Evento que promove o encontro de artistas que estão expondo no Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli (MARGS) com o público, “Conversas com Artistas” apresenta nessa sexta feira, 11, às 16h, Gelson Radaelli. Ele está exibindo a mostra “Neon”, nas galerias Ângelo Guido, Pedro Weingartner e João Fahrion.
O projeto “Conversas com Artistas” é organizado pelo Núcleo Educativo do Museu e tem entrada franca. A iniciativa, endereçada ao público em geral, pretende proporcionar o diálogo com artistas que estão expondo suas obras no MARGS, em uma conversa informal sobre a exposição e a atividade artística. Os encontros não precisam de inscrição, e o número de vagas é limitado aos lugares disponíveis, por ordem de chegada.
Neon está aberto ao público de 26 de julho até 10 de setembro 2017, de terças a domingos.
O Margs fica na Praça da Alfândega, no Centro de Porto Alegre, e tem entrada franca.
Produção recente
A exposição, com curadoria de Icleia Bosi, mostra a produção mais recente do artista, realizada no primeiro semestre deste ano. Boa parte das pinturas é constituída por painéis de grandes formatos, executados com perceptível redução na paleta de cores do artista. Elas remetem, de certo modo, à sua produção de 1988, na qual realizava pinceladas soltas, em preto e branco, sobre folhas de revista. Essas inspiraram a série subsequente de telas em preto e branco, que perdurou por mais de vinte anos.
Segundo o material de divulgação do artista, “no momento atual, a cor rosa domina o espaço em diversos matizes. No início da série, ela substituiu o branco do fundo. A seguir, começou a aparecer como protagonista colocada em pinceladas largas junto ao preto e o branco. Essas três cores criam uma dinâmica no espaço da tela, associadas à gestualidade e aos empastamentos provocados pelas pinceladas largas e ágeis. Manchas de vários tons de cinza criam um contraponto às pinceladas nítidas, atenuando em parte o contraste dos extremos. Harmonia e conflito, nitidez e ambiguidades coexistem, definindo um novo universo nas pinturas de Radaelli”.
Categoria: HOTSITE JÁ Cultura
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Radaelli conversa com o público sobre a mostra "Neon", no Margs
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Festival Beethoven vai até quarta-feira no Theatro São Pedro
A Orquestra Sinfônica da UCS, em comemoração dos 50 anos da universidade caxiense, traz a Porto Alegre o pianista Victor Rosenbaum, que abre o Festival Beethoven, no Theatro São Pedro, dia 11/8/2017, às 20h30min, sob a regência do maestro Manfredo Schmiedt.
O evento terá continuidade no Auditorio Tasso Corrêa, no Instituto de Artes da UFRGS, em uma série de Recitais e Master Classes, que incluirão também o violoncelista Felipe Avellar de Aquino, a pianista Cristina Capparelli e o violinista Fredi Gerling.
PROGRAMAÇÃO
Sexta-feira, dia 11 de agosto de 2017, às 20h30min
Orquestra Sinfônica da UCS, com Victor Rosenbaum ao piano, regência de Manfredo Schmiedt
Theatro São Pedro
Ingressos à venda na bilheteria do Theatro
Programa: Beethoven – Concerto nº3 para piano e orquestra, Sinfonia nº5
Sábado, dia 12 de agosto de 2017, às 16h30min
Recital de Violoncelo e Piano: Felipe Avellar de Aquino e Cristina Capparelli
Auditorium Tasso Corrêa do Instituto de Artes da UFRGS
Entrada franca
Programa: Sonatas de Debussy, Rachmaninoff e Beethoven Op.102 nº2, para violoncelo e piano Domingo dia 13 de agosto de 2017, às 16h30min
Recital de Piano: Victor Rosenbaum Auditorium Tasso Corrêa do Instituto de Artes da UFRGS
Entrada franca
Programa: Bagatelles Op.126, Rondo Op.51 nº1, Sonatas Op.26 e 110
Segunda-feira dia 14 de agosto de 2017, das 14h às 17h
Master-class de Piano e música de câmara com Victor Rosenbaum Auditorium Tasso Corrêa do Instituto de Artes da UFRGS
Entrada franca para ouvintes
Terça-feira dia 15 de agosto de 2017, das 14h às 17h
Master-class de Violoncelo com Felipe Avellar de Aquino Auditorium Tasso Corrêa do Instituto de Artes da UFRGS
Entrada franca para ouvintes
Quarta-feira dia 16 de agosto de 2017, às 19h30min
Recital de música de câmara: Victor Rosenbaum; Felipe Avellar de Aquino e Fredi Gerling
Auditorium Tasso Corrêa do Instituto de Artes da UFRGS ENTRADA FRANCA
Programa: Sonatas para piano e violino Op.12 nº1 e Op.96, Trio Op.97 “Arquiduque”
Confira o evento no Facebook:
http://www.facebook.com/events/254526705054181/?ref=br_rs
Locais:
Theatro São Pedro – Praça da Matriz s/nº, Centro Histórico, Porto Alegre
Auditorium Tasso Corrêa do Inst. de Artes da UFRGS – Rua Senhor dos Passos, 248, Centro Histórico, Porto Alegre -
TV Brasil presta homenagem a Luiz Melodia
O cantor e compositor Luiz Melodia é lembrado no programa Recordar é TV desta terça (8/8), às 21h30, na TV Brasil.
