Categoria: HOTSITE JÁ Cultura

  • Ospa recebe oboísta francês em concerto gratuito na Igreja da Reconciliação

    No dia 1º de agosto, terça-feira, a Orquestra Sinfônica de Porto Alegre realiza um concerto especial dedicado ao repertório para sopros e percussão. Dois convidados que nunca haviam se apresentado com a sinfônica foram convocados para a exibição: o oboísta francês Timothée Oudinot e o maestro brasileiro Marcos Sadao Shirakawa.
    Timothée é o solista da noite. Sob a batuta de Shirakawa, diretor artístico e regente titular da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo, os músicos interpretam obras de compositores modernos e contemporâneos como Henri Tomasi, Alexandre Travassos, Osvaldo Lacerda e Frigyes Hidas. É às 20h30, na Igreja da Reconciliação (Rua Sr. dos Passos, 202), com entrada franca.
    A “Rapsodia Sefaradi”, do compositor brasileiro Alexandre Travassos (1970), que homenageia os judeus espanhóis que migraram para o Brasil, abre o programa.
    Frequentemente convidado a tocar com a Orquestra da Ópera Nacional de Paris, o oboísta Timothée Oudinot faz os solos da obra seguinte, o “Concerto nº 2 para Oboé”, do compositor húngaro Frigyes Hidas (1928-2007). Timothée é professor no Conservatório de Influência Intercomunal de Chatenay-Malabry.
    Na sequência, a sinfônica executa “Fanfarras Litúrgicas”, do francês Henri Tomasi (1901- 1971).
    Por fim, a “Suíte Guanabara”, escrita por Osvaldo Lacerda (1927-2011), um dos maiores compositores brasileiros do século XX, ganha destaque encerrando o repertório.
    Este concerto integra a Série Igrejas da Ospa e conta com o apoio da Aliança Francesa de Porto Alegre.
    Concerto da Série Igrejas
    Quando: 1ª de agosto de 2017, terça-feira, às 20h30
    Onde: Igreja da Reconciliação (Rua Sr. dos Passos, 220 – Porto Alegre)
    ENTRADA FRANCA
    PROGRAMA
    Alexandre Travassos: Rapsódia Sefaradi
    Frigyes Hidas: Concerto nº 2 para Oboé | Solista: Timothée Oudinot
    Henri Tomasi: Fanfarras Litúrgicas
    Osvaldo Lacerda: Suíte Guanabara
    Regente: Marcos Sadao Shirakawa (Brasil)
    Solista: Timothée Oudinot (França | oboé)

  • Tudo vira jazz com Fernando Corona Trio, no Chapéu Acústico

    Dentro da programação de alta qualidade do projeto “Chapéu Acústico”, realizado toda terça feira na Biblioteca Estadual, chegou a vez de Fernando Corona Trio, composto por Fernando Corona (teclado e voz), Nico Bueno (baixo) e Mano Gomes (bateria).Corona explica o trabalho dos músicos:
    “Tudo pode virar jazz: Villa Lobos, Lupicínio. E por que não Bach? Ou até mesmo uma cantiga de roda ou uma canção do folclore. A emoção está por aí, esperando que a gente vá buscá-la. Quando este trio toca, o primeiro acorde aponta o início de um caminho que é sempre uma tentativa de se chegar até ela. A emoção”.”
    Jazz e flamenco
    Natural de Porto Alegre, o pianista, tecladista e compositor Fernando Corona começou sua carreira em 1982, atuando ao lado do cantor Antônio Villeroy e do flautista mineiro Kim Ribeiro. Em 1984 rumou para a Espanha, onde viveu por 3 anos desenvolvendo um trabalho de jazz e música flamenca.
    Três anos depois retornou ao Brasil e passou a atuar ao lado de Bebeto Alves, Renato Borghetti e Villeroy, entre outros. Na mesma época, iniciou sua bem sucedida participação em festivais de música no Rio Grande do Sul, os quais lhe renderam vários prêmios como compositor e também o reconhecimento como um dos maiores músicos gaúchos da atualidade.
    Em 2003 mudou-se para o Rio de Janeiro e, desde então, tem participado de gravações e shows ao lado de Pery Ribeiro, Wanda Sá, Betty Faria, João Suplicy, Tânia Alves, Zezé Motta, Barrosinho, Nalanda e Edu Neves, entre outros. Atualmente, é arranjador e diretor musical do projeto “Villa-Lobos in Jazz”, que tem excursionado por todo o Brasil e, em 2011, apresentou-se na Alemanha, Suíça e Itália.
    Cena local
    O projeto Chapéu Acústico tem a curadoria do fotógrafo e produtor Marcos Monteiro e é realizado sempre às terças-feiras, com apresentações de músicos dispostos a movimentarem a cena local, sem depender de verba pública ou privada. Não há cobrança de ingressos, e o chapéu é usado como forma de arrecadação voluntária, como acontece nas performances de rua.
    Serviço:
    Show Tudo Pode Virar Jazz
    Dia: 1º de agosto de 2017 (terça-feira).
    Hora: 19h
    Local: Biblioteca Pública do Estado/BPE (Riachuelo, 1190).

  • CD de Celma e Célia resgata ritmos que formaram a identidade musical brasileira

    Higino Barros
    Com toda a desordem cultural no Brasil de hoje, para se ater à área em questão, há bolsões de resistência que demonstram que nem tudo está perdido. Uma prova disso é o novo trabalho das cantoras Celia e Celma. Uma coletânea de ritmos ancestrais brasileiros, com as particularidades dos ritmos e gêneros, intencionalmente, iniciarem com a letra C, evocando a inicial de seus nomes.
    Assim, desfilam pelo CD cateretês, congadas, calangos, charolas, chamamé e chimarrita, cururus, curraleiras, chulas, toda uma roupagem musical que permeou o cenário da canção nacional do século XVI a começos do século XVIII. Antes do samba, chorinhos e valsas, posteriormente incorporados.
    Nativas de Minas
    Celia e Celma são nativas da Zona da Mata de Minas Gerais e têm se dedicado a fazer registros do cancioneiro popular brasileiro. Um dos mais conhecidos e elogiados é sobre a produção mineira de Ary Barroso.
    O atual trabalho é primoroso. Tem desenho do mineiro Ziraldo e é tocado por músicos virtuoses, em formações que preservam as bandas dos jesuítas com viola, sopro e tambor.  O CD está sendo distribuído pela Tratore. Entrando no site dessa distribuidora há vários caminhos para acesso à obra.
    Segundo o jornalista José Antônio Severo, há poucos dias houve um show que ele chama dos “Três Tenores do Sertanejo”, reunindo Almir Satter, Renato Teixeira e Sérgio Reis, num grande auditório de São Paulo, na Barra Funda.
    Severo relata: “os caras insistiram para que elas fossem. Pois não é que no meio do espetáculo os três, ao microfone, anunciaram a presença das gêmeas e elogiaram o disco como um resgate precioso dos ritmos de raiz de todo o país num único conjunto . Um deles, não sei qual, creio que foi o Sérgio, disse que o CD é um livro, mais do que um disco”.

    Ziraldo assina a parte visual do CD de Celia e Celma/Divulgação

    Danças de antanho
    Outro jornalista, o crítico musical Tárik de Souza, escreve sobre o “Canto com C”:
    “Como se fosse o prefácio de um livro, a obra contem na sua primeira faixa um cateretê, ritmo de origem jesuítico-indígena, com letra de autoria das próprias pesquisadoras. O repertório vai do Carimbó paraense à chimarrita dos gaúchos, destacando “Menina Lavadeira”, de Telmo de Lima Freitas.  Essa coletânea resgata exemplos das modas e cantos que se dançavam no Brasil de antanho, nos tempos em que os aventureiros e tropeiros levavam de uma região a outra a cultura popular para  salões e terreiros.
    “Canto com C” mostra recortes em que se fundiram subculturas brasileiras que já se construíam nos aldeamentos sertões a fora, com os padres musicando e botando instrumentos nas danças dos índios e dos africanos adicionando suas músicas à essa miscigenação cultural.
    Desta forma, “Canto Com C” é um disco que, não obstante releia esses ritmos com o sotaque de cada região em que se firmou, mostra uma certa unidade do folclore das diversas regiões, em que o País pode reconhecer-se de ponta à ponta, pois os cururus, curraleiras, chulas, recortados e mesmo o  chamamê criado pelos jesuítas das missões guaranis do Rio Grande do Sul, chegavam a todo o País levado pelos tropeiros que abasteciam as populações de mineiros, paulistas e nordestinos. Todos esses ritmos ainda são parte dos folguedos rurais

