Coletiva “Narrativas pandêmicas”, em segunda edição, acontece no formato virtual

Teve início nessa quinta-feira, dia 21, a segunda edição da exposição coletiva “ Narrativas pandêmicas” , curadoria de Susane Kochhann, artista visual de Santa Maria. A mostra  acontece até dia 21 de fevereiro de 2021.  A exposição coletiva está no formato de galeria virtual e pode ser acessada através das redes sociais:
– Instagram: Artista visual#susanekochhann
– Facebook: https://www.facebook.com/susanne.kochhann/
– Site: https://www.susanekochhann.com

Obra de Camila dos Santos e Carlos Rangel/ Divulgação
Obra de Adeli do Canto/ Divulgação
Obra de Marília Chartune/ Divulgação

Segundo a curadora, Suzane Kochhann, a mostra “expõe a ideia de 15 artistas brasileiros e estrangeiros por meio de pequenas séries de obras que podem ser entendidas como narrativas do momento atual. Cada série resulta das reflexões sobre o mundo, sobre a fragilidade da vida, sobre o espaço dentro de quatro paredes que isola cada indivíduo”

Obra de Otto/ Divulgação
Obra de Ira Caldeira/ Divulgação

As manifestações se deram na forma de pintura, objeto arte, fotografia, desenho e vídeoarte. Nesse ano a exposição “Narrativas Pandêmicas” terá uma itinerância por outras cidades do interior gaúcho, ocorrendo sempre em espaços públicos. A itinerância iniciará no mês de junho pelas cidades de Bagé e Gramado.

Obra de Nanda Beck/Divulgação
Obra de Paulo Vinicius/ Divulgação
Obra de Patrícia Felden/ Divulgação
Obra de Said Ouadid/ Divulgação
Obra de Susane Kochhann/ Divulgação

QUEM PARTICIPA
Adéli Casagrande do Canto, Camila dos Santos, Carlos Rangel,Dom, Ira Caldeira, Iur Priebe de Souza, Lygia Marques, Márcia Binato, Marília Chartune, Nanda Beck, Otto, Patrícia Felden, Paulo Vinícius, Said Ouadid E Susane Kochhann.

Link da exposição

https://publish.exhibbit.com/gallery/98898190/long-gallery-41545/

Arte e Ciência em um projeto internacional para crianças e jovens

O projeto Arte Como Ciência inicia o ano de 2021 ampliando ainda mais as suas ações internacionais. No dia 19 de janeiro, às 14h30, profissionais com sede em oito países vão se reunir para refletir sobre Arte para Crianças e Jovens. O encontro é promovido em parceria com o Centro Brasileiro da Associação Internacional de Teatro para a Infância e Juventude (CBTIJ/ASSITEJ Brasil) em uma edição mais que especial do projeto.

Na tela do canal do Youtube do Arte Como Ciência, Clarissa Malheiros (México), Idris Goodwin (Estados Unidos), Jerry Adesewo (Nigéria), María Inés Falconi (Argentina), Imran Khan (Índia) e Yuck Miranda (Moçambique) vão relacionar as especificidades dialógicas do teatro para crianças com o trabalho artístico que desenvolvem e o contexto em que o mesmo está inserido.

A reflexão parte de questionamento proposto pela coordenadora pedagógica do projeto, Viviane Juguero, que atualmente encontra-se na Noruega, realizando pós-doutorado em teatro para a primeira infância na Faculdade de Educação e Artes da Universidade de Stavanger; e do coordenador de tradução solidária e assuntos da infância, além de presidente do CBTIJ, Cleiton Echeveste, sediado no Brasil, ambos com longa trajetória dedicada à criação e investigação de arte para crianças e jovens. Também em território brasileiro, estão a coordenadora técnica do projeto, Daniela Israel, com diversas realizações audiovisuais para público infantil, e a coordenadora de divulgação, Simone Lersch, com amplo trabalho de assessoria de imprensa na área.

Ao reunir um grupo tão qualificado de artistas-cientistas, o especial contempla o desejo do Arte Como Ciência de promover a reflexão científica sobre o papel social da arte, com base nas suas especificidades comunicativas vinculadas às particularidades de diferentes contextos.

Outra característica interessante desse encontro é que ele será realizado em diversos idiomas, sempre contando com a traduções solidárias para o inglês e o espanhol, realizadas por Celso Jr. e Paula Cabrera.

Serviço:

Arte como Ciência | Episódio 05

Episódio especial do Arte como Ciência em parceria com o  CBTIJ/ASSITEJ e participação de artistas e pesquisadores da  Argentina, Estados Unidos,  Índia, México, Moçambique e Nigéria sobre “Arte para Crianças e Jovens”.

Data: 19 de janeiro de 2021 |  terça-feira | 14h30

Local: Canal artecomociencia no youtube –

https://www.youtube.com/watch?v=fcHbMD6HgT4&ab_channel=artecomociencia

Sobre o projeto:

O projeto ARTE COMO CIÊNCIA apresenta entrevistas com artistas que desenvolvem um olhar reflexivo e científico sobre a relação entre seu fazer artístico e a sociedade. A intenção é dialogar sobre o papel crucial e específico que as distintas criações artísticas desempenham na permanente formação pessoal e coletiva, em cooperação, mas não em subordinação, com outros campos do saber.

Em 2020 foram realizados três episódios – entrevistas inéditas ao vivo com os brasileiros Jessé Oliveira e Richard Serraria, e a estadunidense Kathy Perkins. O conselho consultivo, as entrevistas previstas, as parcerias e detalhamentos da proposta podem ser conferidos no site artecomociencia.com

Participantes do especial de janeiro:

Clarissa Malheiros , México. Foto: Divulgação

Clarissa Malheiros (México):
É atriz, criadora cênica e divide a direção artística do LA MÁQUINA DE TEATRO com Juliana Faesler, companhia mexicana de teatro com 26 anos de contínua produção e criação de espetáculos de diversos formatos, sempre buscando intercâmbio e relacionamento entre as diferentes disciplinas das artes cênicas. A companhia é reconhecida pela originalidade de suas propostas, por seus projetos e ações sociais e pela exploração de temas filosóficos e históricos e seu cruzamento com a complexidade da vida contemporânea. O La Máquina atua numa perspectiva feminina, ambientalista, anti-especista, comprometida com a infância e com o desenvolvimento social e comunitário. Estudou Artes Cênicas no Brasil, teve aulas com Jerzy Grotowski e estudou na École Internacionale de Theâtre de Mouvement Jacques Lecoq, em Paris.