O especial em tributo ao músico resgata duas entrevistas que ele concedeu aos programas “A vida é um show” (2002), apresentado por Cláudio Lins; e “Por acaso” (2003), sob o comando de José Maurício Machline.
As produções foram ao ar pela TVE do Rio de Janeiro e fazem parte do acervo da emissora pública.
Na homenagem ao artista preparada pela TV Brasil, Luiz Melodia canta clássicos que marcaram seu repertório como “Pérola Negra”, “Com Muito Amor e Carinho”, “Juventude Transviada” e “Estácio, Holly Estácio”. Também revela passagens curiosas de sua carreira.
Durante o programa “Por Acaso”, o músico conta a história do título da composição “Pérola Negra” no descontraído bate-papo com o apresentador José Maurício Machline e convidados à beira da Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro.
“Quando eu compus a música o nome era ‘My black, Meu Negro’. O Waly Salomão era muito meu amigo, como é até hoje, estava sempre no São Carlos, onde eu fui nascido e criado, e volto para visitar meus amigos. Ele deu a ideia de por o nome do Pérola Negra, um travesti chamado Edilson, que era meu amigo e já não é vivo hoje. A música aconteceu na voz de Gal Costa e ficou conhecida”, explica o saudoso artista.
O cantor e compositor faleceu aos 66 anos, na última sexta-feira (4), no Rio de Janeiro, em decorrência de um câncer. A edição do Recordar é TV em tributo ao músico tem apresentação da jornalista Karina Cardoso.
Obra de Melodia marcou a MPB
Natural do morro de São Carlos, na Zona Norte do Rio de Janeiro, Luiz Carlos dos Santos era conhecido por todos pelo nome artístico de Luiz Melodia. Filho do sambista e compositor Oswaldo Melodia, de quem herdou a alcunha, ele cresceu nas rodas de samba da Escola Estácio de Sá.
A forte ligação com o local foi eternizada nos versos da canção “Estácio, Holly Estácio” que dizem: “Se alguém quer matar-me de amor / que me mate no Estácio”.
Com estilo musical único e diferenciado, Luiz Melodia fez uma ponte tropicalista ligando o samba ao blues, passando pelo choro e pelo soul, sempre com uma veia romântica.
O artista se firmou na MPB como um compositor de assinatura pessoal, um cantor de voz aveludada e um bamba para além da Estácio de Sá.
Serviço:
Recordar é TV – terça-feira (8/8), às 21h30, na TV Brasil.
Recordar é TV – sábado (12/8) para domingo (13/8), à 1h30, na TV Brasil. -
Sarau e inauguração da exposição "Habitat – Parte II" , de Amaro Abreu, no Clube de Cultura
O universo artístico de Amaro Abreu irá ocupar o Espaço André Paulo Franck, do Clube de Cultura, a partir das 19h da próxima terça-feira, 8 de agosto, quando será aberta a mostra Habitat – Parte II, integrando a programação do Sarau Amigos da Alice.
Aquarelista e grafiteiro dedicado à arte urbana, desta vez Amaro reuniu 15 aquarelas emolduradas para revelar o universo paralelo que abriga uma civilização capaz de conviver em equilíbrio com a natureza.
