{"id":91332,"date":"2025-08-28T17:41:53","date_gmt":"2025-08-28T20:41:53","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/cultura\/?p=91332"},"modified":"2025-08-28T17:41:53","modified_gmt":"2025-08-28T20:41:53","slug":"fundacao-ibere-apresenta-primeira-exposicao-individual-do-franco-palestino-tarik-kiswanson-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/cultura\/fundacao-ibere-apresenta-primeira-exposicao-individual-do-franco-palestino-tarik-kiswanson-no-brasil\/","title":{"rendered":"Funda\u00e7\u00e3o Iber\u00ea apresenta primeira exposi\u00e7\u00e3o individual do franco-palestino Tarik Kiswanson no Brasil\u00a0"},"content":{"rendered":"<p style=\"font-weight: 400\"><em>Vencedor do Pr\u00eamio Marcel Duchamp de 2023 \u2013 um dos pr\u00eamios mais prestigiados da arte contempor\u00e2nea \u2013 o artista explora a intersec\u00e7\u00e3o entre mem\u00f3ria, perda e transforma\u00e7\u00e3o, refletindo sua hist\u00f3ria pessoal e, ao mesmo tempo, dialogando com a incerteza mais ampla de um mundo em transi\u00e7\u00e3o. <\/em><strong><em>\u201cTarik Kiswanson &#8211; Fora do Tempo\u201d<\/em><\/strong><em>, que ser\u00e1 inaugurada no dia 30 de agosto, integra a programa\u00e7\u00e3o dos 200 anos da rela\u00e7\u00e3o bilateral Fran\u00e7a-Brasil, que acontece em 15 cidades<\/em><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\"><em>\u00a0<\/em><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">\n<p style=\"font-weight: 400\">At\u00e9 o final de dezembro ser\u00e1 \u00e9 realizada o Ano Cultural Fran\u00e7a-Brasil, acordo entre os governos dos dois pa\u00edses para a promo\u00e7\u00e3o de um conjunto de a\u00e7\u00f5es\u202fque celebram os 200 anos de suas rela\u00e7\u00f5es diplom\u00e1ticas, com atividades em S\u00e3o Paulo, Rio de Janeiro, Bras\u00edlia, Bel\u00e9m, Salvador, Recife, Fortaleza, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Campinas, S\u00e3o Lu\u00eds, Teresina, Jo\u00e3o Pessoa e Macap\u00e1. A\u00a0<strong>Funda\u00e7\u00e3o Iber\u00ea \u00e9 a \u00fanica institui\u00e7\u00e3o no Rio Grande do Sul a integrar a programa\u00e7\u00e3o oficial com a primeira exposi\u00e7\u00e3o do artista Tarik Kiswanson no pa\u00eds.<\/strong>\u00a0Com\u00a0<strong>curadoria de Jean-Marc Pr\u00e9vost<\/strong>, a\u00a0<strong>mostra re\u00fane um conjunto de obras em escultura, desenho e v\u00eddeo, destacando uma pr\u00e1tica multidisciplinar fundamentada em no\u00e7\u00f5es de transforma\u00e7\u00e3o e mem\u00f3ria.<\/strong><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\"><strong>Kiswanson nasceu em 1986, em uma pequena cidade da Su\u00e9cia, filho de pais palestinos que foram exilados de Jerusal\u00e9m, primeiro para Tr\u00edpoli e Am\u00e3, antes de, finalmente, se estabelecerem em Halmstad. Ap\u00f3s uma d\u00e9cada em Londres, onde estudou arte, mudou-se para Paris, onde vive e trabalha desde 2010. Ele tem quatro nacionalidades e fala e escreve em cinco idiomas.<\/strong><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">H\u00e1 mais de uma d\u00e9cada, o artista vem explorando no\u00e7\u00f5es de desenraizamento, metamorfose e mem\u00f3ria por meio de uma pr\u00e1tica interdisciplinar\u00a0\u2013 escultura, desenho, cinema, som, interven\u00e7\u00f5es espaciais e poesia. Um legado de deslocamento e transforma\u00e7\u00e3o permeia suas obras e \u00e9 indispens\u00e1vel tanto para sua forma quanto para os modos de percep\u00e7\u00e3o que produzem. Embora mantenha um v\u00ednculo com o \u00edntimo e o pessoal, o trabalho aborda preocupa\u00e7\u00f5es universais e hist\u00f3rias sociais e coletivas de ruptura, perda e regenera\u00e7\u00e3o. Sua obra pode ser entendida como uma cosmologia de fam\u00edlias conceituais interligadas, cada uma explorando varia\u00e7\u00f5es de temas como refra\u00e7\u00e3o, multiplica\u00e7\u00e3o, desintegra\u00e7\u00e3o, levita\u00e7\u00e3o e polifonia a partir de uma linguagem pr\u00f3pria.