Idris Goodwin, EUA, Foto: Mercedes Zapata/Divulgação

Idris Goodwin (Estados Unidos):

Idris Goodwin é um premiado poeta break-beat, dramaturgo e diretor do Centro de Belas Artes de Colorado Springs, no Colorado College, Estados Unidos. Além da coleção de poesia Can I Kick It?, recentemente lançada, ele teve várias publicações pela Haymarket Books, incluindo Inauguration, co-escrita com Nico Wilkinson; Human Highlight: Ode To Dominique Wilkins, e a peça This Is Modern Art, co-escrita com Kevin Coval . Ele apareceu na HBO Def Poetry, Sesame Street, NPR, BBC Radio e no Discovery Channel. Suas peças incluem And In This Corner Cassius Clay, How We Got On, Hype Man e This is Modern Art. Idris é o co-apresentador do Podcast Same Old New School na Rádio Vocalo.

Jerry Adesewo (Nigéria)

Jerry é escritor, produtor e diretor teatral e gestor cultural. É o fundador e Diretor Artístico do Arojah Royal Theatre, espaço teatral privado, em Abuja, capital da Nigéria, que ganhou grande reconhecimento pelo esforço de sustentar a cultura teatral na Nigéria, especialmente em Abuja. Como jornalista de cultura, colaborou com os jornais NEXT, Guardian, Trust, National Mirror, Newscalabash e as revistas Metropole, City Pages, Korean Times e The Enlightener. Até recentemente, foi Diretor Nacional de Produções, da Associação Nacional de Profissionais de Teatro da Nigéria; Coordenador Central do Norte, da ASSITEJ Nigéria; Representante FCT, da Arterial Network da Nigéria; membro da Associação Internacional de Críticos de Teatro; Secretário da Associação de Autores Nigerianos (seção Abuja); Coordenador na Nigéria do INDRA Congress; e Fundador e Presidente do Centro Internacional de Artes Cênicas e Criativas.

María Inés Falconi , Argentina. Foto: Magdalena Viggiani/ Divulgação

María Inés Falconi (Argentina)

Dramaturga dedicada ao público infanto-juvenil, iniciou a sua atividade com a peça “Tornillos Flojos” (“Parafusos Soltos”, Prêmio dos Direitos da Criança concedido pela APDH) em 1985. Desde então, tem desenvolvido uma intensa atividade no Teatro Infantil e Juvenil, com a estreia de mais de 30 peças dirigidas a todas as idades. Suas peças foram apresentadas na Argentina e no exterior, e algumas delas traduzidas para outros idiomas. Entre os prêmios recebidos estão os Prêmios Argentores, Fundo Nacional de Artes, Menção Honrosa em Dramaturgia Ibero-americana, Badajoz, Espanha, e Prêmios ATINA. Sua atividade literária compreende também a escrita de narrativas para crianças e jovens, tendo publicado mais de 50 títulos de romances e contos até hoje. María Inés Falconi é membro fundadora e atual presidente da ATINA (Associação de Teatros Independentes para Crianças e Adolescentes) e Membro Honorário da ASSITEJ (Associação Internacional de Teatro para a Infância e Juventude).

Imran Khan , Índia. Foto: Surangana Chatterjee/ Divulgação

Imran Khan (Índia)
Ator, diretor e contador de histórias, completou sua pós-graduação em Urdu, na Universidade de Delhi, em 2002. Trabalhou com alguns dos mais destacados diretores indianos, como o Dr. Ashish Ghosh, Sr. Ashok Lal, Sra. Anamika Haksar, Sr. Sudhanwa Deshpande e Sra. Maya Rao. Em uma carreira de mais de 23 anos, ele tem sido muito ativo como diretor de teatro para crianças e jovens, e como especialista em teatro em várias escolas, Departamento de Educação, Universidade de Delhi e grupos de teatro dentro e fora de Delhi. Como ator e diretor, seu trabalho tem sido apresentado em vários festivais de teatro nacionais e internacionais de prestígio na Índia, Coréia do Sul, Itália, Hong Kong, Sri Lanka e Irã. Como gestor, Imran atuou no Comitê Executivo da ASSITEJ Índia durante 10 anos. Ele também foi Membro do Comitê Executivo da ASSITEJ Internacional de 2011 a 2017. Atualmente, Imran dirige sua própria organização sem fins lucrativos – Theatre I Entertainment Trust – e é diretor fundador do Festival Internacional Pitara de Teatro para Crianças e Jovens.

Yuck Miranda (Moçambique)

Ator, performer e dramaturgo, o moçambicano é graduando em Teatro na Universidade Eduardo Mondlane, em Maputo. Tem 10 anos de atividade em artes, nas áreas de música e voz, movimento e dança, com ênfase em temáticas relacionadas à criança, LGBTQ+ e igualdade de gênero. Recentemente esteve em Paris, desenvolvendo seu projeto “Identidades Não-Identificadas”, centrado em narrativas da comunidade LGBTQ+ em diversos países. Seus primeiros trabalhos com uma companhia, a Luarte, foram “Embrulhados na Inocência” e “Extractos duma Loucura Emergente”. Com a companhia Mutumbela Gogo, atuou em “O Inspetor Geral” e “Os Pilares da Sociedade”, com direção de Manuela Soeiro. Escreveu a performance “Duda”, apresentada no palco da ASSITEJ Zimbábue. Também junto à ASSITEJ, participou do Festival Bibu, na Suécia, em 2014, e do Encontro Artístico de Kristiansand, na Noruega, em 2019, como parte do Programa de Intercâmbios Next Generation. Em 2017, na África do Sul, participou do Festival “Afriqueer – Drama for Life”, com a peça “A Criação das Estrelas”. Em 2019, fez turnê com a performance “Transforma” em Ruanda, África do Sul e Zimbábue. Neste mesmo ano, apresentou sua performance solo “Sorria” e a performance “Mercados” na Rede Internacional de Residências Artísticas (RIR), PALOP (Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa) 2019,em Moçambique.

