{"id":83828,"date":"2021-04-21T06:00:48","date_gmt":"2021-04-21T09:00:48","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/cultura\/?p=83828"},"modified":"2021-04-20T22:07:12","modified_gmt":"2021-04-21T01:07:12","slug":"fogo-cerrado-o-eterno-redevir-do-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/cultura\/fogo-cerrado-o-eterno-redevir-do-brasil\/","title":{"rendered":"Fogo, Cerrado &#8211; o eterno redevir do Brasil"},"content":{"rendered":"<p class=\"assina\"><strong>Ana Cristina Braga Martes<\/strong><\/p>\n<p><em>Fogo, Cerrado,<\/em> de Marcos Wilson Spyer Rezende, ilustrado por Bruno Liberati e editado pela Gera\u00e7\u00e3o Editorial, foi publicado silenciosamente no final do ano passado, 2020.<\/p>\n<p>O livro marca a estreia do autor, mas come\u00e7ou a ser escrito em 1962.<\/p>\n<p>O mais importante a ser dito sobre ele, \u00e9 que\u00a0Fogo, Cerrado\u00a0inova sem a pretens\u00e3o de inovar, e inova justamente naquilo que h\u00e1 de mais crucial na literatura: a linguagem.<\/p>\n<p>Com o prop\u00f3sito de construir uma linguagem regionalmente enraizada, Rezende n\u00e3o segue os c\u00e2nones da l\u00edngua portuguesa e transgride com muita coragem. O autor deu a si mesmo a liberdade de inventar uma linguagem pr\u00f3pria, do Cerrado, que mescla v\u00e1rios sotaques do Brasil.<\/p>\n<p>A princ\u00edpio, levando-se em conta o cen\u00e1rio rural e os personagens, \u00e9 poss\u00edvel supor que o livro traz de volta um tom regionalista, ou uma tem\u00e1tica regional. \u00c9 certo que os personagens de\u00a0Fogo, Cerrado\u00a0s\u00e3o bem conhecidos na hist\u00f3ria do Brasil: o coronel e seus capangas, a curandeira que desafia a medicina e o doutor da cidade, o abusador de meninas que repete as tristes e revoltantes cenas com mulheres negras escravizadas.<\/p>\n<p>Tudo isso \u00e9 quase l\u00e1, j\u00e1 vi essa hist\u00f3ria, mas n\u00e3o \u00e9.<\/p>\n<p>O contexto \u00e9 dos anos sessenta, \u00e9poca da constru\u00e7\u00e3o da estrada Rio-Bras\u00edlia, que ir\u00e1 retalhar a geografia, a hist\u00f3ria do pa\u00eds e a vida dos moradores do Cerrado.<\/p>\n<p>Mas, ainda predomina o coronelismo na regi\u00e3o e o Cerrado come\u00e7a a ser ocupado por militares obcecados pela infiltra\u00e7\u00e3o comunista no pa\u00eds. Isso \u00e9 importante porque, tanto o Cerrado quanto as transforma\u00e7\u00f5es que ele come\u00e7a a sofrer a partir dessa d\u00e9cada, raramente aparecem na literatura brasileira, e nunca com uma linguagem regionalmente enraizada.<\/p>\n<p>Tomando um dos livros cl\u00e1ssicos de interpreta\u00e7\u00e3o do Brasil,\u00a0<em>Coronelismo, enxada e voto<\/em>, de Vitor Nunes Leal, \u201co coronelismo \u00e9, sobretudo um compromisso, uma troca de proveitos entre o poder p\u00fablico, progressivamente fortalecido, e a decadente influ\u00eancia social dos chefes locais, notadamente dos senhores de terra.<\/p>\n<p>Desse fen\u00f4meno, enraizado no passado colonial, resultam: o mandonismo (persegui\u00e7\u00e3o aos advers\u00e1rios), a fraude eleitoral e a desorganiza\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os p\u00fablicos locais entre outros (p\u00e1g. 20).