\u00a0&#8220;Sou um imigrante de segunda gera\u00e7\u00e3o e minha pr\u00e1tica \u00e9 inevitavelmente moldada por no\u00e7\u00f5es de deslocamento e transforma\u00e7\u00e3o&#8221;, afirma.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">Nas vinte obras que ser\u00e3o apresentadas na Funda\u00e7\u00e3o Iber\u00ea, Tarik Kiswanson transita entre o figurativo e o abstrato em sua cont\u00ednua explora\u00e7\u00e3o do corpo, da hist\u00f3ria e da mem\u00f3ria. A leveza de sua produ\u00e7\u00e3o contrasta com o peso das hist\u00f3rias presentes nos objetos que utiliza.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">Os primeiros trabalhos s\u00e3o, em grande parte, um processamento profundamente pessoal da sua pr\u00f3pria hist\u00f3ria familiar. Esse envolvimento \u00e9 evidente nas esculturas intituladas\u00a0<em>Recall [Recorda\u00e7\u00e3o]\u00a0<\/em>(2020-2025). As pe\u00e7as retangulares, apoiadas diretamente no ch\u00e3o e que lembram l\u00e1pides transl\u00facidas e borradas, falam tanto de lembran\u00e7a quanto de perda. Atrav\u00e9s de sua presen\u00e7a et\u00e9rea, quase assombrosa, elas convidam os espectadores a contemplar n\u00e3o apenas a narrativa pessoal de Kiswanson, mas tamb\u00e9m experi\u00eancias coletivas mais amplas dentro de hist\u00f3rias diasp\u00f3ricas. Ao esbater as fronteiras entre o pessoal e o comunit\u00e1rio, essas esculturas evocam um senso de hist\u00f3ria compartilhada e de identidade coletiva.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">A exposi\u00e7\u00e3o se inicia com o v\u00eddeo\u00a0<em>The Fall<\/em>\u00a0[A Queda] (2020), uma obra contemplativa que mostra um garoto caindo lentamente para tr\u00e1s em uma sala de aula vazia. Em um estado de levita\u00e7\u00e3o entre o equil\u00edbrio e o colapso, esse momento suspenso \u2013 ao mesmo tempo \u00edntimo e desconcertante \u2013 reflete uma no\u00e7\u00e3o recorrente na obra de Kiswanson: a da crian\u00e7a no limiar da adolesc\u00eancia.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">Nos desenhos intitulados\u00a0<em>The Window [A Janela]\u00a0<\/em>(2020-2025), o espectador se depara com uma pequena figura infantil emergindo de um fundo nebuloso, com o bra\u00e7o e a palma da m\u00e3o estendidos em um gesto que pode significar distanciamento ou busca. Emocional e distante, \u00edntimo e minimalista, o artista permite que o p\u00fablico mergulhe em seu universo.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">Nas esculturas levitantes intituladas\u00a0<em>Nest [Ninho]<\/em>\u00a0(2020-2023)\u00a0<em>e Cradle [Ber\u00e7o]<\/em>\u00a0(2020-2024), formas imaculadamente brancas, semelhantes a casulos, sugerem o surgimento iminente da vida \u2014 um nascimento ou renascimento, evocando os grandes ciclos da natureza, mas que tamb\u00e9m podem ser vistas como locais de ref\u00fagio e abrigo. Sua mera presen\u00e7a f\u00edsica sugere uma for\u00e7a inerente capaz de quebrar hierarquias e perturbar a ordem estabelecida.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">Os desenhos do artista aparecem ao longo da mostra. Alguns retratam crian\u00e7as pairando no limiar da visibilidade, enquanto outros surgem como formas ovais borradas, lembrando nuvens ou n\u00facleos de energia. Constru\u00eddos a partir de sucessivas camadas de carv\u00e3o, os desenhos refletem a cont\u00ednua investiga\u00e7\u00e3o da artista sobre o corpo e seu lugar no mundo: sua transforma\u00e7\u00e3o, sua dissolu\u00e7\u00e3o, sua aus\u00eancia e sua renova\u00e7\u00e3o. Ao mesmo tempo materiais e metaf\u00edsicos, eles evocam o conceito de opacidade de \u00c9douard Glissant \u2013 uma influ\u00eancia formadora para o artista desde seus primeiros anos como estudante.