Os atos contra o processo de impeachment da presidenta Dilma mobilizaram sindicatos, movimentos sociais e cidadãos independentes em 23 municípios brasileiros, sendo 18 capitais.
Em Porto Alegre a concentração começou às 17h em frente à Prefeitura.
“Fora, Cunha” e “Não vai ter golpe, vai ter luta” eram os motes principais dos manifestantes.
As falas no microfone citavam o período da ditadura militar e a importância da defesa da democracia.
Em alguns momentos foram feitas críticas ao governo de Dilma, deixando claro que a manifestação não era necessariamente de apoio ao governo, e sim de defesa da continuidade do mandato. Críticas ao ajuste fiscal também estavam na pauta.
Em torno das 18h30, os manifestantes partiram em marcha pela rua Voluntários da Pátria. Subiram pela Vigário José Inácio, até a Salgado Filho, de onde retornaram para a Esquina Democrática.
As 19h30, a manifestação que começou com 200 manifestantes na frente da Prefeitura, ja concentrava pelo menos 5 mil. Com apoio de um carro de som, sucediam-se os oradores conclamando a população a aderir ao protesto.
Ato contra impeachment reúne 5 mil em Porto Alegre
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