{"id":78855,"date":"2019-11-03T14:52:27","date_gmt":"2019-11-03T16:52:27","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/?p=78855"},"modified":"2020-10-29T20:06:40","modified_gmt":"2020-10-29T23:06:40","slug":"memorias-de-um-jornalista-como-enfrentar-uma-ditadura-sem-perder-o-humor","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/cultura\/memorias-de-um-jornalista-como-enfrentar-uma-ditadura-sem-perder-o-humor\/","title":{"rendered":"&quot;Mem\u00f3rias de um jornalista&quot;: como enfrentar uma ditadura sem perder o humor"},"content":{"rendered":"<p>Uma das novidades da 65\u00aa Feira do Livro de Porto Alegre \u00e9 o livro do jornalista Gilberto Lenuzza Pauletti, lan\u00e7ado pela Editora J\u00c1: &#8220;<a href=\"http:\/\/www.amazon.com.br\/Cruz-Alta-Ir%C3%A3-mem%C3%B3rias-jornalista\/dp\/6580292016\/ref=sr_1_1?__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&amp;keywords=de+cruz+alta+ao+ir%C3%A3&amp;qid=1580312397&amp;sr=8-1\">De Cruz Alta ao Ir\u00e3 &#8211; Mem\u00f3rias de um Jornalista<\/a>&#8221;<br \/>\nCruzaltense, radicado no Rio, Pauletti tra\u00e7a com clareza e flu\u00eancia um painel amplo da pol\u00edtica e, principalmente, da imprensa brasileira que ele conheceu por dentro em quase 50 anos de atividade profissional nos principais ve\u00edculos de comunica\u00e7\u00e3o do pa\u00eds. Sua passagem pelos jornais de Porto Alegre, logo que saiu de Cruz Alta aos 18 anos, rende deliciosos epis\u00f3dios que retratam tempos dif\u00edceis para quem tinha o of\u00edcio de informar.<br \/>\nO livro est\u00e1 a venda na banca da Associa\u00e7\u00e3o Riograndense de Imprensa (ARI) em frente ao Bistr\u00f4 do Margs, na Martins Livreiro e na R\u00edgel. Pela internet, <a href=\"http:\/\/www.amazon.com.br\/Cruz-Alta-Ir%C3%A3-mem%C3%B3rias-jornalista\/dp\/6580292016\/ref=sr_1_1?__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&amp;keywords=de+cruz+alta+ao+ir%C3%A3&amp;qid=1580312397&amp;sr=8-1\">aqui.<\/a><br \/>\nO livro foi bem recebido pelos jornalistas, como indicam as resenhas:<br \/>\n<strong>Edgar Lisboa<\/strong><br \/>\nDe Cruz Alta ao Ir\u00e3, Mem\u00f3rias de um Jornalista\u201d \u00e9 o livro de autobiografia do ga\u00facho Gilberto Lenuzza Pauletti, reconstruindo sua trajet\u00f3ria desde a inf\u00e2ncia, junto aos av\u00f3s, pais e irm\u00e3s, no interior do rio Grande do Sul, at\u00e9 sua nutrida carreira como rep\u00f3rter, editor e chefe de reda\u00e7\u00e3o nos maiores jornais do Pa\u00eds.<br \/>\n\u00c9 um relato rico, saboroso, que \u00e9 o espelho de uma gera\u00e7\u00e3o de profissionais de imprensa que predominaram no mercado a partir da segunda metade dos anos 1960 . <a href=\"http:\/\/www.edgarlisboa.com.br\/de-cruz-alta-ao-ira-trajetoria-nacional-de-um-jornalista-gaucho\/\">\u00cdntegra aqui<\/a>.