{"id":74443,"date":"2019-05-07T14:15:50","date_gmt":"2019-05-07T17:15:50","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/?p=74443"},"modified":"2019-05-07T14:15:50","modified_gmt":"2019-05-07T17:15:50","slug":"recuperacao-da-economia-foi-miniciclo-e-se-esgotou-diz-estudo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/geral\/recuperacao-da-economia-foi-miniciclo-e-se-esgotou-diz-estudo\/","title":{"rendered":"Recupera\u00e7\u00e3o da economia foi \u201cminiciclo de crescimento\u201d que se esgotou, \u00a0diz estudo"},"content":{"rendered":"<p>Em sua carta t\u00e9cnica de maio, emitida nesta segunda, 6, o Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (IEDI) caracteriza a recupera\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria iniciada em 2017 como \u201cum miniciclo de crescimento\u201d que j\u00e1 estaria perdendo a for\u00e7a e em tend\u00eancia da queda.<br \/>\n\u201cNa melhor das perspectivas , teremos uma curva no formado de W, o que configuraria um processo de crescimento nada consistente\u201d, diz a an\u00e1lise que tem foco na ind\u00fastria, mas reflete o ambiente de toda a economia, como mostram as sucessivas previs\u00f5es de redu\u00e7\u00e3o do PIB em 2019.<br \/>\nA integra da carta t\u00e9cnica do IEDI, do dia 6 de maio:<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n<table width=\"100%\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>A contar pelos dados j\u00e1 dispon\u00edveis, \u00e9 poss\u00edvel que a recupera\u00e7\u00e3o industrial iniciada em 2017 venha a ser, na verdade, apenas um miniciclo de crescimento depois de um prolongado e agudo per\u00edodo de crise.<br \/>\nNa melhor das perspectivas, teremos uma curva no formato de \u201cW\u201d, o que configuraria um processo de crescimento nada consistente.<br \/>\nFatores de dinamismo que estiveram em opera\u00e7\u00e3o em 2017, como a supersafra agr\u00edcola, libera\u00e7\u00e3o dos recursos do FGTS, forte desacelera\u00e7\u00e3o da infla\u00e7\u00e3o e queda da taxa b\u00e1sica de juros (Selic), bem como o maior dinamismo do com\u00e9rcio internacional, foram perdendo for\u00e7a a partir do ano passado sem que outros motores fossem reativados na intensidade necess\u00e1ria.<br \/>\nO decl\u00ednio os juros dos empr\u00e9stimos e a conseguinte normaliza\u00e7\u00e3o do quadro do cr\u00e9dito no pa\u00eds eram candidatos importantes para introduzir maior dinamismo ao sistema industrial em 2018. Na realidade, deixaram muito a desejar e arrefeceram a recomposi\u00e7\u00e3o do consumo e do investimento.<br \/>\nAl\u00e9m disso, comprometeram o resultado da ind\u00fastria no ano passado a greve dos caminhoneiros, a incerteza do processo pol\u00edtico-eleitoral e a crise da Argentina, em meio \u00e0 desacelera\u00e7\u00e3o do com\u00e9rcio mundial, e o pr\u00f3prio desemprego, que ainda se encontra em n\u00edveis recordes. Assim, a produ\u00e7\u00e3o industrial saiu de uma alta de +5% no 4\u00ba trim\/17 para uma queda de -1,2% no 4\u00ba trim\/18 frente ao mesmo per\u00edodo do ano anterior.<br \/>\nMuitos destes aspectos desfavor\u00e1veis permanecem em tela em 2019. Como consequ\u00eancia, a ind\u00fastria n\u00e3o s\u00f3 continuou no vermelho, como aprofundou seu decl\u00ednio no 1\u00ba trimestre do ano: -2,2% frente ao 1\u00ba trim\/18. Em rela\u00e7\u00e3o ao final de 2018, o desempenho tamb\u00e9m foi negativo: -0,7% ante out-dez\/18, j\u00e1 com os ajustes sazonais. Ou seja, as perdas est\u00e3o presentes qualquer que seja o \u00e2ngulo em que olhamos o setor.<br \/>\nA compara\u00e7\u00e3o do acumulado em doze meses frente ao mesmo per\u00edodo do ano anterior, que funciona como uma medida de tend\u00eancia, n\u00e3o deixa d\u00favida sobre o movimento que a ind\u00fastria assumiu nos \u00faltimos meses. Em mar\/19 voltamos \u00e0 mesma situa\u00e7\u00e3o em que est\u00e1vamos em ago\/17, registrando -0,1% em ambos os casos. A diferen\u00e7a \u00e9 que naquele momento a ind\u00fastria ganhava velocidade e, agora, vem perdendo cada vez mais dinamismo. Este \u00e9 um claro sinal de retrocesso.<br \/>\nAdemais, n\u00e3o s\u00f3 a ind\u00fastria parou de crescer, como a melhor marca atingida neste poss\u00edvel miniciclo foi de +3,9% nos doze meses encerrados em abr\/18. Este \u00e9 um ritmo que n\u00e3o chega a ser, nem de longe, aquele necess\u00e1rio a contrarrestar as quedas durante a crise, que chegaram a n\u00edveis pr\u00f3ximos de -10% em 2016.