{"id":81987,"date":"2020-05-17T14:27:45","date_gmt":"2020-05-17T17:27:45","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/cultura\/?p=81987"},"modified":"2020-05-18T17:44:47","modified_gmt":"2020-05-18T20:44:47","slug":"soldados-que-combateram-a-guerrilha-do-araguaia-ganham-voz-em-documentario","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/cultura\/soldados-que-combateram-a-guerrilha-do-araguaia-ganham-voz-em-documentario\/","title":{"rendered":"Soldados que combateram a Guerrilha do Araguaia ganham voz em document\u00e1rio"},"content":{"rendered":"<table style=\"height: 3690px\" border=\"0\" width=\"1106\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"10\" align=\"center\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>\u00c0s margens do Rio Araguaia, um grupo de militantes comunistas se mobilizou para tentar construir uma revolu\u00e7\u00e3o a partir do campo, aos moldes de Cuba e da China. O contexto era o de um regime militar em seu momento mais r\u00edgido, entre as d\u00e9cadas de 1960 e 1970. Para impedir os planos dos guerrilheiros, o Ex\u00e9rcito Brasileiro enviou tropas para o local, culminando em uma das passagens mais sangrentas da hist\u00f3ria brasileira: a Guerrilha do Araguaia. As mem\u00f3rias de alguns desses militares v\u00eam \u00e0 tona no document\u00e1rio \u201cSoldados do Araguaia\u201d, de Belisario Franca, uma produ\u00e7\u00e3o da Giros Filmes a ser exibida no Curta!.<\/p>\n<p>Marginalizados pela historiografia oficial por sua filia\u00e7\u00e3o ao Ex\u00e9rcito e, tamb\u00e9m, pelo pr\u00f3prio Ex\u00e9rcito por terem feito den\u00fancias contra a corpora\u00e7\u00e3o, esses ex-soldados \u2013 recrutas de baixa patente \u2013 finalmente t\u00eam voz no longa, e compartilham suas vers\u00f5es dos fatos: \u201cEu servi ao Ex\u00e9rcito Brasileiro, mas eu n\u00e3o me orgulho\u201d, revela um deles.<\/p>\n<p>Da convoca\u00e7\u00e3o junto \u00e0s comunidades ribeirinhas e rurais at\u00e9 a dispensa ap\u00f3s o exterm\u00ednio da guerrilha, os ex-soldados narram suas hist\u00f3rias e enfrentam seus traumas decorrentes do conflito.\u00a0<strong><em>A exibi\u00e7\u00e3o \u00e9 na Sexta da Sociedade, 22 de maio, \u00e0s 22h35.<\/em><\/strong><\/p>\n<p>Epis\u00f3dio in\u00e9dito de \u201cMatizes do Brasil\u201d fala da vida e obra de Helio Oiticica<\/p>\n<p>Considerado autor de uma obra conhecida por sua originalidade e versatilidade, Helio Oiticica se consolidou como um dos maiores e mais revolucion\u00e1rios artistas pl\u00e1sticos brasileiros. Ele \u00e9 o personagem do epis\u00f3dio in\u00e9dito de \u201cMatizes do Brasil\u201d, s\u00e9rie que vem sendo exibida no canal Curta!.<\/p>\n<p>Oiticica realizou trabalhos envolvendo escultura, pintura, objetos, instala\u00e7\u00f5es, performances e ensaios cr\u00edticos. Criou pol\u00eamicas ao frequentar o Morro da Mangueira e fazer uma obra em homenagem a um bandido, executado por um esquadr\u00e3o da morte. Esse epis\u00f3dio \u00e9 abordado na s\u00e9rie, assim como sua influ\u00eancia sobre a Tropic\u00e1lia. Morto em 1980, o\u00a0artista tem trabalhos\u00a0nos acervos de\u00a0alguns dos principais museus e galerias do mundo, como\u00a0a\u00a0Tate Modern, na Inglaterra.<\/p>\n<p>\u201cMatizes do Brasil\u201d \u00e9 uma produ\u00e7\u00e3o da Giros Filmes, dirigida por Bianca Lenti e viabilizada pelo Curta! atrav\u00e9s do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA).\u00a0<strong><em>O epis\u00f3dio estreia na Ter\u00e7a das Artes, 19 de maio, \u00e0s 23h30.