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">\u201cEmbora enraizada na experi\u00eancia pessoal, a arte de Kiswanson transcende o autobiogr\u00e1fico para se envolver com din\u00e2micas mais amplas de mem\u00f3ria coletiva e transmiss\u00e3o cultural. Suas obras atuam como ve\u00edculos de lembran\u00e7a \u2013 formas que carregam tra\u00e7os tanto de trauma quanto de regenera\u00e7\u00e3o. Ao faz\u00ea-lo, refletem sobre a condi\u00e7\u00e3o humana como algo moldado n\u00e3o pela estabilidade, mas por uma negocia\u00e7\u00e3o cont\u00ednua entre passado e presente, eu e outro, presen\u00e7a e aus\u00eancia\u201d, enfatiza Pr\u00e9vost.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\"><strong>Sobre o curador<\/strong><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">Jean-Marc Pr\u00e9vost \u00e9 historiador da arte e curador-chefe do Patrim\u00f4nio Cultural. Ocupou cargos importantes em renomadas institui\u00e7\u00f5es culturais e \u00e9 reconhecido por seu trabalho curatorial em arte contempor\u00e2nea. Foi Diretor do Mus\u00e9e d\u2019Art Contemporain de Rochechouart e do Carr\u00e9 d\u2019Art \u2013 Mus\u00e9e d\u2019Art Contemporain e liderou projetos globais, incluindo a exposi\u00e7\u00e3o comemorativa do 10\u00ba anivers\u00e1rio do Pr\u00eamio Marcel Duchamp.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\"><strong>SERVI\u00c7O<\/strong><strong>\u202f\u00a0<\/strong><br \/>\n<strong>Exposi\u00e7\u00e3o \u201cTarik Kiswanson &#8211; Fora do Tempo\u201d<\/strong><br \/>\n<strong>Curadoria:<\/strong>\u00a0Jean-Marc Pr\u00e9vost (FR)<br \/>\n<strong>Onde:<\/strong>\u00a0Funda\u00e7\u00e3o Iber\u00ea (Avenida Padre Cacique, 2000 \u2013 Cristal)<br \/>\n<strong>Abertura:<\/strong>\u00a030 de agosto | S\u00e1bado | 14h<br \/>\n<strong>Visita\u00e7\u00e3o:<\/strong>\u00a0at\u00e9 1\u00ba de mar\u00e7o de 2026 | Quinta a domingo, das 14h \u00e0s 18h (\u00faltima entrada) | \u00c0s quintas-feiras, a entrada \u00e9 gratuita<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\"><strong>Contato com a imprensa:<\/strong>\u00a0Roberta Amaral<br \/>\n51 99431 94.29 |\u00a0<a href=\"mailto:imprensa@iberecamargo.org.br\">imprensa@iberecamargo.org.br<\/a><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\"><strong>Site:<\/strong>\u00a0<a href=\"http:\/\/iberecamargo.org.br\/\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=http:\/\/iberecamargo.org.br&amp;source=gmail&amp;ust=1756498989635000&amp;usg=AOvVaw2hma856nfYj5qNllzTYcS8\">iberecamargo.org.br<\/a><br \/>\n<strong>Instagram:<\/strong>@fundacaoibere<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Vencedor do Pr\u00eamio Marcel Duchamp de 2023 \u2013 um dos pr\u00eamios mais prestigiados da arte contempor\u00e2nea \u2013 o artista explora a intersec\u00e7\u00e3o entre mem\u00f3ria, perda e transforma\u00e7\u00e3o, refletindo sua hist\u00f3ria pessoal e, ao mesmo tempo, dialogando com a incerteza mais ampla de um mundo em transi\u00e7\u00e3o. \u201cTarik Kiswanson &#8211; Fora do Tempo\u201d, que ser\u00e1 inaugurada [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":91333,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[9],"tags":[],"class_list":["post-91332","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-culturanotas"],"aioseo_notices":[],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2025\/08\/ibere.jpg","jetpack-related-posts":[{"id":72066,"url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/cultura\/tres-dias-de-pois-e-vizinha-com-deborah-finocchiaro-no-palco-do-centro-cultural-da-santa-casa\/","url_meta":{"origin":91332,"position":0},"title":"Tr\u00eas dias de &quot;Pois \u00e9, Vizinha&quot;, com Deborah Finocchiaro, no palco do Centro Cultural da Santa Casa,","author":"da Reda\u00e7\u00e3o","date":"2 de janeiro de 2019","format":false,"excerpt":"Para celebrar os 20 anos do Porto Ver\u00e3o Alegre, a atriz Deborah Finocchiaro volta a cartaz com Pois \u00e9, Vizinha\u2026. 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