Carta de Temer foi lance para unir o PMDB em torno de seu nome

A carta do vice-presidente Michel Temer à presidente Dilma Rousseff comporta muitas interpretações.
Mas o objetivo dela era um só: unir o heterogêneo PMDB em torno de seu nome, primeiro passo para que ele se apresentasse como o salvador da Pátria, o homem que poderia dar início a um processo de conciliação do país, no caso do impedimento da presidente.
A manobra conspiratória do vice-presidente Michel Temer e seu fiel escudeiro Eliseu Padilha não resistiu 24 horas, apesar do apoio luxuoso da mídia.
Sua carta, não só, não conseguiu a façanha ingente de unificar o PMDB, esse polvo político,como revelou a sua fragilidade como líder partidário.
Enquanto se escudou na discrição, “movendo-se nas sombras”, ele quase convenceu. Quando saiu à luz da palavra escrita, revelou-se um ingênuo ambicioso.
Isso que ainda não se revelaram suas relações com Eduardo Cunha.

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