Bancadas do PT, PCdoB e PSol defendem tramitação normal da proposta de plebiscito

As bancadas do PT, PCdoB e PSol protocolaram, na tarde desta terça-feira (6), um requerimento onde expressam posição favorável à tramitação normal, e não antecipada, da proposta de plebiscito sobre privatizações na ordem do dia das votações.
A medida foi uma resposta à bancada governista que protocolou na tarde de segunda-feira, dia 5, um projeto de Lei para a realização do plebiscito, com 19 assinaturas, e ao pedido de reunião de lideres para que ele fosse a plenário no próximo dia 13, em regime de urgência,
A intenção do governo era votar em uma semana o projeto de lei e a proposta de Projeto de Decreto Legislativo. Pelo Regimento da ALRS, a antecipação da votação, sem o cumprimento dos prazos regimentais, não pode ocorrer se houver manifestação contrária, expressa, de três bancadas.
A líder da oposição  deputada Stela Farias (PT) explicou que desde a semana passada, quando o governo Sartori foi derrotado em sua tentativa de barrar o plebiscito, mudou de lado e agora tenta responsabilizar a oposição pelo seus erros. “Há sete meses, Sartori empacou na PEC que queria retirar da Constituição a exigência de plebiscito para privatizar as estatais. Mesmo com resistências na própria base aliada, seguiu insistindo na PEC até os 45 minutos do segundo tempo. E agora quer levar direto para os pênaltis sem passar pela prorrogação”, afirmou a deputada.
Segundo Stela, que também preside a Frente Parlamentar em Defesa do Serviço Público, “o PCdoB, o PSol e o PT não vão permitir esta nova tentativa de atropelar o regimento da ALRS. Sartori já se encaminha para a parte final do seu governo e ainda não aprendeu as regras do jogo”.
Outro aspecto, conforme ela, é que este será o primeiro plebiscito realizado no RS. “O que definirmos aqui servirá de base para consultas futuras, então tem que ser bem discutido e as regras devem ser bem dialogadas, com participação popular”, aponta e completa: “um plebiscito que custará cerca de R$ 20 milhões aos cofres públicos não pode ser feito a toque de caixa e de qualquer jeito”.
 

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