{"id":88696,"date":"2023-11-13T21:12:57","date_gmt":"2023-11-14T00:12:57","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/cultura\/?p=88696"},"modified":"2023-11-13T22:12:10","modified_gmt":"2023-11-14T01:12:10","slug":"e-o-schaan-agora-em-romance-ecologico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/cultura\/e-o-schaan-agora-em-romance-ecologico\/","title":{"rendered":"\u00c9 o Schaan, agora em romance ecol\u00f3gico"},"content":{"rendered":"<p><strong>Geraldo Hasse<\/strong><\/p>\n<p>Eis um livro surpreendente. Come\u00e7a com a capa \u2013 tomada pela cabe\u00e7a negra de uma jaguaruna (cujo desenho n\u00e3o tem autor identificado nos cr\u00e9ditos) \u2013, segue com a orelha assinada pelo escritor Luiz Antonio de Assis Brasil afirmando tratar-se, este romance, de uma obra-prima da<br \/>\nliteratura regional e, logo depois, vem o pre\u00e2mbulo do<br \/>\njornalista-historiador Juremir Machado da Silva dizendo que o leitor encontra neste livro \u201cum rio caudaloso, selva de imagens, (&#8230;), enchente de met\u00e1foras\u201d.<br \/>\nO que dizer mais?<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" data-attachment-id=\"88701\" data-permalink=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/cultura\/e-o-schaan-agora-em-romance-ecologico\/a-image\/\" data-orig-file=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2023\/11\/a-image.png\" data-orig-size=\"334,268\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"a image\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2023\/11\/a-image.png\" class=\"alignleft  wp-image-88701\" src=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2023\/11\/a-image-300x241.png\" alt=\"\" width=\"366\" height=\"294\" srcset=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2023\/11\/a-image-300x241.png 300w, https:\/\/www.jornalja.com.br\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2023\/11\/a-image.png 334w\" sizes=\"(max-width: 366px) 100vw, 366px\" \/>Felizmente, logo no in\u00edcio, o autor Roberto Schaan Ferreira (que n\u00e3o \u00e9 um estreante, em 2011 ganhou o A\u00e7orianos de Narrativa Longa com o romance <em>Por que os Ponchos s\u00e3o Negros<\/em>) d\u00e1 uma pista do caminho que vai trilhar. Caminho \u00e1spero, selvagem, violento, no qual a divindade se faz representar por um felino invis\u00edvel. Na primeira de suas 270 p\u00e1ginas, Schaan faz refer\u00eancia ao espa\u00e7o vasto e o tempo moroso. \u00c9 seu modo denso de falar do pampa profundo, onde se cria gado sem cercas, gra\u00e7as a seres humanos que se movimentam no lombo de cavalos. Os fabulosos centauros da mitologia ga\u00facha&#8230;<br \/>\nComo um esgrimista incans\u00e1vel, o ficcionista opera em alta voltagem. A tens\u00e3o aparece logo na primeira frase do romance: \u201cDe repente o cavalo voltou a cabe\u00e7a para a esquerda, orelhas tesas em dire\u00e7\u00e3o ao mato\u201d. Em outras palavras, seria o caso de dizer que alguma coisa acontece atr\u00e1s das \u00e1rvores, mas somente algumas p\u00e1ginas adiante o narrador voltar\u00e1 a esse epis\u00f3dio-chave. \u201cIsso \u00e9 on\u00e7a\u201d, diria um compositor caipira. J\u00e1 temos leitura suficiente para concluir que o cavalo estava pressentindo o jaguar, ou a jaguaruna, que sempre andar\u00e1 por perto, mas sem mostrar.<br \/>\nA narrativa \u00e9 exuberante na descri\u00e7\u00e3o de detalhes da paisagem e dos procedimentos no trato com os animais, especialmente os cavalos. A gadaria pasta e os humanos se alimentam de carne bovina. Qualquer semelhan\u00e7a com a gastronomia gauchesca n\u00e3o ser\u00e1 mera coincid\u00eancia. Foi mais ou menos aqui que tudo come\u00e7ou.<br \/>\nO cen\u00e1rio tem nome: Rinc\u00e3o do Inferno, nas cabeceiras do rio Camaqu\u00e3.