{"id":72996,"date":"2019-02-24T16:33:05","date_gmt":"2019-02-24T19:33:05","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/?p=72996"},"modified":"2019-02-24T16:33:05","modified_gmt":"2019-02-24T19:33:05","slug":"relatorio-cientifico-altera-para-o-colapso-dos-polinizadores","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/geral\/relatorio-cientifico-altera-para-o-colapso-dos-polinizadores\/","title":{"rendered":"Relat\u00f3rio cient\u00edfico alerta para o &quot;colapso dos polinizadores&quot;"},"content":{"rendered":"<p>Foi publicada no in\u00edcio de fevereiro a primeira vers\u00e3o do relat\u00f3rio sobre polinizadores e poliniza\u00e7\u00e3o, documento que sintetiza o status quo das intera\u00e7\u00f5es entre seres vivos \u2013 animais e vegetais \u2013 e que se refletem na queda dram\u00e1tica da biodiversidade.<br \/>\nA reda\u00e7\u00e3o foi iniciada em agosto de 2017 e passou pela m\u00e3o de 12 pesquisadores e professores que tocam em frente um trabalho de duas d\u00e9cadas em torno da preserva\u00e7\u00e3o dos polinizadores, entre os quais se destacam as abelhas mel\u00edferas europ\u00e9ias e as abelhas nativas.<br \/>\nPara conhecer o documento, de 93 p\u00e1ginas, basta entrar no site\u00a0<a href=\"http:\/\/www.bpbes.net.br\/\" data-saferedirecturl=\"http:\/\/www.google.com\/url?q=http:\/\/www.bpbes.net.br&amp;source=gmail&amp;ust=1551121959020000&amp;usg=AFQjCNFpTg94iqHnQTo7jQyKijd6-WqnzA\">www.bpbes.net.br<\/a>. A quem n\u00e3o tiver tempo para chegar nesse endere\u00e7o eletr\u00f4nico, basta ler o par\u00e1grafo que, logo nas primeiras p\u00e1ginas do documento, resume a depend\u00eancia dos vegetais aos polinizadores:<br \/>\n\u201cA maioria das plantas, cultivadas ou nativas, \u00e9 polinizada por animais e depende destes para sua reprodu\u00e7\u00e3o (Klein et al. 2007; Ollerton et al. 2011; Roubik 2018). Nas comunidades tropicais, 94% das plantas s\u00e3o polinizadas por animais (Ol &#8211; lerton et al. 2011). Os animais polinizadores s\u00e3o em sua maioria insetos, tais como abelhas, moscas, borboletas, mariposas, vespas, besouros e tripes (insetos diminutos com 1 mm de comprimento ou menos, de corpo delgado e asas franjadas), mas tamb\u00e9m h\u00e1 polinizadores vertebrados, como aves, morcegos, mam\u00edferos n\u00e3o voadores e lagartos&#8221;.<br \/>\n&#8220;As abelhas s\u00e3o o grupo de polinizadores mais abundante na agricultura, pois visitam mais de 90% dos 107 principais cultivos agr\u00edcolas j\u00e1 estudados no mundo (Klein et al. 2007). Considerando-se apenas as plantas cultivadas polinizadas por animais, 70% do total de 1.330 cultivos nas regi\u00f5es tropicais produzem frutos e sementes em maior quantidade e\/ou com melhor qualidade quando polinizadas adequadamente (Roubik 2018)\u201d.<br \/>\nO que falta compreender &#8212; autoridades, agricultores e consumidores \u2013 \u00e9 que a poliniza\u00e7\u00e3o dos vegetais est\u00e1 sendo sufocada pelo uso abusivo de venenos agr\u00edcolas em lavouras, de onde esses produtos altamente t\u00f3xicos (herbicidas, inseticidas, acaricidas, fungicidas) se espalham, tocados pela deriva (do vento), para pastagens, matas e cursos d\u2019\u00e1gua.<br \/>\nNo pampa sulriograndense, al\u00e9m das abelhas que aparecem mortas nas caixas de coleta de mel, os agrot\u00f3xicos provocaram no final de 2018 danos em vinhedos mantidos por fazendeiros emergentes ou tradicionais.<br \/>\nEmbora os danos ambientais sejam importantes, os cientistas v\u00eam se preocupando em demonstrar o impacto econ\u00f4mico-financeiro negativo da n\u00e3o-poliniza\u00e7\u00e3o. \u00c9 de ressaltar o trecho sobre os valores envolvidos na intera\u00e7\u00e3o insetos-plantas:<br \/>\n\u201cO potencial da poliniza\u00e7\u00e3o como servi\u00e7o ecossist\u00eamico pode ser ressaltado quando associado \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de alimentos. A primeira valora\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica global do servi\u00e7o ecossist\u00eamico da poliniza\u00e7\u00e3o apontou o montante de US$ 70 bilh\u00f5es\/ano (Costanza et al. 1997). Mais recentemente, esse servi\u00e7o ecossist\u00eamico foi avaliado em \u20ac 153 bilh\u00f5es (Gallai et al. 2009). Esse n\u00famero foi atualizado no Relat\u00f3rio de Avalia\u00e7\u00e3o sobre Polinizadores, Poliniza\u00e7\u00e3o e Produ\u00e7\u00e3o de Alimentos da IPBES, sendo estimado entre US$ 235 bilh\u00f5es e US$ 577 bilh\u00f5es (IPBES 2016). No Brasil, calcula-se que a poliniza\u00e7\u00e3o relacionada \u00e0 produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola tem um valor anual de US$ 12 bilh\u00f5es (Giannini et al. 2015b).\u201d<br \/>\nEntre os fatores que concorrem para amea\u00e7ar os polinizadores e a poliniza\u00e7\u00e3o, o documento destaca: mudan\u00e7as no uso da terra, agricultura intensiva e de larga escala, uso indiscriminado de agrot\u00f3xicos, polui\u00e7\u00e3o ambiental, mudan\u00e7as clim\u00e1ticas globais e altera\u00e7\u00f5es biol\u00f3gicas recorrentes, como o surgimento de esp\u00e9cies invasoras, os efeitos indiretos do uso de organismos geneticamente modificados, pragas e pat\u00f3genos, e, ainda, a intera\u00e7\u00e3o entre eles (IPBES 2016).\u201d<br \/>\nEsse relat\u00f3rio \u00e9 o mais contundente documento ambiental lan\u00e7ado no Brasil desde a Confer\u00eancia Mundial do Meio Ambiente realizada no Rio de Janeiro em 1992.<br \/>\nContinuar ignorando os problemas da poliniza\u00e7\u00e3o por interfer\u00eancia dos agrot\u00f3xicos e outras causas equivale a fechar os olhos para as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Foi publicada no in\u00edcio de fevereiro a primeira vers\u00e3o do relat\u00f3rio sobre polinizadores e poliniza\u00e7\u00e3o, documento que sintetiza o status quo das intera\u00e7\u00f5es entre seres vivos \u2013 animais e vegetais \u2013 e que se refletem na queda dram\u00e1tica da biodiversidade. 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