Segurança em Porto Alegre: faltam guardas em escolas e postos de saúde

A proposta de integrar a Guarda Municipal ao trabalho das forças policiais do Estado (Polícia Civil e Brigada Militar) no combate à criminalidade em Porto Alegre provocou a manifestação de dois sindicatos – dos municipários e dos servidores da Guarda Municipal.
Em nota conjunta, no dia 8 de janeiro, reclamaram que os servidores não estão participando das discussões.
“Antes mesmo da lei que regulamentou as guardas municipais, em 2010, a categoria reivindica a definição de sua atuação na estrutura de segurança”, diz a nota.     
A nota desmente o vice-prefeito Sebastião Melo a respeito da atuação da Guarda Municipal junto às escolas e postos de saúde:
“Ao contrário do que foi manifestado pelo vice-prefeito, Sebastião Melo, em suas entrevistas, a Guarda não está presente nas 98 escolas”
“Apenas uma parte da rede municipal de ensino, muito abaixo da necessidade, conta com o serviço da Guarda, e, destas, somente algumas escolas contam com a Guarda 24 horas”
“Muitas são atendidas em função de ocorrências e chamados”..
“A Guarda também não supre as necessidades de segurança na rede municipal de saúde. Não há agentes da Guarda em nenhum posto de saúde, com exceção do Pronto Atendimento Cruzeiro do Sul, mas somente depois do episódio de violência registrado no local”.
“Os postos contam com serviço de portaria terceirizado”.
A nota dos sindicatos não teve repercussão na imprensa  (ele não são anunciantes) e não consta que mereceu resposta, apesar da gravidade do que é denunciado.
 
 

Adquira nossas publicações

texto asjjsa akskalsa

Comentários

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *