{"id":91027,"date":"2025-05-14T11:23:22","date_gmt":"2025-05-14T14:23:22","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/cultura\/?p=91027"},"modified":"2025-05-14T11:26:32","modified_gmt":"2025-05-14T14:26:32","slug":"jose-alberto-silva-desafia-o-silencio-sobre-a-historia-negra-de-porto-alegr","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/cultura\/jose-alberto-silva-desafia-o-silencio-sobre-a-historia-negra-de-porto-alegr\/","title":{"rendered":"O escritor Jos\u00e9 Alberto\u00a0Silva desafia o sil\u00eancio sobre a hist\u00f3ria negra de Porto Alegr"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_91029\" aria-describedby=\"caption-attachment-91029\" style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img decoding=\"async\" data-attachment-id=\"91029\" data-permalink=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/cultura\/jose-alberto-silva-desafia-o-silencio-sobre-a-historia-negra-de-porto-alegr\/livro-unnamed-2\/\" data-orig-file=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2025\/05\/livro-unnamed.jpg\" data-orig-size=\"999,666\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;FEIJAO&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"livro unnamed\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"&lt;p&gt;O autor \/ Divulga\u00e7\u00e3o&lt;\/p&gt;\n\" data-large-file=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2025\/05\/livro-unnamed.jpg\" class=\"size-medium wp-image-91029\" src=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2025\/05\/livro-unnamed-300x200.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"200\" srcset=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2025\/05\/livro-unnamed-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.jornalja.com.br\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2025\/05\/livro-unnamed-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.jornalja.com.br\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2025\/05\/livro-unnamed.jpg 999w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-91029\" class=\"wp-caption-text\">O autor Jos\u00e9 Roberto Silva \/ Divulga\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<div class=\"m_-3250565015297846868u-row-container\">\n<div class=\"m_-3250565015297846868u-row\">\n<div>\n<div class=\"m_-3250565015297846868u-col m_-3250565015297846868u-col-100\">\n<div>\n<div>\n<table role=\"presentation\" border=\"0\" width=\"100%\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td align=\"left\">\n<div>\n<p><strong>Almanaque de Flores, Beijos e Mentiras<\/strong>, que ser\u00e1 lan\u00e7ado no dia\u00a0<strong>26 de maio<\/strong>, \u00e0s\u00a0<strong>19h<\/strong>, no<strong>\u00a0Plenarinho da Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul<\/strong>, em Porto Alegre, marca a estreia do escritor\u00a0<strong>Jos\u00e9 Alberto Silva<\/strong>, aos 78 anos. Reunindo<em>\u00a0<\/em>poesias, cr\u00f4nicas, cartas e homenagens, a obra atravessa o tempo e o espa\u00e7o para tecer mem\u00f3rias afetivas e coletivas, sobre a Cidade de Porto Alegre \u2014 especialmente a partir de viv\u00eancias nos\u00a0 territ\u00f3rios negros apagados da hist\u00f3ria oficial, como o Areal da Baronesa e a Col\u00f4nia Africana.<\/p>\n<p>A iniciativa \u00e9 financiada com recursos da Lei Paulo Gustavo (Lei Complementar n\u00ba 195\/2022), por meio do Minist\u00e9rio da Cultura e da Secretaria de Estado da Cultura do RS. A realiza\u00e7\u00e3o \u00e9 da\u00a0<strong>Frente Negra Ga\u00facha<\/strong>, por meio do selo\u00a0<strong>FNG Editorial<\/strong>, com idealiza\u00e7\u00e3o e coordena\u00e7\u00e3o editorial da produtora cultural,\u00a0<strong>Silvia Abreu<\/strong>, curadoria de\u00a0<strong>Camila Botelho<\/strong>\u00a0e projeto gr\u00e1fico assinado por\u00a0<strong>Maria Helena dos Santos<\/strong>.