<\/p>\n<p class=\"intertit\"><strong>Contexto<\/strong><\/p>\n<p>A regi\u00e3o do Cerrado se v\u00ea amea\u00e7ada com a constru\u00e7\u00e3o da nova capital do pa\u00eds, o movimento da marcha para o oeste, e a constru\u00e7\u00e3o da estrada Rio-Bras\u00edlia, ligando o velho ao novo distrito federal, que desestabiliza o dom\u00ednio j\u00e1 decadente do Coronel:\u00a0\u00a0Coronel, Jo\u00e3o Candido, filhos dele, povo da ro\u00e7a, sertanejo e meeiro, posseiro, vaqueiro, e jagun\u00e7o, tinham que morrer se preciso fosse para cortar o caminho dos povos que vinham do Norte, do Sul, e do Mar-Litoral que nem gafanhotos.<\/p>\n<p>Comendo a comida deles. Ocupando suas terras. Fincar p\u00e9 era ordem que corria de boca em boca. Op\u00e7\u00e3o de futuro seria a de comer lavagem. Comida de porco com resto de tudo pra ser jogado fora. Era o que ia sobrar para gentes do Cerrado. Se sobrasse.\u00a0(p\u00e1g. 41)<\/p>\n<p>Apesar da instabilidade e da decad\u00eancia serem decorrentes da estrutura de produ\u00e7\u00e3o da latifundi\u00e1ria, o coronel e seu cl\u00e3 entendem que as amea\u00e7as s\u00e3o pessoais.<\/p>\n<p>O lugar central ocupado pela pessoa &#8211;\u00a0\u00a0enquanto uma categoria relacional &#8211;\u00a0\u00a0contrasta com o indiv\u00edduo, e tamb\u00e9m com qualquer sentido de coletividade e associativismo.<\/p>\n<p>Contra\u00a0\u00a0as \u201cpessoas de fora\u201d, invasores acampados em terra que j\u00e1 tem dono, o coronel incitar\u00e1 seus empregados a matar.<\/p>\n<p>A atmosfera do livro \u00e9 marcada pela viol\u00eancia e pelo exterm\u00ednio dos comunistas: \u201cCoronel sabia por saber \u00e9 que suas terras estavam ocupadas. Cada dia mais. Comunistas\u201d num universo simb\u00f3lico e politico imut\u00e1vel e autorreferente: O acampamento come\u00e7ava depois da cerca da rodovia, dentro mesmo da fazenda Santo Ant\u00f4nio. Dele!<\/p>\n<p>Como \u00e9 que pode? Sem Companhia para pagar certinho, todo final de m\u00eas, iam de querer ser coron\u00e9is. T\u00eam de ser expulsos. E v\u00e3o ser. Amanh\u00e3 de manh\u00e3 come\u00e7a a guerra (p\u00e1g. 51) \u00e9 nesse contexto, onde o Coronel \u00e9 quem manda, paga, sustenta, e tem poder de pol\u00edcia, que os jagun\u00e7os, t\u00e3o amea\u00e7ados quanto o Coronel, v\u00e3o \u00e0 ca\u00e7a aos comunistas.<\/p>\n<p>Inicialmente o coronel pede a Ant\u00f4nio Candido que mate Zeferino comunista, mas a execu\u00e7\u00e3o anunciada desde o in\u00edcio, ser\u00e1 realizada apenas no final do livro por um menino, adolescente, filho biol\u00f3gico do coronel, que nasceu para ser jagun\u00e7o e para isso treinou desde crian\u00e7a com os bichos.<\/p>\n<p>O enredo segue a trilha da ca\u00e7a aos comunistas do in\u00edcio ao fim. \u00c9 isso que justifica a n\u00e3o linearidade temporal da narrativa, assim como a submiss\u00e3o da cronologia dos acontecimentos ao tempo da guerra, da guerrilha.<\/p>\n<p>Por isso os fatos v\u00e3o e voltam, por meio de personagens que antecipam o futuro obcessivamente, pois o tempo tem a urg\u00eancia de quem vai matar ou morrer. O tempo que conta n\u00e3o \u00e9 cronol\u00f3gico mas sim o tempo subjetivo dos personagens, em permanente estado de urg\u00eancia, de guerra.