{"id":99485,"date":"2025-08-18T01:35:34","date_gmt":"2025-08-18T04:35:34","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/geral\/?p=99485"},"modified":"2025-08-30T01:45:15","modified_gmt":"2025-08-30T04:45:15","slug":"a-ligacao-do-oceano-atlantico-ao-pacifico-das-trilhas-indigenas-aos-trilhos-chineses","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/geral\/a-ligacao-do-oceano-atlantico-ao-pacifico-das-trilhas-indigenas-aos-trilhos-chineses\/","title":{"rendered":"A liga\u00e7\u00e3o do oceano Atl\u00e2ntico ao Pac\u00edfico, das trilhas ind\u00edgenas aos trilhos chineses"},"content":{"rendered":"<p><strong>Geraldo Hasse<\/strong><\/p>\n<p>Trinta anos depois da edi\u00e7\u00e3o original do livro em que contou a saga do marinheiro portugu\u00eas Aleixo Garcia, que h\u00e1 500 anos liderou uma caravana de \u00edndios guarani do litoral de Santa Catarina aos Andes, a jornalista Rosana Bond acaba de lan\u00e7ar uma vers\u00e3o mais encorpada (250 p\u00e1ginas) da hist\u00f3ria da conex\u00e3o bioce\u00e2nica recolocada na agenda pelo Brasil e a China, os maiores pa\u00edses da Am\u00e9rica do Sul e da \u00c1sia, que prometem ligar o Atl\u00e2ntico e o Pac\u00edfico por meio de uma sistema integrado de trilhos ferrovi\u00e1rios e rodovias asfaltadas.<\/p>\n<figure id=\"attachment_99500\" aria-describedby=\"caption-attachment-99500\" style=\"width: 253px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img decoding=\"async\" data-attachment-id=\"99500\" data-permalink=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/geral\/a-ligacao-do-oceano-atlantico-ao-pacifico-das-trilhas-indigenas-aos-trilhos-chineses\/peabiru-autora-do-livro\/\" data-orig-file=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/geral\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2025\/08\/peabiru-autora-do-livro.jpg\" data-orig-size=\"900,1600\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"Peabiru autora do livro\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"&lt;p&gt; A escritora Rosana Bond, no lan\u00e7amento de seu livro. 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Foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<p>A nova vers\u00e3o da obra foi publicada pela Insular, editora sediada na capital catarinense, onde reside a autora, que nasceu em 1954 em Curitiba. Rosana Bond trabalhou em v\u00e1rios ve\u00edculos e regi\u00f5es do Brasil, mas se dedicou especialmente a juntar fragmentos da misteriosa e ainda incompleta hist\u00f3ria de Aleixo Garcia encontrados em relatos esparsos de viajantes desde o in\u00edcio do s\u00e9culo XVI at\u00e9 pesquisas recentes realizadas por estudiosos autodidatas e acad\u00eamicos.<\/p>\n<p>Nascido em 1485 ou 1490 na regi\u00e3o do Alentejo, na pen\u00ednsula ib\u00e9rica, Aleixo Garcia participou da expedi\u00e7\u00e3o espanhola de Juan D\u00edaz de Sol\u00eds, que comandava um trio de caravelas quando foi abatido, assado e comido por nativos das margens do rio Paran\u00e1 \u2013 ele procurava as minas de prata de Potosi, na Bol\u00edvia. Sem o chefe e alguns marinheiros tamb\u00e9m sacrificados, os tr\u00eas barcos voltavam para a Europa quando um dos cascos naufragou em \u00e1guas do litoral de Santa Catarina, onde uma dezena de sobreviventes foi acolhida pelos \u00edndios guarani, aldeados na baixada do \u00a0rio Maciambu, que des\u00e1gua no Atl\u00e2ntico (hoje, munic\u00edpio de Palho\u00e7a, SC). Os marinheiros europeus ficaram vivendo entre os \u00edndios. Aleixo casou-se e teve um filho. Em 1523, oito anos depois do naufr\u00e1gio, liderou a excurs\u00e3o que faria do seu nome uma esp\u00e9cie de lenda vaga, guardada na mem\u00f3ria de ind\u00edgenas sul-americanos e citada em narrativas portuguesas e espanholas.