<br \/>\n&#8212;<br \/>\n<strong>Juremir Machado<\/strong>, no <a href=\"http:\/\/www.correiodopovo.com.br\/blogs\/juremirmachado\/livros-sobre-a-mesa-1.353196\"><em>Correio do Povo<\/em>\u00a0<\/a><br \/>\nA pilha de livros \u00e9 grande, plural, provocativa. Passo uma tarde em companhia de \u201cMem\u00f3rias de um jornalista, de Cruz Alta ao Ir\u00e3 (J\u00e1), de Gilberto Lenuzza Pauletti. Longe da quer\u00eancia, Pauletti andou pelo mundo e trabalhou em grandes ve\u00edculos, entre os quais Veja e O Globo. O seu relato \u00e9 apaixonado, jornalismo na veia, recorda\u00e7\u00f5es em tom de reportagem: \u201cFui para Porto Alegre em abril de 1963, tr\u00eas meses antes de completar 18 anos. A capital vivia em clima de efervesc\u00eancia. Ali estava sendo realizado o maior evento esportivo do mundo universit\u00e1rio, as Univers\u00edades \u2013 Olimp\u00edada Mundial Universit\u00e1ria. De repente, aquela pr\u00f3spera \u2013 mas ainda provinciana \u2013 e mais importante cidade do Sul do Brasil se tornara a capital mundial dos atletas universit\u00e1rios.<br \/>\nA hist\u00f3ria de um jornalista \u00e9 quase sempre um peda\u00e7o da hist\u00f3ria de um pa\u00eds: \u201cO aprendizado foi enorme. Principalmente, para quem tinha sa\u00eddo do outro extremo do Brasil. Vocabul\u00e1rio, sotaque, comportamento \u2013 fui aconselhado, por exemplo, a cortar os cabelos e raspar a barba. Imagem que lembrasse Fidel ou Che Guevara n\u00e3o pegava bem. O colega Safiotti foi chamado para depor no Dops. Motivo: ele tinha na parede da sala um p\u00f4ster de Che\u201d. Esse era o tempo do qual alguns sentem saudades. Ditadura.&#8221;<br \/>\n&#8212;&#8211;<br \/>\nRESENHA<br \/>\n<strong>Um Jornalista de Sele\u00e7\u00e3o &#8211; Geraldo Hasse<\/strong><br \/>\n\u201cEsta \u00e9 a hist\u00f3ria de um menino que nasceu em uma pequena cidade do interior, no Rio Grande do Sul, em 1944. Uma cidade em que quase todos se conheciam\u201d.<br \/>\nParece o in\u00edcio de um pref\u00e1cio escrito por uma terceira pessoa, mas \u00e9 assim mesmo, sem rodeios, que o jornalista Gilberto Pauletti come\u00e7a\u00a0<a href=\"http:\/\/jaeditora.lojaintegrada.com.br\/de-cruz-alta-ao-ira-memorias-de-um-jornalista\"><strong>De Cruz Alta ao Ir\u00e3 \u2013 Mem\u00f3rias de um Jornalista<\/strong>\u00a0<\/a>(J\u00c1 Editora, 2019), livro de 208 p\u00e1ginas em que re\u00fane uma centena de causos narrados de forma jovial e bem-humorada, como se ele nunca tivesse deixado de ser o menino citado logo na primeira linha.<br \/>\nSem d\u00favida, Cruz Alta pode se orgulhar de ter dado ao Brasil \u201cesse menino\u201d. Desde pequeno ele foi irrequieto. Na adolesc\u00eancia, n\u00e3o escondia o \u00edmpeto de ir embora. Deixou a terra natal aos 18 anos incompletos para estudar em Porto Alegre e, depois de girar por v\u00e1rias capitais, fez do Rio de Janeiro sua morada definitiva.<br \/>\nSua \u00fanica d\u00favida, hoje, \u00e9 saber se vai ser poss\u00edvel lan\u00e7ar pessoalmente o livro em todas as cidades onde trabalhou, cultivou fontes e fez amigos. Em Porto Alegre, o lan\u00e7amento foi em julho.<br \/>\nPauletti ocupa as primeiras 80 p\u00e1ginas do livro contando sua inf\u00e2ncia e adolesc\u00eancia em Cruz Alta, cidade de 50 mil habitantes sem televis\u00e3o e cujo maior vulto, Erico Verissimo (1905-1975), tamb\u00e9m partiu cedo para fazer hist\u00f3ria.<br \/>\nDuas das maiores atra\u00e7\u00f5es da cidade eram os trens da Via\u00e7\u00e3o F\u00e9rrea e os \u00f4nibus da Via\u00e7\u00e3o Ouro e Prata.