<\/p>\n<p><strong>Inova\u00e7\u00e3o na linguagem<\/strong><\/p>\n<p>Cerrado n\u00e3o \u00e9 sert\u00e3o, e a dic\u00e7\u00e3o do narrador remete diretamente \u00e0 linguagem do Cerrado.<\/p>\n<p>Chama aten\u00e7\u00e3o as frases muito curtas, \u00e0s vezes de uma s\u00f3 palavra, ou duas, como se as frases fossem pronunciadas em soquinhos, um modo de falar t\u00edpico de quem mora nas ro\u00e7as da regi\u00e3o. Rezende faz emergir os roceiros com sua voz pr\u00f3pria, suas express\u00f5es e l\u00f3gica sem\u00e2ntica.<\/p>\n<p>Mas, se por um lado, a pontua\u00e7\u00e3o e as frases curtas reproduzem uma melodia em soquinhos, por outro lado, as elipses e os saltos da narrativa parecem seguir o fluxo de um rio, certamente o S\u00e3o Francisco.<\/p>\n<p>Se o leitor embarcar, \u00e9 levado pela correnteza: \u201cFechou porteira. Fechou colchete. Tirou leite. Vacinou boi no tronco. Marcou garrote bravo. Tingiu berne de azul. Apartou vaca parida (&#8230;) tudo no muque. Muque de carregar sete baldes de sal grosso para encher os cochos. Eram tr\u00eas. Dos grandes (&#8230;) Cheiro bom de bosta seca de vaca. Cama verde. Macia. Convidadeira. S\u00e1bado nos Gerais. V\u00e9spera de morte (p\u00e1g. 25)<\/p>\n<p>O texto \u00e9 polif\u00f4nico, n\u00e3o h\u00e1 um protagonista \u00fanico, mas v\u00e1rios personagens centrais e traz uma escrita evocativa que embaralha propositalmente o enredo e que no final chega muito pr\u00f3xima do del\u00edrio, deixando clara a preponder\u00e2ncia da linguagem sobre a trama.<\/p>\n<p>A voz do narrador \u00e9 a mesma dos personagens: uma pessoa da regi\u00e3o, bem enraizada, com uma dic\u00e7\u00e3o que remete ao nordeste\u00a0e ao\u00a0estado de Minas Gerais, e que tem ecos da fala de Bras\u00edlia, cidade de gente vinda de todos cantos do Brasil.<\/p>\n<p>E o autor, muito \u00e0 vontade com o discurso indireto livre, faz com que o fluxo narrativo suba em labaredas, como o fogo no Cerrado. Digno de nota s\u00e3o os di\u00e1logos, imbricados na voz do narrador.<\/p>\n<p>A hist\u00f3ria corre e os personagens centrais v\u00e3o se alternando. \u00c9 com o foco em Jo\u00e3o C\u00e2ndido que o livro se inicia.<\/p>\n<p>Vaqueiro, 47 anos, casado para procriar, mas n\u00e3o para amar com o corpo a mulher com quem se casou. Ele (assim como outros personagens no decorrer do livro) filosofa a partir da natureza e da vida dura no Cerrado, a luta di\u00e1ria pelo dom\u00ednio da natureza, dos animais e dos homens.<\/p>\n<p>A linguagem abarca reflex\u00f5es partindo de um territ\u00f3rio bem demarcado para ent\u00e3o avan\u00e7ar e adquirir uma abrang\u00eancia universal, um discurso sobre a natureza humana, com os animais e a terra servindo de justificativa e reflex\u00e3o: \u201cBicho homem, vez que outra sempre, treta. Finge n\u00e3o saber. Bicho \u00e9 fabricado de pura esperteza.<\/p>\n<p>Na hora de ataque de gavi\u00e3o, bando maior de passarinhos deixava um de guarda. Para dar aviso. E ser comido. Cantava, levantava voo, meio metro se tanto, e gavi\u00e3o dava bote certeiro. J\u00e1 saia despenando. Problema era quando ningu\u00e9m mais queria dar aviso. E um qualquer podia ser o prato de gavi\u00e3o. Bando decidia ent\u00e3o escolher um outro.