{"id":88205,"date":"2023-07-29T15:27:42","date_gmt":"2023-07-29T18:27:42","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/cultura\/?p=88205"},"modified":"2023-07-29T15:27:42","modified_gmt":"2023-07-29T18:27:42","slug":"biografia-de-kleiton-e-kledir-sobrevive-no-olho-do-furacao-editorial","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/cultura\/biografia-de-kleiton-e-kledir-sobrevive-no-olho-do-furacao-editorial\/","title":{"rendered":"Biografia de Kleiton e Kledir sobrevive no olho do furac\u00e3o editorial"},"content":{"rendered":"<p><strong>GERALD0 HASSE\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Competente e gratificante, eis dois adjetivos que servem para qualificar a biografia da dupla Kleiton &amp; Kledir escrita pelo pesquisador musical Em\u00edlio Pacheco, que desde adolescente acompanha a carreira dos irm\u00e3os de Pelotas.<\/p>\n<p>Se poderia acrescentar outros adjetivos como minuciosa, exaustiva ou completa.<\/p>\n<p>Sim, tudo isso, mas n\u00e3o se trata de obra de f\u00e3 bab\u00e3o: banc\u00e1rio aposentado com forma\u00e7\u00e3o em jornalismo, o<br \/>\nautor n\u00e3o exagera ao contar em detalhes a hist\u00f3ria completa da dupla desde sua primeira forma\u00e7\u00e3o, Alm\u00f4ndegas, em meados dos anos 70.<br \/>\n\u201cFoi realmente uma b\u00ean\u00e7\u00e3o poder escrever esse livro que j\u00e1 nasce com potencial de vendas pelo prest\u00edgio dos biografados\u201d, disse Pacheco, salientando que contou com a colabora\u00e7\u00e3o sincera e transparente dos m\u00fasicos e de familiares, a come\u00e7ar pela possibilidade de consultar<br \/>\nrecortes de jornal, releases e fotos colecionados ao longo dos anos (desde as primeiras apresenta\u00e7\u00f5es em escolas) por D. Dalva, a m\u00e3e deles.<br \/>\nGra\u00e7as a isso e a pesquisas, entrevistas e depoimentos dos dois artistas e integrantes de suas troupes pela vida afora, o pesquisador chegou a um resultado fora do comum. N\u00e3o h\u00e1 can\u00e7\u00e3o gravada ou apresentada em shows que n\u00e3o tenha sido dissecada em todos os aspectos: letras, melodias, arranjos, vocais e instrumentistas. \u00c9 quase um exagero, mas o autor n\u00e3o deixa barato: \u201cPrefiro que o livro seja criticado por ser excessivo e n\u00e3o por ser resumido\u201d.<\/p>\n<p>A biografia come\u00e7ou a ser escrita em 2019 e ficou pronta no final de 2022, a tempo de ter uma tiragem inicial de 100 exemplares colocada \u00e0 venda sem alarde na banca da Livraria Erico Verissimo nos \u00faltimos cinco dias da Feira do Livro de Porto Alegre, em novembro do ano passado.<br \/>\nDepois disso, houve uma noite de aut\u00f3grafos no Mercado P\u00fablico de Pelotas no dia 27 de mar\u00e7o de 2023, uma segunda-feira em que a dupla estava na cidade ap\u00f3s se apresentar no Theatro Guarany.<\/p>\n<p>Com divulga\u00e7\u00e3o m\u00ednima feita pelo autor e a Prefeitura, o evento liter\u00e1rio teve pouco p\u00fablico, mas no final da noite o autor, os biografados e familiares confraternizaram num jantar no restaurante Cavalo Branco, ali mesmo no<br \/>\nMercado.<\/p>\n<p>Dado o improviso, apenas no dia seguinte \u00e0 sess\u00e3o de aut\u00f3grafos o Di\u00e1rio Popular de Pelotas publicou uma reportagem de p\u00e1gina inteira sobre o livro.<\/p>\n<p>http:\/\/emiliopacheco.blogspot.com\/2023\/03\/como-foi-sessao-de-autografos-em-pelotas.html<\/p>\n<p>Como lembra o autor, desde o come\u00e7o Kleiton e Kledir se declararam dispon\u00edveis para esclarecimentos, mas deixaram bem claro que o projeto era de Pacheco. Sem qualquer contrato com quem quer que fosse, o jornalista mergulhou na pesquisa por sugest\u00e3o do amigo carioca Marcelo Fr\u00f3es, ex-editor do International Magazine, um jornal de m\u00fasica para o qual Pacheco escrevia. Fr\u00f3es era s\u00f3cio de uma editora que publicaria a biografia.