<br \/>\nDiante destes resultados, a expectativa de crescimento da ind\u00fastria vem sendo sistematicamente reduzida. Segundo a pesquisa Focus do Banco Central do final do ano passado, a produ\u00e7\u00e3o f\u00edsica do setor cresceria+3,2% em 2019, patamar que agora, na avalia\u00e7\u00e3o de in\u00edcio de maio, n\u00e3o passaria de +1,8%.<br \/>\nEmbora mais grave pra uns do que para outros, esta nova fase de retrocesso foi sentida pela grande maioria dos setores industriais. Dos 26 ramos acompanhados pelo IBGE, nada menos do que 21 deles (81%) ficaram no vermelho no 1\u00ba trim\/19. Pior ainda, metade deles (isto \u00e9, 13 ramos) acompanharam a ind\u00fastria geral e tamb\u00e9m tiveram queda no 4\u00ba trim\/18 e quase \u00bc j\u00e1 acumula mais de dois trimestres consecutivos de retra\u00e7\u00e3o. Frente a isso, \u00e9 poss\u00edvel que estejamos em emio a mais uma etapa recessiva.<br \/>\nDentre os grandes macrossetores industriais, todos mergulharam novamente no vermelho, mesmo o de bens de capital (-4,3% ante 1\u00ba trim\/18), que ainda conseguia se manter na faixa positiva no final do ano passado. A seu turno, os bens de capital para a pr\u00f3pria ind\u00fastria, que cuja produ\u00e7\u00e3o acompanha a evolu\u00e7\u00e3o dos investimentos do setor, est\u00e1 de mal a pior, registrando queda tanto no 4\u00ba trim\/18 (-5,5%) como no 1\u00ba trim\/19 (-4,9%).<br \/>\nBens de consumo dur\u00e1veis (-3,5%) recuaram em fun\u00e7\u00e3o do setor automobil\u00edstico, cujas exporta\u00e7\u00f5es est\u00e3o sendo bastante prejudicadas pela crise argentina, mas tamb\u00e9m de m\u00f3veis e eletrodom\u00e9sticos, que refletem mais os entraves \u00e0 reativa\u00e7\u00e3o da demanda dom\u00e9stica.<br \/>\nBens intermedi\u00e1rios (-2,0%) j\u00e1 vinham de um per\u00edodo baix\u00edssimo crescimento na maior parte de 2018 e avan\u00e7aram para o terreno negativo no 4\u00ba trim\/18 (-1,6%) e agora no 1\u00ba trim\/19 (-2%), sobretudo em fun\u00e7\u00e3o de segmentos associados a alimentos, t\u00eaxteis, celulose e metalurgia.<br \/>\nBens de consumo semi e n\u00e3o dur\u00e1veis n\u00e3o ca\u00edram tanto quanto os demais macrossetores industriais, mas neste caso h\u00e1 um longo processo de estagna\u00e7\u00e3o que parece estar resvalando mais claramente para uma etapa recessiva. Do 3\u00ba trim\/18 ao 1\u00ba trim\/19 as quedas foram cada vez maiores: -0,2%, -0,8% e -1,4%, respectivamente.<br \/>\n<strong>Resultados da Ind\u00fastria<\/strong><br \/>\nEm mar\u00e7o de 2019, a produ\u00e7\u00e3o industrial variou -1,3% na compara\u00e7\u00e3o com o m\u00eas anterior, j\u00e1 descontados os efeitos sazonais. Com isso, atingiu-se no terceiro m\u00eas do ano um n\u00edvel de produ\u00e7\u00e3o 1,4% inferior \u00e0 de dez\/18. Depois de um desempenho negativo no final do ano passado, a ind\u00fastria permaneceu no vermelho neste in\u00edcio de 2019.<br \/>\nO resultado da ind\u00fastria em compara\u00e7\u00e3o com o mesmo per\u00edodo do ano anterior, por sua vez, foi ainda pior em mar\u00e7o: retra\u00e7\u00e3o de -6,1%, representando queda equivalente \u00e0 de maio de 2018, quando a paralisa\u00e7\u00e3o dos caminhoneiros trouxeram grande perturba\u00e7\u00e3o \u00e0s atividades do setor. Parte disso, por\u00e9m, deve-se a um efeito calend\u00e1rio, j\u00e1 que mar\/19 teve dois dias \u00fateis a menos do que mar\/18.<br \/>\nDeste modo, o saldo geral no 1\u00ba trimestre de 2019 n\u00e3o s\u00f3 foi mais uma vez negativo, como a queda foi mais intensa do que no 4\u00ba trim\/18: -2,3% contra -1,2%, respectivamente, frente ao mesmo per\u00edodo do ano anterior. Chega-se, assim, a cap\u00edtulos mais dram\u00e1ticos de uma trajet\u00f3ria de continuada desacelera\u00e7\u00e3o verificada ao longo do ano passado todo. A ind\u00fastria encontra-se, sem sombra de d\u00favida, em uma situa\u00e7\u00e3o completamente distinta daquela do \u00faltimo quatro de 2017, quando registrava +5% de crescimento.