{"id":85356,"date":"2022-01-17T19:18:41","date_gmt":"2022-01-17T22:18:41","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/cultura\/?p=85356"},"modified":"2022-01-17T19:18:41","modified_gmt":"2022-01-17T22:18:41","slug":"em-biografia-de-nara-leao-a-intimidade-de-uma-mulher-que-revolucionou-a-cultura-brasileira","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/cultura\/em-biografia-de-nara-leao-a-intimidade-de-uma-mulher-que-revolucionou-a-cultura-brasileira\/","title":{"rendered":"Em biografia de Nara Le\u00e3o, a intimidade de uma mulher que revolucionou a cultura brasileira"},"content":{"rendered":"<h2 id=\":ou\" class=\"hP\" data-thread-perm-id=\"thread-f:1722215103328897300\" data-legacy-thread-id=\"17e6898304bb4914\"><\/h2>\n<div id=\":oy\" class=\"pG\" role=\"img\" data-tooltip-contained=\"true\" data-tooltip-align=\"b,l\" data-tooltip-delay=\"1500\" aria-label=\"N\u00e3o \u00e9 importante\">\n<div class=\"pH-A7 a9q\"><i>Anivers\u00e1rio de 80 anos da cantora que foi s\u00edmbolo de resist\u00eancia \u00e0 ditadura militar seria no dia 19 de janeiro. Jornalista Tom Cardoso resgata sua hist\u00f3ria.<\/i><\/div>\n<div class=\"bnj \"><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"ahR\">\n<div role=\"button\" data-tooltip=\"Pesquisar todas as mensagens com o marcador Caixa de entrada\" aria-label=\"Caixa de entrada\"><\/div>\n<div class=\"hN\" role=\"button\" data-tooltip=\"Pesquisar todas as mensagens com o marcador Caixa de entrada\" aria-label=\"Caixa de entrada\"><\/div>\n<div class=\"hO\" role=\"button\" data-tooltip=\"Remover o marcador Caixa de entrada desta conversa\" aria-label=\"Remover marcador\">Nara Le\u00e3o certamente foi uma das artistas mais importantes e influentes da cultura brasileira, n\u00e3o s\u00f3 pela sua obra, mas pelo que representou para a mulher e a sociedade como um todo. Filha ca\u00e7ula de dr. Jairo e dona Tinoca e irm\u00e3 da modelo e famosa personagem da cena carioca Danuza, a jovem t\u00edmida, quieta e cheia de neuroses ficou marcada na hist\u00f3ria como uma das mais produtivas int\u00e9rpretes da MPB dos agitados anos 1960 aos 1980, al\u00e9m de ser respons\u00e1vel por definir os costumes e a express\u00e3o pol\u00edtica da \u00e9poca. A cantora faria 80 anos na pr\u00f3xima quarta-feira, 19\/01, e ganhou s\u00e9rie documental no Globoplay, \u201cO canto livre de Nara Le\u00e3o\u201d, em homenagem \u00e0 data.<\/div>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Na biografia\u00a0<i>Ningu\u00e9m pode com Nara Le\u00e3o<\/i>, Tom Cardoso reconstr\u00f3i a vida da artista que\u00a0participou ativamente dos mais importantes movimentos musicais surgidos a partir da d\u00e9cada de 1960, que, tratada como \u2018caf\u00e9 com leite\u2019 pela patota que se reunia no apartamento da fam\u00edlia em Copacabana, deixou a bossa nova para se juntar \u00e0 turma politizada do CPC e do Cinema Novo e foi a primeira estrela da MPB a falar abertamente contra a ditadura militar.<br \/>\nO livro, que traz pref\u00e1cio de T\u00e1rik de Souza, um dos mais respeitados cr\u00edticos da MPB, Tom apresenta passagens da inf\u00e2ncia de Nara, marcadas pela ang\u00fastia e reclus\u00e3o, detalhes da inimizade com Elis Regina, dos famosos encontros no apartamento da Av. Atl\u00e2ntica, onde a bossa nova ganhou corpo, cara e nome, do relacionamento com Ronaldo B\u00f4scoli, da amizade com figuras como Vinicius de Moraes, Roberto Menescal e Ferreira Gullar, por quem nutria admira\u00e7\u00e3o mutua e teve um <i>affair<\/i>. No livro, Tom relata que Nara inclusive chegou a sugerir que ele largasse a mulher e os filhos e viajasse com ela pelo Brasil.<br \/>\n\u00c0 frente de seu tempo, Nara foi uma das primeiras adolescentes do Rio a fazer an\u00e1lise, por necessidade e curiosidade, e a obra\u00a0\u201cOpini\u00e3o de Nara\u201d, lan\u00e7ada sete meses ap\u00f3s o Golpe de 1964, foi o primeiro trabalho de uma estrela da MPB a colocar o dedo no nariz da ditadura.\u00a0Al\u00e9m disso, Nara foi a primeira do segmento a atacar diretamente o regime ao afirmar em entrevista ao\u00a0<i>Di\u00e1rio de Not\u00edcias\u00a0<\/i>que \u201co Ex\u00e9rcito n\u00e3o servia para nada\u201d e que \u201cpodiam entender de canh\u00e3o e metralhadora, mas n\u00e3o pescavam nada de pol\u00edtica\u201d.<br \/>\nO livro tamb\u00e9m acompanha o relacionamento de Nara com o cineasta Cac\u00e1 Diegues, na \u00e9poca em que se aproximou do CPC e dos expoentes do Cinema Novo. Ele foi o respons\u00e1vel por apresentar a ela um outro mundo musical, fazendo-a se impressionar com artistas como Carmen Miranda, Ary Barroso e Luiz Gonzaga. Ela e Cac\u00e1 se casaram em cerim\u00f4nia \u00edntima e recebendo convidados como Danuza e Samuel Wainer, Chico Buarque e Marieta Severo, Tom Jobim, Vinicius de Moraes, Aloysio de Oliveira e Fl\u00e1vio Rangel. Foi tamb\u00e9m com o cineasta que Nara se exilou na Fran\u00e7a e teve dois filhos, Isabel e Francisco.<br \/>\nNara morreu por conta de um tumor no c\u00e9rebro na manh\u00e3 de quarta-feira do dia 7 de junho de 1989, aos 47 anos, e deixou um legado que extrapolou o cen\u00e1rio musical na \u00e9poca em que viveu. \u201cAmo Nara Le\u00e3o. Nara e Narinha. Essa mulher sabe tudo do Brasil 1964. Essa mulher \u00e9 a primeira mulher brasileira. Essa mulher n\u00e3o tem tempo a perder. Aten\u00e7\u00e3o: ningu\u00e9m pode com Nara Le\u00e3o\u201d, escreveu Glauber Rocha em uma carta enviada a Cac\u00e1 Diegues no per\u00edodo do ex\u00edlio.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>POR QUE NINGU\u00c9M PODIA COM NARA?<\/strong><\/p>\n<p>1-A despeito do ar de desencanto e da quase displic\u00eancia, Nara participou ativamente dos mais importantes movimentos musicais surgidos a partir da d\u00e9cada de 1960 &#8212; e saiu de todos eles sem se despedir.<\/p>\n<p>2-Ela foi a primeira artista de sua gera\u00e7\u00e3o a ridicularizar a passeata contra a guitarra el\u00e9trica, liderada por Elis Regina e Geraldo Vandr\u00e9 e endossada por Gilberto Gil.<\/p>\n<p>3- Filha de um advogado exc\u00eantrico, fez tudo que uma pr\u00e9-adolescente de classe m\u00e9dia alta carioca nos anos 1950 jamais sonhou fazer: como ir ao cinema, ao teatro e ter aulas de viol\u00e3o com um professor negro.<\/p>\n<p>4- Ela foi uma das primeiras adolescentes do Rio a fazer an\u00e1lise, por necessidade e curiosidade.<\/p>\n<p>5-Tratada como bibel\u00f4 pelos machos alfas da bossa nova, deixou o movimento para se juntar \u00e0 turma politizada do CPC e do Cinema Novo.<\/p>\n<p>6-No disco de estreia, recusou-se a pegar carona no sucesso da bossa nova e gravou um disco com sambas de Cartola, Z\u00e9 K\u00e9ti e Nelson Cavaquinho.<\/p>\n<p>7- Apesar da decis\u00e3o de dar um car\u00e1ter mais pol\u00edtico ao disco de estreia, tendo como fio condutor um g\u00eanero que estava associado diretamente \u00e0s massas, ela se recusou a gravar uma letra machista de Cartola.<\/p>\n<p>8- Lan\u00e7ado sete meses ap\u00f3s o Golpe de 1964, \u201cOpini\u00e3o de Nara\u201d foi o primeiro trabalho de uma estrela da MPB a colocar o dedo no nariz da ditadura. Sem rodeios, sem met\u00e1foras. Um disco-manifesto, inserido no contexto pol\u00edtico-social e em sintonia com o que se ouvia nas favelas do Rio, marginalizadas e discriminadas pela pol\u00edtica higienista do governador Carlos Lacerda.