<\/p>\n<p>Faltam detalhes, mas n\u00e3o foi uma simples aventura. Junto com Aleixo, viajaram quatro dos companheiros de naufr\u00e1gio e v\u00e1rios \u00edndios mais ou menos familiarizados com o chamado Caminho de Peabiru, que configurava a Rota do Sol, do leste para o oeste. Segundo a lenda acolhida por Bond, os excursionistas teriam sa\u00eddo do litoral de SC com 400 pessoas, incluindo mulheres e crian\u00e7as; no caminho, que atravessou o Paran\u00e1, percorreu o Paraguai e chegou a Cochabamba (ent\u00e3o pertencente ao imp\u00e9rio inca, sediado em Cuzco), a caravana teria chegado a reunir duas mil pessoas, sem qualquer explica\u00e7\u00e3o sobre os motivos ou objetivos de tamanho deslocamento. Como os guarani acreditavam na terra sem males, o para\u00edso, \u00e9 poss\u00edvel que tenham encarado a longa viagem para os Andes como a grande chance de encontrar a felicidade.<\/p>\n<p>Calcula-se que percorriam at\u00e9 30 km\/dia. Faziam paradas em aldeias amigas (ou hostis) e se alimentavam de farinhas de mandioca, amendoim e milho, al\u00e9m de produtos da ca\u00e7a e pesca (pinh\u00e3o no inverno). A trilha teria oito palmos de largura.<\/p>\n<p>Na volta, carregado de pe\u00e7as de ouro e prata, Aleixo acampou no Paraguai, de onde planejava nova excurs\u00e3o ao altiplano com o objetivo prov\u00e1vel de saquear os tesouros incas com a ajuda de companheiros que mandou chamar na aldeia do Maciambu \u2013 para convenc\u00ea-los de que a miss\u00e3o valeria a pena, teria enviado amostras de ouro e prata.<\/p>\n<p>Nessa etapa da hist\u00f3ria, paira um grande mist\u00e9rio: de repente, enquanto esperava a chegada do apoio pedido, Aleixo Garcia morreu&#8230; assassinado no curso de uma revolta de seus mais pr\u00f3ximos seguidores. Aparentemente, sucumbiu \u00e0 ambi\u00e7\u00e3o por ouro e prata que naquele momento povoava os sonhos de reis e s\u00faditos europeus fascinados com a descoberta da Am\u00e9rica.<\/p>\n<p>Quando morreu, Aleixo provavelmente j\u00e1 sabia que perdera a parada para os espanh\u00f3is liderados por Francisco Pizarro, que chegaram pelo Pac\u00edfico em 1532.<\/p>\n<p>Se Pizarro entrou para a Hist\u00f3ria como o exterminador do imp\u00e9rio inca, Aleixo Garcia mereceria ser visto como \u201co descobridor do imp\u00e9rio Inca\u201d, argumenta Rosana Bond, afirmando que ele teria sido o primeiro europeu a viver entre os \u00edndios do Sul do Brasil.<\/p>\n<p>At\u00e9 a\u00ed, tudo bem, mas isso n\u00e3o basta para que seja visto como um her\u00f3i \u00e0 altura de grandes figuras do s\u00e9culo XVI como Anchieta, N\u00f3brega, Jo\u00e3o Ramalho e outros. Na realidade, apesar da grande quantidade de cita\u00e7\u00f5es recolhidas aqui e ali, a hist\u00f3ria de Aleixo Garcia tem muitos pontos obscuros. De qualquer forma, o livro de Bond \u00e9 rico em detalhes geogr\u00e1ficos e hist\u00f3ricos sobre a trajet\u00f3ria do n\u00e1ufrago no continente sul-americano. Citando fontes antigas e recentes do Brasil e de outros pa\u00edses, focaliza sobretudo o caminho a partir de Santa Catarina, mas lembra que havia diversas outras trilhas para o oeste a partir de Paranagu\u00e1, Cananeia e outros pontos do litoral brasileiro. Havia tamb\u00e9m ramifica\u00e7\u00f5es para o norte e o sul criadas ao longo do tempo por ind\u00edgenas e usadas por pedestres, cavaleiros e tropeiros cujas rotas serviram \u00e0 abertura de estradas de rodagem e ferrovias.<\/p>\n<p>Quinhentos anos depois, o mapa log\u00edstico da Am\u00e9rica do Sul est\u00e1 prestes a ser enriquecido gra\u00e7as ao recente acordo do Brasil com a China. As obras rodoferrovi\u00e1rias previstas s\u00e3o fundamentais para o agroneg\u00f3cio brasileiro, que se modernizou nos \u00faltimos 50 anos, com a introdu\u00e7\u00e3o do cultivo de soja no Brasil Central. A exporta\u00e7\u00e3o do gr\u00e3o iniciada pelo porto de Rio Grande (redimensionado em 1971) abriu sucessivos polos de embarque em Itaja\u00ed, Paranagu\u00e1, Santos, Vit\u00f3ria, Ilh\u00e9us, Salvador, Recife, Cabedelo, S\u00e3o Luiz e Santar\u00e9m. Em cada um desses portos, foram constru\u00eddos corredores de exporta\u00e7\u00e3o pelo oceano Atl\u00e2ntico. Agora vai se tentar embarcar pelo Pac\u00edfico. N\u00e3o \u00e9 uma ideia nova.