Nossos canais de comunicação:

Site oficial: https://www.artecomociencia.com/

Canal no Youtube: artecomociencia

Instagram: @artecomociencia | https://www.instagram.com/artecomociencia/

Facebook: /artecomociencia 

E-mail: [email protected] 

 

Confira os melhores momentos do quarto episódio com Kathy Perkins sobre Antologias de peças africanas e da diáspora africana, criadas por mulheres:

https://www.youtube.com/watch?v=hA7F7KAVZsA&ab_channel=artecomociencia

Ficha Técnica do projeto:

Entrevistados no mês de janeiro: Clarissa Malheiros (México), Idris Goodwin (Estados Unidos), Jerry Adesewo (Nigéria), María Inés Falconi (Argentina), Imran Khan (Índia) e Yuck Miranda (Moçambique)

Mediação e coordenação pedagógica: Viviane Juguero

Coordenação técnica: Daniela Israel

Coordenação do CBTIJ e de tradução solidária: Cleiton Echeveste

Coordenação de divulgação: Simone Lersch

Tradução para o espanhol: Paula Cabrera (UFSM)

Tradução para o inglês: Celso Júnior (UFRB)

Produção: Bactéria Filmes

Lúcio Piantino grava vídeo para o projeto “Um novo olhar”, da Funarte

“Eu sou um artista, meus quadros são meus filhos e as minhas tintas são o alimento que eu dou para eles”, diz o brasiliense Lucio Piantino. “A pintura é a minha vida”, reforça ele, que, completa 12 anos de carreira como pintor.

O jovem, portador de síndrome de Down, revela que sofreu muito preconceito na escola, até que um dia reuniu a família e informou que queria sair de lá. Desde então, passou a dedicar-se à arte, de forma profissional.

Em um vídeo produzido para o projeto Um Novo Olhar, Lucio fala de sua trajetória e exibe alguns de seus trabalhos. O projeto é uma parceria da Fundação Nacional de Artes – Funarte com a Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ, com curadoria de sua Escola de Música.

Lucio Piantino nasceu em 1995, é filho e neto de artistas plásticos e conviveu com as tintas desde os primeiros anos de vida.

Aos seis anos teve desenhos e pinturas publicados no livro Cadê a síndrome de Down que estava aqui? O gato comeu…. de Elizabeth Tunes e L Danezy Piantino (Editora Autores Associados).

Em 2008, ele fez suas primeiras exposições individuais, Matando Aula e Matando Aula II – O retorno?

O nome das exposições foi uma provocação ao sistema educacional preconceituoso, que o discriminou a ponto de ter tido que passar o ano de 2008 fora da escola.

O artista participou de diversas exposições coletivas, realizou mostras individuais e recebeu prêmios por sua obra.

Em 2013, lançou seu livro e documentário De arteiro a artista: a saga de um menino com síndrome de Down, no Museu Nacional de Brasília. O documentário também foi selecionado e apresentado no Festival Internacional de Cinema Assim Vivemos, nas unidades do Centro Cultural Banco do Brasil – CCBB do Rio de Janeiro e de São Paulo.

Entre 2016 e 2019, Lucio apresentou suas obras em três exposições na Itália: a coletiva Questa casa non è um Albergo em Reggio Calábria; a individual Danze de colore e matéria, na galeria Aet Forum Whirth Capena em Roma, e a exposição Io sono um artista, do projeto AHEAD, na Galeria Casa d’Aste, em Roma.

Em 2017, ele representou o Brasil na Campanha da ONU em comemoração ao Dia Internacional da Síndrome de Down e comemorou seus nove anos de carreira com a Exposição A prova dos 9 no Festival CoMA.

A família desde cedo reconheceu e apoiou o trabalho de Lucio. A irmã, Joana Piantino, acabou se dedicando à produção cultural e, assim como a mãe, cuida da produção da carreira do jovem. São dela também as imagens do vídeo disponível aqui no site do Um Novo Olhar, onde o artista mostra suas obras, toca, dança e conta sua história.

Sobre o projeto:

Desenvolvido conjuntamente pela Fundação Nacional de Artes – Funarte e pela Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ, por meio da Escola de Música da Universidade, o Um Novo Olhar tem como alvo promover a inclusão e o acesso de crianças, jovens e adultos com algum tipo de deficiência, por meio das artes e da capacitação de professores e de regentes para coro. Com a exibição online de performances de artistas e vídeo podcasts (vodcasts) sobre arte e acessibilidade; com lives e uma série de publicações, o projeto tem também o objetivo de ampliar a percepção de toda a sociedade sobre as deficiências.

Serviço:

Apresentação de Lucio Piantino no projeto Um Novo Olhar

Já disponível no site do projeto: www.umnovoolhar.art.br

Informações sobre editais e outros programas da Funarte
www.funarte.gov.br

“Gesto Flamenco”, uma visão teórica e poética sobre a dança espanhola

 

 

A artista, pesquisadora e docente gaúcha Daniele Zill lança, pela Edições FUNARTE (Fundação Nacional das Artes), Gesto Flamenco (144 páginas, 21 cm, ISBN 978-65-5845-000-9, ilustrado), livro inédito sobre o estudo do gesto na especificidade da linguagem flamenca. Mestra em Artes Cênicas pela UFRGS, desde 2013 se dedica à difusão e à pesquisa dessa linguagem artística.

Desenvolvido a partir da experiência e da pesquisa da autora, o livro cria um espaço de registro sobre a história dos 20 anos de atividades do coletivo Del Puerto (Porto Alegre/RS) e abre um novo território para a pesquisa sobre flamenco no Brasil – tanto no universo acadêmico, quanto literário. A publicação também propicia um lugar de reflexão crítica sobre a dança na contemporaneidade e sobre o campo das artes no Brasil.

Movida por compreender o flamenco como fenômeno cultural, situando esta linguagem artística na contemporaneidade, Daniele estabelece um recorte através da análise do espetáculo Las Cuatro Esquinas, um dos maiores projetos da história do coletivo Del Puerto desde sua fundação em 1999. Durante os três anos em que esteve em cartaz, a montagem foi premiada com oito troféus do Prêmio Açorianos de Dança 2012 e circulou nacionalmente através do edital Klauss Vianna em 2015.

Acervo Del Puerto. Foto: Clara Assenato /Divulgação

Além da análise descritiva das cenas, para investigar na especificidade o gesto e os discursos do corpo do grupo, foram utilizados outros registros do espetáculo (acervo de fotos, materiais de consagração, diários de ensaio e outras anotações), bem como depoimentos de integrantes da companhia.