<br \/>\nNo romance n\u00e3o \u00e9 citada nenhuma cidade, mas quem nasceu na metade sul do Rio Grande acaba percebendo que esse territ\u00f3rio fant\u00e1stico fica entre Lavras do Sul, Jaguar\u00e3o, Pinheiro Machado, Bag\u00e9 e Piratini, a vila hist\u00f3rica escolhida pelo coronel Souza Netto para proclamar a rep\u00fablica, \u00e0 revelia dos companheiros entreverados em outros locais.<br \/>\nO autor Roberto Schaan Ferreira nasceu em Passo Fundo mas na juventude campereou \u00e0 larga no Rinc\u00e3o do Inferno, onde j\u00e1 havia ambientado seu primeiro romance (<em>Por Que os Ponchos s\u00e3o Negros<\/em>). Agora ele vai mais<br \/>\nfundo e n\u00e3o parece fora de prop\u00f3sito dizer que <em>Deus Estava Longe<\/em>, a segunda narrativa longa, \u00e9 um resgate sentimental de uma paisagem \u00fanica, quase desconhecida da maioria dos sul-rio-grandenses.<br \/>\nLeitura f\u00e1cil como andar em cavalo manso. Por conhecer o terreno, Schaan viaja voluptuosamente para o passado. As terras e os animais t\u00eam donos, mas estes n\u00e3o aparecem, mal s\u00e3o nomeados em par\u00e1grafos passageiros. \u00c0 medida que a leitura flui, vai ficando claro que os protagonistas dessa hist\u00f3ria s\u00e3o os trabalhadores que lutam para sobreviver nesse meio \u00e1spero, quase deserto: s\u00e3o capatazes, pe\u00f5es, posteiros, domadores, negros escravos, quilombolas e uma surpreendente \u00edndia charrua, que vive e procria com o fugitivo (negro) de uma est\u00e2ncia. Nesse lugar n\u00e3o h\u00e1 soldados mas, de vez em quando, aparecem<br \/>\ngrupos de ca\u00e7adores empenhados em aprisionar negros que fugiram de seus donos e se organizaram em quilombo. Sim, no Rinc\u00e3o do Inferno h\u00e1 pelo menos um quilombo cujos pioneiros, depois de um ano, decidem sair em busca de mulheres, sem as quais a vida transcorria sem gra\u00e7a. N\u00e3o foi dif\u00edcil raptar ou propiciar a fuga de algumas escravas sedentas de liberdade.<br \/>\nO ano das a\u00e7\u00f5es iniciais \u00e9 1831, mas logo se v\u00ea que as datas n\u00e3o importam muito. De repente, os acontecimentos podem estar dentro do chamado per\u00edodo farroupilha, que come\u00e7ou em 1835 e continua at\u00e9 hoje, em eventos oficiais e programas de CTG. Mas para o final do livro, j\u00e1 se fala nos soldados imperiais comandados por um certo Bar\u00e3o at\u00e9 que se ouvem, mal e mal,\u00a0 os ecos do massacre de Porongos.<br \/>\nMesmo com poucos e esquivos personagens, este livro apresenta maior riqueza de detalhes sobre o pampa do que o decantado <em>Don Segundo <\/em><em>Sombra<\/em>, romance do argentino Ricardo G\u00fciraldes sobre a vida campeira<br \/>\nlan\u00e7ado em 1924 em Buenos Aires. Bueno que apare\u00e7a no Rio Grande de hoje um escritor capaz de produzir relatos carregados de sentimento tel\u00farico.<br \/>\nAos falar da pot\u00eancia das plantas, da for\u00e7a das \u00e1guas e do poder dos ventos, al\u00e9m de outras min\u00facias da vida no campo, Schaan produziu um romance ecol\u00f3gico que nos remete a um das maiores obras da literatura brasileira. Quem se lembra do rio Urucuia citado intermitentemente no maior livro de Guimar\u00e3es Rosa? \u00c9 um rio pequeno consagrado por personagens que s\u00f3 andam a cavalo nas veredas dos sert\u00f5es de Minas Gerais. Respeitemos o Camaqu\u00e3, cujas \u00e1guas nascidas numa serrania<br \/>\nin\u00f3spita descem ao encontro da Grande Laguna, como Schaan chama a Lagoa dos Patos. \u00c9 um rio pequeno, de uns 250 km, que ganhou uma nova dimens\u00e3o gra\u00e7as a essa copiosa narrativa.<br \/>\nRoberto Schaan Ferreira autografa <strong><em>Deus Estava Longe<\/em><\/strong> na pra\u00e7a de aut\u00f3grafos da Feira do Livro de Porto Alegre, \u00e0s 18h de ter\u00e7a-feira (14\/11), o mesmo dia do massacre dos lanceiros negros no Cerro dos Porongos, em 1844.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Geraldo Hasse Eis um livro surpreendente. 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