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><u>Segunda da M\u00fasica \u2013 18\/05<\/u><\/strong><\/p>\n<p><strong>2<\/strong><strong>1h30\u00a0\u2013 \u201cBlitz, O Filme\u201d (Document\u00e1rio)<\/strong><br \/>\nO document\u00e1rio apresenta a hist\u00f3ria de uma das bandas pioneiras do pop-rock brasileiro, a Blitz. O longa-metragem explora seu surgimento sob a lona do Circo Voador, na d\u00e9cada de 1980, as turn\u00eas internacionais e o enorme sucesso do grupo nos dias atuais.\u00a0<strong>Diretora<\/strong>: Paulo Fontenelle.<strong>\u00a0Dura\u00e7\u00e3o:\u00a0<\/strong>104 minutos.<strong>\u00a0Hor\u00e1rios alternativos:<\/strong>\u00a019 de maio, ter\u00e7a, \u00e0s 01h30 e \u00e0s 15h30; 20 de maio, quarta, \u00e0s 9h30; 23 de maio, s\u00e1bado, \u00e0s 13h10; 24 de maio, domingo, \u00e0s 19h35.<\/p>\n<p><strong><u>Ter\u00e7a das Artes \u2013 19\/05<\/u><\/strong><\/p>\n<p><strong>23h30\u2013 &#8220;Matizes do Brasil\u201d (S\u00e9rie) \u2013 Epis\u00f3dio \u201cHelio Oiticica<\/strong><strong>\u201d<\/strong><br \/>\nH\u00e9lio Oiticica \u00e9 considerado autor de uma das mais originais e revolucion\u00e1rias produ\u00e7\u00f5es art\u00edsticas brasileiras, gra\u00e7as ao seu car\u00e1ter inovador e, muitas vezes, pol\u00eamico. Realizou trabalhos envolvendo pintura, escultura, objetos, instala\u00e7\u00f5es, performance e escrita. Algumas marcas de sua obra s\u00e3o a abertura \u00e0 participa\u00e7\u00e3o do espectador, o uso das cores \u2013 em geral vibrantes \u2013 e o experimentalismo. Este epis\u00f3dio de\u00a0\u201cMatizes do Brasil\u201d\u00a0convida grandes conhecedores do legado do artista, como C\u00e9sar Oiticica Filho, Felipe Scovino e Ligia Canongia, para comentarem sobre a trajet\u00f3ria dele, dando \u00eanfase a alguns de seus trabalhos mais famosos.\u00a0<strong>Diretora:\u00a0<\/strong>Bianca Lenti.<strong>\u00a0Dura\u00e7\u00e3o:<\/strong>\u00a026 min.\u00a0<strong>Classifica\u00e7\u00e3o:<\/strong>\u00a0Livre.\u00a0<strong>Hor\u00e1rios alternativos:<\/strong>\u00a020 de maio, quarta-feira, \u00e0s 03h30 e \u00e0s 17h30; 21 de maio, quinta-feira, \u00e0s 11h30; 23 de maio, s\u00e1bado, \u00e0s 19h10; 24 de maio, domingo, 09h50.<\/p>\n<p><strong><u>Quarta de Cinema \u2013 20\/05<\/u><\/strong><\/p>\n<p><strong>20h \u2013<\/strong>\u00a0\u201c<strong>Filmes que Marcaram \u00c9poca\u201d (S\u00e9rie) &#8211; Epis\u00f3dio:\u00a0<\/strong><strong>\u201cWall Street\u201d<\/strong><br \/>\nCada epis\u00f3dio desta s\u00e9rie documental fala sobre um filme cult espec\u00edfico, seu diretor e sua \u00e9poca. Lan\u00e7ado em 1987, &#8220;Wall Street&#8221; \u00e9 o quinto longa-metragem de Oliver Stone e o primeiro filme de fic\u00e7\u00e3o a retratar de maneira realista o mundo americano das altas finan\u00e7as durante a presid\u00eancia de Ronald Reagan. Oliver Stone conta a ascens\u00e3o e queda de Bud Fox, um dos &#8220;garotos de ouro&#8221; que prosperaram em Wall Street durante esse per\u00edodo. Ambicioso, c\u00ednico, disposto a fazer qualquer coisa para ganhar mais dinheiro, Bud Fox consegue um emprego com Gordon Gekko, um dos especuladores mais implac\u00e1veis de Wall Street. No epis\u00f3dio, descobrimos que Oliver Stone n\u00e3o ficou satisfeito, inicialmente, com a interpreta\u00e7\u00e3o de Gekko pelo ator Michael Douglas e chegou a reclamar com ele. Douglas mudou sua atua\u00e7\u00e3o e acabou conquistando um Oscar.\u00a0\u00a0<strong>Dire\u00e7\u00e3o:\u00a0<\/strong>Remi Lain\u00e9.<strong>\u00a0Dura\u00e7\u00e3o<\/strong>: 52 min.