Categoria: HOTSITE JÁ Cultura

  • Centro Paulo Freire oferece cursos gratuitos de música

    28/03/2017 11:42:52

    Alunos da rede municipal de ensino e comunidade podem participar dos cursos de música gratuitos no Centro Municipal de Educação dos Trabalhadores Paulo Freire, no bairro Santana. Por intermédio de seu Centro Musical, o CMET Paulo Freire oferece aulas de violão, cavaquinho, percussão, flauta doce e transversal, saxofone, técnica vocal, coral, canto livre e teoria e percepção musical para jovens a partir de 15 anos de idade.
    As inscrições estão abertas e devem ser realizadas na secretaria da escola (rua Santa Terezinha, 572). O Centro ainda convida a comunidade para a aula inaugural, que ocorrerá no dia 3 de abril, às 19h, e contará com performances musicais e explanação sobre os cursos. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 3227-4365.

     

  • O Brique da Redenção festeja seus 39 anos

    No dia em que Porto Alegre completa 245 anos, uma opção bem porto-alegrense de lazer, o Brique da Redenção, também aniversaria: 39 anos.
    Desfile de carros antigos, exposição de lambretas, distribuição de balões para as crianças, além de muita musica, são algumas das atrações que estão sendo preparadas para marcar o aniversário da Feira, que integra o Patrimônio Cultural do Rio Grande do Sul.
    Considerado um dos principais atrativos turísticos da capital gaúcha, junto ao Parque Farroupilha (Redenção), chega a receber até 50 mil pessoas a cada domingo. “Apesar da concorrência dos shoppings, que têm crescido em número nos últimos anos, a população porto-alegrense continua gostando muito do Brique”, destaca Ernani Farias, da comissão que coordena os antiquários da Feira. Esses comerciantes deram origem ao Brique em 1978, quando inicialmente foi chamado de “mercado das pulgas”, obedecendo a uma tendência da época.
    Em abril de 1982, os artesãos que comercializavam as suas mercadorias no interior do Parque Farroupilha, se incorporaram aos antiquários, acrescentando novos atrativos ao Brique que, posteriormente, viria a receber uma área para gastronomia e de artes plásticas. Atualmente, o Brique se completa com um variado número de artistas de rua, na maioria músicos, que realizam as suas performances na extensão da avenida José Bonifácio, local da Feira.
    “A chegada do artesanato deu uma reativada importante no Brique que estava com pouco movimento naquela época”, diz o integrante da comissão do setor de artesanato, Paulo Grala. Ele lembra a importância da artesã Berenice Aurora de Medeiros Filber que, com o marido Paulo Alberto Filber, ambos falecidos, foi uma das idealizadoras da feira de artesanato no bairro Bom Fim, onde praticamente tudo começou. Os dois largaram suas carreiras como psicóloga e professor de Educação Física e se dedicaram à nova profissão. Berenice era chamada de a “artesã-mãe”.
    Com pouco conhecimento sobre a história do Brique, mas dizendo-se fã número um da Feira, a aposentada Faustina Oliveira de Quadros, de 79 anos, espera ansiosa os domingos. “ Desde que cheguei a Porto Alegre, vindo de Rosário do Sul, em 1990, torço para que o domingo seja ensolarado só para visitar o meu Brique”, diz dona Dina, como é conhecida. Segundo ela, o Brique é a vitrine de Porto Alegre. Diz que neste domingo, acompanhada da cachorrinha Mel, estará cedo na Redenção para ajudar a comemorar a data.
    Hoje estão no Brique 182 expositores de artesanato, 70 de antiguidades, 40 de artes plásticas e 10 de gastronomia. Representam um segmento de comércio regular muito bem estruturado na cidade. O controle e fiscalização destes serviços são feitos por intermédio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Porto Alegre.
    A capital possui, atualmente, além do Brique da Redenção, três feiras ecológicas, seis unidades do Mercadão do Produtor, 39 Feiras Modelo e 11 feiras de artesanato.
    “Nossa ideia é ampliar o número de feiras, com o mesmo perfil do Brique da Redenção, com novos empreendedores, ocupando de forma inteligente áreas que hoje estão subutilizadas e até degradadas e que devem ser recuperadas, tornando-se inclusive mais seguras”, promete Ricardo Gomes, secretário de Desenvolvimento Econômico de Porto Alegre. O funcionamento do Brique é das 9h às 18 horas.
    (Com informações da PMPA)

  • O Mini Teatro Móvel está de volta

    De 1987 a 2004, o músico Marcos Ungaretti frequentou com seus instrumentos, nos domingos de Brique da Redenção, o Monumento do Expedicionário, no seu projeto de levar música de qualidade em um espaço público. Depois dele, que partiu para outras vivências artísticas, outros músicos passaram a frequentar o local, tornado referência para esse tipo de atividade.
    Agora Marcos Ungaretti está de volta com outra iniciativa instigante, a do Mini Teatro Móvel II, cujas atividade terão início no dia 29 de março, num grande show coletivo que terá a participação de vários músicos seus amigos e parceiros profissionais.
    ARTE_JABF-Mar2017-08A ideia do Mini Teatro Móvel surgiu em 2008, quando ele morava em Alto Paraíso de Goiás e era abrigado em uma Kombi. Agora o MTM está alojado em um veículo maior, cujo interior comporta palco, plateia para nove espectadores, iluminação sincronizada com as músicas, ar condicionado, sonorização surround e demais características de um teatro.
    As apresentações ocorrem dentro do veículo. Por ser móvel, pode chegar em quase todo o lugar e tem total autonomia com gerador próprio de energia. Já visitou SP, MS, MG, RJ, SC entre outras localidades. O Mini Teatro Móvel foi inteiramente desenhado e construído pelo músico e segundo ele “atua em escolas, praças, residências, feiras, ruas, vilas, hospitais, ou seja, praticamente em qualquer lugar”.
    40 anos de intensa atividade artística
    Marcos Ungaretti é um artista com 40 anos de atividade musical com identidade própria e vasta experiência. Domina todos os aspectos musicais teóricos, técnicos e criativos. Possui vasto conhecimento sobre sonorização e gravação em estúdio, já que o Mini Teatro Móvel também é um estúdio de gravação.
    Seu repertório passa por jazz, MPB, clássicos, música eletrônica e  e composições próprias. Nas apresentações que ele define como live, com interação em tempo real com o computador, são utilizados diversos instrumentos como teclados, violão, flautas, percussão, ocarina e escaleta, entre outros.
    Entre 2005 e 2008, Marcos mudou-se para Alto Paraíso de Goiás, um lugar que define como místico. “Lá conheci uma nova maneira de fazer música, muito perto da natureza, misturando instrumentos rudimentares com música eletrônica e levando minhas composições a atingir um novo estágio”.
     

