Impeachment fica para trás, oposição agora quer anular eleição de Dilma

O impeachment ainda frequenta o noticiário, como uma alma penada, mas o mundo político todo sabe que ele está morto, é um assunto que se esgotou em 2015.
Até o ex-presidente FHC, o farol da oposição, anda a dizer que as mãos de Eduardo Cunha contaminaram irremediavelmente o caminho do impeachment.
Em 2016, portanto, o caminho é outro, o roteiro já está traçado e assanha muitas ambições: anular o pleito de 2014 “por causa do dinheiro sujo que financiou as campanhas” e convocar novas eleições ainda este ano.
O processo já está em andamento no Superior Tribunal Eleitoral e seu desfecho vai depender da conjuntura política e econômica.
Se a economia piorar, como desejam os oposicionistas, e se o desgaste político da presidente aumentar, a pressão da opinião pública fará o resto.
Um detalhe: esse processo poderá arrastar também Aécio Neves, já desgastado com o fracasso do impeachment.
Não será difícil constatar que sua campanha foi sustentada pelas mesmas fontes que alimentaram a campanha de Dilma.
Alguns oportunistas, como José Serra e Alvaro Dias já perceberam o espaço e estão trocando de partido para serem candidatos, agora ou em 2018.
O novo roteiro, no entanto, parece sob medida para  Marina Silva, que já se movimenta com desenvoltura para se apresentar como a alternativa capaz de “tirar o país do buraco”.
Por enquanto, há mais desejo e ambição do que possibilidade concreta de queda da presidente por esse processo do TSE.
Mas é com ele que a oposição conta para manter o governo nas cordas e garantir que a queda, se não vier agora, virá em 2018.
 

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