{"id":87181,"date":"2022-11-22T21:19:59","date_gmt":"2022-11-23T00:19:59","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/cultura\/?p=87181"},"modified":"2022-11-24T11:33:29","modified_gmt":"2022-11-24T14:33:29","slug":"livro-reportagem-resgata-a-invasao-da-fazenda-sarandi-na-pre-historia-do-mst","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/cultura\/livro-reportagem-resgata-a-invasao-da-fazenda-sarandi-na-pre-historia-do-mst\/","title":{"rendered":"Livro-reportagem resgata a invas\u00e3o da Fazenda Sarandi, na pr\u00e9-hist\u00f3ria do MST"},"content":{"rendered":"<p>O jornalista Ayrton Centeno foi ao Instituto de Educa\u00e7\u00e3o Josu\u00e9 de Castro (IEJC), centro de forma\u00e7\u00e3o instalado no Assentamento Filhos de Sep\u00e9, em Viam\u00e3o, apresentar seu livro &#8220;Primeira Terra&#8221;.<\/p>\n<p>O livro conta com detalhes de romance a ocupa\u00e7\u00e3o da Fazenda Sarandi, em 1979 &#8212; antes portanto da funda\u00e7\u00e3o do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).<\/p>\n<p>Foi um momento diferente na carreira de Centeno.<\/p>\n<p>Jornalista desde os 17 anos, ele sempre foi um rep\u00f3rter discreto que cedo se revelou um editor prol\u00edfico, autor de livros sobre ecologia (biografia de &#8220;Roessler, o primeiro ecopol\u00edtico&#8221;), resist\u00eancia \u00e0 ditadura (&#8220;Os Vencedores&#8221;), poesia (biografia de Alceu Wamosy) e futebol (&#8220;O Segundo Sangue&#8221;).<\/p>\n<p>De tanto fazer reportagem junto aos camponeses sem terra, virou fonte de informa\u00e7\u00e3o do pr\u00f3prio MST.<\/p>\n<p>Com 224 p\u00e1ginas, &#8220;Primeira Terra&#8221; \u00e9 fruto do esfor\u00e7o pessoal do rep\u00f3rter. Por sua amplitude e contund\u00eancia, \u00e9 um \u00e9pico do jornalismo que merece ser lido e discutido, tanto pelas hist\u00f3rias que conta como pela linguagem extremamente enxuta com que fala dos p\u00e1rias da sociedade brasileira.<\/p>\n<p>\u00c9 uma hist\u00f3ria sulina que a partir de certo momento passa a fazer parte do movimento migrat\u00f3rio para o Brasil Central, no embalo da sojicultora e sob a tutela dos governos militares, envolvendo loteadores agr\u00e1rios e cooperativas de coloniza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Em sua narrativa, Centeno junta no mesmo contexto, mas em lados opostos, \u00edndios expulsos de suas reservas e colonos sem terras que agem como posseiros e\/ou invasores de terras alheias.<\/p>\n<p>Segundo antrop\u00f3logos que se debru\u00e7aram sobre esses<br \/>\nmovimentos, seus protagonistas \u2013 colonos sem terras e \u00edndios banidos de suas \u00e1reas originais \u2013 constituem as categorias sociais mais sacrificadas da popula\u00e7\u00e3o brasileira.<\/p>\n<p>Nesse aspecto, &#8220;Primeira Terra&#8221; \u00e9 uma li\u00e7\u00e3o de jornalismo.<\/p>\n<p>Os nomes desses epis\u00f3dios dram\u00e1ticos fazem parte da hist\u00f3ria: Sarandi, Nonoai, Encruzilhada Natalino; e tiveram eco ou repeteco em Chapec\u00f3, Laranjeiras do Sul e no Mato Grosso.<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 dif\u00edcil concluir que esse drama prossegue hoje em dia na Amaz\u00f4nia, onde agricultores, criadores de gado,<br \/>\ngarimpeiros e madeireiros invadem terras de \u00edndios.<\/p>\n<p>Com foco nos epis\u00f3dios de 1979, Centeno recupera documentos gerados por colegas da imprensa e estudiosos da universidade.<\/p>\n<p>Um dos rep\u00f3rteres que estiveram nas origens da briga foi Najar Tubino, que trabalhava para o Coojornal, de Porto Alegre. Na sequ\u00eancia, buscaram material nessa mesma \u00e1rea outros rep\u00f3rteres: Andr\u00e9 Pereira, Renan Antunes de Oliveira, Imara Stallbaum, Carlos Wagner e Ana Am\u00e9lia Lemos, hoje senadora.<\/p>\n<p>Entre eles, correndo por fora, o pr\u00f3prio Centeno. Ele conta:<br \/>\n\u201cLogo ap\u00f3s a ocupa\u00e7\u00e3o, em 1980, eu e o Guaracy Cunha, que trabalh\u00e1vamos na sucursal da editora Bloch (em Porto Alegre), fizemos o filme da ocupa\u00e7\u00e3o chamado Fazenda Sarandi. Era um super 8. <span style=\"font-size: 1.5rem\">Em seguida, como decorr\u00eancia da ocupa\u00e7\u00e3o, come\u00e7aram a <\/span><span style=\"font-size: 1.5rem\">surgir barracas e mais barracas de lona preta, palha, zinco em <\/span><span style=\"font-size: 1.5rem\">Encruzilhada Natalino. Passamos a acompanhar o caso de <\/span>Natalino, o maior acampamento de sem terra do pa\u00eds na \u00e9poca e fizemos outro super-8\u201d.<br \/>\nMais de vinte anos depois, Centeno escreveu o roteiro do document\u00e1rio chamado &#8220;Sarandi&#8221;, dirigido por Carlos Carmo, portugu\u00eas que fora diretor de produ\u00e7\u00e3o da TVE\/RS.<\/p>\n<p>Com apoio do Minist\u00e9rio do Desenvolvimento Agr\u00e1rio, ent\u00e3o chefiado por Miguel Rossetto, o v\u00eddeo recontou a ocupa\u00e7\u00e3o das granjas Macali (Madeireira Carazinhense Ltda) e Brilhante, esta pertencente a Ari Dalmolin, ent\u00e3o presidente da poderosa Fecotrigo.<\/p>\n<p>As duas granjas eram parte da fazenda Sarandi, latif\u00fandio que abarcava as terras onde est\u00e3o hoje v\u00e1rios munic\u00edpios, como Sarandi e Ronda Alta.<br \/>\nAl\u00e9m de contar a hist\u00f3ria dos primeiros tempos da ocupa\u00e7\u00e3o, o filme documenta a situa\u00e7\u00e3o do assentamento ali estabelecido quase tr\u00eas d\u00e9cadas ap\u00f3s a desapropria\u00e7\u00e3o da \u00e1rea pelo governo do Estado.<\/p>\n<p>Para fazer o livro, Centeno aproveitou depoimentos gravados e n\u00e3o utilizados ou parcialmente utilizados no filme. E foi mais tr\u00eas vezes \u00e0 regi\u00e3o para colher mais depoimentos e fazer fotos. Al\u00e9m disso, o livro foi enriquecido com leituras e pesquisas hist\u00f3ricas.<\/p>\n<p>Em alguns trechos, a narrativa toma ares de romance, pois recupera declara\u00e7\u00f5es dos envolvidos, na linguagem crua usada no cotidiano dos agricultores sem instru\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O resultado final \u00e9 um livro raro que por enquanto s\u00f3 est\u00e1 dispon\u00edvel em dois locais: na Editora Autografia, do Rio (R$ 65,21, segundo consta em sua livraria digital) e (por R$ 45) na Livraria Vanguarda, de Pelotas, a terra natal do autor. (<strong>Geraldo Hasse)<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O jornalista Ayrton Centeno foi ao Instituto de Educa\u00e7\u00e3o Josu\u00e9 de Castro (IEJC), centro de forma\u00e7\u00e3o instalado no Assentamento Filhos de Sep\u00e9, em Viam\u00e3o, apresentar seu livro &#8220;Primeira Terra&#8221;. 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