Recentemente, ele foi um dos representantes brasileiros em um dos mais importantes eventos de arte urbana do mundo: o Meeting of Styles, criado na cidade alemã de Wiesbaden e hoje disseminado por vários países do mundo. Após participar do encontro internacional, o artista gaúcho realizou trabalhos em Madri e pintou um painel de 180 graus na praça central do bairro Belém Novo.
Aos 28 anos, é graduado em Artes Visuais e trabalha com arte urbana desde 2006. É autor do livro Habitat (Editora Libretos) lançado na última Feira do Livro. Já realizou seis mostras individuais.
Amaro também colocou o Brasil entre os destaques latinos, com a criação El sonido gris, selecionada como uma das melhores ilustrações da América Latina produzidas no ano passado. O trabalho figura no livro Colores latinos, publicado pela Facultad de Diseño y Comunicación de Palermo (Buenos Aires, Argentina), com obras selecionadas no XI Encuentro Latinoamericano de Diseño. No Brasil, já pintou em Santa Catarina, São Paulo e Rio de Janeiro além de vários municípios gaúchos. Suas obras são expostas e comercializadas na FeirArteira – coletivo de arte do qual faz parte –, e no Sarau Amigos da Alice.
A programação musical da noite reunirá os talentos de Nivaldo José, Cristiano Hanssen, mais Vinícius Corrêa e Claudio Veiga, integrantes do duo de violões Batuque de Cordas. O Sarau Amigos da Alice também irá oferecer ao público obras do Bazar dos Arteiros, produzidas por cartunistas, fotógrafos, artesãos, músicos e escritores, que podem ser adquiridas no local.
O valor dos ingressos é R$ 12,00. Estudante estão isentos de pagar. A renda é revertida para projetos sociais desenvolvidos pela ALICE, organização não governamental sem fins lucrativos que desenvolve projetos autogeridos de comunicação, formando leitores críticos e contribuindo para democratizar a informação no Brasil. Entre os trabalhos realizados, destacam-se o jornal Boca de Rua – feito e vendido por moradores de rua de Porto Alegre há 15 anos – e Direito à Memória e à Verdade, que resgata fatos históricos do período da Ditadura Militar.

Serviço
QUANDO: 08 de agosto (terça-feira), 19h
O QUE: Sarau Amigos da Alice – “Terça-feira é dia de começar uma pequena revolução”
ONDE: Clube de Cultura (Rua Ramiro Barcelos, 1853 – Bom Fim – fone: (51) 3331.6920)
VISITAÇÃO DA MOSTRA: de segunda a sábado, das 11h às 14h30min, e segunda, terça e quinta, das 19h às 21h, até 8 de setembro -
"Baile do Maia" traz a moderna sonoridade do acordeon
“Baile do Maia” é o novo projeto de Luciano Maia, que busca a modernização de uma antiga sonoridade da boa música instrumental produzida no RS, a partir da década de 40. E é o show que o músico fará mesclando o som de seu acordeon a uma gama de instrumentos: o baixo acústico de Miguel Tejera, o violão seis cordas de Matheus Alves, o cavaco de Luís Arnaldo, a percussão de Giovani Berti e a bateria de Sandro Bonato. No projeto Chapeu Acústico, que ocorre nessa terça-feira, 08, a partir das 19h, na Biblioteca Pública (BPE), com contribuição espontânea.
Tendo por inspiração o som que se ouvia nos primeiros discos do Pedro Raymundo, Os Bertussi, Conjunto Farroupilha, Os Serranos na época em que as gravações eram feitas no eixo Rio-São Paulo, Maia revisita essa época em que a nossa música soava mais brasileira.
Um dos mais respeitados acordeonistas do sul do país na atualidade, iniciou seus estudos musicais aos 9 anos, em Pelotas. E aos 13, como autodidata, já era visto como fenômeno entre os que o ouviam nos festivais nativistas. Em 1995, já em Porto Alegre, com 15 anos, integrou o tradicional grupo de fandango Quero-Quero, com o qual participou da gravação do disco “Todo o Homem do Pampa”.
Em 1998 produziu seu primeiro CD solo pela gravadora ACIT, “Sonho Novo”, em que convidou o acordeonista e compositor Edson Dutra, fundador do grupo Os Serranos. Em 2001 gravou “Minha Querência”, com a participação especial do cantor Luiz Carlos Borges. Em 2005 constou no “Gaitaço de Sucessos” (Galpão Crioulo Discos), projeto de regravações de músicas que são clássicos do cancioneiro gaúcho. Em 2007 veio o quarto CD, “Cruzando a Pampa”, pela USA Discos, indicado pelo jornal Zero Hora como um dos cinco melhores CDs regionais de 2007, que recebeu o Prêmio Açorianos de Música de Melhor Disco Regional.