<br \/>\nEm rela\u00e7\u00e3o aos macrossetores, na compara\u00e7\u00e3o com fevereiro de 2019, descontados os efeitos sazonais, os resultados foram quase todos negativos. A \u00fanica exce\u00e7\u00e3o foi o de bens de capital, que registraram +0,4%. Bens intermedi\u00e1rios ca\u00edram pelo terceiro m\u00eas consecutivo ao apresentarem resultado de -1,5% em mar\u00e7o. Bens de consumo dur\u00e1veis e semi e n\u00e3o dur\u00e1veis declinaram em ritmo semelhante: -1,3% e -1,1%, respectivamente.<br \/>\nJ\u00e1 na compara\u00e7\u00e3o de mar\u00e7o de 2019 com mar\u00e7o de 2018, obteve-se resultados negativos em todos os macrossetores. Bens de consumo dur\u00e1veis foram os que mais ca\u00edram: -15,8%, seguidos por bens de capital, que registraram -11,5%. Bens de consumo semi e n\u00e3o dur\u00e1veis, por sua vez, apresentaram resultado de -5,2%. J\u00e1 bens intermedi\u00e1rios, embora tenham tido a queda mais branda em mar\u00e7o (-4,4%), est\u00e1 no vermelho desde setembro de 2018.<br \/>\nEm mar\u00e7o de 2019, o decl\u00ednio interanual -15,8% de bens de consumo dur\u00e1veis foi o mais intenso desde julho de 2016 (-16,1%), tendo sido pressionado pela queda na fabrica\u00e7\u00e3o de autom\u00f3veis (-16,8%), de eletrodom\u00e9sticos da \u201clinha marrom\u201d (-29,2%), de motocicletas (-3,5%) e de m\u00f3veis (-17,1%). Por outro lado, os impactos positivos vieram de eletrodom\u00e9sticos da \u201clinha branca\u201d (+2,9%) e outros eletrodom\u00e9sticos (+2,5%).<br \/>\nBens de capital, que declinou -11,5%, tendo sido a queda mais intensa desde abril de 2016 (-15,0%), foram influenciados, em grande medida, pelo recuo de bens de capital para equipamentos de transporte (-15,7%), bens de capital para fins industriais (-8,8%), uso misto (-9,5%), energia el\u00e9trica (-13,1%) e agr\u00edcolas (-9,2%). O \u00fanico impacto positivo foi em bens de capital para constru\u00e7\u00e3o (+6,7%).<br \/>\nJ\u00e1 o macrossetor de bens de consumo semi e n\u00e3o-dur\u00e1veis (-5,2%) foi condiconado principalmente pela queda no grupamento de n\u00e3o-dur\u00e1veis (-10,6%) e pelos resultados negativos dos subsetores de semidur\u00e1veis (-9,3%) e de alimentos e bebidas elaborados para consumo dom\u00e9stico (-2,0%). O subsetor de carburantes (+1,7%) foi o \u00fanico a apontar varia\u00e7\u00e3o positiva.<br \/>\nPor sua vez, o macrossetor de bens intermedi\u00e1rios, cuja produ\u00e7\u00e3o regrediu -4,4%, foi influenciado pelas quedas de: ind\u00fastrias extrativas (-14,0%), ve\u00edculos automotores, reboques e carrocerias (-9,5%), produtos de borracha e de material pl\u00e1stico (-6,0%), m\u00e1quinas e equipamentos (-8,4%), produtos aliment\u00edcios (-1,9%), outros produtos qu\u00edmicos (-1,9%), metalurgia (-1,6%), entre outros. Em contrapartida, contribu\u00edram positivamente os ramos de coque, produtos derivados do petr\u00f3leo e biocombust\u00edveis (+6,0%), produtos de metal (+1,9%) e embalagens (1,3%).<br \/>\nAssim, no acumulado do primeiro trimestre de 2019, quando a a ind\u00fastria geral caiu -2,3% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo do ano anterior, todos os macrossetores ficaram no vermelho. A queda mais intensa ficou por conta de bens de capital (-4,3%), seguidos por bens de consumo dur\u00e1veis (-3,5%) e bens intermedi\u00e1rios (-2,0%). Bens de consumo semi e n\u00e3o dur\u00e1veis foram os que apresentaram o decl\u00ednio mais brando neste in\u00edcio de 2019 (-1,4%), mas j\u00e1 acumula tr\u00eas trimestres consecutivos de retra\u00e7\u00e3o.<br \/>\n<strong>Por dentro da Ind\u00fastria de Transforma\u00e7\u00e3o<\/strong><br \/>\nA varia\u00e7\u00e3o de -1,3% da produ\u00e7\u00e3o industrial geral em mar\u00e7o de 2019 ante fevereiro, j\u00e1 realizado o ajuste sazonal, foi acompanhada de retra\u00e7\u00e3o de -0,5% na ind\u00fastria de transforma\u00e7\u00e3o e de -1,7% no ramo extrativista, influenciado pelos efeitos do desastre de Brumadinho. No primeiro caso, os resultados t\u00eam sido negativos desde julho do ano passado, \u00e0 exce\u00e7\u00e3o de jan\/19, quando ficou estagnado e do crescimento de +0,8% em fevereiro. Ou seja, ao que tudo indica retomamos o anterior padr\u00e3o desfavor\u00e1vel. No segundo caso, os tr\u00eas meses de 2019 s\u00f3 registraram decl\u00ednio, que foi bastante intenso em fevereiro (-15,7%).