{"id":90235,"date":"2024-11-07T11:47:27","date_gmt":"2024-11-07T14:47:27","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/cultura\/?p=90235"},"modified":"2024-11-07T11:47:27","modified_gmt":"2024-11-07T14:47:27","slug":"livro-aborda-apagamento-de-indigenas-e-negros-da-historia-da-imigracao-alema-no-rs","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/cultura\/livro-aborda-apagamento-de-indigenas-e-negros-da-historia-da-imigracao-alema-no-rs\/","title":{"rendered":"Livro aborda apagamento de ind\u00edgenas e negros da hist\u00f3ria da imigra\u00e7\u00e3o alem\u00e3 no RS"},"content":{"rendered":"<p aria-hidden=\"true\">\n<table style=\"width: 0.0041082%;height: 28px\">\n<tbody>\n<tr style=\"height: 100px\">\n<td style=\"width: 87.1429%;height: 100px\">\n<table style=\"width: 100%\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"width: 100%\"><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<\/td>\n<td style=\"width: 4.28571%;height: 100px\"><\/td>\n<td style=\"width: 4.28571%;height: 100px\"><\/td>\n<td style=\"width: 12.987%;height: 110px\" rowspan=\"2\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr style=\"height: 10px\">\n<td style=\"width: 95.7143%;height: 10px\" colspan=\"3\">\n<table style=\"width: 100%\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"width: 100%\"><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>A publica\u00e7\u00e3o prop\u00f5e um contraponto \u00e0 narrativa oficial que exalta o protagonismo de imigrantes europeus ao considerar o dia 25 de julho de 1824 como o in\u00edcio da hist\u00f3ria do munic\u00edpio.<\/p>\n<p>O livro resgata registros hist\u00f3ricos da presen\u00e7a milenar de ind\u00edgenas que circulavam pelo territ\u00f3rio que um dia seria o Rio Grande do Sul e faziam do Vale do Sinos parte do seu territ\u00f3rio, bem como demonstra que S\u00e3o Leopoldo j\u00e1 era habitada por negros escravizados trazidos de diversas partes do continente africano, assim como os portugueses residentes.<\/p>\n<p>\u201cA entrada de imigrantes de fala alem\u00e3 em uma regi\u00e3o onde j\u00e1 estavam estabelecidos imigrantes portugueses, para onde foram trazidos africanos escravizados e que era territ\u00f3rio de itiner\u00e2ncia de povos ind\u00edgenas, n\u00e3o ocorreu de forma pac\u00edfica e ordeira. S\u00e3o fartos os registros sobre domina\u00e7\u00e3o, conflitos, viol\u00eancia e mortes na rela\u00e7\u00e3o entre o colono alem\u00e3o e cada uma das etnias. Os relatos desses encontros nada pac\u00edficos s\u00e3o invariavelmente feitos do ponto de vista dos imigrantes\u201d, descrevem os autores \u00e0s p\u00e1ginas 50 e 51.<\/p>\n<p>\u201cCertas escritas da hist\u00f3ria ao longo do tempo t\u00eam apresentado uma vers\u00e3o que ignora a ocupa\u00e7\u00e3o do Vale do Sinos em per\u00edodo anterior a 1824. A regi\u00e3o, entretanto, era ocupada, desde tempos imemoriais, por grupos ind\u00edgenas hoje denominados Kaingang e, ao longo do s\u00e9culo 18, foi ocupada por propriet\u00e1rios de terra, pequenos lavradores e posseiros luso-brasileiros, at\u00e9 que, em 1788, a Real Feitoria do Linho C\u00e2nhamo\u201d, afirma o historiador Ricardo Char\u00e3o, autor do pref\u00e1cio.