Em 2009 lançou o álbum “Encomenda” (ACIT), que mescla músicas instrumentais com cantadas pelo próprio Maia, mostrando uma faceta pouco explorada. Este trabalho obteve indicação ao Prêmio da Música Brasileira na categoria Regional. Em 2011 foi lançado, igualmente pela ACIT, o CD “Talareando’’ que reúne canções do artista apresentadas em diversos festivais nativistas do Estado e, em 2012, em parceria com o poeta Gujo Teixeira, lançou o CD “Cordeona-me”, com adesão de grandes artistas gaúchos, e reconhecido no Prêmio Açorianos de Música como melhor disco regional do ano..
Instrumento símbolo
Em 2014 lançou um projeto de resgate da música regional gaúcha, “A Gaita do Rio Grande”, que enfatiza nosso instrumento símbolo, através da obra dos mestres deste instrumento. Ainda lançou “Janelas ao Sul”, também instrumental, com participações do acordeonista Bebê Kramer, do multi-instrumentista Arismar do Espírito Santo e texto de apresentação de Toninho Ferragutti. Em 2017 foi a vez do CD instrumental “Balaio de Sons”, com o violonista Gabriel Selvage, que teve turnê de lançamento em São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro e Porto Alegre.
Luciano já dividiu o palco com outros grandes músicos: Luiz Carlos Borges, Sérgio Reis, Gilberto Monteiro, Luiz Marenco, Oscar dos Reis, Lucio Yanel, Renato Borghetti, Os Fagundes, César Oliveira e Rogério Melo, Raul Barboza, Dominguinhos, Oswaldinho do Acordeon, Hermeto Pascoal, Arismar do Espírito Santo e Toninho Ferragutti.
Seu nome aparece em mais de 100 discos, entre solo, parcerias, participações especiais, projetos culturais e gravações independentes.
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Festa nerd em Canoas neste fim de semana
A mais tradicional convenção de quadrinhos e cultura pop do Rio Grande do Sul chega à sua sétima edição neste fim de semana com um convidado internacional de peso e novidades entre as atrações.
O evento acontece nos dias 5 e 6 de agosto, sábado e domingo, no campus da Ulbra em Canoas, região metropolitana de Porto Alegre.
O principal convidado da festa é uma lenda viva dos quadrinhos pela indústria e pelos fãs, o artista espanhol José Luis García-López. Sua arte redefiniu a figura dos super-heróis no imaginário popular ao desenhar o Guia de Estilo da DC Comics, o que espalhou pelo mundo camisetas, cadernos e outros produtos licenciados da editora com ícones como Batman, Superman e Mulher-Maravilha. Além de participar de painéis e debates, o desenhista realiza uma masterclass apresentando seu processo criativo, e interage com o público no Artists Alley e em sessões de autógrafos.
Com quase 50 convidados, a programação irá acontecer em dois palcos simultâneos e também conta com nomes nacionais como Vitor Cafaggi, responsável pela releitura da Turma da Mônica para a coleção Graphic MSP, que será adaptada ao cinema em live action, e Sidney Gusman, jornalista e editor da Mauricio de Sousa Produções.
Uma das estrelas brasileiras do mercado estrangeiro, Eddy Barrows é o homenageado desta edição, e vem falar sobre seu trabalho na fase Rebirth como artista exclusivo da DC Comics. Completam o time quadrinistas como José Aguiar, Cesar Alcázar, Letícia Pusti e Gustavo Borges, e jornalistas, editores e especialistas em HQs, games, cinema e séries de TV.
Uma tenda medieval com jogos, exposições e cenários para fotos será erguida dentro da convenção e promete uma experiência de imersão aos fãs de franquias do gênero como Senhor dos Anéis e Game of Thrones.
Já o Conselho Jedi RS marca presença com exposições e personagens caracterizados da saga Star Wars.Ingressos
O ingresso Meia Social sai por R$ 40 mediante doação de 1kg de alimento ou R$ 5 para instituição de caridade parceira do evento. A ComicCON RS acontece nos dias 5 e 6 de agosto, das 11h às 20h, no campus da Ulbra em Canoas.