<br \/>\nEm rela\u00e7\u00e3o a mar\u00e7o de 2018, os resultados da ind\u00fastria de transforma\u00e7\u00e3o e do setor extrativista acompanharam a ind\u00fastria geral (-6,1%) e perderam produ\u00e7\u00e3o. No primeiro caso, a queda foi de -4,9%, mais do que compensando a varia\u00e7\u00e3o positiva de fevereiro (+4%), que havia interrompido uma sequencia de tr\u00eas meses de retra\u00e7\u00e3o. No segundo caso, devido em boa medida ao desastre de Brumadinho, houve queda de -14%, o pior resultado da s\u00e9rie interanual desde ago\/16. Isso porque o ramo extrativista j\u00e1 tinha registrado varia\u00e7\u00e3o de -10% em fevereiro. Vale lembrar, por\u00e9m, que o m\u00eas de mar\/19 contou com dois dias \u00fateis a menos do que mar\/18.<br \/>\nFrente a fevereiro de 2019, na s\u00e9rie com ajuste sazonal, o decr\u00e9scimo de -1,3% da ind\u00fastria geral foi acompanhado por 16 dos 26 ramos pesquisados. As principais influ\u00eancias negativas vieram de produtos aliment\u00edcios (-4,9%), ve\u00edculos automotores, reboques e carrocerias (-3,2%), coque, produtos derivados do petr\u00f3leo e biocombust\u00edveis (-2,7%), ind\u00fastrias extrativas (-1,7%) e outros produtos qu\u00edmicos (-3,3%).\u00a0 Em sentido oposto, a principal contribui\u00e7\u00e3o positiva veio de farmoqu\u00edmicos e farmac\u00eauticos (+4,6%).<br \/>\nNa compara\u00e7\u00e3o com igual m\u00eas do ano anterior, em que a ind\u00fastria geral apresentou queda de -6,1% na produ\u00e7\u00e3o, varia\u00e7\u00f5es negativas marcaram o desempenho de 22 dos 26 ramos, 60 dos 79 grupos e 63,7% dos 805 produtos pesquisados. Os destaques desfavor\u00e1veis ficaram a cargo de ve\u00edculos automotores, reboques e carrocerias (-13,3%), produtos aliment\u00edcios (-5,0%), equipamentos de inform\u00e1tica, produtos eletr\u00f4nicos e \u00f3pticos (-23,7%), m\u00e1quinas e equipamentos (-7,8%), outros equipamentos de transporte (-22,1%), confec\u00e7\u00e3o de artigos do vestu\u00e1rio e acess\u00f3rios (-11,8%) e produtos de borracha e de material pl\u00e1stico (-6,7%), entre outros, al\u00e9m do ramo extrativa (-14,0%). J\u00e1 entre os quatro setores que avan\u00e7aram na produ\u00e7\u00e3o, os principais impactos foram em coque, produtos derivados do petr\u00f3leo e biocombust\u00edveis (+5,0%) e bebidas (+9,9%).<br \/>\n<strong>Exporta\u00e7\u00e3o<\/strong><br \/>\nSegundo os dados da Funcex, divulgados pelo IBGE conjuntamente com os resultados da produ\u00e7\u00e3o industrial, o quantum das exporta\u00e7\u00f5es de manufaturados no m\u00eas de mar\u00e7o de 2019 recuou -14%, frente ao mesmo per\u00edodo do ano anterior. Com isso, o desempenho do primeiro trimestre do ano foi igualmente negativo: -7,9% ante o mesmo per\u00edodo do ano passado, isto \u00e9, uma realidade bastante diferente do 1\u00ba trim\/18, quando as exporta\u00e7\u00f5es de manufaturados avan\u00e7avam +16,5%.<br \/>\nPor sua vez, as importa\u00e7\u00f5es em quantum de mat\u00e9rias-primas para a ind\u00fastria tamb\u00e9m decresceram, -21% na compara\u00e7\u00e3o com mar\u00e7o de 2018. Apesar disso, o resultado acumulado no primeiro trimestre de 2019 continuou positivo em +3,3%, apresentando acelera\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o ao desempenho do 1\u00ba trim\/18 (+0,1%).<br \/>\n<strong>Utiliza\u00e7\u00e3o de Capacidade<\/strong><br \/>\nO n\u00edvel de utiliza\u00e7\u00e3o da capacidade instalada da ind\u00fastria de transforma\u00e7\u00e3o, de acordo com a s\u00e9rie da FGV com ajustes sazonais, foi de 74,7% tanto em mar\u00e7o como em fevereiro de 2019, um patamar abaixo daquele de um ano atr\u00e1s (76,1% em mar\/18). O indicador ficou, assim, ainda mais longe de sua m\u00e9dia hist\u00f3rica, que \u00e9 de 80,1%.<br \/>\nJ\u00e1 o indicador da CNI, regrediu na passagem de fevereiro para mar\u00e7o de 2019, j\u00e1 descontados os efeitos sazonais, ao variar -0,9 p.p. e chegar a 76,5%. Este patamar est\u00e1 quase 2 p.p. abaixo do n\u00edvel de um ano atr\u00e1s (78,3% em mar\/18), mostrando a piora da evolu\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria de transforma\u00e7\u00e3o neste per\u00edodo. Tal como ocorre no caso do indicador da FGV, a utiliza\u00e7\u00e3o aferida pela CNI permanece razoavelmente abaixo da m\u00e9dia hist\u00f3rica do indicador, iniciado em jan\/03, e que \u00e9 de 80,9%.