<\/p>\n<p>9- O demolidor segundo disco serviu de inspira\u00e7\u00e3o para um dos mais revolucion\u00e1rios espet\u00e1culos musicais da hist\u00f3ria do pa\u00eds: o \u201cOpini\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>10- Foi ela, em pesquisa musical pelo Brasil, quem abriu as portas do Sudeste para os talentos do Teatro Vila Velha, Caetano, Gil, Gal e Beth\u00e2nia &#8211; essa \u00faltima, com 17 anos, foi convocada para substitu\u00ed-la no show \u201cOpini\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>11- Foi a primeira estrela da MPB a falar abertamente e de forma mais contundente contra a ditadura militar, ao afirmar, em 1966, que o \u201cEx\u00e9rcito n\u00e3o servia para nada\u201d.<\/p>\n<p>12- Ao ver nascer a express\u00e3o \u201cEsquerda Narista\u201d, ela, que sempre rejeitou ser porta-voz de qualquer coisa, decidiu gravar, s\u00f3 por provoca\u00e7\u00e3o, uma singela marchinha de um compositor iniciante, que mal abria a boca: Chico Buarque.<\/p>\n<p>13-Atendendo a um pedido de Nara, Chico comp\u00f4s \u201cCom A\u00e7\u00facar, Com Afeto\u201d, a primeira de muitas can\u00e7\u00f5es em que a mulher assume a narrativa na primeira pessoa. Preso aos preceitos machistas da \u00e9poca, Chico recusou-se a interpret\u00e1-la, passando a tarefa para a cantora Jane Moraes. Nara, sempre na vanguarda, achou a atitude rid\u00edcula.<\/p>\n<p>14- Primeira artista da MPB a gravar no mesmo disco Ernesto Nazareth e Lamartine Babo, Villa-Lobos e Cust\u00f3dio Mesquita, Nara nasceu tropicalista antes do movimento existir &#8211; e ser gestado com a sua ajuda.<\/p>\n<p>15-Presidente do j\u00fari da pol\u00eamica e hist\u00f3rica edi\u00e7\u00e3o do FIC 1972, o festival que revelou Raul Seixas, S\u00e9rgio Sampaio e Walter Franco, pediu demiss\u00e3o por n\u00e3o aceitar a inger\u00eancia dos militares.<\/p>\n<p>16- Cansada de tudo e de todos, decidiu dar um tempo, no auge da carreira: \u201cUma hora eu sou a musa da bossa nova, outra a cantora de protesto e ainda tem essa coisa rid\u00edcula do joelho. Ent\u00e3o me recuso a virar um sabonete e vou dar uma parada\u201d.<\/p>\n<p>17- Decidida a estudar Psicologia na PUC, por um bom tempo n\u00e3o foi reconhecida pelos colegas de classe, dez anos mais novos.<\/p>\n<p>18-De volta aos est\u00fadios, decidiu gravar um disco inteiramente dedicado ao cancioneiro de Roberto e Erasmo, ainda vistos como artistas menores por alguns medalh\u00f5es da MPB.<\/p>\n<p>19-No fim da d\u00e9cada de 1970, rodou o pa\u00eds numa perua kombi, fazendo shows nos rinc\u00f5es do Brasil, ao lado de uma nova e renovadora turma do choro carioca, entre eles o violonista Raphael Rabello, de 15 anos.<\/p>\n<p>20-Diagnosticada com um tumor no c\u00e9rebro, que lhe imp\u00f4s uma s\u00e9rie de complica\u00e7\u00f5es, nunca deixou de produzir compulsivamente, gravando praticamente um disco autoral por ano.<\/p>\n<p><strong>SOBRE O AUTOR<\/strong><\/p>\n<p>Tom Cardoso, nascido no Rio de Janeiro, \u00e9 jornalista, com vasta passagem pela imprensa paulistana. Autor, entre outras obras, das biografias do jornalista Tarso de Castro, do jogador S\u00f3crates e do pol\u00edtico S\u00e9rgio Cabral, foi um dos vencedores do Pr\u00eamio Jabuti 2012 com o livro-reportagem O cofre do Dr. Rui, que narra o assalto ao cofre de Adhemar de Barros, em 1969, comandado pela VAR-Palmares.<\/p>\n<div class=\"hN\" role=\"button\" data-tooltip=\"Pesquisar todas as mensagens com o marcador Caixa de entrada\" aria-label=\"Caixa de entrada\">(Texto de Nathalia Bottino\u00a0 e Mariana Martins &#8211; Assessoria Editora Planeta)<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>FICHA T\u00c9CNICA<\/strong><\/p>\n<p>T\u00edtulo: Ningu\u00e9m pode com Nara Le\u00e3o &#8212; uma biografia<\/p>\n<p>Autor: Tom Cardoso<\/p>\n<p>240 p\u00e1ginas<\/p>\n<p>Livro f\u00edsico: R\uff04 49,90<\/p>\n<p>E-book: R\uff04 30,90<\/p>\n<p>Editora Planeta<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Anivers\u00e1rio de 80 anos da cantora que foi s\u00edmbolo de resist\u00eancia \u00e0 ditadura militar seria no dia 19 de janeiro. 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