Segundo a autora, “O gesto flamenco é um somatório, uma edificação, formada por modulações de tônus e ancestralidade (inventividade e tradição), treinamento corporal e atravessamentos afetivos (técnica e temperamento), especificidades artísticas e processos colaborativos (aparato técnico e processos criativos). São elementos ou estruturas que, apesar do aparente antagonismo, estão fortemente agregadas, formando o que nomeei de corporeidade flamenca, na qual o gesto flamenco está apoiado.”, analisa.

Acervo Del Puerto Foto: Cristina Rosa/ Divulgação

O lançamento acontece no dia 18 de dezembro, às 17 horas, em um bate-papo entre a autora, Fabiano Carneiro (Coordenador de Dança da Funarte) e João Maurício Moreira (Gerente da Edições Funarte) no canal da Funarte no Youtube (https://www.youtube.com/funarte).

Daniele Zill. Foto: Carlos Sillero./ Divulgação

Daniele Zillé é artista e pesquisadora, multi colaboradora do coletivo Del Puerto desde 1999, data de sua fundação pela bailarina Andrea Del Puerto. Desde 2013 a artista também se dedica à difusão e à pesquisa de linguagem flamenca no meio acadêmico. Soma-se ao flamenco  a sua formação em música e a graduação em fisioterapia, experiências que foram fundamentais para a realização da pesquisa intitulada ‘Corpo Del Puerto: investigação do gesto flamenco no espetáculo Las Cuatro Esquinas’. A pesquisa foi desenvolvida no Mestrado do Programa de Pós-graduação em Artes Cênicas da UFRGS (IA/DAD), entre os anos de 2015 e 2017 e o manuscrito de caráter inédito, que recebeu a nota máxima e recomendações de publicação pela banca examinadora, agora publica o livro GESTO FLAMENCO.

Acervo Del Puerto. Foto: Cristina Rosa/ Divulgação

O Coletivo Del Puerto, fundado em 1999, desde então realiza um intenso e continuado trabalho de pesquisa técnica, expressiva e histórico-cultural que envolve a linguagem Flamenca. A companhia já circulou por todo o país com suas montagens, recebeu prêmios e indicações, entre eles troféus Açorianos de Dança em 2008, 2012, 2014 e 2016, o Prêmio Funarte Klauss Vianna 2013 (circulação de espetáculos), o Prêmio de Pesquisa em Artes Cênicas do Teatro de Arena em 2015 e o Prêmio FAC Pró-Cultura RS 2017 #juntospelacultura. Atualmente a Companhia está em circulação com o espetáculo para crianças, “Flamenco Imaginário”, ganhador em várias categorias dos prêmios Tibicuera de Teatro e Açorianos de Dançano ano de 2016.

Acervo Del Puerto Foto: Clara Assenato/ Divulgação

Lançamento:

Gesto Flamenco (Edições Funarte, 2020, 144 páginas, 21 cm, ISBN 978-65-5845-000-9, ilustrado)

Dia 18 de dezembro de 2020, às 17 horas

Canal da Funarte no Youtube

https://www.youtube.com/funarte

 

Encomendas para todo o Brasil Livraria Mário de Andrade (Funarte): [email protected]

Preço: R$ 40,00

 

LINKS e REDES:

*Site www.gestoflamenco.com

*Instagram https://www.instagram.com/gestoflamenco/ 

*Facebook https://www.facebook.com/danielezillflamenco/

*Instagram @danielezill

*YouTube https://youtu.be/Ypv3LkfSYHQ

Pagamentos da Lei Aldir Blanc suspensos por indícios de fraude

Na véspera de iniciar o pagamento do auxílio emergencial da Lei Aldir Blanc, para trabalhadores do setor cultural, a Secretaria da Cultura do RS foi informada de “inconsistências no cruzamento de dados feito pelo Dataprev”.

A informação foi transmitida pelo Ministério do Turismo e pela Secretaria Especial da Cultura na segunda-feira.

Segundo nota pouco esclarecedora emitida pela Sedac, os pagamentos que iniciariam nesta terça-feira, 17, foram suspensos até que sejam retirados da lista os nomes indeferidos.

Eis a nota da secretaria estadual:

Na segunda-feira (16/11), a Secretaria de Estado da Cultura (Sedac) foi informada pelo Ministério do Turismo e pela Secretaria Especial da Cultura sobre inconsistências no cruzamento de dados feito pela Dataprev de CPFs que, inicialmente, teriam sido considerados elegíveis ao recebimento do auxílio emergencial da Lei Aldir Blanc, destinado às trabalhadoras e aos trabalhadores da Cultura (inciso I).

A formalização deste fato, com a relação dos nomes agora inelegíveis, chegou à Sedac somente hoje (17/11), quando daríamos início ao pagamento dos agentes culturais validados e homologados. Com isso, está suspenso temporariamente, até que estes nomes sejam retirados da listagem.

Temos consciência de que este equívoco gera transtornos para os trabalhadores e trabalhadoras da Cultura, bem como às Secretarias de Estado da Cultura de todo o país. Estamos empenhados para dar celeridade à solução do problema.

Secretaria de Estado da Cultura

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Rafael Guimaraens lança romance policial, ambientado em 1935

O livro “1935” (Libretos, 336 páginas, R$45. Na Feira do Livro, R$36) é a primeira incursão do escritor e jornalista Rafael Guimaraens no romance policial. O lançamento acontece no dia 13 de novembro, sexta-feira, às 18 horas, na programação da 66ª Feira do Livro de Porto Alegre.
O título traz uma marcante reconstituição de ambientes, diálogos e cenas sobre disputas políticas, crimes, perseguições e atos de exploração de mulheres na cidade, no momento absolutamente dominado pela espetacular exposição do Centenário da Revolução Farroupilha naquele ano, no Parque da Redenção, antecipando a tensão permanente da eclosão da segunda guerra mundial.

A cidade se anima com a Exposição, Dyonélio Machado sonha com a revolução, Apparício Cora de Almeida investiga quem matou Waldemar Ripoll e a chanteuse francesa Juliette quer esquecer o passado. Envolvido até o pescoço num redemoinho de mistério e paixão, o repórter Paulo Koetz terá a oportunidade de se transformar em protagonista de sua própria vida.

Boa parte do livro foi escrita durante a pandemia, em uma circunstância de isolamento e sentimentos à flor da pele o que, por certo, se reflete na narrativa.