Programação
SÁBADO, 5 DE AGOSTO
Sábado
PALCO MULTIVERSO
13h: Qual é o futuro da Marvel? – Levi Trindade, Vinicius 2Quadrinhos, Guilherme Smee
Mediação: Rodrigo de Oliveira
14h: Masterclass com Eddy Barrows
Apresentação: Rodrigo de Oliveira
15h: DC Comics do pré-crise ao Rebirth – Eddy Barrows, José Luis García-López, Levi Trindade
Mediação: Émerson Vasconcelos
16h: Desfile Cosplay: Infantil e Adulto
17h: Workshop: Roteiro audiovisual – Verte Filmes
Apresentação: Rodrigo de Oliveira
18h: Entrevista: José Luis García-López
Mediação: Rodrigo de Oliveira
PALCO CANINI
11h45: Super-heróis no cinema em 2017 – Edson Gandolfi, Christian Farias, Ticiano Osório, Leandro Domingos
Mediação: Rodrigo de Oliveira
12h45: Quadrinhos autorais: autopublicação e liberdade criativa – César Alcázar, Pedro Leite, Gustavo Borges, Letícia Pusti
Mediação: Maressah Sampaio
13h30: Homem-Aranha: por que amamos o Amigão da Vizinhança? – Edson Gandolfi, Vitor Cafaggi
14h30: X-Men, a ressurreição nas HQs e no cinema – Claiton Silva, Guilherme Smee, Guilherme Tesch
Mediação: Maressah Sampaio
15h30: Debate: Vida de Colecionador – José Borba, Vinícius 2Quadrinhos, Alexandre Lopes, Christian Ordoque, Patrick Buzzacaro
Mediação: Claiton Silva
16h30: Batman 66: a importância do ícone Adam West – Sidney Gusman, Émerson Vasconcelos
Mediação: Maressah Sampaio
17h30: Quadrinhos digitais: HQ com som e movimento ainda é HQ? – Émerson Vasconcelos, Thiago Krening, Róger Goulart
Mediação: Maressah Sampaio
18h30: O que esperamos das novas temporadas das séries originais Netflix? – Aline Budzyn, Ana Bandeira, Verte Filmes
Mediação: Claiton Silva
19h15: Jack Kirby, 100 Anos do Rei – Levi Trindade, José Luis García-López, Eddy Barrows
Mediação: Rodrigo de Oliveira
DOMINGO, 6 DE AGOSTO
PALCO MULTIVERSO
13h: Debate: Mundo nerd – o jogo virou, e agora? – Sidney Gusman, Ticiano Osório, Fabiano Denardin, Társis Salvatore
Mediação: Rodrigo de Oliveira
14h: Masterclass com José Luis García-López
Apresentação: Rodrigo de Oliveira
15h: Homenagem a Eddy Barrows
Mediação: Émerson Vasconcelos e Rodrigo de Oliveira
16h: Turma da Mônica das Graphic MSP ao cinema – Vitor Cafaggi, Sidney Gusman
Mediação: Rodrigo de Oliveira
17h: Anúncios e Novidades da Panini – Levi Trindade
Apresentação: Vinícius 2Quadrinhos
18h Desfiles cosplay: Adulto
PALCO CANINI
11h45: Diferentes faces do quadrinho nacional – José Aguiar, Vitor Cafaggi, Sidney Gusman
Mediação: Rodrigo de Oliveira
12h45: Star Wars 40 Anos – Franciele Bischoff, Adri Amaral, Fabio Mesmo, Stephanie Espindola
Mediação: Maressah Sampaio
13h30: Dos Quadrinhos à TV: o que esperar das séries? – Claiton Silva, Aline Budzyn, Marina Pagno, Alexandre Woloski
Mediação: Maressah Sampaio
14h30: O legado da Vertigo – Fabiano Denardin, Pablo Sarmento e Christian Farias
Mediação: Maressah Sampaio
15h30: O ano da Mulher-Maravilha – Elvis Moura, JR Weingartner Jr., Mariana Couto, Adri Amaral
Mediação: Maressah Sampaio
16h30: Debate: O que é cultura pop gaúcha? – Carol Govari, Otto Guerra, Roger Lerina, Santiago
Mediação: Maressah Sampaio
17h30: Quadrinhos e games: uma relação que dá certo – Edh Müller, Christopher Kastensmidt e Rodrigo “Chips” Scharnberg
Mediação: Alexandre Woloski
18h30: Game of Thrones, o começo do fim – Claiton Silva, Ana Bandeira, Marina Pagno
Mediação: Maressah Sampaio
19h15: Batgirl 50 Anos, rumo ao cinema – Émerson Vasconcelos, Letícia Pusti, Edson Gandolfi
Mediação: Rodrigo de Oliveira
SESSÕES DE AUTÓGRAFOS
13h – José Luis García-López
17h – Gustavo Borges
17h – Eddy Barrows
Domingo
14h – Vitor Cafaggi e Sidney Gusman
17h – José Aguiar
17h – José Luis García-López
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Festival em homenagem a Caio Fernando Abreu promove campanha de financiamento coletivo
Está no ar a campanha de crowdfunding para a realização do Festival Caio Entre Nós – uma homenagem a Caio Fernando Abreu, que ocorrerá de 27 de setembro a 03 de outubro no Teatro do Sesc, Sala de Música do Theatro São Pedro e Santander Cultural.
