{"id":1513,"date":"2025-03-28T20:50:58","date_gmt":"2025-03-28T23:50:58","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/economics\/?p=1513"},"modified":"2025-03-28T20:50:58","modified_gmt":"2025-03-28T23:50:58","slug":"porto-alegre-253-anos-hora-de-refletir","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/economics\/porto-alegre-253-anos-hora-de-refletir\/","title":{"rendered":"Porto Alegre 253 anos: hora de refletir"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-size: 12pt\">Porto Alegre, que comemorou 253 anos esta semana, \u00e9 uma cidade que tem orgulho do seu longo hist\u00f3rico de planejamento urbano. Ainda no in\u00edcio do s\u00e9culo XX, foi pioneira com um &#8220;Plano de Melhoramentos&#8221;. Em 1959, o Plano Diretor foi instituido por lei, muito anos antes da obrigatoriedade estabelecida no Estatuto da Cidade (Lei 10.257\/2001).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12pt\">Em 2001, o Estatuto da Cidade estabeleceu que a revis\u00e3o do Plano Diretor deveria ser feita a cada 10 anos. Um processo de revis\u00e3o participativo, seguindo o mesmo procedimento de elabora\u00e7\u00e3o do plano original. Pouco depois, em 2004, encerrou-se o ciclo de governos do Partido dos Trabalhadores na prefeitura de Porto Alegre, com a elei\u00e7\u00e3o de Jos\u00e9 Foga\u00e7a, hoje no MDB.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12pt\">At\u00e9 1979, n\u00e3o era detectada a influ\u00eancia de forma significativa dos representantes do mercado imobili\u00e1rio no planejamento urbano da capital ga\u00facha. J\u00e1 nas altera\u00e7\u00f5es do Plano Diretor, em 1999, houve uma multiplicidade de atores, com a presen\u00e7a de representantes da constru\u00e7\u00e3o civil e media\u00e7\u00e3o da prefeitura. Por fim, na \u00faltima revis\u00e3o que alterou o plano em 2010 houve forte participa\u00e7\u00e3o dos representantes da constru\u00e7\u00e3o civil nas audi\u00eancias p\u00fablicas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12pt\">A nova discuss\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o ao Plano Diretor deveria ter ocorrido at\u00e9 2020, mas n\u00e3o aconteceu. C<\/span><span style=\"font-size: 12pt\">laramente muda a t\u00e1tica dos empres\u00e1rios da constru\u00e7\u00e3o civil e financiadores de campanhas eleitorais. Antes, eles vinham aumentando cada vez mais sua atua\u00e7\u00e3o nas audi\u00eancias p\u00fablicas do Plano Diretor.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12pt\">Com uma pol\u00edtica neoliberal, privatista, na prefeitura e maioria conservadora na C\u00e2mara de Vereadores, os projetos de interesse dos empres\u00e1rios foram encaminhados para o Legislativo, evitando o\u00a0processo participativo dos cidad\u00e3os via Plano Diretor.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12pt\">Em abril de 2019 foi aprovada a Lei Complementar 850, que tratava de uma das principais reivindica\u00e7\u00f5es dos construtores: alturas dos pr\u00e9dios e sem a revis\u00e3o do Plano Diretor, como manda a lei.\u00a0A C\u00e2mara de Vereadores aprovou a Lei Complementar 850 e o prefeito Marchezan J\u00fanior sancionou.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12pt\">No entanto, o Minist\u00e9rio P\u00fablico Estadual entendeu que se tratava de uma lei de ocupa\u00e7\u00e3o de solo. Por isso, deveria ocorrer um amplo processo participativo dos cidad\u00e3os porto-alegrenses. O MP entrou com uma a\u00e7\u00e3o civil p\u00fablica, ajuizada em setembro de 2019, requerendo a anula\u00e7\u00e3o dos efeitos da lei.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12pt\">Marchezan n\u00e3o conseguiu se reeleger, mas o novo prefeito Sebasti\u00e3o Melo (2021\/2024-MDB)\u00a0optou por fazer um acordo com o Minist\u00e9rio P\u00fablico. O Projeto de Lei Complementar n\u00ba 035\/21 foi apresentado na C\u00e2mara Municipal de Porto Alegre com modifica\u00e7\u00f5es e engavetado.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12pt\">Melo prometeu enviar o projeto de revis\u00e3o do Plano Diretor \u00e0 C\u00e2mara de Vereadores no segundo semestre de 2023, o que n\u00e3o aconteceu. No entanto, avisou, em entrevista ao site Sul21, que n\u00e3o iria se ater a discuss\u00f5es de altura dos pr\u00e9dios, como nas revis\u00f5es anteriores. E a anunciou uma novidade que se definiu como fatiamento do Plano Diretor em regi\u00f5es de Porto Alegre.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12pt\"><strong>Centro Hist\u00f3rico<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12pt\">Em novembro de 2021, a administra\u00e7\u00e3o Sebasti\u00e3o Melo come\u00e7ou o chamado fatiamento do Plano Diretor com\u00a0o Projeto de Lei Complementar do Executivo\u00a0(PLCE 23\/21),\u00a0que\u00a0institui o Programa de Reabilita\u00e7\u00e3o do Centro Hist\u00f3rico, aprovado pela C\u00e2mara de Vereadores.