Rafael Guimaraens. Foto: Marco Nedeff/ Divulgação

Rafael Guimaraens

Nascido em Porto Alegre (25/05/1956), Carlos Rafael Guimaraens Filho é jornalista profissional desde 1976. Atuou como repórter, editor e secretário de redação da Cooperativa dos Jornalistas de Porto Alegre (Coojornal). Foi editor de Política do jornal Diário do Sul. 

É autor dos livros “O Livrão e o Jornalzinho” (1997, reedição em 2011), “Pôrto Alegre Agôsto 61” (2001), “Trem de Volta, Teatro de Equipe” (com Mario de Almeida, 2003), “Tragédia da Rua da Praia” (2005, Prêmio “O Sul Nacional e os Livros”, categoria melhor narrativa longa), “Abaixo a Repressão – Movimento Estudantil e as Liberdades Democráticas” (com Ivanir Bortot, 2008), “Teatro de Arena – Palco de Resistência” (2009, Prêmio Açorianos categoria Especial e Livro do Ano), “A Enchente de 41” (2010, Prêmio da Associação Gaúcha de Escritores, como melhor livro não-ficção), “Rua da Praia – Um Passeio no Tempo” (2010), “Unidos pela Liberdade!” (2011), “Mercado Público – Palácio do Povo” (2012), “A Dama da Lagoa” (2013), “Aguas do Guaíba” (2015), “O Sargento o Marechal e o Faquir” (2016, Prêmio da Associação Gaúcha de Escritores, categoria Especial), 20 Relatos Insólitos de Porto Alegre” (2017, Prêmio Minuano de Literatura), “Fim da Linha – Crime do Bonde” (2018), “O Espião que Aprendeu a Ler (2019) e “1935” pela Editora Libretos.

Em 1986, editou o livro “Legalidade – 25 anos”. Coordenou a edição do livro “Coojornal – um Jornal de Jornalistas sob o Regime Militar” (2011, Prêmio Açorianos, categoria Especial) e “Os Filhos Deste Solo – Olhares Sobre o povo Brasileiro” (2013). Produziu o roteiro do espetáculo “Legalidade – o Musical” (2011), exibido diante do Palácio Piratini, em comemoração aos 50 anos da Campanha da Legalidade.

 
13 novembro, sexta-feira, às 18h

1935, de Rafael Guimaraens

Evento: No ar, um livro noir – o autor apresenta seu romance policial, ambientado no ano da Exposição do Centenário da Revolução Farroupilha.

O repórter Paulo Koetz está envolvido até o pescoço num redemoinho de mistério e paixão, enquanto a cidade se anima com a Exposição. Dyonélio Machado sonha com a revolução; Apparício Cora de Almeida investiga quem matou Waldemar Ripoll e a chanteuse francesa Juliette quer esquecer o passado.

Link do evento: https://www.youtube.com/watch?v=bsyj3_-Sn3s

Link de venda:  1935

O homem que ensinou Caetano a ouvir música

Zuza Homem de Mello. Foto Carol Guedes/ Divulgação

Morreu enquanto dormia o jornalista e pesquisador musical  Zuza Homem de Mello, aos 87 anos. Foi na manhã deste domingo, 4, no apartamento em que morava no Bairro Pinheiros em São Paulo. Infarto agudo do miocárdio foi a causa registrada no atestado de óbito.

Está de luto a comunidade musical brasileira, a quem ele dedicou uma obra imensa e variada que produziu como  jornalista, escritor, produtor de discos, professor, palestrante, apresentador de shows e curador de festivais.

Zuza tinha muitos amigos gaúchos e alguns deles, como o músico e produtor cultural Carlos Badia, os jornalista Juarez Fonseca e Márcio Pinheiro e o músico Arthur de Farias fizeram registros emocionados, jornalísticos e de tributo a Homem de Mello.

“Suinge é aquele balanço que não está na pauta”, aprendeu ele nos primeiros estudos que fez com a intenção de ser contrabaixista.

“Essa, acredito que seja a grande meta da minha vida: fazer as pessoas saberem ouvir música”, disse ele no doc “Zuza Homem de Jazz” (2019), de Janaina Dalri.

Começou como baixista  tocando em boates em São Paulo. Em 1957,  foi para a School of Jazz, em Massachusetts (onde teve aulas com Ray Brown, lenda do contrabaixo) e logo depois para a prestigiada Juilliard School of Music, em Nova York, onde aprendeu, em suas palavras, “a ouvir música”.

Tinha  23 anos e  mergulhou de cabeça no mundo do jazz, em clubes como o Five Spot Jazz Café (onde o pianista Thelonious Monk mudou sua visão de música, com uma banda que tinha o saxofonista John Coltrane) e o Village Vanguard.  Foi testemunha privilegiada de uma época de rara criatividade na música mundial e registrou suas impressões como colunista da “Folha da Noite” e “Folha da Manhã”.

Voltou ao Brasil dois anos depois e foi trabalhar como técnico de som na incipiente  TV Record onde ficou mais de dez anos.

Lá acompanhou os bastidores dos festivais da canção que revelaram nomes como Caetano Veloso e Gilberto Gil, o “Fino da Bossa” (de Elis Regina e Jair Rodrigues) e o “Jovem Guarda”, de Roberto Carlos, Erasmo Carlos e Wanderléa. É dessa época seu empenho em trazer grandes nomes do jazz ao Brasil.

Quando soube de sua morte, Caetano Veloso lembrou das “conversas íntimas e audição de clássicos da canção popular do mundo”. “Eu fui presenteado com essa convivência educadora e quero saudar a existência de Zuza”, escreveu Caetano no Facebook.

 

“Recital de piano em casa”, com João Maldonado, na reabertura parcial do Espaço 373

No dia 7 de outubro (quarta-feira), às 20h, João Maldonado celebra 56 anos de vida e 37 de carreira com o show “Recital de Piano em Casa”. O projeto foi contemplado no FAC Digital RS, edital da Secretaria de Estado da Cultura promovido, em parceria com a Universidade Feevale, de Novo Hamburgo. A live acontece, simultaneamente, pelo canal do Youtube do músico e do Espaço 373, que vem apoiando artistas neste período isolamento social. A data marca, ainda, a reabertura gradual do 373 para até 30 pessoas (a capacidade total é de 130 pessoas) com agendamento prévio pelo Eventbrite, em cumprimento a todos os protocolos de segurança sanitária. A apresentação tem entrada gratuita.