  • Cine Fórum promove reflexão entre adolescentes do CASE de Novo Hamburgo

    Duas vizinhas de parede, tão perto e tão longe – reflexo de opções religiosas distintas, colhem da solidão plantada – cada qual ao seu modo. Mas chega o dia que um buraco na parede que as separa, muda tudo. “Às vezes é isso: a gente só precisa de uma brecha para a comunicação”, salientou o historiador Orson Soares. As personagens ilustram o curta Do meu Lado (Tarcísio Puiati, 2014, Brasil), exibido durante a 2ª edição do Cine Fórum para cerca de 80 adolescentes do Centro de Atendimento Sócio Educativo (CASE), de Novo Hamburgo, no dia 25/7.
    O objetivo `e espertar a consciência sobre os direitos humanos a partir da linguagem cinematográfica, propiciando uma reflexão sobre o princípio da solidariedade, do apoio e do respeito às escolhas de cada um. E o debate fluiu. ”Crenças diferentes, mas no final uma ajuda a outra”. “Uma produção bem simples”. “Falta de comunicação”. “Não tinha luz, mas o telefone funcionava”. “Uma casa verde, outra bege”. “Ela sabia do perigo e não quis ajudar”. Essas e outras observações foram relatadas pelos adolescentes, na compreensão sobre o fazer cinema, elementos cênicos, sobre lugares ocupados na sociedade, empatia, relações, convivência.
    O produtor e músico Eduardo Tamborero, com a experiência de quem desenvolve trabalhos sociais dentro do CASE há quase uma década, deixou os jovens bem à vontade. Provocou, motivou, fomentou o debate, quebrou o gelo e avançou a barreira da apatia. “A gente está aqui para bater um papo. Para dizer para vocês que todos têm boas histórias para contar. Cada um aqui podia escrever um rap, um funk, ou um roteiro para um filme só falando de sua vida, de seus sonhos”.
    Segundo estatísticas do CASE, de março deste ano, são 1280 jovens detidos no Rio Grande do Sul, com idade entre 12 e 20 anos. A infração mais cometida é o roubo; depois o homicídio; tentativa de homicídio; latrocínio; tentativa de latrocínio; estupro; tentativa de roubo; sequestro e cárcere privado; lesões corporais; extorsão e, por fim, tortura. (http://www.fase.rs.gov.br/wp/ dados_estatisticos/)
    O I Circuito de Fruição Cultural – Cine Fórum Diálogos Necessários: Cultura, Educação e Direitos Humanos  foi contemplado no 2º Edital de Estímulo a Projetos Culturais e Artísticos, promovido pela Secretaria Municipal da Cultura de Novo Hamburgo, com recursos do Fundo Municipal Pró-Cultura – FUNCULTURA e é uma realização da Imago Produtora com apoio da Tipograma, Coletivo Baio, Associação de Amigos do Patrimônio Histórico e Cultural de Dois Irmãos e das produtoras Visagem Audiovisual, Imagem Tempo e Modo Operante Produções.
    O Cine Fórum compreende oito encontros. O primeiro foi no Sarau do Cruzeiro, segundo no CASE, terceiro será para a comunidade acadêmica da FEEVALE. Na sequência, será a vez de alunos da Educação de Jovens Adultos (EJA) de quatro escolas municipais participarem do circuito. Por fim, uma edição aberta à comunidade no Teatro Paschoal Carlos Magno, em outubro.

  • Exposição 25 vezes Duchamp – A Fonte, 100 anos

    O Museu de Arte Contemporânea (MAC-RS) inaugura nesta terça-feira, 25/07, a exposição ’25 vezes Duchamp – A Fonte 100 anos’, em homenagem à célebre e polêmica obra de Marcel Duchamp, ‘Fonte’.
    A abertura ocorre às 19h, no 6º andar da Casa de Cultura Mario Quintana (CCMQ).
    Com curadoria de José Francisco Alves, a mostra apresenta 56 obras de 24 artistas convidados, a maioria inédita, realizadas especialmente para a homenagem. ‘As obras escolhidas apresentam características variadas. Temos desde simples até sofisticadas experiências artísticas, num universo de possibilidades que é uma das mais atrativas marcas da arte contemporânea, que a cada dia testa os seus limites”, diz o curador.
    A visitação, com entrada franca, pode ser feita de 26 de julho a 3 de setembro, de terças a sextas-feiras, das 10h às 19h, e sábados, domingos e feriados, das 12h às 19h.
    Os artistas convidados são de diversar cidades, como Lisboa, Rio de Janeiro, Curitiba, Florianópolis, Caxias do Sul, Pelotas e Porto Alegre.
    Serviço
    O quê: abertura da exposição ’25 vezes Duchamp – A Fonte 100 anos’
    Quando: terça-feira (25), às 19h
    Onde: Museu de Arte Contemporânea – 6º andar da CCMQ, na Rua dos Andradas, nº 736
    Quanto: Entrada franca

