Apoio a Moro e Lava-jato reúne cerca de 30 pessoas em frente à PF

Cerca de 30 pessoas estiveram, no final de tarde desta quinta-feira, na avenida Ipiranga em frente a sede da Polícia Federal em Porto Alegre, manifestando-se a favor do Juiz Sérgio Moro, e da Operação Lava-Jato: a “Morofestação”, conforme foi chamado o ato.
A maioria carregava cartazes com a foto do Juiz, mas algumas faixa eram contra Dilma, Lula e a corrupção. Jorge Colares, prefeito do antigo acampamento Sérgio Moro, era um dos manifestantes. “Vamos voltar com tudo”, referindo-se a volta do grupo a favor do impeachment de Dilma que, desde a votação da Câmara que aprovou a continuação do processo de Impeachment da Presidente Dilma, não ia para as ruas.

 | Ramiro Furquim/Jornal Já
Nos ônibus, somente olhares curiosos | Ramiro Furquim/Jornal Já

No trânsito, muitos carros manifestavam-se a favor do movimento buzinando. De dentro dos ônibus o apoio foi praticamente zero. Alguns integrantes da Banda Loka Liberal também estavam presentes, mas de forma independente. Foi o caso de Rafael Albani.
Desde o afastamento de Dilma, Albani vinha afastado da política: “Estou trabalhando muito agora, acompanho de fora”, afirmou o rapaz. Para ele, este primeiro mês de Temer mostrou que toda classe política é um conluio de hipocrisia e é importante a pressão do povo nas ruas. “Devemos permanecer alertas e continuarmos exigindo uma mudança de postura e respeito às nossas instituições”, concluiu.
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Jorge Colares, prefeito do acampamento Sérgio Moro no Parcão | Ramiro Furquim/Jornal Já

Antônio Gornati, outro organizador do ato, também deu sua opinião. Para ele, Temer não resolve a situação mas também não quer que Dilma volte. “O PMDB é o pior de todos. Apoiou o PT, que é o mentor dessa corrupção, para não sair do poder “, argumentou. Porém, Gornati acha que o principal objetivo é tirar o PT, através do afastamento definitivo de Dilma.
O Movimento Brasil Livre (MBL) está organizando para o dia 31 de julho um grande ato a favor do impeachment de Dilma. Em uma roda, já no final do ato, o grupo via a possibilidade de outros pequenos atos, até mesmo em frente a outros lugares.
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Gornati organizou o ato | Ramiro Furquim/Jornal Já

Até mesmo a Esquina Democrática foi sugerida, ao que rebateram – Esquina Democrática não!
– Por que não, só eles podem ir lá? Rebateu o outro.
Os locais de novos atos ainda serão definidos. Um outro manifestante observou, inclusive fez um vídeo para divulgar nas redes sociais: “Esse é o ponto de partida que estamos iniciando para o grande ato do dia 31”, exclamou.
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