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" data-attachment-id=\"91028\" data-permalink=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/cultura\/jose-alberto-silva-desafia-o-silencio-sobre-a-historia-negra-de-porto-alegr\/livro-2-2\/\" data-orig-file=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2025\/05\/livro-2.jpg\" data-orig-size=\"640,479\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"livro 2\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2025\/05\/livro-2.jpg\" class=\"alignnone size-medium wp-image-91028\" src=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2025\/05\/livro-2-300x225.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"225\" srcset=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2025\/05\/livro-2-300x225.jpg 300w, https:\/\/www.jornalja.com.br\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2025\/05\/livro-2.jpg 640w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p>O autor entrega ao p\u00fablico mais do que literatura: oferece testemunho e, sobretudo, repara\u00e7\u00e3o. Em um Pa\u00eds que segue negligenciando a produ\u00e7\u00e3o intelectual negra, o livro surge como um ato pol\u00edtico e po\u00e9tico tardio \u2014 por\u00e9m urgente.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>\u201cLan\u00e7ar este livro \u00e9 um ato de amor \u00e0 comunidade negra, um resgate de viv\u00eancias, dores e ideias que, embora muitas vezes n\u00e3o valorizadas, s\u00e3o compartilhadas por muitas pessoas. A obra refor\u00e7a que n\u00e3o estamos s\u00f3s e convida \u00e0 uni\u00e3o, ao respeito e ao trabalho coletivo\u201d,\u00a0<\/em>afirma o autor, que escreveu por d\u00e9cadas sem publicar, colecionando textos que hoje encontram o mundo e ganham vida.<\/p>\n<p><strong>Uma voz que atravessa gera\u00e7\u00f5es<\/strong><\/p>\n<p>Jos\u00e9 Alberto cresceu entre rodas de conversa na casa da fam\u00edlia, localizada na esquina da Lopo Gon\u00e7alves com a Jos\u00e9 Alfredo (antiga rua da Margem) \u2014 um verdadeiro ponto de encontro da comunidade negra. A resid\u00eancia, animada pela irm\u00e3 Neura Regina (1946-2012), pianista concertista, era palco de festas, casamentos e debates pol\u00edticos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Em meio \u00e0 hist\u00f3ria que via acontecer diante de si \u2014 como a articula\u00e7\u00e3o para a celebra\u00e7\u00e3o do Dia da Consci\u00eancia Negra, 20 de novembro \u2014 ele come\u00e7ou a registrar cenas da vida, ainda na inf\u00e2ncia, escrevendo bilhetes, poemas e reflex\u00f5es sempre que encontrava espa\u00e7o, inclusive no banheiro, nas madrugadas, j\u00e1 que a casa cheia, com oito irm\u00e3os, n\u00e3o lhe permitia sil\u00eancio.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>&#8220;Desde os sete, oito anos, escrevia como uma forma de organizar as ideias. Era meu jeito de existir.&#8221;<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ao longo dos anos, acompanhou a transforma\u00e7\u00e3o da cidade e o enfraquecimento da mem\u00f3ria negra. Viu de perto a expuls\u00e3o das fam\u00edlias negras da Ilhota, territ\u00f3rio negro que vive, desde 1900, apagamentos e transforma\u00e7\u00f5es da cidade, em nome da \u201cmoderniza\u00e7\u00e3o urbana\u201d, o racismo travestido de cordialidade e a aus\u00eancia quase total de pessoas negras nos espa\u00e7os de poder.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>\u201cAquele lugar era feito de encontros, de m\u00fasica e de reconcilia\u00e7\u00f5es. Hoje, o nome mudou, a hist\u00f3ria sumiu \u2014 mas est\u00e1 aqui, nas minhas palavras.\u201d<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><strong>Literatura como testemunho e resist\u00eancia<\/strong><\/h3>\n<p>Com textos que mesclam lirismo, cr\u00edtica social e oralidade,\u00a0<em>Almanaque de Flores, Beijos e Mentiras<\/em>\u00a0apresenta uma prosa visceral que transita entre o er\u00f3tico e o espiritual, entre o cotidiano e o simb\u00f3lico \u2014 surpreendendo pela liberdade estil\u00edstica e pela densidade emocional.