{"id":77214,"date":"2019-09-09T10:14:18","date_gmt":"2019-09-09T13:14:18","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/?p=77214"},"modified":"2019-09-09T10:14:18","modified_gmt":"2019-09-09T13:14:18","slug":"brasil-registra-1-caso-de-agressao-a-mulher-a-cada-4-minutos-mostra-levantamento","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/geral\/brasil-registra-1-caso-de-agressao-a-mulher-a-cada-4-minutos-mostra-levantamento\/","title":{"rendered":"Brasil registra 1 caso de agress\u00e3o a mulher a cada 4 minutos, mostra levantamento"},"content":{"rendered":"<p>A vendedora de roupas Talita Oliveira, 29, se submeteu a sete cirurgias reconstrutoras nos dois \u00faltimos anos: duas na orelha esquerda e cinco no nariz. \u201cE terei que fazer mais dez s\u00f3 no nariz\u201d, diz.<br \/>\nEm novembro de 2017, foi atacada pelo ex-companheiro, que n\u00e3o aceitava o fim do relacionamento. Era manh\u00e3 de domingo quando o agressor invadiu a casa da m\u00e3e de Talita, em Barueri (SP), onde ela estava.<br \/>\nTentou esgan\u00e1-la, quebrar o seu pesco\u00e7o e arrancou com os dentes uma orelha e o nariz da vendedora. Os dois filhos mais velhos da mulher, de 13 e 11 anos, viram tudo. \u201cVivi uma cena de filme de terror. Fiquei desfigurada. Dormi uma e acordei outra. Parecia um monstro\u201d, diz ela.<br \/>\nO Minist\u00e9rio da Sa\u00fade registra que, no Brasil, a cada quatro minutos, uma mulher \u00e9 agredida por ao menos um homem e sobrevive. No ano passado, foram registrados mais de 145 mil casos de viol\u00eancia \u2014f\u00edsica, sexual, psicol\u00f3gica e de outros tipos\u2014 em que as v\u00edtimas sobreviveram.<br \/>\nA conclus\u00e3o vem de dados in\u00e9ditos do Sinan (Sistema de Informa\u00e7\u00e3o de Agravos de Notifica\u00e7\u00e3o), obtidos pela Folha via Lei de Acesso \u00e0 Informa\u00e7\u00e3o. A reportagem analisou 1,4 milh\u00e3o de notifica\u00e7\u00f5es recebidas de 2014 a 2018.<br \/>\nToda vez que uma mulher procura um servi\u00e7o de sa\u00fade, e o agente identifica que ela foi v\u00edtima de viol\u00eancia, \u00e9 obrigado a notificar o caso \u00e0s secretarias de sa\u00fade (o mesmo ocorre para viol\u00eancias sexuais, independentemente do g\u00eanero, e viol\u00eancias contra crian\u00e7as e idosos, entre outros casos). Essas informa\u00e7\u00f5es comp\u00f5em o Sistema de Vigil\u00e2ncia de Viol\u00eancias e Acidentes (VIVA\/SVS\/MS).<br \/>\nO n\u00famero n\u00e3o inclui as mulheres assassinadas, j\u00e1 que elas n\u00e3o s\u00e3o objeto do mesmo tipo de notifica\u00e7\u00e3o. Segundo o Ipea (Instituto de Pesquisa Econ\u00f4mica Aplicada), em 2017 houve 4.396 assassinatos de mulheres no pa\u00eds.<br \/>\nH\u00e1 tamb\u00e9m alto \u00edndice de subnotifica\u00e7\u00e3o, mesmo com a obriga\u00e7\u00e3o legal do registro \u2014o que significa que o n\u00famero de agress\u00f5es pode ser ainda mais alto.<br \/>\nNos \u00faltimos anos, houve aumento expressivo nos registros de viol\u00eancia f\u00edsica, psicol\u00f3gica e sexual, de acordo com a base de dados da pasta. A tend\u00eancia de crescimento se manteve ano ap\u00f3s ano. \u200b<br \/>\nOs registros de viol\u00eancia sexual, por exemplo, tiveram aumento de 53% no per\u00edodo. Nesse tipo de agress\u00e3o, 7 em cada 10 v\u00edtimas s\u00e3o crian\u00e7as e adolescentes (t\u00eam at\u00e9 19 anos).