  • A vez do "Cartas na Rua" no projeto Chapéu Acústico

    Quem frequenta o Brique da Redenção, aos domingos, está habituado a vê-los, sempre rodeado de um bom número de assistentes: um grupo de jovens músicos, tocando um repertório basicamente de blue grass, de uma maneira despojada, sem grande aparato de som, mas de um jeito que eles fazem questão. Bem perto do público. Pois nessa terça-feira, dia 25, a atração do projeto Chapéu Acústico, é o “Cartas na Rua”, na Biblioteca Estadual, às 19 horas.
    O “Cartas na Rua” é formado por Jean Kartabil (vocais, violão e mandolin), Lester Borges (vocais, banjo e harmônica), Marcelo da Luz (vocais e violão) e Pedro Ourique (vocais e baixo).
    O “grupo faz releituras de clássicos do folk, country, rock e bluegrass, além de apresentar canções autorais. A banda vive exclusivamente da música de rua há um ano e meio, mas também se apresenta em shows.
    Pé na estrada
    O grupo está com novo CD: Cartas na Rua volume 2. O novo trabalho contém a fórmula que os consagrou na área, canções autorais e releituras de clássicos do folk, contry, rock e bluegrass.
    Nos últimos dois anos, seus músicos percorreram Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro e já ultrapassaram a marca de oito mil cds vendidos. A estrada é o mentor e professor da banda e é nela que eles amadurecem e reforçam a identidade do grupo.
    O quarteto costuma explorar a diversidade sonora de seus instrumentos e vocais em releituras de clássicos como Rolling Stones, Neil Young, Beatles, Creedence Cleawater e Earl Scruggs.
    O bluegrass é uma forma de música de raiz americana e é uma vertente da música country. Ela tem suas bases misturadas na música tradicional escocesa, de afro-americanos, inglesa, do País de Gales e irlandesa. O bluegrass foi inspirado pela música de imigrantes do Reino Unido e da Irlanda, em particular a de imigrantes escoceses-irlandeses nos montes Apalaches, entre o Kentucky e Tennessee).
     
     
     
     
     
     
     

  • Feira, música e cinema na Caixa d'água na 3ª edição do Vive Petrópolis

    A 3ª edição do Vive Petrópolis acontece no domingo, 30 de julho, a partir das 11h, na praça Mafalda Veríssimo. Além das atrações com música, comes & bebes, trapézio e feira de artesanato, haverá o Cinema dentro da Caixa d’água.
    Será exibido um documentário inédito, realizado por alunos da Museologia da UFRGS, sobre o bairro.
    Moradores do Petrópolis na campanha SOS Praça Mafalda Verissimo‎
  • Festival de Gramado e outros 20 projetos contemplados com R$ 12 mi do BNDES, pela Lei Rouanet