<\/p>\n<p>Para ele, \u201cn\u00e3o h\u00e1 como dar cr\u00e9dito a vers\u00f5es que apresentam a chegada das primeiras levas de imigrantes como uma epopeia, uma narrativa que versa sobre a trajet\u00f3ria de her\u00f3is. N\u00e3o se est\u00e1 a minimizar todas as dificuldades vividas pelos imigrantes de fala alem\u00e3. Todavia, n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel mais sustentar vers\u00f5es como aquela explicitada no hino do munic\u00edpio de S\u00e3o Leopoldo, em que se l\u00ea: \u201cLouro imigrante, s\u00f3 a natureza\/ Te viu chegar para trabalhar aqui\/ E o Gigante Vale,\/ com certeza se engalanou para esperar por ti\u201d. Na medida em que apenas a \u201cnatureza\u201d presenciou a chegada dos imigrantes, est\u00e1 a se afirmar que a regi\u00e3o era desabitada\u201d, esclarece Char\u00e3o.<\/p>\n<p>A segunda parte da publica\u00e7\u00e3o \u00e9 dedicada \u00e0 an\u00e1lise da influ\u00eancia que a tradi\u00e7\u00e3o germ\u00e2nica exerceu sobre o munic\u00edpio e a sua popula\u00e7\u00e3o. Por meio de entrevistas, os autores apresentam um mapeamento das a\u00e7\u00f5es dos governos ao longo das \u00faltimas d\u00e9cadas, marcadas por narrativas de exalta\u00e7\u00e3o da germanidade em detrimento de outros povos e tamb\u00e9m mostra que houve um rompimento gradual dessa l\u00f3gica com o surgimento de pol\u00edticas p\u00fablicas de inclus\u00e3o e participa\u00e7\u00e3o a partir da cria\u00e7\u00e3o da Secretaria de Cultura.<\/p>\n<p><strong>Apresenta\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>\u201cOs autores trazem para o campo do vis\u00edvel e do sens\u00edvel a vida de ind\u00edgenas e de africanos e afrodescendentes \u2013 e isso n\u00e3o em abstrato, mas no concreto palp\u00e1vel: por ocasi\u00e3o das comemora\u00e7\u00f5es dos 200 anos da imigra\u00e7\u00e3o germ\u00e2nica no Brasil, de que o Rio Grande do Sul \u00e9 exemplo destacado\u201d e \u201cre\u00fanem casos exemplares de confronto, luta, busca por justi\u00e7a e vida digna por parte dessas popula\u00e7\u00f5es\u201d, anota o escritor e professor de Literatura, Lu\u00eds Augusto Fischer.<\/p>\n<p>\u201cEscrito com seriedade, empatia humana e ritmo jornal\u00edstico,\u00a0<em>Invis\u00edveis\u00a0<\/em>\u00e9 uma excelente maneira de penetrar nesse universo, vedado ou ao menos velado at\u00e9 pouco tempo atr\u00e1s, mas que os tempos de agora imp\u00f5em seja trazido para a luz do dia, da raz\u00e3o, da cr\u00edtica inteligente, da justi\u00e7a hist\u00f3rica\u201d, resume.<\/p>\n<p>AUTORES<\/p>\n<p>Dominga Menezes, 62 anos, \u00e9 jornalista com mais de 30 anos de experi\u00eancia em jornalismo di\u00e1rio, assessoria de imprensa parlamentar e gerenciamento de projetos de comunica\u00e7\u00e3o social e corporativa. \u00c9 s\u00f3cia-fundadora e editora da Carta Editora e coordenadora editorial do livro\u00a0<em>Invis\u00edveis<\/em>.<\/p>\n<p>Gilson Camargo, 61 anos, \u00e9 jornalista com experi\u00eancia em reportagem e edi\u00e7\u00e3o, desde 1986, em jornais di\u00e1rios (Di\u00e1rio do Sul, Grupo Sinos, Zero Hora, O Sul, Correio do Povo) e assessorias de imprensa. Fez reportagens especiais em Cuba, em 1988, e no Xingu, em 1999. Atualmente \u00e9 rep\u00f3rter e um dos editores executivos do Jornal\u00a0Extra Classe, ve\u00edculo editado pelo Sinpro\/RS, pelo qual conquistou nove pr\u00eamios de jornalismo. \u00c9 projetista gr\u00e1fico e editor da Carta Editora.<\/p>\n<p><em>Invis\u00edveis \u2013 o lugar de ind\u00edgenas e negros na hist\u00f3ria da imigra\u00e7\u00e3o alem\u00e3<\/em>\u00a0(Carta Editora, 2024, 208 p., 16cm x 23cm, com encarte de fotos), de Gilson Camargo e Dominga Menezes, produzido com recursos do Governo do Estado do Rio Grande do Sul por meio do Pr\u00f3-cultura RS FAC \u2013 Fundo de Apoio \u00e0 Cultura. Apresenta\u00e7\u00e3o (orelha) de Lu\u00eds Augusto Fischer e pref\u00e1cio de Ricardo Char\u00e3o.