\u00a0A meta era dobrar o n\u00famero de moradores na regi\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12pt\">Para atrair investimentos, o projeto prev\u00ea a ado\u00e7\u00e3o de novos padr\u00f5es para o regime urban\u00edstico, novamente com flexibiliza\u00e7\u00e3o nas alturas e no potencial construtivo com a utiliza\u00e7\u00e3o do Solo Criado. Com isso a \u00e1rea constru\u00edda poder\u00e1 ser acrescida em at\u00e9 1.180 mil metros quadrados.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12pt\">O projeto era ambicioso, na \u00e1rea localizada junto \u00e0 avenida Mau\u00e1, J\u00falio de Castilhos e Volunt\u00e1rios da P\u00e1tria, como passarelas e esplanadas, na divisa com o 4\u00ba Distrito, entre as edifica\u00e7\u00f5es e o Cais Mau\u00e1 privatizado. Todos os planos foram estancados com a enchente de 2024.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12pt\"><strong>Programa +4D<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12pt\">Tamb\u00e9m no final de 2021, o prefeito Sebasti\u00e3o Melo apresentou na C\u00e2mara Municipal, a mais nova proposta para desenvolver o 4\u00ba Distrito, que inclui os bairros Floresta, S\u00e3o Geraldo, Navegantes, Humait\u00e1 e Farrapos. O Programa +4D foi aprovado pela C\u00e2mara de Vereadores em 17 de agosto de 2022.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12pt\">A \u00e1rea priorit\u00e1ria do projeto tem 267 hectares e vai da Esta\u00e7\u00e3o Farrapos at\u00e9 a Rodovi\u00e1ria. O \u00edndice construtivo nessa \u00e1rea pode chegar ao m\u00e1ximo permitido hoje e ter\u00e1 regras diferenciadas de aprova\u00e7\u00e3o, desde que cumpra alguns dos 20 itens elencados pelo programa +4D. Quanto mais itens forem contemplados pelo projeto construtivo, maior e mais alto ele poder\u00e1 ser.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12pt\">O planejamento contempla quatro pontos com \u00edndice livre de constru\u00e7\u00e3o, os chamados \u201cmarcos arquitet\u00f4nicos\u201d. Nessa regi\u00e3o, nas proximidades do aeroporto, Esta\u00e7\u00e3o Farrapos, Avenida Cairu, antiga sede da Gerdau e Rodovi\u00e1ria, n\u00e3o h\u00e1 limite para construir \u201cedif\u00edcios ic\u00f4nicos\u201d no entorno da rodovi\u00e1ria e do aeroporto. O Plano Diretor atual restringe tudo isso.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12pt\">No entanto, a revis\u00e3o do Plano Diretor de Porto Alegre est\u00e1 sendo prorrogada desde 2020. Agora, passou para 2027, pois at\u00e9 o final de 2026 est\u00e1 em vig\u00eancia o conv\u00eanio firmado entre a prefeitura e o Programa das Na\u00e7\u00f5es Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) cujo objeto \u00e9 a coordena\u00e7\u00e3o, por parte da ag\u00eancia da ONU, do projeto &#8220;POA 2030, Inovadora, Integrada, Resiliente e Sustent\u00e1vel&#8221;, que trata da revis\u00e3o do Plano Diretor. O Pnud \u00e9 intermedi\u00e1rio dos contratos com consultorias que cobram milh\u00f5es de reais para prestar apoio ao poder p\u00fablico municipal no regramento urbano da Capital.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12pt\">Desde o momento que Porto Alegre ficou parcialmente submersa devido a enchente do Gua\u00edba ficou claro que o Centro Hist\u00f3rico e o Quarto Distrito n\u00e3o s\u00e3o vi\u00e1veis para pr\u00e9dios ic\u00f4nicos. O que deve ser implementado s\u00e3o t\u00e9cnicas inspiradas no conceito de cidade-esponja, que visa tornar as cidades mais resilientes e adaptadas \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12pt\">O objetivo \u00e9 absorver, armazenar e purificar a \u00e1gua da chuva. Solu\u00e7\u00f5es com \u00e1reas verdes extensas, jardins de chuva, pavimentos perme\u00e1veis, telhados verdes, ecopavimento.\u00a0\u00a0A\u00e7\u00f5es que reduzem o risco de enchentes, com aumento da biodiversidade, melhora da qualidade de vida dos habitantes, combate \u00e0 mudan\u00e7a clim\u00e1tica, com a restaura\u00e7\u00e3o dos ciclos naturais das \u00e1guas urbanas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12pt\">Nada disso \u00e9 discutido pela prefeitura de Porto Alegre. Ao que parece, os interesses das construtoras predominam e a m\u00eddia corporativa mant\u00e9m-se em sil\u00eancio. Portanto, Porto Alegre chega a 253 anos precisando como nunca uma discuss\u00e3o s\u00e9ria sobre o desenvolvimento urbano sustent\u00e1vel do munic\u00edpio com a reativa\u00e7\u00e3o do Plano Diretor ou iremos sucumbir nas \u00e1guas das pr\u00f3ximas enchentes.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, que comemorou 253 anos esta semana, \u00e9 uma cidade que tem orgulho do seu longo hist\u00f3rico de planejamento urbano. Ainda no in\u00edcio do s\u00e9culo XX, foi pioneira com um &#8220;Plano de Melhoramentos&#8221;. Em 1959, o Plano Diretor foi instituido por lei, muito anos antes da obrigatoriedade estabelecida no Estatuto da Cidade (Lei 10.257\/2001). 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