Após adiamentos que já duram um ano e meio e de uma seqüência interminável de prazos não cumpridos, a Prefeitura marcou para 18 de março a festa de inauguração do Conduto Forçado Álvaro Chaves – Goethe. É pelo menos a sexta data divulgada para a entrega da obra em três meses.
“Está tudo dentro do cronograma e os atrasos tiveram suas causas explicadas”, justifica o engenheiro João Antônio.
A drenagem da água da chuva promete acabar com os alagamentos em nove bairros e custou em torno de R$ 59 milhões, em parte financiados pelo BID. A obra iniciou em maio de 2005.
“Até agora os alagamentos pioraram porque foram entupidas todas as bocas-de-lobo da região com materiais de construção que ninguém limpa”, denuncia Tania Faillace, moradora da Bordini.
Fora o atraso justificado pelo desvio do conduto na Marquês do Pombal, que evitou a poda radical dos galhos e das raízes de 47 tipuanas da rua, os moradores só têm queixas. “Não houve organização. A sensação que eu tenho é que a obra não foi planejada”, desabafa o arquiteto Analino Zorzi. Ele se considera um dos mais atingidos: mora na Nova York, quase na esquina com a Mata Bacelar, trecho que está em obras desde o início do projeto, em 2005.
Analino sofre calado. Mas vivendo na esquina da Bordini com a Cristóvão, Tania Faillace organizou um dossiê sobre os problemas do conduto: rachaduras nas paredes de diversos prédios ao longo da Bordini e o rebaixamento de 15 cm da calçada da via. Moradores e comerciantes que se sentiram prejudicados estão processando o DEP e o consórcio de empreiteiros Pavicon, Ribas, e Mac (PRM), responsáveis pela obra.
O médico Gastão Steffler move uma ação na vara cível há dois anos, depois que um veículo da empreiteira quase derrubou a marquise de sua clínica, que teve que ser fechada. Tania Faillace encaminhou documentos à Promotoria de Ordem Urbanística em outubro. Antes disso, o MP também recebeu pedido para avaliar possíveis irregularidades na altura do número 323 da Bordini, mas não foram constatadas irregularidades.
Outra possível briga judicial será travada pelos condôminos do número 316, que não se conformam por ficarem sem estacionamento durante 45 dias, nem receberem ajuda de custo para aluguel de outra vaga.
Enquanto isso, os comerciantes da Bordini fazem do limão uma limonada e já trabalham nos preparativos do Circuito Gastronômico da Bordini, que promete minimizar prejuízos dos últimos três anos.
“Está tudo dentro do cronograma e os atrasos tiveram suas causas explicadas”, justifica o engenheiro João Antônio.
A drenagem da água da chuva promete acabar com os alagamentos em nove bairros e custou em torno de R$ 59 milhões, em parte financiados pelo BID. A obra iniciou em maio de 2005.
“Até agora os alagamentos pioraram porque foram entupidas todas as bocas-de-lobo da região com materiais de construção que ninguém limpa”, denuncia Tania Faillace, moradora da Bordini.
Fora o atraso justificado pelo desvio do conduto na Marquês do Pombal, que evitou a poda radical dos galhos e das raízes de 47 tipuanas da rua, os moradores só têm queixas. “Não houve organização. A sensação que eu tenho é que a obra não foi planejada”, desabafa o arquiteto Analino Zorzi. Ele se considera um dos mais atingidos: mora na Nova York, quase na esquina com a Mata Bacelar, trecho que está em obras desde o início do projeto, em 2005.
Analino sofre calado. Mas vivendo na esquina da Bordini com a Cristóvão, Tania Faillace organizou um dossiê sobre os problemas do conduto: rachaduras nas paredes de diversos prédios ao longo da Bordini e o rebaixamento de 15 cm da calçada da via. Moradores e comerciantes que se sentiram prejudicados estão processando o DEP e o consórcio de empreiteiros Pavicon, Ribas, e Mac (PRM), responsáveis pela obra.
O médico Gastão Steffler move uma ação na vara cível há dois anos, depois que um veículo da empreiteira quase derrubou a marquise de sua clínica, que teve que ser fechada. Tania Faillace encaminhou documentos à Promotoria de Ordem Urbanística em outubro. Antes disso, o MP também recebeu pedido para avaliar possíveis irregularidades na altura do número 323 da Bordini, mas não foram constatadas irregularidades.
Outra possível briga judicial será travada pelos condôminos do número 316, que não se conformam por ficarem sem estacionamento durante 45 dias, nem receberem ajuda de custo para aluguel de outra vaga.
Enquanto isso, os comerciantes da Bordini fazem do limão uma limonada e já trabalham nos preparativos do Circuito Gastronômico da Bordini, que promete minimizar prejuízos dos últimos três anos.
Essa é a manchete da primeira edição de março do jornal JÁ Bom Fim/Moinhos que está circulando nos 10 bairros da região central de Porto Alegre.

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