<\/p>\n<p>No meio do caminho, por\u00e9m, ele se desligou da sociedade<br \/>\neditorial, deixando Pacheco a p\u00e9 em plena pandemia. Sem recuar, o jornalista foi em frente, sem contar com ajuda de custo, cach\u00ea ou \u201cavan\u00e7o\u201d sobre futuras vendas. Na reta final, apenas duas editoras se dispuseram a bancar a edi\u00e7\u00e3o. \u201cOptei pela Besti\u00e1rio porque a outra era<br \/>\nde Florian\u00f3polis. Achei que seria mais f\u00e1cil fazer tudo por aqui mesmo\u201d, diz Pacheco, que vive em Porto Alegre.<\/p>\n<p>E aqui estamos diante de mais uma luta dav\u00ed x golias.<\/p>\n<p>Com seu primeiro livro, prefaciado por Juarez Fonseca, o mais ativo jornalista cultural do Sul do Brasil no \u00faltimo meio s\u00e9culo, Pacheco enfrenta praticamente sozinho a barra pesada de um mercado editorial em ebuli\u00e7\u00e3o, no qual livros impressos em papel est\u00e3o sendo triturados pelas edi\u00e7\u00f5es digitais, muito mais baratas. N\u00e3o \u00e9 por acaso que alguns gigantes editoriais-e-livreiros est\u00e3o sucumbindo. O mar imensur\u00e1vel da internet est\u00e1 absorvendo os tradicionais percentuais do atacado (40% do valor de capa dos livros) e do varejo (30%) com que trabalha(va)m editoras e livrarias. Somando os percentuais acima, o leitor v\u00ea que sobram os 20% dos custos gr\u00e1ficos e os 10% dos direitos do autor. Nada de novo no front liter\u00e1rio. Para n\u00e3o cair na vala em que se debatem as<br \/>\npequenas editoras, a Besti\u00e1rio fixou em 80 reais o pre\u00e7o do livro (394 p\u00e1ginas, sendo 35 de fotos) e optou pela venda pela internet, dando uma colher de ch\u00e1 para apenas duas livrarias de Porto Alegre venderem o<br \/>\nlivro f\u00edsico; em Pelotas, a cidade natal dos biografados, e no Rio, onde K&amp;K vivem desde o s\u00e9culo XX, o livro f\u00edsico n\u00e3o est\u00e1 em oferta.<\/p>\n<p>Quer comprar? V\u00e1 ao blog do autor ou ao seu Facebook. Ou encomende no site<br \/>\nhttps:\/\/bestiario.com.br\/livros\/kleitonekledir.html<\/p>\n<p>Registro final: o livro \u00e9 muito bom n\u00e3o apenas pelo que conta da obra e da vida da dupla pelotense \u2013 dois artistas sem m\u00e1scaras &#8211;, mas por tra\u00e7ar um raro panorama da evolu\u00e7\u00e3o da M\u00fasica Popular Ga\u00facha e sua inser\u00e7\u00e3o no quadro geral da MPB.<\/p>\n<p>Enfim, \u00e9 um livro de hist\u00f3rias que se<br \/>\ninsere na Hist\u00f3ria da Cultura Brasileira. Merece estar em bibliotecas p\u00fablicas e escolas. Tomara que chegue l\u00e1. O retrospecto da carreira dos irm\u00e3os Kleiton &amp; Kledir, hoje septuagen\u00e1rios que mant\u00eam a chama juvenil que os projetou, pode ter um sabor relatorial em alguns momentos, mas na realidade ser\u00e1 de grande utilidade para pesquisadores, agora e depois.<br \/>\nN\u00e3o \u00e9 pouca coisa. Da\u00ed a segura profiss\u00e3o de f\u00e9 do bi\u00f3grafo: \u201cMesmo que amanh\u00e3 ou depois esse livro apare\u00e7a numa caixa de saldos da Feira do Livro a pre\u00e7o de banana, eu sei que o valor informativo dele n\u00e3o ser\u00e1<br \/>\nafetado. Servir\u00e1 como refer\u00eancia de uma \u00e9poca\u201d.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>GERALD0 HASSE\u00a0 Competente e gratificante, eis dois adjetivos que servem para qualificar a biografia da dupla Kleiton &amp; Kledir escrita pelo pesquisador musical Em\u00edlio Pacheco, que desde adolescente acompanha a carreira dos irm\u00e3os de Pelotas. Se poderia acrescentar outros adjetivos como minuciosa, exaustiva ou completa. 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