{"id":1094,"date":"2023-10-06T19:00:08","date_gmt":"2023-10-06T22:00:08","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/economics\/?p=1094"},"modified":"2023-10-06T19:02:25","modified_gmt":"2023-10-06T22:02:25","slug":"rs-esta-em-segundo-lugar-entre-estados-com-maiores-areas-de-desmatamento-para-agricultura","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/economics\/rs-esta-em-segundo-lugar-entre-estados-com-maiores-areas-de-desmatamento-para-agricultura\/","title":{"rendered":"RS est\u00e1 em segundo lugar entre estados com maiores \u00e1reas de desmatamento para agricultura"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-size: 12pt\">No per\u00edodo de 1985 a 2022, os cinco estados com maiores \u00e1reas de desmatamento para convers\u00e3o direta para agricultura foram Mato Grosso (3 milh\u00f5es de hectares), Rio Grande do Sul (2,6 milh\u00f5es de hectares), Bahia (1,8 milh\u00e3o de hectares), Maranh\u00e3o (790 mil hectares) e Goi\u00e1s (550 mil hectares). A an\u00e1lise \u00e9 da rede colaborativa de Mapeamento Anual do Uso e Cobertura da Terra no Brasil (MapBiomas) e foi divulgada nesta sexta-feira (6).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12pt\">O MapBiomas destaca que a convers\u00e3o direta de vegeta\u00e7\u00e3o nativa para a agricultura permaneceu relativamente constante ao longo dos anos que acompanhou. Al\u00e9m disso, o que se nota \u00e9 uma tend\u00eancia de decl\u00ednio entre 2018 e 2022.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12pt\">Outro aspecto que a equipe de especialistas destaca \u00e9 que, embora tenha havido const\u00e2ncia, houve mudan\u00e7as na distribui\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica dessas convers\u00f5es. As novas fronteiras agr\u00edcolas se concentram na regi\u00e3o conhecida como Matopiba (acr\u00f4nimo que se refere aos estados de Maranh\u00e3o, Tocantins, Piau\u00ed e Bahia), Amacro (territ\u00f3rio de fronteira entre os estados do Amazonas, Acre e Rond\u00f4nia e um dos eixos do agroneg\u00f3cio) e no bioma Pampa.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12pt\">O Pampa Sul-americano sofreu transforma\u00e7\u00f5es significativas na paisagem ao longo das \u00faltimas duas d\u00e9cadas. A maior perda proporcional de vegeta\u00e7\u00e3o nativa foi no Rio Grande do Sul, com 21.356 km\u00b2 (20% da \u00e1rea existente em 2000), sobretudo devido \u00e0 expans\u00e3o das \u00e1reas agr\u00edcolas para o plantio de soja. Esses dados do bioma Pampa foram calculados por pesquisadores do MapBiomas do Brasil, em parceria com profissionais da Argentina e Uruguai, que produziram a s\u00e9rie de mapas anuais de cobertura e uso da terra mais completa j\u00e1 elaborada para o bioma.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12pt\"><em>Gr\u00e3os e cana<\/em><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12pt\">Dois tipos de lavoura respondem por praticamente todo o movimento de expans\u00e3o (96%), sendo que triplicaram no per\u00edodo de an\u00e1lise: a de gr\u00e3os e a de cana. Em 1985, os dois tipos de cultivo ocupavam 18,3 milh\u00f5es de hectares e, em 2022, sua \u00e1rea equivalia a 7% do territ\u00f3rio nacional, ou 58,7 milh\u00f5es de hectares.