{"id":86247,"date":"2020-10-26T10:10:56","date_gmt":"2020-10-26T13:10:56","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/geral\/?p=86247"},"modified":"2021-11-16T05:24:14","modified_gmt":"2021-11-16T08:24:14","slug":"eleicoes-2020-milicias-consolidam-poder-politico-no-rio-de-janeiro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/geral\/eleicoes-2020-milicias-consolidam-poder-politico-no-rio-de-janeiro\/","title":{"rendered":"ELEI\u00c7\u00d5ES 2020: Mil\u00edcias consolidam poder pol\u00edtico no Rio de Janeiro"},"content":{"rendered":"<p>De tempos em tempos emergem dados assustadores sobre o aumento do poder das mil\u00edcias no Rio de Janeiro.<\/p>\n<p>Na semana passada veio a p\u00fablico uma pesquisa que mapeou grupos criminosos na ex- capital federal que hoje faz jus ao t\u00edtulo de &#8220;cidade mais bandida do Brasil&#8221;.<\/p>\n<p>De acordo com o \u201cMapa dos Grupos Armados do Rio de Janeiro\u201d, t\u00edtulo da pesquisa, os bairros onde milicianos atuam, somados, ocupam 57,5% do territ\u00f3rio do munic\u00edpio.<\/p>\n<p>\u00c9 uma \u00e1rea quase quatro vezes maior do que a controlada por fac\u00e7\u00f5es do tr\u00e1fico de drogas. As tr\u00eas fac\u00e7\u00f5es de traficantes, somadas, agem em bairros que perfazem 15,4% da \u00e1rea total da cidade. Juntos, milicianos e traficantes atuam em 73% da \u00e1rea do munic\u00edpio.<\/p>\n<p>Pouco mais de um quarto do territ\u00f3rio carioca (25,2%) ainda est\u00e1 em disputa entre tr\u00e1fico e mil\u00edcia.<\/p>\n<p>A pesquisa n\u00e3o registra a\u00e7\u00e3o de grupos criminoso em apenas 1,9% da \u00e1rea total do Rio. Nessa \u00e1rea sem den\u00fancias, est\u00e3o bairros como Urca, Jardim Bot\u00e2nico, Lagoa, Campo dos Afonsos e Vista Alegre.<\/p>\n<p>Os pesquisadores analisaram um total de 37.883 relatos que mencionam mil\u00edcias ou tr\u00e1fico de drogas, recebidos pelo Disque-Den\u00fancia (2253-1177) no ano de 2019.<\/p>\n<p>Segundo o Promotor F\u00e1bio Correa, do Grupo de Atua\u00e7\u00e3o Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), apesar de ainda existir sob a forma de c\u00e9lulas e franquias, a mil\u00edcia caminha para um projeto de comando \u00fanico no Rio.<\/p>\n<p>&#8220;Ela est\u00e1 em expans\u00e3o, visando a um projeto de comando \u00fanico&#8221;, ele disse.<\/p>\n<p>O soci\u00f3logo Jos\u00e9 Claudio Alves, que pesquisa grupos paramilitares define como &#8220;narcomil\u00edcia&#8221;, a novo modelo de organiza\u00e7\u00e3o que est\u00e1 se formando da alian\u00e7a entre traficantes e milicianos.<\/p>\n<p>Quanto ao n\u00famero de cariocas que vivem em bairros com atua\u00e7\u00e3o de traficantes ou milicianos,\u00a0 a pesquisa estima em mais de 2,1 milh\u00f5es de habitantes, aproximadamente um ter\u00e7o (33,1%) da popula\u00e7\u00e3o do munic\u00edpio do Rio.<\/p>\n<p>Nos bairros onde o tr\u00e1fico atua vivem mais de 1,5 milh\u00f5es de pessoas, ou 24% da popula\u00e7\u00e3o da cidade.<\/p>\n<p>Cerca de quatro em cada dez cariocas \u2014 2.659.597 habitantes (41,4% da popula\u00e7\u00e3o) \u2014 residem em territ\u00f3rios ainda disputados pelas organiza\u00e7\u00f5es criminosas.<\/p>\n<p>N\u00e3o s\u00f3 no munic\u00edpio do Rio.<\/p>\n<p>O estudo tamb\u00e9m expandiu a an\u00e1lise para a Regi\u00e3o Metropolitana. E o quadro n\u00e3o \u00e9 muito diferente, embora o predom\u00ednio a\u00ed ainda seja das fac\u00e7\u00f5es do tr\u00e1fico. Numa malha que envolve mais de mil bairros, os milicianos atuam em 199 (21,8%) as tr\u00eas maiores fac\u00e7\u00f5es atuam em 216 bairros, 26,7% do total de bairros da regi\u00e3o.<\/p>\n<p>O poder armado desses grupos pode ser avaliado pelo n\u00famero de armas de fogo apreendidas pela pol\u00edcia. As estat\u00edsticas registram queda, mesmo assim \u00e9 um n\u00famero impressionante: de janeiro a setembro de 2020, foram apreendidas 4.858 armas de fogo no Estado do Rio &#8211; 218 fuzis, 2.213 pistolas, 1776 rev\u00f3lveres.