No repertório, composições feitas para a família, além das músicas do disco “Beauty”, lançado em novembro do ano passado pela Loop Discos. “É um aniversário bem diferente. Já não tenho mais minha vó nem meus pais. Minhas irmãs, que moram fora de Porto Alegre, não vejo desde o início dessa loucura que estamos passando. Então este show é uma forma de estar perto deles e, também, de agradecer por estarmos sobrevivendo à pandemia do coronavírus”, diz Maldonado.

Foto Nabor Goulart/ Divulgação

Do jazz a bossa nova
Desde o início da pandemia, João Maldonado tem aproveitado o tempo para estudar Harmonia com o pianista Fabio Torres, do Trio Corrente, Grammy 2014 como Melhor Álbum de Jazz Latino, e compor. Ele está preparando um trabalho de bossa nova que será lançado em breve, com várias participações especiais, pela Loop Discos.

“Apesar de tudo, estou vivendo um momento muito feliz. Passei pelo rock, fui o primeiro pianista a gravar um álbum de blues no Rio Grande do Sul, em 2019 lancei meu primeiro disco de jazz e só faltava a bossa nova. Fui desafiado pelo Edu Santos (Loop Discos), precisei estudar muito e o trabalho está ficando maravilhoso. Vamos tocar a alma das pessoas”, destaca Maldonado.

SERVIÇO
Recital de Piano em Casa
Quando:
 7 de outubro | Quarta-feira | 20h
Transmissão ao vivo pelo Youtube
João Maldonado:
 https://www.youtube.com/user/joaomaldonado1
Espaço 373: https://www.youtube.com/channel/UCsRPM0jg5nTo89lkXoP4GUA
Reserva para o show: https://www.eventbrite.com.br/e/recital-de-piano-em-casa-com-joao-maldonado-tickets-123219355409
Endereço: Rua Comendador Coruja, 373 – Quarto Distrito
Informações: (51) 98142 3137 | (51) 99508 2772

“Muito barulho por nada” revela um Shakespeare “profundo conhecedor da pulsão sexual”

 

A coleção de 20 volumes com obras de William Shakespeare apresentada pelo psicanalista, escritor e intelectual Luiz-Olyntho Telles da Silva. Hoje, o segundo volume.

“MUITO BARULHO POR NADA”

p/William Shakespeare

Tradução interlinear, introdução e notas de Elvio Funck

Porto Alegre, Editora Movimento, 2018, 192p.

“Escrita há mais de quatrocentos anos, Muito barulho por nada revela um Shakespeare profundo conhecedor da pulsão sexual, sem o refino e as sofisticações acadêmicas que caracterizam os modernos discípulos de Freud. Como um Freud da ribalta da Era Elisabetana, Shakespeare disseca a personalidade de seus personagens e nos faz ver, por baixo das roupas coloridas da civilização, o animal humano impulsionado por forças internas que, há séculos, nos dominam e causam muito barulho e transgressões de toda espécie em nossa civilização, supostamente dita racional.” – E não está demais lembrar que, na gíria elisabetana, o nothing do título, esse nada, é o oposto de thing, o pênis.

Ato II, Cena 1 – Beatriz:        Gênio muito mau é mais do que mau gênio, mas abranda o castigo de Deus, pois está escrito: Deus dá chifres curto a uma vaca de mau gênio, mas não a uma de muito mau gênio.

Prêmio Açorianos de Dança anuncia os vencedores de 2020 em cerimônia virtual

Neste domingo, 27, acontece a cerimônia do Prêmio Açorianos de Dança. O evento será virtual, a partir das 19h, através da página do Facebook do Centro de Dança, da Secretaria Municipal da Cultura (https://www.facebook.com/centromunicipal.dedanca).

Entre os 17 espetáculos inscritos em 2019, destacam-se Dura Máter, que recebeu oito indicações, Chromos e Reutilizáveis Corpos Descartáveis, que receberam sete indicações cada, Afluência, com seis, e Tiger Balm com quatro indicações. Todos estão concorrendo ao prêmio de Melhor Espetáculo do Ano.

O Açorianos contempla ainda as categorias de destaque por modalidades como balé, jazz, danças urbanas, entre outras, além das categorias de Novas Mídias em Dança e Projetos de Difusão e Formação. Essas categorias contam com juris especializados que somam um total de 23 profissionais da área.

Neste ano, Cláudio Etges receberá o Prêmio de Personalidade do Ano, pela sua trajetória de mais de 40 anos como fotógrafo de dança no Rio Grande do Sul, registrando e dando visibilidade para milhares de produções ao longo das últimas décadas. Também serão homenageados o Curso de Dança da Ufrgs, que em seus dez anos de atividade ajuda a consolidar a pesquisa, o ensino e a arte da dança no campo acadêmico, e o conjunto de folclore internacional Os Gaúchos, que há 50 anos pesquisa e divulga a arte folclórica dos povos através da música e da dança.

“Reutilizáveis Corpos Descartáveis” está concorrendo com sete indicações / Foto: Claudio Etges/Divulgação

INDICADOS

Prêmio Espetáculo do Ano

Afluência
Chromos
Dura Máter
Reutilizáveis Corpos Descartáveis
Tiger Balm

Direção

Bruna Gomes, por Dura Máter
Coletivo Grupelho, por Tiger Balm
Direção coletiva pelo espetáculo Afluência
Gustavo Silva, por Chromos
Patrícia Nardelli e Luíza Fischer, por Três Canções

Bailarino

Bruno Manganelli, por FM
Leonardo Maia Moreira, por Pétalas ao Vento
Pedro Coelho, por Reutilizáveis Corpos Descartáveis
Robinson Gambarra, por Arcanum
Willian Dipe Anga, por Chromos

Bailarina

Geórgia Macedo, por Afluência
Louíse Lucena, por Do lugar onde habito
Luíse Robaski, por Reutilizáveis Corpos Descartáveis
Marilice Bastos, por Translúcido
Taís da Cunha Schneider, por Dura Máter

Coreografia

Bruna Gomes, por Dura Máter
Geórgia Macedo, por Afluência
Gustavo Silva, por Chromos
Marilice Bastos, por Translúcido
Maurício Miranda, por Reutilizáveis Corpos Descartáveis