\u00a0 No pref\u00e1cio do livro, Lucas Roxo, fil\u00f3sofo e professor, destaca que a poesia \u00e9 para o autor a linguagem do encontro consigo mesmo, como expressa no poema \u201c<em>amiga secreta e perfum\u00eancia &#8230; Assinarei a confiss\u00e3o de que te amei a duras penas. Percebi, afinal, que a diferen\u00e7a entre o sil\u00eancio e a mensagem, ou entre a realidade e o sonho, \u00e9 ela, perfumente, a Poesia!<\/em>\u201d<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ao revisitar mem\u00f3rias, Jos\u00e9 Alberto homenageia familiares, amigos e lideran\u00e7as negras que marcaram sua trajet\u00f3ria. Nestes momentos, a poesia se reveste de cr\u00edtica social.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Em<em>\u00a0\u201cnovos capacetes &#8230; despertam, \u00e0 for\u00e7a, de um pesadelo lembrados de ancestrais. &#8230; Com capacetes de ferro e p\u00f3lvora rasgam suas fantasias de igualdade para jogar fogo aos racistas!\u201d, e de mem\u00f3rias das dores do passado sentidas ainda hoje: \u201cQuero vivo esse meu grito! &#8230; Subi morros e desci sentindo dores que n\u00e3o vivi. &#8230; Sinto dores ancestrais que n\u00e3o vivi.\u201d\u00a0<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A religiosidade \u00e9 um fio condutor que atravessa a obra de Jos\u00e9 Alberto, revelando sua profunda conex\u00e3o com o sagrado afro-brasileiro e a ancestralidade. Seus poemas dialogam com os orix\u00e1s, buscam respostas no Orum e encontram luz mesmo nas encruzilhadas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Em\u00a0<em>Omolu<\/em>, o poeta escreve: \u201c<em>Perguntei a Omolu (meu professor): que fazer do que me resta de Luz?<\/em>\u201d, e a resposta o conduz \u00e0 humildade e ao servi\u00e7o. J\u00e1 em\u00a0<em>Hino \u00e0 melodia<\/em>, ele afirma com firmeza: \u201c<em>Com meu cora\u00e7\u00e3o feito de a\u00e7o, aos orix\u00e1s ainda me igualo &#8230;. J\u00e1 que o Orum \u00e9 logo ali<\/em>\u201d. Essa espiritualidade n\u00e3o \u00e9 recurso estil\u00edstico \u2014 ela pulsa como fundamento de exist\u00eancia, abrindo caminhos, protegendo mem\u00f3rias e iluminando sua escrita com ax\u00e9.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A obra tamb\u00e9m convida \u00e0 reflex\u00e3o e \u00e0 empatia. Em tom confessional e intimista, o autor se revela diante do leitor:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>\u201cVoltam \u00e0 superf\u00edcie da terra, desenterram-se com as pr\u00f3prias m\u00e3os os meus irm\u00e3os, parentes e amigos sepultados com raiva numa chuvosa mina de comina\u00e7\u00f5es.<\/em>\u201d \u2014\u00a0<em>cr\u00f4nica \u201cCaf\u00e9 com Chuva\u201d<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>\u201cN\u00e3o h\u00e1 alternativas fora da ideia de acreditar, que podemos iluminar o esp\u00edrito do mundo a partir da chave de um ou de v\u00e1rios amores.\u201d<\/em>\u00a0\u2014\u00a0<em>poema \u201cAcreditar\u201d<\/em><\/p>\n<p>O livro ser\u00e1 utilizado em pr\u00e1ticas de\u00a0<strong>biblioterapia<\/strong>, rodas de conversa e projetos voltados ao p\u00fablico 60+,\u00a0 como forma de inspirar outras narrativas que permanecem invisibilizadas. \u201cQuantas hist\u00f3rias dar\u00edamos conta de narrar se tiv\u00e9ssemos espa\u00e7o para isso?\u201d, provoca\u00a0<strong>Camila Botelho<\/strong>, curadora da obra.<\/p>\n<p>O material estar\u00e1 dispon\u00edvel em formato acess\u00edvel, com vers\u00e3o em audiolivro em\u00a0<a href=\"http:\/\/app4.silviaabreu.com.br\/action\/cli\/4590\/93811\/9819464\/8103370\/236663\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=http:\/\/app4.silviaabreu.com.br\/action\/cli\/4590\/93811\/9819464\/8103370\/236663&amp;source=gmail&amp;ust=1747307711959000&amp;usg=AOvVaw3JhaJ25poOWHoySKXvOSYE\">www.frentenegragaucha.com.br<\/a>. As sess\u00f5es de biblioterapia contam com recursos de interpreta\u00e7\u00e3o em Libras, ampliando o acesso ao conte\u00fado a pessoas surdas (mais informa\u00e7\u00f5es no \u201cServi\u00e7o\u201d). As datas e os locais est\u00e3o sendo divulgados no site\u00a0<a href=\"http:\/\/app4.silviaabreu.com.br\/action\/cli\/4590\/93811\/9819464\/8103370\/236664\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=http:\/\/app4.silviaabreu.com.br\/action\/cli\/4590\/93811\/9819464\/8103370\/236664&amp;source=gmail&amp;ust=1747307711959000&amp;usg=AOvVaw3rdqUUx5ny84SAeZZ79W9A\">www.frentenegragaucha.com.br<\/a>.