O projeto, uma iniciativa do diretor Luis Artur Nunes, o ator Marcos Breda e a produtora Ivana Dalle, é a primeira das atividades das comemorações aos 70 anos de nascimento do autor, uma grande homenagem à sua vida e obra. Uma semana inteira com mostra teatral, bate-papos literários e sessões de cinema, e diversas atividades com entrada franca.
A programação do evento inicia em 27 de setembro com a mostra teatral, com apresentações no Teatro do Sesc. Em sessão de pré-estreia nacional, o público poderá conferir o espetáculo “O tempo é só uma questão de cor”, com atuação de Mauricio Silveira e direção de Antônio Gilberto.
No dia 28, Marcos Breda e Luís Artur Nunes sobem ao palco para a leitura multimídia de “O Homem e a Mancha”, projeto desenvolvido para as comemorações dos 20 anos de estreia do espetáculo estrelado por Breda e dirigido por Nunes, última peça escrita por Caio. A linguagem multimídia inclui vídeos, imagens e momentos da montagem de 1996.
“No se puede vivir sin amor” poderá ser conferido pelo público no dia 29 de setembro. O solo de Nara Keiserman com textos de Caio Fernando Abreu e direção de Demetrio Nicolau é uma coleção dos textos mais poéticos de Caio, em que o amor é a premissa de uma existência eventualmente feliz e completa. O roteiro inclui um poema e duas cartas inéditas escritas pelo autor especialmente para Nara.
A programação teatral encerra no dia 30 de setembro com “Caio do Céu”, com Deborah Finocchiaro e Fernando Sessé, dirigido por Luís Artur Nunes. O espetáculo transpõe o universo do autor para o palco através de crônicas, cartas, contos, poemas, textos teatrais, depoimentos, música ao vivo e projeções. Traz para a cena o próprio Caio por meio de vídeos com trechos de suas entrevistas.
A Sala de Música do Multipalco Theatro São Pedro sediará de 01 a 03 de outubro rodadas de literatura em uma programação que abrange grande parte do extenso conteúdo literário produzido por Caio ao longo de sua vida e que atrai ainda hoje diversos estudiosos de sua obra.
O único espetáculo infantil assinado por Caio, Comunidade do Arco Íris terá uma leitura cênica e as rodadas receberão nomes como Marcos Breda, Luís Artur Nunes, Amanda Costa, Luiz Francisco Wasilewski, Regina Zilberman, Maria da Glória Bordini e Márcia Ivana Lima e Silva, entre outros. Essas atividades têm entrada franca por ordem de chegada.
O cinema também integra o festival, que contará com exibições dos filmes “Sargento Garcia” e “Aqueles Dois”, além de bate-papo com diretores convidados no Cine Santander Cultural, com entrada franca.
Entre as recompensas para os benfeitores do projeto, estão ingressos para as atividades pagas do festival, recital com Luis Artur Nunes e Marcos Breda, Tour Caio Entre Nós, por diversos locais da cidade que marcaram a vida do escritor, entre outras.
Para mais informações, acesse: http://www.catarse.me/caioentrenos?ref=project_link | facebook.com/caioentrenos
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Chapéu Acústico extra, nessa quinta-feira, com a cantora Jamile Staevie
Aproveitando a passagem por Porto Alegre da cantora e compositora Jamile Staevie, que reside em Nova Iorque, onde faz mestrado em Jazz, o produtor Marcos Monteiro e a Biblioteca Pública do Estado (BPE) promovem nessa quinta-feira, 03, uma edição extra do projeto Chapéu Acústico, que costuma ser realizado no local, às terças-feiras. O show tem contribuição espontânea.