<br \/>\nDepois de um portf\u00f3lio fotogr\u00e1fico que mostra personagens importantes na sua trajet\u00f3ria, ele deixa rolar a segunda parte, um desfile de epis\u00f3dios saborosos sobre sua vida profissional.<br \/>\nAntes de trabalhar na imprensa, ele foi banc\u00e1rio. No dia de uma passeata estudantil, nos idos de 66, faltou ao trabalho para participar da manifesta\u00e7\u00e3o duramente reprimida pela pol\u00edcia. Correndo, na fuga, teve de passar na frente do banco em que trabalhava. Demitido no dia seguinte.<br \/>\nA experi\u00eancia banc\u00e1ria como pesquisador de cart\u00f3rio de protestos serviu de inspira\u00e7\u00e3o na escolha do curso superior que Pauletti gostaria de frequentar. \u201cEscolhi o jornalismo porque descobri que gostava de bisbilhotar a vida alheia\u201d, explica na p\u00e1gina 100 do livro.<br \/>\nEntrou na UFRGS em 1965. No final de 1967, fez est\u00e1gio na Zero Hora e foi contratado como rep\u00f3rter, sendo incumbido de cobrir as \u00e1reas militar, sindical e universit\u00e1ria.\u00a0 Barra pesada para um principiante, mas ele conta, sinceramente, o quanto se divertiu na busca da verdade. Um dos seus causos mais longos focaliza a cobertura das manobras militares de Saic\u00e3, no meio oeste ga\u00facho, no final da d\u00e9cada de 60.<br \/>\nEm 1968, fez parte do grupo de oito ga\u00fachos selecionados para trabalhar na rec\u00e9m-fundada Veja, \u201crevista semanal de informa\u00e7\u00e3o\u201d da rica Editora Abril, que ganhava muito dinheiro com revistas infantis (Pato Donald), femininas (Capricho, Claudia), especializadas (Quatro Rodas) e de interesse geral (Realidade).<br \/>\nEntre uma centena de jornalistas treinados durante meses em S\u00e3o Paulo, Pauletti foi destacado para trabalhar inicialmente como rep\u00f3rter em Recife, enquanto os colegas ga\u00fachos foram designados para Porto Alegre (Paulo Totti) e Curitiba (Elmar Bones); ficaram na reda\u00e7\u00e3o de S\u00e3o Paulo os outros cinco: Caio Fernando Abreu, Enio Squeff, H\u00e9lio Gama Filho, Jos\u00e9 Antonio Dias Lopes e Laerth Pedrosa Jr.<br \/>\nCom exce\u00e7\u00e3o de Caio Abreu (1948-1996), que morreu consagrado como escritor, todos est\u00e3o na lida jornal\u00edstica em algum lugar do Brasil. Alguns j\u00e1 escreveram livros. Pauletti \u00e9 o primeiro a colocar suas mem\u00f3rias em p\u00e9.<br \/>\n\u00c9 livro f\u00e1cil de ler porque n\u00e3o se det\u00e9m em an\u00e1lises ou coment\u00e1rios sobre as tarefas do jornalista ou a miss\u00e3o da imprensa. Ele se satisfaz contando causos envolvendo as mais diversas pessoas \u2013 cultas, ignorantes, poderosas ou n\u00e3o, de direita e de esquerda \u2013, com o que deixa claro que o jornalismo gira essencialmente em torno da vida humana. Os pr\u00f3prios fatos falam pelas personagens.<br \/>\nA cada p\u00e1gina s\u00e3o citadas duas ou tr\u00eas pessoas envolvidas em algum epis\u00f3dio dram\u00e1tico ou engra\u00e7ado. Somando todas, temos um elenco de centenas.