Cenografia

Al-Málgama, por Dura Máter
Companhia H, por FM
Gustavo Silva, por Chromos
Isabel Ramil, por Afluência
Reynaldo Netto, Daisy Homrich e Lucas Busato, por O Paradoxo da Queda

Iluminação

Casemiro Azevedo, por Ranhuras
Gustavo Silva, por Chromos
Karrah, por Reutilizáveis Corpos Descartáveis
Leandro Gass, por Dura Máter
Lucca Simas, por O Paradoxo da Queda

Figurino

Ateliê Alfa, por FM
Antônio Rabadan, Júlia Dieguez Lippel, Mova e elenco, por Reutilizáveis Corpos Descartáveis
Graça Ferrari, por Tiger Balm
Gustavo Silva, por Chromos
Loraine Santos, por Dura Máter

Trilha Sonora

Felipe Zancanaro e Thiago Ramil, por Afluência
Flamenco Popular, por Arcanum
Henrique Fagundes, por Tiger Balm
Patrícia Nardelli, por Três Canções
Robson Serafini, por Metades

Produção

Al-Málgama, por Dura Máter
Dullius Dance, por Unífico
Cintia Bracht, elenco Guadalupe Casal, por Reutilizáveis Corpos Descartáveis
Guilherme Conrad, por O Paradoxo da Queda
Luka Ibarra (Lucida Desenvolvimento Cultural), por FM

PRÊMIOS DESTAQUE

Destaque em Ballet Clássico

–  A B C Dança Festival Infantil – criado e organizado pela profª. Samantha Bueno Dias –  por proporcionar uma experiência com o ballet clássico desenvolvida e pensada para as crianças, que respeita o tempo de cada pequena aprendiz, de forma lúdica e por proporcionar um espaço para as escolas apresentarem seus trabalhos recebendo uma avaliação que visa a aprimorar e conscientizar os educadores em sua prática.

– Dançar é arte – da Ong Renascer da Esperança Restinga – coordenado por Daniel Santo – por oportunizar a inclusão social e promover o acesso à cultura através da dança.

– Festival Internacional de Dança de Porto Alegre – organizado e realizado pelo Ballet Vera Bublitz – por promover e incentivar o intercâmbio da produção sul-americana em Dança Clássica e Contemporânea, por meio de apresentações, cursos, vivências e concessões de bolsas de estudo para bailarinas e bailarinos em destaque.

– Gala Ballet 2019 – criado e organizado por Cris Fragoso – por valorizar e promover a linguagem do ballet clássico, reunindo escolas e grupos que trabalham com esta modalidade e também por apresentar importantes personalidades do ballet que escreveram a história desta arte em Porto Alegre e no Estado aos jovens estudantes e artistas.

– Gisele Meinhardt – pelo trabalho como professora desenvolvido com bailarinos de diversas idades e níveis, mantendo-se fiel à metodologia Vaganova.

Destaque em Sapateado

– Heloísa Bertoli – pela trajetória no sapateado no qual é uma das pioneiras, por sua colaboração na formação de bailarinos e pela atuação continuada como profissional no universo da dança.

– Hoje tem espetáculo – da Cia Claquê – pela cenografia criativa na articulação de diferentes elementos cenográficos que valorizaram a apresentação.

– Ilha, pesquisa em TAP – pela proposta de difusão e popularização do TAP em novas mídias, pelo resgate da memória e por levar o sapateado para espaços alternativos.

– Mulher de Fases – coreografia do espetáculo A Deusa da Minha Rua – Outras Deusas, do grupo Laços – pela fusão do sapateado com a dança contemporânea e por trazer uma temática atual que enfoca o universo feminino.

– Tap Hour – por congregar diversas escolas e divulgar o TAP em um evento descontraído e acessível ao público.

Destaque em Flamenco

– Ana Medeiros – pelo trabalho continuado de expansão dos domínios da cena flamenca em Porto Alegre, especialmente através do CD Carmen & os Violões, ao lado da camerata Violões de Porto, na qual se fez o registro sonoro da dança, não só no sapateado e nas castanholas, como até no som do movimento da bata de cola, do abanico e do mantón.

– Del Puerto – pelos 20 anos de um projeto que concilia o trabalho de excelência da companhia, de reconhecimento nacional, ao da escola, que estimula o gosto pelo flamenco e forma novos bailarinos, o que se evidenciou no espetáculo comemorativo do final do ano. E, paralelamente, pela produção do primeiro espetáculo solo de Gabriel Matias e da vinda do projeto Inmersión Flamenco.

– Marco van Teffelen – por sinalizar a possibilidade inovadora da bata de cola ser praticada por homens na cena local.

– Silvia Canarim – pela sólida trajetória dedicada ao flamenco em Porto Alegre, investigando a história dessa linguagem e explorando as nuances possíveis de seu encontro com a dança contemporânea, registrada no espetáculo de 25 anos, que reuniu com intensidade emocional e artística parceiros de diferentes épocas.

Destaque em Jazz

– POA Dança Jazz – Pela integração, promoção e acessibilidade de profissionais, escolas e alunos do jazz que o evento promove na cidade. Pela inovação e criatividade na edição de 2019 que incluiu o pré-evento Esquenta POA Dança Jazz e também a participação de profissionais de renome nacional.

– Escobar Junior – Pela qualidade técnica e artística como bailarino e coreógrafo que se revela na diversidade de sua produção e reconhecimento em diversos eventos de dança no ano de 2019.

– Igor Zorzella – Pela qualidade técnica e artística como bailarino e coreógrafo que vem se destacando no Brasil e no exterior, preservando o jazz tradicional, em 2019.

– Reutilizáveis Corpos Descartáveis – Pela qualidade e primor na produção do espetáculo, lançando Maurício Miranda como coreógrafo, mantendo viva a Transforma Cia de Dança e o gênero do jazz em Porto Alegre.

– Move it – Dança – Pela inovação na criação de um grupo voltado à produção de jazz musical em Porto Alegre.

Destaque em Dança do Ventre

– Al-málgama – pela excelência técnica e artística na criação do espetáculo Dura Máter, que aborda uma temática de relevância ao questionar o papel da mulher na sociedade contemporânea e pela ação social de abrir sessão extra gratuita para mulheres em situação de vulnerabilidade social.

– Karine Neves – pela qualidade técnica e estética em Tribal Fusion, evidenciada no espetáculo Conexões e pela pesquisa científica e pioneirismo no estudo do Tribal Brasil na cidade.