<\/p>\n<p><strong>Um almanaque que reflete a cidade<\/strong><\/p>\n<p>A estrutura de\u00a0<em>Almanaque de Flores, Beijos e Mentiras<\/em>, com m\u00faltiplos g\u00eaneros \u2014 poesia, cr\u00f4nica, mem\u00f3ria e homenagem \u2014 foi pensada como um verdadeiro \u201calmanaque an\u00e1rquico\u201d, como define o autor. \u00c9 um livro de resist\u00eancia, lirismo e cr\u00edtica social.<\/p>\n<p>Inspirado por nomes como\u00a0<strong>Oliveira Silveira (1941\u20132009)<\/strong>,\u00a0<strong>Paulo Ricardo Moraes,\u00a0<\/strong><strong>Jaime Silva, Cuti, Jorge Froes, Ronald Augusto<\/strong><strong>, Jos\u00e9 Alberto tem como sua mais remota inspira\u00e7\u00e3o a m\u00e3e<\/strong>.\u00a0 O autor busca inspirar novas\u00a0 gera\u00e7\u00f5es a reconhecerem sua pr\u00f3pria hist\u00f3ria e identidade.<\/p>\n<p>\u201cMinha m\u00e3e viveu 100 anos. Escrever \u00e9, tamb\u00e9m, fazer justi\u00e7a a ela, \u00e0 minha hist\u00f3ria, \u00e0 nossa gente.\u201d<\/p>\n<p><strong>Sobre o autor<\/strong><\/p>\n<p><strong>Jos\u00e9 Alberto Silva<\/strong>\u00a0nasceu em 12 de novembro de 1947, em Porto Alegre (RS). Carrega em sua trajet\u00f3ria os saberes herdados da oralitura familiar e da tradi\u00e7\u00e3o negra ga\u00facha \u2014 elementos que alimentam sua escrita e sua atua\u00e7\u00e3o pol\u00edtica.<\/p>\n<p>Sua forma\u00e7\u00e3o em negritude n\u00e3o veio das universidades, mas das viv\u00eancias marcadas pelos bairros hist\u00f3ricos do Areal da Baronesa e da Col\u00f4nia Africana, dos terreiros, dos sal\u00f5es comunit\u00e1rios e da luta diante do olhar atento \u00e0s aus\u00eancias e apagamentos da hist\u00f3ria oficial.<\/p>\n<p>\u00c9\u00a0<strong>membro fundador<\/strong>\u00a0da\u00a0<strong>Frente Negra Ga\u00facha (FNG)<\/strong>, entidade dedicada \u00e0 promo\u00e7\u00e3o do negro ga\u00facho. \u00c9\u00a0<strong>s\u00f3cio remido<\/strong>\u00a0da<strong>\u00a0Sociedade Floresta Aurora<\/strong>, tradicional entidade negra da Capital, onde exerceu diferentes fun\u00e7\u00f5es ao longo das d\u00e9cadas. Foi, tamb\u00e9m,\u00a0<strong>membro fundador<\/strong>\u00a0do<strong>\u00a0Conselho de Desenvolvimento da Comunidade Negra\u00a0<\/strong><strong>(Codene)<\/strong>\u00a0e, atualmente, colabora como\u00a0<strong>colunista do portal\u00a0<\/strong><strong>Litoralmania, do Correio Braziliense e \u00e9 articulista da\u00a0<\/strong><strong>FNG.<\/strong><\/p>\n<p><strong>FICHA T\u00c9CNICA:<\/strong><\/p>\n<p><strong>T\u00edtulo:\u00a0<\/strong>Almanaque de Flores, Beijos e Mentiras (FNG Editorial)<\/p>\n<p><strong>Autoria:\u00a0<\/strong>Jos\u00e9 Alberto Silva<\/p>\n<p><strong>Pref\u00e1cio:\u00a0<\/strong>Lucas C. Roxo<\/p>\n<p><strong>P\u00f3sfacio:\u00a0<\/strong>Maria Cristina Ferreira dos Santos<\/p>\n<p><strong>Orelha<\/strong>: Jo\u00e3o Carlos Almeida dos Santos<\/p>\n<p><strong>Obra de capa: Fernando Baril<\/strong><\/p>\n<p><strong>Projeto gr\u00e1fico, diagrama\u00e7\u00e3o e capa:\u00a0<\/strong>Maria Helena dos Santos<\/p>\n<p><strong>Revis\u00e3o:\u00a0<\/strong>J\u00e9sura Lopes Chaves<\/p>\n<p><strong>Produ\u00e7\u00e3o editorial:<\/strong>\u00a0Ideograf Gr\u00e1fica e Editora Ga\u00facha<\/p>\n<p><strong>Planejamento cultural, coordena\u00e7\u00e3o editorial e gest\u00e3o financeira<\/strong>: Silvia Mara Abreu<\/p>\n<p><strong>Pesquisa<\/strong>: Jos\u00e9 Alberto Santos da Silva<\/p>\n<p><strong>Curadoria\/Bibliotec\u00e1ria<\/strong>: Camila Botelho Schuck<\/p>\n<p><strong>Audiodescri\u00e7\u00e3o:<\/strong>\u00a0Mil Palavras<\/p>\n<p><strong>Int\u00e9rprete de Libras<\/strong>: V\u00e2nia Rosa da