    Vinte e um projetos de todas as regiões do país, com início entre agosto e dezembro deste ano, vão receber até R$ 12 milhões de patrocínio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), incentivados pela Lei Rouanet. Do total, 43% dos projetos são referentes à área da música, 38% ao audiovisual e 19% à literatura. O anúncio foi feito pela instituição nesta semana.
    Uma das novidades este ano é a exigência de que todos os eventos realizem ações inclusivas voltadas para o público infanto-juvenil de comunidades carentes. No mesmo período do ano passado, foram apoiados pelo banco 20 projetos, também com recursos no valor de R$ 12 milhões.
    O setor de cultura continua sendo prioridade na instituição, que apoia festivais e mostras de cinema que tenham foco na produção audiovisual brasileira, eventos de música instrumental e erudita e festas e feiras literárias que fomentem o acesso às bibliotecas públicas brasileiras.
    Dos 21 projetos selecionados neste segundo semestre de 2017, alguns dos quais com realização em mais de um estado, três ocorrem no próximo mês de agosto, quatro em setembro e quatro em outubro, sete em novembro e três em dezembro. As regiões Nordeste e Sudeste receberão o maior número de eventos: 10, cada, enquanto o Norte e o Centro-Oeste terão três projetos cada e a Região Sul, dois projetos.
    Oito projetos receberão apoio do banco pela primeira vez. Entre eles, destacam-se a 7ª Festa Literária Internacional de Cachoeira (Flica 2017), na Bahia; e o 5° Festival de Música Erudita do Espírito Santo.
    Seleção
    Os projetos selecionados para agosto são o 45º Festival de Cinema de Gramado (RS), o 8º Circuito Música Brasilis Instituto Musica Brasilis (RJ/DF/PE), e o 27º Festival Ibero-Americano de Cinema (Cine Ceará 2017). Para setembro, estão programados os eventos Lê pra mim? (SP/MA/AL), o 50º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro (DF), o 15º Festival Internacional de Cinema Infantil -Fici 2017 (BA/SE/RN) e Mimo Festival 2017 (RJ/PE).
    Para outubro, a programação inclui a 41ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo (SP), o 7º Festival Música na Estrada (AM/PA/RR), a 7ª Festa Literária Internacional de Cachoeira – Flica 2017 (BA) e o Festival do Rio 2017 (RJ). Em novembro, ocorrerão a 63ª Feira do Livro de Porto Alegre (RS), o 55° Festival Villa-Lobos (RJ), o 5º Festival Interacional de Música Clássica de João Pessoa (P B) , o Circuito Penedo de Cinema (AL), a 4ª Mostra de Cinema de Gostoso (RN), a Periferia Brasileira de Letras (RJ/DF/BA) e o 5° Festival de Música Erudita do Espírito Santo.
    Fechando o ano, estão previstos, em dezembro, o 3º Festival Internacional de Música Antiga de Diamantina (MG), Festival Afroreggae de Música Clássica (RJ) e 22º Festival de Música Instrumental da Bahia.
    Recursos próprios
    A curadora da Festa Literária de Santa Teresa (FLIST), Ninfa Parreiras, disse que, em função da crise financeira do estado, a edição deste ano do evento, que ocorreu nos dias 20 e 21 de maio, não teve nenhum patrocínio. “Foi com recursos próprios”, disse Ninfa hoje (21) à Agência Brasil.
    Segundo Ninfa, a prefeitura não liberou verba de fomento de 2016. Da mesma forma, a Flist não teve este ano apoio da Secretaria Municipal de Cultura nem do Instituto C&A, ao contrário do ocorrido em anos anteriores. “É um problema nacional”. A organização do evento não procurou obter apoio do BNDES.
    Realizado no bairro de Santa Teresa, região central do Rio de Janeiro, a Flist 2017 homenageou o protagonismo feminino, representado pela escritora Conceição Evaristo e pela ilustradora Graça Lima. O evento, totalmente gratuito, prestou tributo também pelos 100 anos da compositora chilena Violeta Parra, pelos 90 anos do maestro Tom Jobim e pelos 55 anos da cantora e compositora Cássia Eller.

  • Central faz roda de samba sábado no distrito cervejeiro

    O grupo Central do Samba se apresenta no Distrito Porto Cervejeiro neste sábado. O evento inicia às 15h com cervejas artesanais e uma roda com clássicos do samba. A entrada é gratuita.
    Esta é a segunda edição da parceria entre o grupo e a cervejaria-bar. O Distrito fica na avenida Amazonas, 835, no bairro São Geraldo. O Central do Samba existe desde 2006 e traz no repertório sambas de autores como Cartola, Candeia, Nelson Cavaquinho, Noel Rosa, Wilson Batista, Geraldo Pereira, Paulo da Portela, Paulinho da Viola, Elton Medeiros, entre outros.

  • Bento Figueiredo tem festa de rua neste domingo

    Nesta domingo, 23, acontece a sexta edição da festa de rua da Bento Figueiredo, no Bom Fim. O evento vai contar com música, brechó, piscina de bolinhas, bolhas de sabão gigantes e trabalhos autorais de artistas locais.
    Entre as atrações confirmadas, uma apresentação de stand up comedy com Gabe Cielici, às 16h, a apresentação da coreógrafa Fernanda Bertoncello Boff, às 17h, malabares com fogo com Naamah Nádia, às 18h, além da discotecagem das gurias do Von Teese.
    A Bento Figueiredo é uma pequena rua, de apenas uma quadra, que liga a Felipe Camarão à Ramiro Barcellos. Nos últimos anos, a concentração de novos negócios mudou o cenário da rua. O evento é promovido pelos comerciantes da rua e começa às 14h.