<br \/>\nA perman\u00eancia da utiliza\u00e7\u00e3o da capacidade em n\u00edveis historicamente baixos e sem uma trajet\u00f3ria inconteste de acentuada melhora n\u00e3o \u00e9 um ind\u00edcio favor\u00e1vel para a evolu\u00e7\u00e3o futura do investimento, isso porque m\u00e1quinas e equipamentos atualmente ociosos dever\u00e3o ser postos em funcionamento antes de os empres\u00e1rios pensarem em ampliar sua capacidade de produ\u00e7\u00e3o. Em contrapartida, a exist\u00eancia de capacidade ociosa significa que existem plenas condi\u00e7\u00f5es de oferta para garantir uma recupera\u00e7\u00e3o da atividade econ\u00f4mica sem press\u00f5es inflacion\u00e1rias.<br \/>\n<strong>Estoques<\/strong><br \/>\nDe acordo com os dados da Sondagem Industrial da CNI, os estoques de produtos finais da ind\u00fastria em mar\u00e7o de 2019 assinalaram \u00edndice de 50,5 pontos, superior ao patamar de fevereiro (50,2 pontos) e novamente acima da marca dos 50 pontos, o que indica aumento de estoques. Valores inferiores a 50 pontos, por sua vez, indicam redu\u00e7\u00e3o de estoques. No caso do segmento da ind\u00fastria de transforma\u00e7\u00e3o, o indicador registrou 50,4 pontos (+0,3 ponto frente a fev\/19 e +0,6 ponto frente a mar\/18) e na ind\u00fastria extrativa ficou em 52,8 pontos (+1,7 ponto frente a fev\/19 e +6,3 pontos frente a mar\/18).<br \/>\nNa avalia\u00e7\u00e3o dos empres\u00e1rios, os estoques efetivos da ind\u00fastria geral continuaram acima do n\u00edvel planejado (isto \u00e9 acima de 50 pontos), atingindo o patamar de 51,2 pontos em mar\u00e7o de 2019. Este tem sido o padr\u00e3o desde mar\u00e7o de 2018, \u00e0 exce\u00e7\u00e3o de dezembro, quando ficou em 48,9 pontos. No caso do setor extrativo e no caso da ind\u00fastria de transforma\u00e7\u00e3o, o indicador de satisfa\u00e7\u00e3o dos estoques ficou em 49,7 pontos e em 51,3 pontos, respectivamente.<br \/>\nNo grupo industrial da ind\u00fastria de transforma\u00e7\u00e3o, 15 dos 26 ramos acompanhados pela CNI tiveram estoques iguais ou menores do que o planejado (50 pontos) em mar\u00e7o de 2019, isto \u00e9, abaixo do n\u00famero de ramos nesta posi\u00e7\u00e3o em dez\/18 (22), jan\/19 (19) e fev\/19 (16), reduzindo o n\u00famero de ramos cujas produ\u00e7\u00f5es podem avan\u00e7ar nos pr\u00f3ximos meses para recompor estoques abaixo do planejado. Dentre eles, est\u00e3o os ramos de outros equipamentos de transporte (43,8 pontos), biocombust\u00edveis (43,8 pontos), e borracha (43,2 pontos), entre outros. Em contraste, ficaram com estoques efetivos acima do planejado em mar\u00e7o os setores de couros (62,5 pontos), t\u00eaxteis (54 pontos), papel e celulose (53,4 pontos) e m\u00f3veis (53,2 pontos), entre outros.<br \/>\n<strong>Confian\u00e7a e Expectativas<\/strong><br \/>\nDiante da patente desacelera\u00e7\u00e3o do crescimento industrial, que se transformou em nova retra\u00e7\u00e3o no final de 2018 e in\u00edcio de 2019, a confian\u00e7a do empresariado industrial, segundo o \u00cdndice de Confian\u00e7a do Empres\u00e1rio da Ind\u00fastria de Transforma\u00e7\u00e3o da CNI (ICEI), come\u00e7ou a ser corrigido no m\u00eas de mar\u00e7o de 2019 em um movimento que ganhou intensidade no m\u00eas de abril. Depois de alguns meses de relativa estabilidade, o indicador passou de 64,7 pontos em fev\/19 para 62,5% em mar\/19 e chegou a 58,9 pontos em abr\/19. Por se encontram acima da marca de 50 pontos, este indicador continua registrando otimismo dos empres\u00e1rios, embora cada vez menos. Esta n\u00e3o \u00e9 uma trajet\u00f3ria que corrobore expectativas de retomada mais consistente do investimento industrial.<br \/>\nO desempenho da confian\u00e7a em abril do presente ano resultou principalmente de seu componente de avalia\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es atuais dos neg\u00f3cios, que ficou na marca de 50,5 pontos neste m\u00eas, registrando o segundo recuo consecutivo frente ao m\u00eas anterior (69,1 pontos em fev\/19 e 54,4 pontos em mar\/19). O componente do ICEI-CNI de expectativas em rela\u00e7\u00e3o ao futuro tamb\u00e9m regrediu, passando de 66,5 pontos em mar\/19 para 63 pontos em abr\/19. Em ambos os casos o quadro ainda \u00e9 de otimismo, dados os n\u00edveis acima de 50 pontos.