No show “Bossa Swing Jazz”, Jamile estará acompanhada de seu pai, Gilberto Oliveira (violão e guitarra). A dupla apresentará uma mistura de bossa nova e jazz, com muito swing e improviso. Ela une o balanço e gingado brasileiro às dissonâncias e quebradeiras do jazz e conclui com uma sonoridade que só essa união musical pode proporcionar.
Professores consagrados
Jamile Começou sua trajetória na música aos quatro anos, no ambiente escolar e da igreja em Cachoeira do Sul, sua cidade natal, ganhando várias competições locais, durante a infância. Aos 15 anos mudou-se para Porto Alegre, quando começou a atuar profissionalmente, cantando em pubs e diversos eventos particulares. Estudou com professores consagrados, como Gisa Volkmann (canto), Gilberto Oliveira (harmonia e improvisação) e Daniel Sá (percepção e teoria musical). Em 2013 ingressou no curso de Música da UFRGS e passou a integrar o Coral Porto Alegre, dirigido por Gisa Volkmann, até 2015, quando passou a fazer parte do elenco do espetáculo “Eu Sou Maria” no 30º Natal Luz de Gramado.
Durante a vida acadêmica, teve a oportunidade de realizar diversos projetos com orientação da professora Isabel Porto Nogueira, desde bolsa de iniciação científica através da produção de artigos e apresentações em congressos até projetos de extensão, como o Div@s, com enfoque na performance e escrita sobre música experimental. Em 2016 graduou-se com Láurea Acadêmica em Música (Habilitação em Música Popular e instrumento Canto), tendo como enfoque do Trabalho de Conclusão de Curso a composição de músicas instrumentais para voz no âmbito do Jazz. Atualmente vive em Nova York onde faz mestrado em Jazz na City College of New York.
Como referência, ela sempre cita Aretha Franklin quando se trata de performance integrada à técnica vocal e busca de sonoridade.; além das clássicas cantoras Etta James, Dinah Washington, Billie Holiday, Sarah Vaughan, Gal Costa e Joyce Moreno. E ainda as cantoras em destaque na cena atual do jazz: Cyrille Aimée, Gretchen Parlato e Tierney Sutton. Dentre instrumentistas, compositores e improvisadores que considera referência estão Bill Evans, Chick Corea, Thelonious Monk, Herbie Hancock, Toninho Horta, Tom Jobim e Chico Pinheiro.
Gilberto Oliveira
Guitarrista, violonista, baixista, compositor, arranjador e produtor, é conhecido por imprimir seu estilo marcante em sua música e na dos artistas com quem produz e atua, sendo bastante requisitado em palcos e estúdios. Músico e professor há 38 anos, teve a oportunidade de dividir o palco e gravar com vários artistas brasileiros e estrangeiros. Com um trabalho próprio, também atua com vários artistas como instrumentista, arranjador e diretor musical.
Dentre os brasileiros estão Neguinho da Beija-Flor, Bebeto, o saudoso Mestre Marçal, Jamelão, Gelson Oliveira, Luciah Helena, Loma, Djalma Corrêa, Robertinho Silva, Zé Caradípia, Daniel Torres, Geraldo Flach, Renato Borguethi, Tadeu De Marco, Cesar Passarinho, Cauby Peixoto, Jim Porto, Cidinho Teixeira, Alcione, Lidoka (Frenéticas), entre outros.
No cenário internacional estão as cantoras Jane Blakstone, Kat Parra , Sandy Sasso e Roseanna Vitro, indicada ao “GRAMMY” 2012, os pianistas Verner Vana, Gladstone Trott, Warren Byrd e Cliff Korman e Allen Farnham, todos norte-americanos; o guitarrista sueco Tomas Janzon; a trompetista holandesa Saskia Laroo; o trombonista inglês Mark Mulley, a cantora dominicana Irka Mateo e a cantora uruguaia Mariana Moraes, entre outros.Como instrumentista participou do DVD de Álvaro Luthi “Eu Gosto” (2011) e do CD “A Saga de um Homem Comum” (2015) da Banda Capitão Rodrigo. Foi produtor e diretor musical no CD “Vestígios Violeta” (2014) de Isabel Nogueira. Pelo CD autoral “Cordas Pra Que Te Quero” (2009), de música instrumental, onde atuou como instrumentista, arranjador, compositor e diretor musical, teve 6 indicações no I Prêmio Brasil Sul de Música, vencendo como Instrumentista na categoria Instrumental. O disco foi indicado ao Prêmio Açorianos de Música em 2011 e pré-selecionado ao Prêmio da Música Brasileira, no ano de 2012 .
