Ataque na França: o mais ousado depois do 11 de setembro

Seis ataques simultâneos deixaram pelo menos 128 mortos em Paris e 250 feridos;
houve três explosões próximas ao Stade de France, onde a França disputou uma partida amistosa contra a Alemanha;
presidente François Hollande estava no estádio e deixou às pressas o local;
O Estado Islâmico assumiu a responsabilidade pelos ataques.
Em declaração oficial, o grupo disse que seus combatentes presos a cintos com explosivos e carregando metralhadoras realizaram os ataques “cuidadosamente estudados” em vários locais no centro da capital francesa.
“Oito irmãos com explosivos na cintura e fuzis fizeram vítimas em lugares escolhidos previamente e que foram escolhidos minunciosamente no coração de Paris, no estádio da França, na hora do jogo dos dois países França e Alemanha, que eram assistidos pelo imbecil François Hollande, o Bataclan onde se estavam reunidos centenas de idolatras em uma festa de perversidade assim como outros alvos no 10º arrondissement e isso tudo simultaneamente. Paris tremeu sob seus pés e as ruas se tornaram estreitas para eles. O resultado é de no mínimo 200 mortos e muitos mais feridos. A gloria e mérito pertencem a Alá”, diz o comunicado.
O presidente da França, François Hollande, disse em declaração à nação que os atentados “são um ato de guerra do Estado Islâmico contra a França”.
Os ataques, segundo Hollande, foram organizados “no exterior da França” e que contaram com “cúmplices no interior” do país.
O chefe de polícia de Paris, Michel Cadot, afirmou que, quando a polícia invadiu o local, quatro terroristas se suicidaram, detonando explosivos tinham em seus cintos. Ele afirmou ainda, que antes de entrar no local os homens dispararam tiros de metralhadoras em cafés que ficam do lado de fora do Bataclan.
Agências internacionais de notícias informam que 8 terrositas morreram, dos quais 7 se suicidaram.
 
Por volta da 1h30 (22h30, em Brasília), o presidente francês François Hollande chegou ao local, onde permaneceu por cerca de meia hora. “Há muitos feridos, feridos graves, feridos chocados com o que viram”, disse o presidente, ao justificar porque quis ir ao local. “Quando os terroristas estão dispostos a cometer tais atrocidades, eles devem saber que irão encarar uma França determinada”, acrescentou. “Iremos conduzir a luta (contra os terroristas), e ela será implacável”, garantiu.
A casa fica no boulevard Voltaire, no 11º arrondissement, tem capacidade para 1.500 pessoas e era palco de um show da banda Eagles of the Death Metal.
A banda, que na hora do início do ataque terminava o show no palco do Bataclan, escapou do palco pelos bastidores e está a salvo. Os músicos chegaram a ver os atiradores, mas encerraram o show quando notaram o ataque e fugiram.
Corpos de mortos em ataque a tiros no restaurante La Belle Equipe são vistos entre mesas, com sangue na calçada em frente ao estabelecimento em Paris (Foto: Anne Sophie Chaisemartin via AP)
declarado estado de emergência em toda a França e que os controles nas fronteiras seriam reforçados. A presidência também anunciou que 1.500 soldados serão enviados a Paris.
 

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