– Gabriela Bonatto – pelo trabalho de resgate da autoestima das crianças da Vila Nazaré através da dança do ventre.

– Deusas – espetáculo do grupo Filhas de Rá – pela valorização da mulher através do texto e escolha de personagens.

– Fernando Espinosa – pela sensibilidade em retratar a essência da Dança do Ventre, contribuindo para a difusão do estilo na cidade.

Destaque em Danças Urbanas

– Underground Queen – Pela pesquisa em danças urbanas que intercruza as danças de matriz africana, pela promoção de eventos gratuitos fomentando as danças urbanas ao ar livre em Porto Alegre e pela representação artística da cidade em eventos que fomentam a cultura Hip Hop.

– Leleo (Leonardo Meirelles) – Pelo trabalho artístico desenvolvido nas danças urbanas e pelo destaque em batalhas de hip hop freestyle, mesclando as danças urbanas e as danças de matriz africana.

– Syl Rodrigues – Pela excelência na direção artística da Flashblack Cia de Dança, criada em 2019 com jovens negros da periferia e pela pesquisa que desenvolve tanto nas danças urbanas quanto na práxis do jazz funk.

Destaque em Dança Contemporânea

– Afluência – pela pesquisa de movimento e pela articulação dos elementos cênicos que compõem o espetáculo.

– Estúdio Amplo – pela constituição de um lugar efetivo e diversificado para a formação e difusão da dança contemporânea na cidade, com aulas, ateliês de criação e espaço de diálogo e reflexão.

– Coletivo Moebius – pela gestão coletiva de uma qualificada e abrangente produção em dança contemporânea evidenciada em espetáculos como Ranhuras, Três Canções e Poéticas sobre morte/tempo/vida.

– Laura Bernardes e Milena Fernandes – pela organicidade e fluência presentes na linguagem corporal da performance Despertar, apresentada no Mix Dance 2019 – Mostra do Curso de Licenciatura em Dança/Ufrgs.

– Degustação de Movimentos com o Mímese – por compartilhar metodologias e procedimentos de composição do projeto de extensão da Mímese cia de dança-coisa com a comunidade, incentivando a difusão da linguagem da dança contemporânea a um público mais amplo.

Destaque em Danças Folclóricas/Étnicas

– Afrosul/Odomodê – pelo fomento e divulgação da cultura afrobrasileira durante 45 anos, sendo símbolo de resistência na cidade.

–  La Marropeña Brasil – pela divulgação do folclore argentino em Porto Alegre e no Brasil, tornando-se referência na área.

– Movimento Cênico do Cesmar/Centro Social Marista de Porto Alegre – pela introdução das danças folclóricas/étnicas na prática pedagógica de um Centro Social da cidade.

– Movimento Meninas Crespas – pela implantação de ações afirmativas da Cultura Afrobrasileira através da dança.

– Pablo Geovane – pela dedicação ao desenvolvimento da chula em apresentações, divulgando essa modalidade em Porto Alegre e no Rio Grande do Sul

Destaque em Projeto de Formação e Difusão em Dança

– A B C Dança Festival Infantil – por promover o intercâmbio entre diferentes grupos e escolas de dança para crianças, ampliando a visão do público para a diversidade das criações e proporcionando, através de um parecer técnico, o crescimento na formação dos jovens bailarinos.

–  Dança e Saúde Mental – por proporcionar uma vivência no qual a dança não é mera ferramenta terapêutica ou recreativa, mas uma experiência de criação artística, proporcionando a pessoas que estão em situação de cuidado por sofrimento psíquico uma experiência que as leva a ressignificar seu lugar no mundo e por dar visibilidade a estas criações para diferentes públicos.

–  Degustação de movimentos com o Mímese – Por aproximar o público do fazer em dança, tornando acessíveis metodologias e rotinas de trabalho de bailarinas e bailarinos a um público não necessariamente familiarizado com a dança.

–  Musas e Muso do Ceprima – Por apresentar e incentivar a prática da dança na comunidade do bairro Santa Maria Goretti, promovendo a formação e a socialização de adultos e idosos.

– Projeto Dança & Parkinson – por proporcionar a pessoas com doença de parkinson e seus acompanhantes uma experiência em dança que amplia as possibilidades de experienciar o mundo através do movimento.

Destaque em Novas Mídias

– Contágio – do Coletivo Opsis – pela qualidade e criatividade no desenvolvimento da narrativa, usando elementos do audiovisual de uma maneira inteligente e artística, na qual a coreografia tem papel fundamental.

– Cross-cap – de Lícia Arosteguy – pela excelência na articulação dos elementos de audiovisual e dança: produção, coreografia, direção de arte, fotografia e trilha sonora original. Pelo diálogo instigante entre o movimento do corpo e do cenário.

–  Depois em voz alta – de Anne Plein e Caroline Turchiello – pela escolha do poema como construtor da narrativa coreográfica tratando de forma sensível e artística a temática.

–  Home – do grupo K-Klass – do pela qualidade na utilização dos elementos técnicos, onde destacam as interferências digitais como elementos que contribuíram para uma criação pop, empolgante e alegre.

Destaque em Dança de Salão

– Caroline Wüppel – pela experimentação e difusão da pesquisa da corporeidade, musicalidade e liberdade em gêneros afro-latinos.

–  Eduardo Santacruz – pela produção de eventos de bachata e forró, envolvendo aulas e shows com artistas nacionais e internacionais, levando a dança de salão a ocupar espaços de grande visibilidade em Porto Alegre e pela manutenção de festas, oportunizando a prática regular da dança social.

–  Forró de Rua – pelo empenho do projeto – idealizado por Giziane Almeida e realizado de maneira coletiva – em democratizar e dar visibilidade ao Forró por meio da produção de eventos públicos.

– Martha Royer – pela dedicação ao desenvolvimento de práticas pedagógicas relacionadas à desconstrução de gênero na Zathus Espaço de Dança, estimulando o desenvolvimento de novas percepções da dança e das relações sociais. Pela visibilidade nacional alcançada, promovendo o intercâmbio dessas práticas.

–  Zouk na Rua – pela iniciativa em levar o Zouk para espaços públicos, promovendo a aproximação e despertando o interesse da população por este gênero.

Serviço
Cerimônia Virtual de Premiação  Açorianos de Dança
Domingo, 27, 19h – página do Facebook do Centro de Dança