Serviço:
‘Bossa Swing Jazz’
Dia: 3 de agosto de 2017 (terça-feira).
Hora: 19h
Local: Biblioteca Pública do Estado/BPE (Riachuelo, 1190). -
Varal de fotografias sobre Presídio Central será exposto no Brique da Redenção
Um dos acontecimentos mais significativos do cenário cultural gaúcho em 2017 foi o lançamento do documentário “Central”, de Tatiana Sager e Renato Dorneles, sobre o a vida no Presídio Central de Porto Alegre, considerado em 2008 o pior do país. Dialogando com esse tema- o universo prisional- o fotógrafo Jorge Aguiar, expõe no domingo, 06, no Brique da Redenção, a mostra “Hades- Deus do Inferno”.
O trabalho, realizado entre 2012 e 2014, é sobre o espaço físico destinado aos habitantes do Presídio Central e do Instituto Psiquiátrico Forense Maurício Cardoso. Foi exposto anteriormente, esse ano, no 7º Festival de Fotografia de Tiradentes (MG) e na Faculdade de Comunicação da PUC/RS. Agora chegou a vez de ser visto em local de grande circulação de pessoas, junto ao Arco dos Expedicionários.

Obra de Jorge Aguiar sobre o universo prisional/Fotos Jorge Aguiar/Divulgação.
O co–diretor do documentário “Central”, Renato Dorneles, dá sua opinião sobre a exposição “Hades”: “O inferno existe. É a mais pura verdade. A prova está nas marcas deixadas nas paredes, no piso, no teto e nos portões que o cercam. Através da fotografia, o documentarista Jorge Aguiar nos leva a um profundo mergulho neste inferno. São imagens que dispensam legendas e, por si só, nos mostram a dura realidade do Presídio Central de Porto Alegre e do Instituto Psiquiátrico Forense Maurício Cardoso. E nem é preciso exibir rostos tristes, sofridos, malvados, doentios… Os cenários são suficientes para nos contar tudo sobre esses infernos cercados pelo concreto e pelo asfalto da cidade, tão próximos da vida cotidiana e, ao mesmo tempo, distantes e invisíveis aos olhos da sociedade”.
SERVIÇO:
EXPOSIÇÃO: Hades- Deus do Inferno”
Dia 06 de Agosto
Horário das 10:00 as 18:00
Parque da Redenção -
Cláudio e Carina Levitan fazem show no Bar do IAB, nesta quarta
Cláudio Levitan faz parte da geração de músicos que a partir dos anos 1980 deu uma sonoridade toda peculiar ao som urbano gaúcho. Carina Levitan, sua filha, representa o que há de mais contemporâneo e instigante nesse mesmo cenário. Os dois estarão se apresentando na quarta-feira, no Bar do IAB, no evento musical que o Instituto de Arquitetos do Brasil/RS promove toda primeira quarta do mês.
No repertório do show estarão canções dos álbuns “Levitan e os Tripulantes” (2011), “Avulsas” (2011) e o premiado “Minha Longa Milonga” (2000), além das músicas do disco “Inúteis”.
Cláudio é também autor de canções consagradas no espetáculo “Tangos e Tragédias”, que marcou época e fez história na área cultural. Já Carina foi integrante da banda “Apanhador Só”, inserindo no grupo a percussão-sucata e a inovação nos arranjos com utilização de novos instrumentos.

Carina integrou a banda “Apanhador Só”, inovando nos arranjos com utilização de novos instrumentos/Nilton Santolin
Ela utilizou uma roda de bicicleta como instrumento musical, que acabou se tornando o logo da banda. Participou dos arranjos e como percussionista no primeiro disco da banda, lançado dia 19 de abril de 2010.
As comidinhas desta edição do Bar do IAB serão da “Nunca Pensei – Cozinha Rural Contemporânea”. A entrada é franca e o bar abre a partir das 19 horas.
