantes da companhia.

Segundo a autora, “O gesto flamenco é um somatório, uma edificação, formada por modulações de tônus e ancestralidade (inventividade e tradição), treinamento corporal e atravessamentos afetivos (técnica e temperamento), especificidades artísticas e processos colaborativos (aparato técnico e processos criativos). São elementos ou estruturas que, apesar do aparente antagonismo, estão fortemente agregadas, formando o que nomeei de corporeidade flamenca, na qual o gesto flamenco está apoiado.”, analisa.

Acervo Del Puerto Foto: Cristina Rosa/ Divulgação

O lançamento acontece no dia 18 de dezembro, às 17 horas, em um bate-papo entre a autora, Fabiano Carneiro (Coordenador de Dança da Funarte) e João Maurício Moreira (Gerente da Edições Funarte) no canal da Funarte no Youtube (https://www.youtube.com/funarte).

Daniele Zill. Foto: Carlos Sillero./ Divulgação

Daniele Zillé é artista e pesquisadora, multi colaboradora do coletivo Del Puerto desde 1999, data de sua fundação pela bailarina Andrea Del Puerto. Desde 2013 a artista também se dedica à difusão e à pesquisa de linguagem flamenca no meio acadêmico. Soma-se ao flamenco  a sua formação em música e a graduação em fisioterapia, experiências que foram fundamentais para a realização da pesquisa intitulada ‘Corpo Del Puerto: investigação do gesto flamenco no espetáculo Las Cuatro Esquinas’. A pesquisa foi desenvolvida no Mestrado do Programa de Pós-graduação em Artes Cênicas da UFRGS (IA/DAD), entre os anos de 2015 e 2017 e o manuscrito de caráter inédito, que recebeu a nota máxima e recomendações de publicação pela banca examinadora, agora publica o livro GESTO FLAMENCO.

Acervo Del Puerto. Foto: Cristina Rosa/ Divulgação

O Coletivo Del Puerto, fundado em 1999, desde então realiza um intenso e continuado trabalho de pesquisa técnica, expressiva e histórico-cultural que envolve a linguagem Flamenca. A companhia já circulou por todo o país com suas montagens, recebeu prêmios e indicações, entre eles troféus Açorianos de Dança em 2008, 2012, 2014 e 2016, o Prêmio Funarte Klauss Vianna 2013 (circulação de espetáculos), o Prêmio de Pesquisa em Artes Cênicas do Teatro de Arena em 2015 e o Prêmio FAC Pró-Cultura RS 2017 #juntospelacultura. Atualmente a Companhia está em circulação com o espetáculo para crianças, “Flamenco Imaginário”, ganhador em várias categorias dos prêmios Tibicuera de Teatro e Açorianos de Dançano ano de 2016.

Acervo Del Puerto Foto: Clara Assenato/ Divulgação

Lançamento:

Gesto Flamenco (Edições Funarte, 2020, 144 páginas, 21 cm, ISBN 978-65-5845-000-9, ilustrado)

Dia 18 de dezembro de 2020, às 17 horas

Canal da Funarte no Youtube

https://www.youtube.com/funarte

 

Encomendas para todo o Brasil Livraria Mário de Andrade (Funarte): [email protected]

Preço: R$ 40,00

 

LINKS e REDES:

*Site www.gestoflamenco.com

*Instagram https://www.instagram.com/gestoflamenco/ 

*Facebook https://www.facebook.com/danielezillflamenco/

*Instagram @danielezill

*YouTube https://youtu.be/Ypv3LkfSYHQ