{"id":560,"date":"2021-08-23T17:19:08","date_gmt":"2021-08-23T20:19:08","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/economics\/?p=560"},"modified":"2023-10-04T09:38:29","modified_gmt":"2023-10-04T12:38:29","slug":"pampa-do-rio-grande-do-sul-perde-20-de-vegetacao-nativa-em-20-anos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/economics\/pampa-do-rio-grande-do-sul-perde-20-de-vegetacao-nativa-em-20-anos\/","title":{"rendered":"Pampa do Rio Grande do Sul perde 20% de vegeta\u00e7\u00e3o nativa em 20 anos"},"content":{"rendered":"<p>O Pampa Sul-americano sofreu transforma\u00e7\u00f5es significativas na paisagem ao longo das \u00faltimas duas d\u00e9cadas. A maior perda proporcional de vegeta\u00e7\u00e3o nativa foi no Rio Grande do Sul, com 21.356 km\u00b2 (20% da \u00e1rea existente em 2000), sobretudo devido \u00e0 expans\u00e3o das \u00e1reas agr\u00edcolas para o plantio de soja.<\/p>\n<p>Os dados foram calculados por pesquisadores do MapBiomas do Brasil, em parceria com profissionais da Argentina e Uruguai, que produziram a s\u00e9rie de mapas anuais de cobertura e uso da terra mais completa j\u00e1 elaborada para o bioma. A iniciativa incluiu no mapeamento, al\u00e9m das \u00e1reas tipicamente de Pampa dos tr\u00eas pa\u00edses, as \u00e1reas vizinhas do Espinhal e da regi\u00e3o do delta do rio Paran\u00e1, na Argentina.<\/p>\n<p>O Pampa Sul-americano abrange a metade sul do Rio Grande do Sul, todo o Uruguai e parte da Argentina, ao sul do Rio da Prata. Trata-se de uma regi\u00e3o com ocupa\u00e7\u00e3o antr\u00f3pica (a\u00e7\u00e3o do ser humano sobre o meio ambiente) bastante antiga e que abriga tr\u00eas grandes metr\u00f3poles: Buenos Aires, Montevid\u00e9u e Porto Alegre.<\/p>\n<p>Por conta da oferta natural de recursos forrageiros da vegeta\u00e7\u00e3o campestre abundante, a produ\u00e7\u00e3o de gado de corte foi a atividade econ\u00f4mica caracter\u00edstica da regi\u00e3o nos primeiros s\u00e9culos da coloniza\u00e7\u00e3o europeia, com forte influ\u00eancia sobre os costumes e a cultura regional.<\/p>\n<p>Entretanto, desde o s\u00e9culo XX, os pesquisadores lembram que o bioma vem sofrendo profundas transforma\u00e7\u00f5es no uso da terra, especialmente pelo avan\u00e7o da agricultura de gr\u00e3os e, mais recentemente, pela silvicultura. Em fun\u00e7\u00e3o disso, seus ecossistemas est\u00e3o entre os menos protegidos e mais amea\u00e7ados do continente.<\/p>\n<p>A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima a safra de soja 2020\/21 do Rio Grande do Sul em torno de 20 milh\u00f5es de toneladas, o que voltaria a colocar o Estado como o segundo maior produtor da oleaginosa no pa\u00eds, ultrapassando o Paran\u00e1, que sofreu com problemas clim\u00e1ticos neste ano. Numa \u00e1rea plantada de aproximadamente de seis milh\u00f5es de hectares.<\/p>\n<p>O cen\u00e1rio da silvicultura empresarial no Rio Grande do Sul mostra que s\u00e3o cultivados 781 mil hectares com florestas plantadas, correspondendo a 2,7 % do territ\u00f3rio estadual, sendo 54,6 % com eucalipto, 33,9 % com pinus e 11,5 % com ac\u00e1cia, perfazendo 10 % da \u00e1rea plantada com silvicultura industrial no Brasil, conforme levantamento da Emater.<\/p>\n<p>O Pampa\u00a0Sul-americano\u00a0teve perda l\u00edquida de vegeta\u00e7\u00e3o nativa de 16,3% em 20 anos, entre 2000 e 2019, com redu\u00e7\u00e3o de 519.496 km\u00b2 para 434.795 km\u00b2. A vegeta\u00e7\u00e3o nativa cobre agora 43,2% da \u00e1rea do bioma. A maior parte dela corresponde \u00e0 vegeta\u00e7\u00e3o campestre, tradicionalmente utilizada para a pecu\u00e1ria. Segundo os pesquisadores, trata-se de um caso singular em que a produ\u00e7\u00e3o animal e a conserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade geralmente integram sistemas produtivos com not\u00e1vel sustentabilidade ambiental.<\/p>\n<p>A biodiversidade do Pampa se caracteriza pelo predom\u00ednio da vegeta\u00e7\u00e3o nativa herb\u00e1cea, denominada de vegeta\u00e7\u00e3o campestre, sendo que as florestas, embora presentes, ocupam naturalmente uma menor propor\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A Argentina sofreu a maior perda de vegeta\u00e7\u00e3o nativa em termos absolutos, aproximadamente 51.242 km\u00b2 (18% da \u00e1rea em 2000). Uma varia\u00e7\u00e3o de 291.094 km\u00b2 em 2000 para 239.851 km\u00b2 em 2019, tamb\u00e9m por conta da expans\u00e3o das \u00e1reas de agricultura e das pastagens com esp\u00e9cies ex\u00f3ticas.