<br \/>\nJ\u00e1 o \u00cdndice de Confian\u00e7a da Ind\u00fastria de Transforma\u00e7\u00e3o (ICI) da FGV mostrou pequeno avan\u00e7o no m\u00eas de abril, ao passar de 97,2 pontos em mar\u00e7o para 97,9 pontos, com ajuste sazonal. Ainda assim, j\u00e1 esteve mais pr\u00f3ximo da linha divis\u00f3ria (100 pontos), como em fev\/19, ou mesmo acima dela, como entre dez\/17 e mai\/18, quando sugeria um retorno ao otimismo dos empres\u00e1rios do setor.<br \/>\nEste movimento do ICI-FGV em abril foi condicionado por seu componente de situa\u00e7\u00e3o atual. O \u00cdndice de Expectativas em rela\u00e7\u00e3o ao futuro ficou est\u00e1vel em 97,4 pontos, depois de declinar por duas vez consecutivas. No caso do \u00cdndice da Situa\u00e7\u00e3o Atual, o progresso foi de 97,1 pontos em mar\/19 para 98,5 pontos em abr\/19.<br \/>\nOutro indicador frequentemente utilizado para se avaliar a perspectiva do dinamismo da ind\u00fastria \u00e9 o Purchasing Managers\u2019 Index \u2013 PMI Manufacturing, calculado pela consultoria Markit Financial Information Services. Seu n\u00edvel vinha se mantendo, em m\u00e9dia, em 52,7 pontos entre novembro de 2018 e janeiro de 2019, avan\u00e7ou para 53,9 pontos em fevereiro deste ano, mas retrocedeu novamente para 52,8 pontos em mar\u00e7o e 51,5 pontos em abril. Vale mencionar que n\u00edveis acima de 50 pontos sugerem melhora das condi\u00e7\u00f5es de neg\u00f3cio.<br \/>\nOs indicadores de confian\u00e7a acima mencionados, notadamente seu componente referente \u00e0s avalia\u00e7\u00f5es dos neg\u00f3cios correntes, sugerem que o desempenho industrial em abril pode ser fraco mais uma vez.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<table style=\"width: 0%\" width=\"100%\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"width: 13.2404%\" width=\"50\"><strong><a href=\"http:\/\/u3088200.ct.sendgrid.net\/wf\/click?upn=ENjwcY7akzIKBuqoffFbVBnq7YZKu-2Bw0-2Fgp-2FZ2HdIb8-3D_iTa-2BaSytiiOUDVdsaIA6A2SmtMNaEmRh-2B7iWZ5O5kQjGpEDPzPVtpNIYU61-2B33nCETwIJlW8XIyx3K0tppWmuF1iVTzBvQ-2FSs4nxEHaQyvt6yLS6aFreP-2BY6me0n4YkiSSvO5OO-2BUTCg52lBC6u-2B7RXgA5nSZc1ddOOUu27q9qoIthbKR18skXoqfpPmdu7FlCSFHgvDKT-2BaeowJI0s1iXVkb5qUAW1tjrsIqqKB7r4qbFsGTl7JGTeh7KWK2UyJcyupnV3WesdwtmElCpClbA-3D-3D\">ASSINAR<\/a><\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 86.7596%\"><strong>COMPARTILHAR<\/strong><\/p>\n<table width=\"100%\">\n<tbody>\n<tr>\n<td><\/td>\n<td width=\"28\"><\/td>\n<td width=\"28\"><\/td>\n<td width=\"28\"><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<table width=\"100%\">\n<tbody>\n<tr>\n<td><\/td>\n<td>\n<table width=\"100%\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"15\"><\/td>\n<td colspan=\"3\"><\/td>\n<td width=\"15\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><\/td>\n<td><strong><a href=\"http:\/\/u3088200.ct.sendgrid.net\/wf\/click?upn=ENjwcY7akzIKBuqoffFbVBnq7YZKu-2Bw0-2Fgp-2FZ2HdIb8-3D_iTa-2BaSytiiOUDVdsaIA6A2SmtMNaEmRh-2B7iWZ5O5kQjGpEDPzPVtpNIYU61-2B33nCETwIJlW8XIyx3K0tppWmuHFG-2FfIgW4PvlXpmioUFDPbpHoDcgLDJZIEl-2BwPU8YpGi9QH-2FWicOMjovycHw82W8umDnbSH9WMoCq-2FuEUYncbhQh-2FLUl6-2BrJKCT9BJ26YaWTJxxxIF1MuKULELhbo5BZHoHauo1VX9N7GYiVwSGGVOXJYqY3K0UAftJ8yDIoZXqcEIdOqhQdRjgbPVErN1giA-3D-3D\">www.iedi.org.br<\/a><\/strong><\/td>\n<td><strong><a href=\"mailto:instituto@iedi.org.br\">instituto@iedi.org.br<\/a><\/strong><\/td>\n<td><strong>(11) 5505-4922<\/strong><\/td>\n<td><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><\/td>\n<td><\/td>\n<td><\/td>\n<td><\/td>\n<td><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em sua carta t\u00e9cnica de maio, emitida nesta segunda, 6, o Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (IEDI) caracteriza a recupera\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria iniciada em 2017 como \u201cum miniciclo de crescimento\u201d que j\u00e1 estaria perdendo a for\u00e7a e em tend\u00eancia da queda. \u201cNa melhor das perspectivas , teremos uma curva no formado de W, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":74444,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[2],"tags":[],"class_list":["post-74443","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-geral"],"aioseo_notices":[],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/pbKhrD-jmH","jetpack-related-posts":[{"id":73747,"url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/geral\/industria-segue-perdendo-espaco-na-economia-brasileira\/","url_meta":{"origin":74443,"position":0},"title":"Ind\u00fastria