Silva<\/p>\n<p><strong>Assessoria de Imprensa e Gest\u00e3o de Redes Sociais<\/strong>: Paula Martins<\/p>\n<p><strong>Gest\u00e3o Cont\u00e1bil:<\/strong>\u00a0Marieri Gazen\u00a0 Braga<\/p>\n<p><strong>Fotografia:<\/strong>\u00a0Marcos Pereira \u201cFeij\u00e3o\u201d<\/p>\n<p><strong>Realiza\u00e7\u00e3o:<\/strong>\u00a0Frente Negra Ga\u00facha<\/p>\n<p><strong>Presidente:<\/strong>\u00a0Vanessa Mulet<\/p>\n<p><strong>Ano de publica\u00e7\u00e3o:\u00a0<\/strong>2025<\/p>\n<p><strong>N\u00famero de p\u00e1ginas:\u00a0<\/strong>180<\/p>\n<p><strong>ISBN:\u00a0\u00a0<\/strong>978-65-01-39761-0<\/p>\n<p><strong>FINANCIAMENTO:<\/strong><\/p>\n<p>Esta obra foi realizada com recursos da Lei Complementar n\u00ba 195\/2022, Lei Paulo Gustavo, por meio do Minist\u00e9rio da Cultura e da Secretaria da Cultura do Estado do Rio Grande do Sul.<\/p>\n<\/div>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Almanaque de Flores, Beijos e Mentiras, que ser\u00e1 lan\u00e7ado no dia\u00a026 de maio, \u00e0s\u00a019h, no\u00a0Plenarinho da Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre, marca a estreia do escritor\u00a0Jos\u00e9 Alberto Silva, aos 78 anos. Reunindo\u00a0poesias, cr\u00f4nicas, cartas e homenagens, a obra atravessa o tempo e o espa\u00e7o para tecer mem\u00f3rias afetivas [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":91029,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[9],"tags":[],"class_list":["post-91027","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-culturanotas"],"aioseo_notices":[],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2025\/05\/livro-unnamed.jpg","jetpack-related-posts":[{"id":90300,"url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/cultura\/projeto-para-encher-um-metro-de-estante\/","url_meta":{"origin":91027,"position":0},"title":"Jornalista biografa v\u00edtimas da ditadura: projeto para encher um metro de estante","author":"da Reda\u00e7\u00e3o","date":"20 de novembro de 2024","format":false,"excerpt":"GERALDO HASSE O bageense Nelson Rolim de Moura, que vive h\u00e1 quase 50 anos em Florian\u00f3polis, onde toca a sua pr\u00f3pria Editora Insular, est\u00e1 engajado de corpo e alma num projeto sem precedentes na hist\u00f3ria liter\u00e1ria brasileira: o de escrever sozinho 38 livros sobre jornalistas mortos ou desaparecidos pela ditadura\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Cultura-MAT\u00c9RIA&quot;","block_context":{"text":"Cultura-MAT\u00c9RIA","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/cultura\/category\/materiasecundaria\/"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2024\/11\/rolim-nelson-2.png?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200,"srcset":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2024\/11\/rolim-nelson-2.png?resize=350%2C200&ssl=1 1x, https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2024\/11\/rolim-nelson-2.png?resize=525%2C300&ssl=1 1.5x, https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2024\/11\/rolim-nelson-2.png?resize=700%2C400&ssl=1 2x"},"classes":[]},{"id":89380,"url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/cultura\/graca-craidy-abre-exposicao-sobre-clarice-lispector-no-mercado-publico-de-florianopolis\/","url_meta":{"origin":91027,"position":1},"title":"Gra\u00e7a Craidy abre exposi\u00e7\u00e3o sobre Clarice Lispector no Mercado P\u00fablico de Florian\u00f3polis","author":"Higino Barros","date":"23 de abril de 2024","format":false,"excerpt":"A exposi\u00e7\u00e3o \u201cClarices\u201d, da artista visual ga\u00facha Gra\u00e7a Craidy, ser\u00e1 aberta nesta quarta-feira (24\/04), \u00e0s 18h, na Galeria de Arte do Mercado P\u00fablico de Florian\u00f3polis - Sala Jos\u00e9 Cipriano da Silva. A mostra, em homenagem \u00e0 c\u00e9lebre escritora Clarice Lispector, permanecer\u00e1 em cartaz at\u00e9 14 de junho. 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Uma imers\u00e3o na arte. 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