<\/p>\n<p>No Uruguai, foi registrada perda de vegeta\u00e7\u00e3o nativa de 12.102 km\u00b2, de 119.139 km\u00b2 em 2000, para 107.03 km\u00b2, em 2019. Foi uma queda um pouco menos acentuada em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 \u00e1rea total de 2000: 10%, sendo um efeito combinado do avan\u00e7o da agricultura e da silvicultura.<\/p>\n<p>Do total de perda de vegeta\u00e7\u00e3o nativa em toda a regi\u00e3o, 85% correspondem \u00e0 perda de cobertura de vegeta\u00e7\u00e3o campestre. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s atividades agropecu\u00e1rias, as \u00e1reas de agricultura e pastagens plantadas cresceram 17,4 %, de 427.239 km\u00b2 para 501.489 km\u00b2, com maior express\u00e3o em \u00e1reas na Argentina e no Brasil.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Pampa Sul-americano sofreu transforma\u00e7\u00f5es significativas na paisagem ao longo das \u00faltimas duas d\u00e9cadas. A maior perda proporcional de vegeta\u00e7\u00e3o nativa foi no Rio Grande do Sul, com 21.356 km\u00b2 (20% da \u00e1rea existente em 2000), sobretudo devido \u00e0 expans\u00e3o das \u00e1reas agr\u00edcolas para o plantio de soja. Os dados foram calculados por pesquisadores do [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":9,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2},"jetpack_post_was_ever_published":false},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-560","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-sem-categoria"],"aioseo_notices":[],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack-related-posts":[{"id":2078,"url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/economics\/comemoracao-do-dia-da-industria-esquece-licoes-de-roberto-simonsen\/","url_meta":{"origin":560,"position":0},"title":"Comemora\u00e7\u00e3o do Dia da Ind\u00fastria esquece li\u00e7\u00f5es de Roberto Simonsen","author":"S\u00e9rgio Lagranha","date":"29 de maio de 2026","format":false,"excerpt":"O Dia da Ind\u00fastria, celebrado em 25 de maio no Brasil, \u00e9 uma homenagem a Roberto Simonsen, considerado o patrono da ind\u00fastria nacional. A data foi escolhida porque Simonsen faleceu em 25 de maio de 1948. Empres\u00e1rio, engenheiro, historiador, professor e pol\u00edtico, ele teve papel central na defesa da industrializa\u00e7\u00e3o\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Sem categoria&quot;","block_context":{"text":"Sem categoria","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/economics\/category\/sem-categoria\/"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/economics\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2026\/05\/ilustracao-educacao-politica2.jpg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200,"srcset":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/economics\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2026\/05\/ilustracao-educacao-politica2.jpg?resize=350%2C200&ssl=1 1x, https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/economics\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2026\/05\/ilustracao-educacao-politica2.jpg?resize=525%2C300&ssl=1 1.5x, https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/economics\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2026\/05\/ilustracao-educacao-politica2.jpg?resize=700%2C400&ssl=1 2x, https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/economics\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2026\/05\/ilustracao-educacao-politica2.jpg?resize=1050%2C600&ssl=1 3x, https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/economics\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2026\/05\/ilustracao-educacao-politica2.jpg?resize=1400%2C800&ssl=1 4x"},"classes":[]},{"id":1943,"url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/economics\/a-retomada-do-projeto-cais-maua-parte-ii\/","url_meta":{"origin":560,"position":1},"title":"A retomada do projeto Cais Mau\u00e1  (Parte II)","author":"S\u00e9rgio Lagranha","date":"20 de fevereiro de 2026","format":false,"excerpt":"O Cais Mau\u00e1, no Centro Hist\u00f3rico de Porto Alegre, foi concedido por meio de uma Parceria P\u00fablico-Privada (PPP) pelo Governo do Estado do Rio Grande do Sul ao Cons\u00f3rcio Pulsa RS, que venceu o leil\u00e3o em fevereiro de 2024 e retoma o projeto agora. Como concession\u00e1rio, o Pulsa RS ter\u00e1\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Sem categoria&quot;","block_context":{"text":"Sem