<\/p>\n<p>Pra\u00e7a de Aut\u00f3grafos da 70\u00aa Feira do Livro de Porto Alegre:<\/p>\n<p><em>13\/11 \u00e0s 18h<\/em><\/p>\n<p><em>NA FEIRA DO LIVRO:<\/em><\/p>\n<p><em>Banca da ARI e ponto de venda do Espa\u00e7o Gerdau.<\/em><\/p>\n<p><em>Pre\u00e7o com desconto da Feira: R$ 50,00<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a0<\/em><em>Outros pontos de vendas:\u00a0<a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/bamboletras\/\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=https:\/\/www.instagram.com\/bamboletras\/&amp;source=gmail&amp;ust=1731075519238000&amp;usg=AOvVaw1d2gcGNNTNKS8abqS-WhG4\">Bamboletras<\/a>,\u00a0<a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/livrariaclareira\/\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=https:\/\/www.instagram.com\/livrariaclareira\/&amp;source=gmail&amp;ust=1731075519238000&amp;usg=AOvVaw18w8xM0TcGeB5gp0aqz2yi\">Clareira<\/a>,\u00a0<a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/livrariaparalelo30\/\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=https:\/\/www.instagram.com\/livrariaparalelo30\/&amp;source=gmail&amp;ust=1731075519238000&amp;usg=AOvVaw0BvOuf9NCaGWTCtnJ4OfJF\">Paralelo 30<\/a>,\u00a0<a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/ventura_livros\/\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=https:\/\/www.instagram.com\/ventura_livros\/&amp;source=gmail&amp;ust=1731075519238000&amp;usg=AOvVaw1sIfBYz_3QgyB6DRQqo021\">Ventura Livros<\/a>,\u00a0<a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/via.sapiens\/\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=https:\/\/www.instagram.com\/via.sapiens\/&amp;source=gmail&amp;ust=1731075519238000&amp;usg=AOvVaw145CWA3ezLHzTHRXUxjkNd\">Via Sapiens<\/a>.\u00a0<a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nopatiolivraria\/\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=https:\/\/www.instagram.com\/nopatiolivraria\/&amp;source=gmail&amp;ust=1731075519238000&amp;usg=AOvVaw1_3PDlOwHvAbDG1EzotJp0\">No P\u00e1tio<\/a>,\u00a0<a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/glingybazarecultura\/\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=https:\/\/www.instagram.com\/glingybazarecultura\/&amp;source=gmail&amp;ust=1731075519238000&amp;usg=AOvVaw2LNpOBzz5Yle8Bek4LSd47\">Glingy<\/a>\u00a0e\u00a0<a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/livrariacultural\/\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=https:\/\/www.instagram.com\/livrariacultural\/&amp;source=gmail&amp;ust=1731075519238000&amp;usg=AOvVaw0IGk0tg7OU47gYAtoeQNKJ\">CulturalStore<\/a>\u00a0em S\u00e3o Leopoldo e nos sites da\u00a0<a href=\"https:\/\/www.cartaeditora.com.br\/loja\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=https:\/\/www.cartaeditora.com.br\/loja&amp;source=gmail&amp;ust=1731075519238000&amp;usg=AOvVaw1sdJlegT2uUnyj8O_iOyMk\">Carta Editora<\/a>\u00a0e\u00a0<a href=\"https:\/\/www.bestiario.com.br\/\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=https:\/\/www.bestiario.com.br\/&amp;source=gmail&amp;ust=1731075519238000&amp;usg=AOvVaw2p2qVmpXtssI24ZqnghQv1\">Besti\u00e1rio<\/a>. \u00a0<\/em><\/p>\n<p>Contatos com os autores:<\/p>\n<p>Gilson Camargo \u2013 9 9125.2565<\/p>\n<p>Dominga Menezes \u2013 9 9229.8299<\/p>\n<p>Carta Editora &amp; Comunica\u00e7\u00e3o Ltda.<br \/>\n(51) 99125.2565<\/p>\n<p>(51) 99229.8299<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A publica\u00e7\u00e3o prop\u00f5e um contraponto \u00e0 narrativa oficial que exalta o protagonismo de imigrantes europeus ao considerar o dia 25 de julho de 1824 como o in\u00edcio da hist\u00f3ria do munic\u00edpio. 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