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12pt\">Dessa parcela, 35 milh\u00f5es de hectares s\u00e3o oriundos do aumento no protagonismo da soja que, sozinha, aumentou a \u00e1rea cultivada quatro vezes, e do milho cultivado ap\u00f3s a colheita da soja, conforme lembram os pesquisadores do MapBiomas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12pt\">&#8220;A soja, o milho, a cana-de-a\u00e7\u00facar s\u00e3o as tr\u00eas culturas com maior \u00e1rea, no Brasil. Existe tamb\u00e9m uma demanda muito importante para o arroz. A \u00e1rea dessas culturas reflete a demanda em rela\u00e7\u00e3o as condi\u00e7\u00f5es de produ\u00e7\u00e3o no pa\u00eds. No caso da soja, o principal destino \u00e9 a alimenta\u00e7\u00e3o animal e, no caso da cana, o setor de energia&#8221;, observou o coordenador do MapBiomas, Tasso Azevedo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12pt\"><em>Agropecu\u00e1ria<\/em><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12pt\">Entre 1985 e 2022, a \u00e1rea reservada \u00e0 agropecu\u00e1ria no Brasil cresceu 50%, ocupando 95,1 milh\u00f5es de hectares (ha), que equivale a 10,6% do territ\u00f3rio nacional, maior que a do estado de Mato Grosso, por exemplo. \u00a0O levantamento aponta que quase dois ter\u00e7os (64%) da expans\u00e3o da agropecu\u00e1ria no pa\u00eds \u2013 ou 64,5 milh\u00f5es de hectares \u2013 deriva do desmatamento para pastagem. J\u00e1 o desmatamento feito na etapa de preparo da terra para a agricultura corresponde a 10% da expans\u00e3o e equivale a 10 milh\u00f5es de hectares. Pouco mais de um quarto (26%) da amplia\u00e7\u00e3o da atividade agr\u00edcola \u2013 ou 26,7 milh\u00f5es de hectares \u2013 abrange terras que j\u00e1 passaram por um processo de transforma\u00e7\u00e3o devido \u00e0 a\u00e7\u00e3o do ser humano.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12pt\">Em 1985, a agropecu\u00e1ria ocupava um quinto (22%) do territ\u00f3rio do Brasil, ou 187,3 milh\u00f5es de hectares. Quase quatro d\u00e9cadas depois, constata-se que a propor\u00e7\u00e3o cresceu para 282,5 milh\u00f5es de hectares, ou um ter\u00e7o do territ\u00f3rio brasileiro. Desse total, 58% s\u00e3o de pastagens, que tiveram um crescimento de mais de 60% entre 1985 (103 milh\u00f5es de hectares) e 2022 (164,3 milh\u00f5es de hectares).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12pt\">O aumento da \u00e1rea que serve ao cultivo agr\u00edcola foi de 41,9 milh\u00f5es de hectares, no intervalo analisado pela equipe do MapBiomas. Nesse caso, o espa\u00e7o utilizado passou de 19,1 milh\u00f5es de hectares para 61 milh\u00f5es de hectares. Em termos comparativos, pode-se dizer que o aumento foi de duas vezes a extens\u00e3o do Paran\u00e1.<\/span><\/p>\n<p><em><span style=\"font-size: 12pt\">Pastagens<\/span><\/em><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12pt\">O levantamento tamb\u00e9m fornece informa\u00e7\u00f5es sobre o desenvolvimento de \u00e1reas de pastagem ao longo das d\u00e9cadas. Entre 1985 e 2022, os cinco estados com maiores \u00e1reas de desmatamento para convers\u00e3o \u00e0 pastagem foram Par\u00e1 (18,5 milh\u00f5es de hectares), Mato Grosso (15,5 milh\u00f5es de hectares), Rond\u00f4nia (7,4 milh\u00f5es de hectares), Maranh\u00e3o (5,4 milh\u00f5es de hectares) e Tocantins (4,5 milh\u00f5es de hectares).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12pt\">No caso do desmatamento para pastagens que posteriormente foram convertidas em \u00e1reas agr\u00edcolas, os destaques s\u00e3o os estados de S\u00e3o Paulo (2 milh\u00f5es de hectares), Mato Grosso do Sul (1,2 milh\u00e3o de hectares), Rio Grande do Sul e Mato Grosso (1,1 milh\u00e3o de hectares cada) e Paran\u00e1 (1 milh\u00e3o de hectares).<\/span><\/p>\n<p><em><span style=\"font-size: 12pt\">Com Ag\u00eancia Brasil<\/span><\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No per\u00edodo de 1985 a 2022, os cinco estados com maiores \u00e1reas de desmatamento para convers\u00e3o direta para agricultura foram Mato Grosso (3 milh\u00f5es de hectares), Rio Grande do Sul (2,6 milh\u00f5es de hectares), Bahia (1,8 milh\u00e3o de hectares), Maranh\u00e3o (790 mil hectares) e Goi\u00e1s (550 mil hectares). 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