<br \/>\nEstupros coletivos (cometidos por mais de um autor homem) contra mulheres foram 3.837 no ano passado. Quando se considera tamb\u00e9m os registros de outros perfis de v\u00edtimas, incluindo as do sexo masculino, o total chega a 4.716, uma m\u00e9dia de 13 casos por dia.<br \/>\nN\u00e3o \u00e9 claro se houve aumento no n\u00famero de casos de viol\u00eancia contra a mulher ou se os casos passaram a ser mais notificados por causa de uma sensibiliza\u00e7\u00e3o maior da sociedade quanto \u00e0 viol\u00eancia de g\u00eanero, diz a soci\u00f3loga W\u00e2nia Pasinato.<br \/>\n\u201cNos \u00faltimos anos, a gente come\u00e7ou a falar mais especificamente sobre o estupro coletivo, desde o caso de Castelo do Piau\u00ed [epis\u00f3dio de 2015 de grande repercuss\u00e3o, em que quatro jovens foram estupradas por cinco homens]&#8221;, observa.<br \/>\n&#8220;Os dados estavam l\u00e1, mas eram invis\u00edveis, mesmo quem pesquisa na \u00e1rea n\u00e3o dava aten\u00e7\u00e3o a isso. \u00c0 medida que a gente d\u00e1 mais publicidade, ele come\u00e7a a ser mais denunciado e o registro entra mais na percep\u00e7\u00e3o dos profissionais.\u201d<br \/>\nA antrop\u00f3loga Tatiana Perrone, pesquisadora do N\u00facleo de Antropologia do Direito da USP, diz que \u00e9 dif\u00edcil precisar a raz\u00e3o do aumento, mas que o crescimento no n\u00famero de mortes de mulheres \u00e9 um indicativo de que haja escalada na viol\u00eancia de g\u00eanero. \u201cExiste um dado bem concreto, que \u00e9 o corpo. N\u00e3o depende de notifica\u00e7\u00e3o\u201d, afirma.<br \/>\nO \u00faltimo Atlas da Viol\u00eancia, do Ipea, com dados de 2017, mostra que a taxa de mortes de mulheres bateu recorde, chegando a 4,7 assassinatos a cada 100 mil habitantes.<br \/>\nPara a promotora de Justi\u00e7a Gabriela Manssur, o aumento nos registros de viol\u00eancia contra a mulher se deve ao fato de as mulheres fazerem valer seus direitos cada vez mais: \u201cH\u00e1 um maior conflito, porque os homens n\u00e3o aceitam a liberdade de comportamento\u201d.<br \/>\nSe a viol\u00eancia sexual atinge mais crian\u00e7as e adolescentes, a agress\u00e3o f\u00edsica tem como v\u00edtima preferencial mulheres de 20 a 39 anos (55% dos casos).<br \/>\nEm quase todos os casos de viol\u00eancia, o agressor da mulher \u00e9 uma pessoa pr\u00f3xima: pai, padrasto, irm\u00e3o, filho, ou, principalmente, ex ou atual marido ou namorado. \u00c9 em casa onde as mulheres s\u00e3o, na maioria das vezes, agredidas: 70% dos casos ocorrem em resid\u00eancia.<br \/>\nFoi o caso da Talita, a mulher citada no come\u00e7o desta reportagem.<br \/>\nA v\u00edtima e o agressor, seu ex-companheiro, ficaram juntos por cerca de dois anos. As agress\u00f5es come\u00e7aram no segundo ano do relacionamento, segundo ela. Manchas roxas pelo corpo eram comuns.<br \/>\n\u201cMinha m\u00e3e falava para eu me separar, que uma hora ele ia me machucar feio\u201d, diz. \u201cMas, quando voc\u00ea est\u00e1 dentro do ciclo de viol\u00eancia, \u00e9 muito dif\u00edcil sair. A mulher n\u00e3o gosta de apanhar. A gente fica psicologicamente presa.\u201d<br \/>\nPara Perrone, essa viol\u00eancia est\u00e1 ligada aos pap\u00e9is que s\u00e3o ocupados por cada g\u00eanero na sociedade.