<\/p>\n<p>Desde a d\u00e9cada de 1950 governantes, t\u00e9cnicos e empres\u00e1rios brasileiros fazem planos sobre a liga\u00e7\u00e3o bioce\u00e2nica que permitiria economizar tempo de viagem e custo do frete no transporte mar\u00edtimo entre a Am\u00e9rica e a \u00c1sia. Anos atr\u00e1s, uma caravana de camionetas pilotadas por brasileiros percorreu a rota de S\u00e3o Paulo aos portos de Arica e Iquique, no Chile. Os viajantes encontraram no caminho entraves burocr\u00e1ticos e discrep\u00e2ncias nos pre\u00e7os dos servi\u00e7os, mas n\u00e3o perderam a esperan\u00e7a, hoje convergindo para a constru\u00e7\u00e3o de ferrovias. \u00c9 um grande projeto que se tornou mais urgente desde que o presidente dos EUA, Donald Trump, passou a cobi\u00e7ar a posse do Canal do Panam\u00e1.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Geraldo Hasse Trinta anos depois da edi\u00e7\u00e3o original do livro em que contou a saga do marinheiro portugu\u00eas Aleixo Garcia, que h\u00e1 500 anos liderou uma caravana de \u00edndios guarani do litoral de Santa Catarina aos Andes, a jornalista Rosana Bond acaba de lan\u00e7ar uma vers\u00e3o mais encorpada (250 p\u00e1ginas) da hist\u00f3ria da conex\u00e3o bioce\u00e2nica [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":8,"featured_media":99486,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[2],"tags":[],"class_list":["post-99485","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-geral"],"aioseo_notices":[],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/geral\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2025\/08\/peabiru.png","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/pbKhrD-pSB","jetpack-related-posts":[{"id":99330,"url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/geral\/quem-diria-a-china-retoma-o-caminho-de-peabiru\/","url_meta":{"origin":99485,"position":0},"title":"Quem diria, a China retoma o Caminho de Peabiru","author":"Geraldo Hasse","date":"17 de julho de 2025","format":false,"excerpt":"A recente iniciativa da China de propor ao Brasil um estudo sobre a constru\u00e7\u00e3o de um sistema de transporte de cargas ligando o interior brasileiro ao oceano Pac\u00edfico recoloca no ar o Caminho de Peabiru, pelo qual os ind\u00edgenas pr\u00e9-descobrimento faziam a liga\u00e7\u00e3o terrestre entre o litoral atl\u00e2ntico e os\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Geral-MAT\u00c9RIA&quot;","block_context":{"text":"Geral-MAT\u00c9RIA","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/geral\/category\/geral\/"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/geral\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2025\/07\/china-brasil-peabiru.png?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200,"srcset":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/geral\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2025\/07\/china-brasil-peabiru.png?resize=350%2C200&ssl=1 1x, https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/geral\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2025\/07\/china-brasil-peabiru.png?resize=525%2C300&ssl=1 1.5x, https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/geral\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2025\/07\/china-brasil-peabiru.png?resize=700%2C400&ssl=1 2x"},"classes":[]},{"id":90785,"url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/geral\/vlt-para-o-centro-historico-volta-aos-planos-da-prefeitura\/","url_meta":{"origin":99485,"position":1},"title":"VLT para Centro Hist\u00f3rico volta aos planos da prefeitura","author":"Felipe Uhr","date":"29 de outubro de 2021","format":false,"excerpt":"O prefeito Sebasti\u00e3o Melo anunciou nesta semana o maior financiamento da hist\u00f3ria de Porto Alegre. 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