categoria","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/economics\/category\/sem-categoria\/"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/economics\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2026\/02\/cais-maua-tabela2-jpg-3.jpg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200,"srcset":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/economics\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2026\/02\/cais-maua-tabela2-jpg-3.jpg?resize=350%2C200&ssl=1 1x, https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/economics\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2026\/02\/cais-maua-tabela2-jpg-3.jpg?resize=525%2C300&ssl=1 1.5x"},"classes":[]},{"id":1899,"url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/economics\/a-retomada-do-projeto-cais-maua-parte-1\/","url_meta":{"origin":560,"position":2},"title":"A retomada do projeto Cais Mau\u00e1 (Parte I)","author":"S\u00e9rgio Lagranha","date":"13 de fevereiro de 2026","format":false,"excerpt":"Entre o final de abril e maio de 2024, expressivos acumulados de chuva deixaram o Centro Hist\u00f3rico de Porto Alegre embaixo d\u2019\u00e1gua e o projeto imobili\u00e1rio Cais Mau\u00e1 foi engavetado. Agora, o governo do Estado e o Cons\u00f3rcio Pulsa RS, grupo vencedor do leil\u00e3o realizado h\u00e1 dois anos, anunciam que\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Sem categoria&quot;","block_context":{"text":"Sem categoria","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/economics\/category\/sem-categoria\/"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/economics\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2026\/02\/cais-maua-eduardo-seidl-scaled.jpg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200,"srcset":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/economics\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2026\/02\/cais-maua-eduardo-seidl-scaled.jpg?resize=350%2C200&ssl=1 1x, https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/economics\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2026\/02\/cais-maua-eduardo-seidl-scaled.jpg?resize=525%2C300&ssl=1 1.5x, https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/economics\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2026\/02\/cais-maua-eduardo-seidl-scaled.jpg?resize=700%2C400&ssl=1 2x, https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/economics\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2026\/02\/cais-maua-eduardo-seidl-scaled.jpg?resize=1050%2C600&ssl=1 3x, https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/economics\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2026\/02\/cais-maua-eduardo-seidl-scaled.jpg?resize=1400%2C800&ssl=1 4x"},"classes":[]},{"id":1983,"url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/economics\/qual-o-pais-queremos-nos-proximos-anos\/","url_meta":{"origin":560,"position":3},"title":"Qual o pa\u00eds queremos nos pr\u00f3ximos anos","author":"S\u00e9rgio Lagranha","date":"6 de mar\u00e7o de 2026","format":false,"excerpt":"O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, em 2025, cresceu 2,3%, frente ao ano anterior. Em valores correntes, totalizou R$ 12,7 trilh\u00f5es e o PIB per capita chegou a R$ 59.687,49, com avan\u00e7o real de 1,9% frente ao ano anterior. \u00a0A taxa de investimento foi de 16,8% do PIB, contra\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Sem categoria&quot;","block_context":{"text":"Sem categoria","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/economics\/category\/sem-categoria\/"},"img":{"alt_text":"","src":"","width":0,"height":0},"classes":[]},{"id":2074,"url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/economics\/xi-jinping-e-putin-promovem-uma-ordem-mundial-multipolar\/","url_meta":{"origin":560,"position":4},"title":"Xi Jinping e Putin promovem uma\u00a0ordem mundial multipolar","author":"S\u00e9rgio Lagranha","date":"22 de maio de 2026","format":false,"excerpt":"O encontro do presidente chin\u00eas, Xi Jinping, com o presidente russo, Vladimir Putin, no Grande Sal\u00e3o do Povo, em Pequim, na quarta-feira, 20, uma semana depois da visita do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deixou claro diferen\u00e7as expressivas nos resultados de ambas as reuni\u00f5es. Enquanto Trump saiu de m\u00e3os\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Sem categoria&quot;","block_context":{"text":"Sem