{"id":76,"date":"2020-09-07T12:08:02","date_gmt":"2020-09-07T15:08:02","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/site\/?page_id=76"},"modified":"2024-11-08T18:31:28","modified_gmt":"2024-11-08T21:31:28","slug":"sobre-o-ja","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/site\/sobre-o-ja\/","title":{"rendered":"J\u00c1 40 anos"},"content":{"rendered":"<p>&#8220;Um jornal de opini\u00e3o e cultura&#8221;<\/p>\n<p>Assim se apresentou o jornal J\u00c1, quando foi lan\u00e7ado em edi\u00e7\u00e3o impressa, tabl\u00f3ide, de 32 p\u00e1ginas, em agosto de 1985.<\/p>\n<p>Pretendia circular uma vez por m\u00eas para publicar o que\u00a0 a imprensa local n\u00e3o publicava.\u00a0 Porto Alegre, que j\u00e1 tivera sete jornais di\u00e1rios estava submetida a um virtual monop\u00f3lio.<\/p>\n<p>A trajet\u00f3ria foi tumultuada e j\u00e1 rendeu um livro*, mas rendeu frutos.<\/p>\n<p>Em 1988 ampliou para uma experi\u00eancia comunit\u00e1ria com o jornal J\u00c1 Bom Fim no tradicional bairro judeu de Porto Alegre.<\/p>\n<p>Em cinco anos, eram quatro jornais: J\u00c1 Bom Fim, J\u00c1 Moinhos, J\u00c1 Cidade Baixa e J\u00c1 Petr\u00f3polis.<\/p>\n<p>Em 1997 come\u00e7aram os projetos culturais com as leis de incentivo: Hist\u00f3ria Ilustrada de Porto Alegre, no formato de fasc\u00edculos colecion\u00e1veis, pioneirismo no Sul.<\/p>\n<p>No ano seguinte, <a href=\"https:\/\/loja.jornalja.com.br\/produto\/historia-ilustrada-do-rio-grande-do-sul\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Hist\u00f3ria Ilustrada do Rio Grande do Sul<\/a>, tamb\u00e9m em fasc\u00edculos encartados no jornal Zero Hora, sucesso de vendas.<\/p>\n<p>\u201c<a href=\"https:\/\/loja.jornalja.com.br\/produto\/a-espada-de-floriano\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">A Espada de Floriano<\/a>\u201d, de 2000, \u00e9 o primeiro livro. J\u00e1 s\u00e3o mais de 40 t\u00edtulos: jornalismo, hist\u00f3ria, literatura.<\/p>\n<p>Em 2004 o J\u00c1 tornou-se o primeiro jornal do Sul do Brasil a ganhar o Pr\u00eamio Esso de Reportagem, na categoria nacional, com a reportagem &#8220;<a href=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/a-tragedia-de-felipe-klein\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">A Trag\u00e9dia de Felipe Klein<\/a>&#8220;, de autoria de Renan Antunes de Oliveira, falecido em 2020.<\/p>\n<p>Em 2015, por ocasi\u00e3o de seus 30 anos, o projeto J\u00c1 ganhou o trof\u00e9u de Ant\u00f4nio Gonzalez, da Associa\u00e7\u00e3o Riograndense de Imprensa, por sua de \u201cContribui\u00e7\u00e3o \u00e0 Imprensa\u201d.<\/p>\n<p>Em 2016 publicou em seu portal o &#8220;<a href=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/especiais\/caismaua\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Dossi\u00ea Cais Mau\u00e1<\/a>&#8220;, a primeira s\u00e9rie de reportagens produzidas mediante financiamento coletivo. Duzentos leitores bancaram os custos da investiga\u00e7\u00e3o para as reportagens sobre a privatiza\u00e7\u00e3o do porto de Porto Alegre.<\/p>\n<p>Em 2020, a edi\u00e7\u00e3o impressa foi suspensa, circulando apenas em edi\u00e7\u00f5es especiais tem\u00e1ticas, de circula\u00e7\u00e3o dirigida.<\/p>\n<p>*<strong>&#8220;Uma reportagens, duas senten\u00e7as&#8221;, Elmar Bones,\u00a0 J\u00e1 Editora, 2012.<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8220;Um jornal de opini\u00e3o e cultura&#8221; Assim se apresentou o jornal J\u00c1, quando foi lan\u00e7ado em edi\u00e7\u00e3o impressa, tabl\u00f3ide, de 32 p\u00e1ginas, em agosto de 1985. Pretendia circular uma vez por m\u00eas para publicar o que\u00a0 a imprensa local n\u00e3o publicava.\u00a0 Porto Alegre, que j\u00e1 tivera sete jornais di\u00e1rios estava submetida a um virtual monop\u00f3lio. 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