<br \/>\nTudo verdadeiro e narrado com bom humor, em textos sem firulas \u2014 marca de alguns dos melhores ve\u00edculos em que trabalhou o rep\u00f3rter e editor de Veja, do Jornal do Brasil, de O Globo e da Gazeta Mercantil, entre outras experi\u00eancias que incluem assessorias de institui\u00e7\u00f5es como a Confedera\u00e7\u00e3o Brasileira de V\u00f4lei e a Petrobras.<br \/>\nUm dos melhores trechos do livro narra a verdadeira hist\u00f3ria de Pedro Louzada Balaustre, empres\u00e1rio do vale do Taquari inventado por jornalistas de Porto Alegre no auge da ditadura militar, na segunda metade dos anos 1970.<br \/>\nNuma fin\u00edssima ironia com o \u201cmilagre brasileiro\u201d do ministro Delfim Netto, Pedro Balaustre foi apresentado como o chef\u00e3o do \u201cGrupo Ivanho\u00e9\u201d, formado por v\u00e1rias empresas em que aparecia at\u00e9 a Ivanhopress, especializada em assessoria de imprensa.<br \/>\nAp\u00f3s alguns dias, apareceu num jornal de Porto Alegre um convite f\u00fanebre: Pedro Louzada Balaustre tinha morrido\u2026 Embora nunca ningu\u00e9m tivesse ouvido falar dele, dois deputados estaduais chegaram a ir \u00e0 tribuna da Assembleia Legislativa para lamentar seu \u201cfalecimento\u201d. Os leitores desavisados se surpreender\u00e3o ao saber que um dos autores dessa memor\u00e1vel molecagem (\u201cfake news\u201d) \u00e9 hoje o \u00e2ncora de um dos programas mais ouvidos do r\u00e1dio ga\u00facho.<br \/>\nO \u00fanico trecho triste do livro \u00e9 a hist\u00f3ria da morte de Thiago Pauletti, seu filho de 12 anos.<br \/>\n<a href=\"https:\/\/loja.jornalja.com.br\/produto\/de-cruz-alta-ao-ira-memorias-de-um-jornalista\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Clique aqui<\/a>\u00a0para adquirir a obra na loja online.<\/p>\n<div class=\"sharedaddy sd-sharing-enabled\"><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma das novidades da 65\u00aa Feira do Livro de Porto Alegre \u00e9 o livro do jornalista Gilberto Lenuzza Pauletti, lan\u00e7ado pela Editora J\u00c1: &#8220;De Cruz Alta ao Ir\u00e3 &#8211; Mem\u00f3rias de um Jornalista&#8221; Cruzaltense, radicado no Rio, Pauletti tra\u00e7a com clareza e flu\u00eancia um painel amplo da pol\u00edtica e, principalmente, da imprensa brasileira que ele [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[2],"tags":[],"class_list":["post-78855","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-materiasecundaria"],"aioseo_notices":[],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack-related-posts":[{"id":85775,"url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/cultura\/rafael-guimaraens-jornalista-e-escritor-recebe-o-titulo-de-cidadao-emerito-da-capital\/","url_meta":{"origin":78855,"position":0},"title":"Rafael Guimaraens , jornalista e escritor, recebe t\u00edtulo de Cidad\u00e3o Em\u00e9rito de Porto Alegre","author":"da Reda\u00e7\u00e3o","date":"12 de abril de 2022","format":false,"excerpt":"Nessa ter\u00e7a-feira, dia 12 de abril, \u00e0s 17 horas, o escritor e jornalista\u00a0Rafael\u00a0 \u00a0Guimaraens \u00a0recebe o t\u00edtulo de Cidad\u00e3o Em\u00e9rito de Porto Alegre, por sua contribui\u00e7\u00e3o ao jornalismo e \u00e0 literatura, com sua obra dedicada \u00e0 mem\u00f3ria da cidade. 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