segue perdendo espa\u00e7o na economia brasileira","author":"da Reda\u00e7\u00e3o","date":"8 de abril de 2019","format":false,"excerpt":"A atividade industrial no Brasil recuou 0,2% nos primeiros dois meses do ano de acordo com o Instituto de Estudos para o Desenvolvimento industrial (IED). A queda mant\u00e9m a tend\u00eancia que se verifica desde os anos 80 de queda de participa\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria de transforma\u00e7\u00e3o na composi\u00e7\u00e3o do Produto Interno\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Geral-MAT\u00c9RIA&quot;","block_context":{"text":"Geral-MAT\u00c9RIA","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/geral\/category\/geral\/"},"img":{"alt_text":"","src":"","width":0,"height":0},"classes":[]},{"id":80765,"url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/geral\/producao-da-industria-cai-11-em-dois-meses-mas-cni-ve-recuperacao\/","url_meta":{"origin":74443,"position":1},"title":"Produ\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria cai 11% em dois meses, mas CNI v\u00ea recupera\u00e7\u00e3o","author":"da Reda\u00e7\u00e3o","date":"28 de janeiro de 2020","format":false,"excerpt":"A produ\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria brasileira caiu 7,1 %\u00a0 em dezembro, na compara\u00e7\u00e3o com novembro. A retra\u00e7\u00e3o no m\u00eas foi menor que em outros anos, mas foi a segunda queda mensal consecutiva: em novembro, o \u00edndice de produ\u00e7\u00e3o tinha recuado 4,3 pontos em rela\u00e7\u00e3o a outubro, o que soma uma perda\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Geral-MAT\u00c9RIA&quot;","block_context":{"text":"Geral-MAT\u00c9RIA","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/geral\/category\/geral\/"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/geral\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2020\/01\/producao-industrial.jpg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200,"srcset":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/geral\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2020\/01\/producao-industrial.jpg?resize=350%2C200&ssl=1 1x, https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/geral\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2020\/01\/producao-industrial.jpg?resize=525%2C300&ssl=1 1.5x, https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/geral\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2020\/01\/producao-industrial.jpg?resize=700%2C400&ssl=1 2x, https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/geral\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2020\/01\/producao-industrial.jpg?resize=1050%2C600&ssl=1 3x"},"classes":[]},{"id":79729,"url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/geral\/analista-diz-que-alta-do-pib-ainda-nao-reflete-recuperacao\/","url_meta":{"origin":74443,"position":2},"title":"Analista diz que alta do PIB ainda n\u00e3o reflete recupera\u00e7\u00e3o","author":"da Reda\u00e7\u00e3o","date":"3 de dezembro de 2019","format":false,"excerpt":"A coordenadora de Contas Nacionais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), Rebeca Palis, disse hoje (3), que o crescimento do Produto Interno Bruto\u00a0 no terceiro trimestre de 2019, de 0,6%, \u00e9 uma recupera\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o ao pior momento da economia do pa\u00eds, que foi no quarto trimestre de\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Geral-MAT\u00c9RIA&quot;","block_context":{"text":"Geral-MAT\u00c9RIA","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/geral\/category\/geral\/"},"img":{"alt_text":"","src":"","width":0,"height":0},"classes":[]},{"id":75623,"url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/geral\/consumo-em-queda-e-imposto-alto-travam-a-recuperacao-da-economia\/","url_meta":{"origin":74443,"position":3},"title":"Consumo em queda e imposto alto travam a recupera\u00e7\u00e3o da economia","author":"da Reda\u00e7\u00e3o","date":"25 de julho de 2019","format":false,"excerpt":"A fraca demanda interna foi o principal entrave enfrentado pela ind\u00fastria ga\u00facha no segundo trimestre de 2019, aponta a Sondagem Industrial, divulgada pela Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS), nessa quarta-feira (24). Assinalada por 50% dos pesquisados, pulou do segundo para o primeiro lugar, j\u00e1\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Geral-MAT\u00c9RIA&quot;","block_context":{"text":"Geral-MAT\u00c9RIA","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/geral\/category\/geral\/"},"img":{"alt_text":"","src":"","width":0,"height":0},"classes":[]},{"id":92368,"url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/geral\/empresarios-defendem-politicas-publicas-e-projeto-para-crescimento-sustentavel\/","url_meta":{"origin":74443,"position":4},"title":"Empres\u00e1rios defendem pol\u00edticas p\u00fablicas e projeto para crescimento sustent\u00e1vel","author":"da Reda\u00e7\u00e3o","date":"28 de abril de 2022","format":false,"excerpt":"O presidente da Confedera\u00e7\u00e3o Nacional da Ind\u00fastria, Robson Braga de Andrade, disse\u00a0 que o Brasil precisa de um plano de desenvolvimento para\u00a0 superar a crise e construir um ciclo de crescimento com sustentabilidade ambiental. \"O Brasil tem todas as condi\u00e7\u00f5es de liderar o mundo em energia limpa, mas precisa de\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Geral-MAT\u00c9RIA&quot;","block_context":{"text":"Geral-MAT\u00c9RIA","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/geral\/category\/geral\/"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/geral\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2022\/04\/empresarios-defendem-politicas-publicas.jpg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200,"srcset":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/geral\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2022\/04\/empresarios-defendem-politicas-publicas.jpg?resize=350%2C200&ssl=1 1x, https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/geral\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2022\/04\/empresarios-defendem-politicas-publicas.jpg?resize=525%2C300&ssl=1 1.5x, https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/geral\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2022\/04\/empresarios-defendem-politicas-publicas.jpg?resize=700%2C400&ssl=1 2x, https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/geral\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2022\/04\/empresarios-defendem-politicas-publicas.jpg?resize=1050%2C600&ssl=1 3x"},"classes":[]},{"id":74313,"url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/geral\/estado-vai-rever-contrato-para-calculo-do-pib\/","url_meta":{"origin":74443,"position":5},"title":"Estado vai rever contrato para c\u00e1lculo do PIB","author":"da Reda\u00e7\u00e3o","date":"26 de abril de 2019","format":false,"excerpt":"Ao final da apresenta\u00e7\u00e3o do desempenho da economia em 2018, a secret\u00e1ria do Planejamento, Leany Lemos confirmou que o governo ga\u00facho pretende retomar at\u00e9 o final deste ano os c\u00e1lculos do PIB por meio do Departamento de Economia e Estat\u00edstica (DEE). \u201cEstamos reavaliando o contrato com a Fipe, mas precisamos\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Geral-MAT\u00c9RIA&quot;","block_context":{"text":"Geral-MAT\u00c9RIA","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/geral\/category\/geral\/"},"img":{"alt_text":"","src":"","width":0,"height":0},"classes":[]}],"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/geral\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/74443","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/geral\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/geral\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/geral\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/geral\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=74443"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/geral\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/74443\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/geral\/wp-json\/"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/geral\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=74443"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/geral\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=74443"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/geral\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=74443"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}