categoria","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/economics\/category\/sem-categoria\/"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/economics\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2026\/05\/ilustracao-xi-e-putin.jpg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200,"srcset":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/economics\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2026\/05\/ilustracao-xi-e-putin.jpg?resize=350%2C200&ssl=1 1x, https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/economics\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2026\/05\/ilustracao-xi-e-putin.jpg?resize=525%2C300&ssl=1 1.5x, https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/economics\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2026\/05\/ilustracao-xi-e-putin.jpg?resize=700%2C400&ssl=1 2x, https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/economics\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2026\/05\/ilustracao-xi-e-putin.jpg?resize=1050%2C600&ssl=1 3x, https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/economics\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2026\/05\/ilustracao-xi-e-putin.jpg?resize=1400%2C800&ssl=1 4x"},"classes":[]},{"id":2025,"url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/economics\/estreito-de-ormuz-esta-liberado-pelo-ira-e-um-acordo-volta-a-ser-discutido\/","url_meta":{"origin":560,"position":5},"title":"Abertura do Estreito de Ormuz dura um dia e volta o controle rigoroso","author":"S\u00e9rgio Lagranha","date":"17 de abril de 2026","format":false,"excerpt":"\u00a0Nesta sexta-feira, 17 de abril, o Ir\u00e3 anunciou que permitiria a\u00a0passagem de\u00a0\"todos os navios comerciais\"\u00a0pelo estrat\u00e9gico Estreito de Ormuz, onde passam 20% da produ\u00e7\u00e3o global de petr\u00f3leo e g\u00e1s natural liquefeito (GNL), ap\u00f3s a declara\u00e7\u00e3o de um cessar-fogo de 10 dias entre Israel e L\u00edbano. J\u00e1 no s\u00e1bado o Ir\u00e3\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Sem categoria&quot;","block_context":{"text":"Sem categoria","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/economics\/category\/sem-categoria\/"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/economics\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2026\/04\/ilustracao-ormuz2.jpg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200,"srcset":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/economics\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2026\/04\/ilustracao-ormuz2.jpg?resize=350%2C200&ssl=1 1x, https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/economics\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2026\/04\/ilustracao-ormuz2.jpg?resize=525%2C300&ssl=1 1.5x, https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/economics\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2026\/04\/ilustracao-ormuz2.jpg?resize=700%2C400&ssl=1 2x, https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/economics\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2026\/04\/ilustracao-ormuz2.jpg?resize=1050%2C600&ssl=1 3x, https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/economics\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2026\/04\/ilustracao-ormuz2.jpg?resize=1400%2C800&ssl=1 4x"},"classes":[]}],"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/pbMbUF-92","jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/economics\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/560","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/economics\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/economics\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/economics\/wp-json\/wp\/v2\/users\/9"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/economics\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=560"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/economics\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/560\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":561,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/economics\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/560\/revisions\/561"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/economics\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=560"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/economics\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=560"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/economics\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=560"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}