<\/p>\n<p>O \u00edndice \u00e9 26% menor do que o do mesmo per\u00edodo de 2019, quando foram retiradas de circula\u00e7\u00e3o 6.588 armas (438 fuzis). J\u00e1 houve ano (2003) que a pol\u00edcia apreendeu quase 12 mil armas de janeiro a setembro.<\/p>\n<p>O n\u00famero de homic\u00eddios tamb\u00e9m est\u00e1 em queda, mas ainda foram 2.650 homic\u00eddios de janeiro a setembro deste ano, isso com queda de 13% em rela\u00e7\u00e3o ao ano passado.<\/p>\n<p>Fortemente armados, esses grupos criminosos agora buscam consolidar um poder pol\u00edtico.<\/p>\n<p>Nesta segunda-feira, 26 de outubro, a Rede Fluminense de Pesquisas sobre Viol\u00eancia, Seguran\u00e7a P\u00fablica e Direitos Humanos divulgou um estudo alertando para a atua\u00e7\u00e3o de mil\u00edcias dentro do Poder Executivo e casas legislativas da regi\u00e3o metropolitana do Rio de Janeiro.<\/p>\n<p>Trabalho de um ano, a pesquisa \u201cControle Territorial Armado no Rio de Janeiro\u201c, conclui\u00a0que as conex\u00f5es entre mil\u00edcia e pol\u00edcia est\u00e3o se tornando estruturais. Foram ouvidos promotores, policiais, jornalistas, ativistas e especialistas em dados.<\/p>\n<p>O grupo destaca que a liga\u00e7\u00e3o entre criminosos e institui\u00e7\u00f5es legais amea\u00e7am o Estado democr\u00e1tico de Direito. H\u00e1 menos de um m\u00eas das elei\u00e7\u00f5es, a rede afirma que \u00e9 preciso haver um esfor\u00e7o suprapartid\u00e1rio para garantir o voto livre e a prote\u00e7\u00e3o a candidatos.<\/p>\n<p>\u201cTalvez essa expans\u00e3o dos interesses milicianos a inst\u00e2ncias dos poderes legislativos locais guarde rela\u00e7\u00e3o, ainda que parcialmente, com o elevado n\u00famero de mortes violentas envolvendo candidatos a vereadores no \u00faltimo processo eleitoral municipal, em diversos munic\u00edpios da regi\u00e3o metropolitana do Rio de Janeiro.\u201d<\/p>\n<p>Para o grupo, \u00e9 urgente o monitoramento da rela\u00e7\u00e3o das mil\u00edcias com os poderes Executivo e Legislativo. \u201cNa rela\u00e7\u00e3o com o Estado, as mil\u00edcias passariam a atuar n\u00e3o mais como grupos que precisam estabelecer alian\u00e7as com os poderes institu\u00eddos, e sim como parte interna e org\u00e2nica ao aparelho estatal\u201c, diz a nota.<\/p>\n<p>A rede afirma que \u00e9 preciso tentar reverter o fen\u00f4meno. \u201cSe ele se confirma e se consolida, conforma-se um quadro de banditismo pol\u00edtico, de grupos que, historicamente, come\u00e7aram guardando rela\u00e7\u00f5es com elites locais para, posteriormente, assumirem protagonismo tanto nas atividades econ\u00f4micas quanto no poder pol\u00edtico\u201d, l\u00ea-se no texto.<\/p>\n<p>As organiza\u00e7\u00f5es criminosas t\u00eam, de acordo com a nota t\u00e9cnica, \u201chabilidade para transitar entre o legal e o ilegal\u201d e atuam em \u201c um projeto ambicioso de tomada de poder do Estado\u201c.<\/p>\n<p>FORMA DE ATUA\u00c7\u00c3O<br \/>\nPara ganhar terreno, as mil\u00edcias se aproveitam da sensa\u00e7\u00e3o de inseguran\u00e7a existente em popula\u00e7\u00f5es mais vulner\u00e1veis. Dessa maneira, controlam ilegalmente servi\u00e7os para acumular poder pol\u00edtico, econ\u00f4mico e social. Segundo a rede, a caracter\u00edstica distintiva das mil\u00edcias \u00e9 a diversifica\u00e7\u00e3o dos mercados em que atuam.<\/p>\n<p>\u201cH\u00e1 registro de atua\u00e7\u00e3o de mil\u00edcias em servi\u00e7os de transporte coletivo, g\u00e1s, eletricidade, internet, agiotagem, cestas b\u00e1sicas, grilagem, loteamento de terrenos, constru\u00e7\u00e3o e revenda irregular de habita\u00e7\u00e3o, assassinatos contratados, tr\u00e1fico de drogas e armas, contrabando, roubo de cargas, recepta\u00e7\u00e3o de mercadorias e revenda de produtos de diversos tipos e proveni\u00eancias\u201d, diz o texto.<\/p>\n<p>Um outro estudo mostra que nas \u00e1reas controladas pelas mil\u00edcias, s\u00f3 conseguem fazer campanha os candidatos que elas permitem.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>De tempos em tempos emergem dados assustadores sobre o aumento do poder das mil\u00edcias no Rio de Janeiro. 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