<\/p>\n<p>Como ensinam no catecismo. Cristo morreu para salvar todos n\u00f3s. Igual p\u00e1ssaro-preto. Bichos, homem e animal, perdem tempo n\u00e3o&#8230; Conhece seu lugar, na certeza. Obedece quando \u00e9 para obedecer. E parte para a luta sem fim\u201d(p\u00e1g. 19)<\/p>\n<p class=\"intertit\">A viol\u00eancia introjetada<\/p>\n<p>O livro mostra a viol\u00eancia brutal que marca o pa\u00eds de cima a baixo. Tema mais do que relevante, atual e urgente. O pertencimento primordial \u00e0 fam\u00edlia, nas modalidades do compadrio e dos cl\u00e3s, t\u00edpica do Brasil colonial, n\u00e3o elimina a viol\u00eancia nem nas rela\u00e7\u00f5es familiares. A viol\u00eancia fria, que exige o exterm\u00ednio do inimigo, \u00e9 tamb\u00e9m a viol\u00eancia sexual contra mulheres, empregados e filhos: \u201ccastigo de pai era por coisa nenhuma. Chicote. Bainha de fac\u00e3o. Colher de madeira&#8230; Filho que nasceu no Cerrado, onde deve de ficar para morrer-viver com o Coronel. Pelo Coronel, apanhando para aprender. Melhor forma de\u00a0(p\u00e1g. 117)<\/p>\n<p>Tonho e Zinho, filhos de jagun\u00e7o, seguindo a tradi\u00e7\u00e3o, aprenderam cedo a matar e chegaram \u00e0 adolesc\u00eancia bem treinados: \u201cestavam acostumados com as mortes \u00e0 morte mandada. Filhos de jagun\u00e7o j\u00e1 nasciam jagun\u00e7os. Os dois mais do que nasceram. Aprenderam com muito treinar. Ordem maior e certeira \u00e9 servir e matar. Oito ou oitenta\u201d(p\u00e1g. 87). Os dois, Tonho e Zinho, aprenderam tudo o que sabem com os animais, seja lutando com um lagarto para aprender como se deve matar ou para encontrar uma cabrita para ter inicia\u00e7\u00e3o da sexual.<\/p>\n<p>Rela\u00e7\u00f5es entre homes e mulheres, e especialmente o sexo, est\u00e3o alicer\u00e7adas na interpreta\u00e7\u00e3o que fazem da natureza com suas leis imut\u00e1veis. Sexo \u00e9 dom\u00ednio, for\u00e7a, o gozo na vit\u00f3ria de um corpo sobre o outro. A virilidade do homem, do macho, a masculinidade, a valentia s\u00e3o contrabalanceados por c\u00f3digos de honra estritos e lealdade que n\u00e3o admitem ,por exemplo, que adultos molestem crian\u00e7as: \u201cMariinha, mo\u00e7a, 13 anos. Com 11, padrasto que n\u00e3o era padrasto, fez dela mulher. Fi\u00e9-das-unhas!\u201d(p\u00e1g. 137)<\/p>\n<p class=\"intertit\">Eterno redevir<\/p>\n<p>\u201cM\u00e3e tirava filosofia de natureza: veja a mata, parece sempre a mesma; \u00e9 n\u00e3o; todo dia morre\u00a0\u00a0e nasce planta nova. Eterno redevir. Sabia que Coronel estava com a cabe\u00e7a quente com a hist\u00f3ria do povo do acampamento (&#8230;) variava antes de ir para a fogueira, dar ordem final: matem Severino!\u201d\u00a0(p\u00e1g. 143)<\/p>\n<p>No final do livro, as mortes que acontecem sucessivas e repetidas vezes, ou seja, nos momentos em que s\u00e3o antecipadas por quem mata e por quem morre, d\u00e3o a sensa\u00e7\u00e3o de que o narrador foi tomado pelos personagens, pela l\u00f3gica brutal do exterm\u00ednio ao antagonista e por uma paranoia enlouquecedora.