\u00a0<strong>Classifica\u00e7\u00e3o<\/strong>: Livre.\u00a0<strong>Hor\u00e1rios alternativos:<\/strong>\u00a021 de maio, quinta-feira, \u00e0s 0h e 14h; 22 de maio, sexta-feira, \u00e0s 08h; 23 de maio, s\u00e1bado, \u00e0s 10h; 25 de maio, domingo, \u00e0s 0h.<\/p>\n<p><strong><u>Quinta do Pensamento \u2013 21\/05<\/u><\/strong><\/p>\n<p><strong>22h25 \u2013<\/strong>\u00a0<strong>\u201cCacaso na Corda Bamba\u201d (Document\u00e1rio)<\/strong><br \/>\nFilho de uma fam\u00edlia rural e destinado a trabalhar com cria\u00e7\u00e3o de gado, Antonio Carlos de Brito encontrou na poesia um sentido para a vida, transformando-se em Cacaso. O artista multifacetado, que incendiou a juventude carioca em aulas e discuss\u00f5es sobre a arte, mudou a poesia brasileira, sendo um dos precursores do movimento marginal. Ir\u00f4nico e perspicaz, Cacaso foi respons\u00e1vel por reunir um grande n\u00famero de artistas e intelectuais em projetos e parcerias, deixando um indiscut\u00edvel legado liter\u00e1rio e musical.\u00a0\u00a0<strong>Dire\u00e7\u00e3o:\u00a0<\/strong>Jos\u00e9 Joaquim Salles e PH Souza.<strong>\u00a0Dura\u00e7\u00e3o:<\/strong>\u00a088 min.\u00a0<strong>Classifica\u00e7\u00e3o:<\/strong>\u00a0Livre.\u00a0<strong>Hor\u00e1rios alternativos:<\/strong>\u00a022 de maio, sexta-feira, \u00e0s 2h25 e \u00e0s 16h25; 23 de maio, s\u00e1bado, \u00e0s 21h20; 24 de maio, domingo, 12h;<\/p>\n<p><strong><u>Sexta da Sociedade \u2013 22\/05<\/u><\/strong><\/p>\n<p><strong>22h<\/strong><strong>35 \u2013 \u201cSoldados do Araguaia\u201d (Document\u00e1rio)<\/strong><br \/>\nSoldados do Araguaia \u00e9 um document\u00e1rio que se prop\u00f5e a dar voz \u00e0s mem\u00f3rias e traumas de recrutas de baixa patente do Ex\u00e9rcito Brasileiro que combateram na sangrenta e nebulosa Guerrilha do Araguaia. Marginalizados pela historiografia oficial por sua filia\u00e7\u00e3o ao Ex\u00e9rcito e pelo pr\u00f3prio Ex\u00e9rcito por suas den\u00fancias contra a corpora\u00e7\u00e3o, esses personagens encontram aqui uma oportunidade in\u00e9dita de compartilhar sua vers\u00e3o dos fatos. Da convoca\u00e7\u00e3o junto \u00e0s comunidades ribeirinhas e rurais at\u00e9 a dispensa ap\u00f3s o exterm\u00ednio da guerrilha comunista, os relatos dos ex-soldados comp\u00f5em uma narrativa em que recrutas e guerrilheiros se confundem debaixo da opress\u00e3o militar. No Vietn\u00e3 brasileiro, os vencedores retornam apenas como fantasmas: mesmo aqueles capazes de ultrapassar a psicose, o alcoolismo, o desejo de suic\u00eddio e in\u00fameras manifesta\u00e7\u00f5es de estresse p\u00f3s-traum\u00e1tico precisam lutar at\u00e9 hoje para superar os epis\u00f3dios de abuso e viol\u00eancia que sofreram e testemunharam.\u00a0<strong>Dire\u00e7\u00e3o<\/strong>:\u00a0Belisario Franca.<strong>\u00a0Dura\u00e7\u00e3o:\u00a0<\/strong>72 min.\u00a0<strong>Classifica\u00e7\u00e3o:<\/strong>\u00a014 anos.\u00a0<strong>Hor\u00e1rios alternativos:<\/strong>\u00a023 de maio, s\u00e1bado, \u00e0s 2h30 e 15h10; 24 de maio, domingo, \u00e0s 21h35; 25 de maio, segunda-feira, \u00e0s 16h25; 26 de maio, ter\u00e7a-feira, \u00e0s 10h30.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00c0s margens do Rio Araguaia, um grupo de militantes comunistas se mobilizou para tentar construir uma revolu\u00e7\u00e3o a partir do campo, aos moldes de Cuba e da China. O contexto era o de um regime militar em seu momento mais r\u00edgido, entre as d\u00e9cadas de 1960 e 1970. 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