<br \/>\n\u201cOs homens s\u00e3o ensinados a utilizar a for\u00e7a e a viol\u00eancia para a resolu\u00e7\u00e3o de conflitos e tentam colocar as mulheres em determinados lugares. H\u00e1 um exerc\u00edcio de poder e da viol\u00eancia para controlar os corpos das mulheres.\u201d<br \/>\nREGISTROS INDICAM DISCREP\u00c2NCIAS E SUBNOTIFICA\u00c7\u00c3O<br \/>\nDados levantados por \u00f3rg\u00e3os de sa\u00fade, como \u00e9 o caso do Sinan, tendem a ser mais confi\u00e1veis que os de sistemas de seguran\u00e7a, alimentado pelas pol\u00edcias.<br \/>\nIsso acontece porque \u00e9 alto o \u00edndice de subnotifica\u00e7\u00e3o de casos de viol\u00eancia dom\u00e9stica e de viol\u00eancia sexual, j\u00e1 que h\u00e1 casos em que as v\u00edtimas temem denunciar seus agressores.<br \/>\nW\u00e2nia Pasinato explica, por\u00e9m, que os dados do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade \u201cenfrentam, como qualquer outro sistema de informa\u00e7\u00e3o, a dificuldade de sensibilizar o profissional da ponta sobre a import\u00e2ncia de fazer essa notifica\u00e7\u00e3o\u201d.<br \/>\nO Minist\u00e9rio da Justi\u00e7a, que agrega informa\u00e7\u00f5es policiais, chega a registrar o dobro de casos de estupro que o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade em 2018.<br \/>\nIsso acontece por uma s\u00e9rie de fatores. Primeiro, h\u00e1 estados que enviam dados \u00e0 pasta da sa\u00fade s\u00f3 de atendimentos em hospitais p\u00fablicos, enquanto outros incluem atendimentos na rede privada.<br \/>\nA diretora executiva do F\u00f3rum Brasileiro de Seguran\u00e7a P\u00fablica, Samira Bueno, levanta outro problema. &#8220;Existe uma certa resist\u00eancia de m\u00e9dicos, que n\u00e3o querem ser chamados para testemunhar em casos de viol\u00eancia dom\u00e9stica ou sexual, e n\u00e3o assinam a notifica\u00e7\u00e3o que deveria ser compuls\u00f3ria&#8221;, afirma.<br \/>\n&#8220;Os dados nos ajudam muito a entender o perfil das v\u00edtimas, mas n\u00e3o mensuram todo o tamanho do problema.&#8221;<br \/>\nOs dados levantados pela reportagem n\u00e3o permitem ver a faixa de renda, mas estudos apontam que a viol\u00eancia contra a mulher atinge toda a sociedade, independentemente de classe social.<br \/>\nEstudo do Ipea mostra que a viol\u00eancia de g\u00eanero tem o dobro da ocorr\u00eancia quando a mulher participa do mercado de trabalho.<br \/>\nHoje, Talita n\u00e3o consegue mais respirar pelo nariz. Teve depress\u00e3o, emagreceu 20 kg, viu os filhos repetirem de ano e n\u00e3o consegue arranjar emprego. \u201cQual empresa vai contratar uma pessoa doente, que precisa operar de quatro em quatro meses?\u201d<br \/>\nCom a ajuda de um tratamento psicol\u00f3gico, tenta se reerguer. \u201cA minha vida recome\u00e7ou do zero. Nasci de novo. Disso eu tenho certeza\u201d, afirma.<br \/>\nO agressor, Ricardo Willians Cazuza, est\u00e1 preso. Ele foi condenado em primeira inst\u00e2ncia pelo crime e recorre da decis\u00e3o judicial.<br \/>\n(Com informa\u00e7\u00f5es da Folha de S\u00e3o Paulo)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A vendedora de roupas Talita Oliveira, 29, se submeteu a sete cirurgias reconstrutoras nos dois \u00faltimos anos: duas na orelha esquerda e cinco no nariz. \u201cE terei que fazer mais dez s\u00f3 no nariz\u201d, diz. Em novembro de 2017, foi atacada pelo ex-companheiro, que n\u00e3o aceitava o fim do relacionamento. 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