<\/p>\n<p>O \u201credevir\u201d de Fogo, Cerrado n\u00e3o est\u00e1 apenas nos temas, mas tamb\u00e9m, de novo, na linguagem. Pode ser encontrado, por exemplo, nas refer\u00eancias obras liter\u00e1rias, e aparecem de modo menos sutil nos nomes dos personagens: Madalena (prostituta), Nagib (restaurante do turco), Severino (comunista retirante) que \u201cnem ia ter sete palmos de terra por cima de seu cad\u00e1ver defunto\u201d (refer\u00eancia direta a Jo\u00e3o Cabral de Melo Neto).<\/p>\n<p>V\u00e1rios temas abordados e que marcaram a d\u00e9cada de 1960 est\u00e3o hoje na ordem do dia no Brasil. Al\u00e9m da viol\u00eancia, a velha obsess\u00e3o pela amea\u00e7a comunista, que come\u00e7ou na d\u00e9cada de 1920, se intensificou nos anos sessenta e que agora retorna, n\u00e3o mais pelas m\u00e3o do coronel, mas do capit\u00e3o, mostrando a complexidade do pa\u00eds e da intoler\u00e2ncia ao oponente.<\/p>\n<p>Em 1975, Victor Nunes Leal dizia n\u00e3o ser poss\u00edvel compreender o fen\u00f4meno do coronelismo no Brasil sem refer\u00eancia \u00e0 estrutura agr\u00e1ria, que d\u00e1 sustenta\u00e7\u00e3o\u00a0\u00a0\u00e0 interfer\u00eancia do poder privado na esfera p\u00fablica, poder este ainda vis\u00edvel no interior do Brasil \u00e0 \u00e9poca. Quase cinquenta anos se passaram e a mesma frase pode ser repetida: ainda hoje t\u00e3o vis\u00edvel no Brasil. Mas, tal como sublinha Barbosa Lima Sobrinho, no pref\u00e1cio deste mesmo livro cl\u00e1ssico de Nunes Leal o coronelismo, como fen\u00f4meno social, se transforma constantemente, e cita os meios de comunica\u00e7\u00e3o e a urbaniza\u00e7\u00e3o como fatores que impactaram o na d\u00e9cada de setenta.<\/p>\n<p>Atualmente, pode-se acrescentar a tecnologia e os meios de comunica\u00e7\u00e3o. Mas o fato \u00e9 que, segundo Lima Sobrinho, o coronelismo persiste, amparado na desigualdade da distribui\u00e7\u00e3o de renda e na aus\u00eancia de garantias legais que mant\u00e9m o coronel como intermediador de \u201cdiretos\u201d. Isso tamb\u00e9m n\u00e3o mudou e parece que n\u00e3o apenas os personagens de\u00a0Fogo, Cerrado, mas o pa\u00eds inteiro continua girando em c\u00edrculos, num\u00a0\u00a0constante\u00a0redevir.<\/p>\n<p>Ana Cristina Braga Martes, mineira de Varginha,\u00a0\u00a0\u00e9 soci\u00f3loga, foi professor da Funda\u00e7\u00e3o Get\u00falio Vargas, graduada em Ci\u00eancia Sociais pela UNESP, mestrado e doutorado pela Universidade de S\u00e3o Carlos (SP), p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o no <em>Massachusetts Institute of Technology (MIT)<\/em>, pesquisado da Universidade de Boston (EEUU) e p\u00f3s-doutorado no <em>King\u2019s College<\/em>, Londres.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ana Cristina Braga Martes Fogo, Cerrado, de Marcos Wilson Spyer Rezende, ilustrado por Bruno Liberati e editado pela Gera\u00e7\u00e3o Editorial, foi publicado silenciosamente no final do ano passado, 2020. O livro marca a estreia do autor, mas come\u00e7ou a ser escrito em 1962. 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