  • “Aqui no prédio já entraram em todos os apartamentos”

    Os moradores do entorno do Hospital de Clínicas estão convivendo com uma sequência de furtos nos apartamentos. A cada feriado, quando a cidade fica mais vazia, um carro é roubado ou um imóvel invadido. Um mesmo morador já foi roubado três vezes este ano.
    “No ano novo, entraram no apartamento e roubaram dois notebooks. No sábado de carnaval, roubaram minha Kombi que estava estacionada aqui na frente. Na quarta-feira de cinzas, pularam a cerca do prédio e levaram a bicicleta. E na páscoa?”, questiona Pablo Trindade.
    No caso da Kombi, nem o carta-corrente evitou o roubo. O morador relata que teve acesso a imagens de câmeras de segurança e que os criminosos levaram 20 minutos para roubar o veículo. Ninguém viu, nenhuma viatura passou.
    O edifício em que Pablo mora tem oito apartamentos, todos já foram invadidos recentemente. E os ladrões não entram apenas nos apartamentos mais baixos. Em um dos episódios, os moradores estavam dormindo quando os ladrões entraram. Isso no quarto andar.
    Com a onda de furtos, os moradores da travessa Miranda e Castro e rua Augusto Pestana adotam medidas de segurança. O edifício de Pablo, por exemplo, instalou uma cerca elétrica. Outra medida possível seria a colocação de uma guarita e a contratação de segurança privada.
    Pablo defende a união dos moradores para lidar com o problema de segurança, que é comum a todos do entorno. “As pessoas não se falam e cada um por si já não está dando conta. Quem sabe o problema não serve para que a gente se aproximar mais dos vizinhos.” Como exemplo, ele cita o caso dos vizinhos da Praça Júlio Aragão Bozzano, onde há uma guarita com um guarda à noite, contratado pelos moradores. “O pessoal se aproximou em função da segurança e hoje fazem até churrasco na praça.”

  • Postinho está sempre fechado

    O posto policial da esquina da José Bonifácio com a Osvaldo Aranha poderia oferecer uma sensação maior de segurança, porém, é raridade vê-lo aberto, com a presença de algum guarda. Em setembro de 2016, a Guarda Municipal assumiu o postinho, que havia sido deixado pela Brigada Militar.
    Construído com recursos de moradores e comerciantes do Bom Fim e de bairros vizinhos, o posto é considerado um marco na mobilização comunitária. A saída da Brigada gerou mobilização da comunidade, pela reabertura do local. O imóvel, que pertence ao Município chegou a ser utilizado pelo HPS. O anúncio de que a Guarda assumiria o posto foi considerada uma boa saída.
    A Guarda Municipal explicou que, quando o postinho está fechado, é porque o efetivo está andando pelas ruas ou no parque. O argumento é semelhante ao que embasou a saída da Brigada Militar do postinho, de que a tropa é melhor aproveitada nas rondas.

  • Prefeitura quer padronizar bancas das feiras ecológicas

    A prefeitura de Porto Alegre iniciou diálogo com os agricultores das feiras ecológicas para um processo de padronização das bancas da feira. A ideia da prefeitura é organizar melhor o espaço e facilitar a circulação de pessoas. A padronização vale para todas as feiras.
    No caso da quadra 1 da José Bonifácio (entre Osvaldo Aranha e Santa Terezinha), o prazo estabelecido pelo poder público municipal, de 45 dias, se encerra no próximo sábado, 25 de março. Na quarta-feira, 22, está marcada uma reunião entre os feirantes e o CAD (Centro Agrícola Demonstrativo) da prefeitura. Existe a possibilidade de ampliação do prazo. No caso da quadra 2, boa parte das bancas já se adequou ás exigências.
    Os modelos apresentados são bancas de três tamanhos: 2m, 4m e 6m. A questão é como adequar o padrão planejado no gabinete ao espaço físico da feira.
    “A resolução veio depois da feira, então ela que tem que se adaptar à realidade”, defende a agricultora Marinês Riva.
    As bancas da José Bonifácio se instalam ao longo do canteiro central, uma área entrecortada por dezenas de árvores. Os espaços entre as árvores têm em torno de 5,5m, mas as medidas não são idênticas. A banca da família da Marinês, por exemplo, mede 5,70m e está colocada exatamente entre duas árvores. Para se adequar ao modelo, como não podem aumentar 30cm, os agricultores teriam que reduzir a banca a 4m, ou seja, perder 1,70m do espaço onde expõem suas verduras e hortaliças.
    A dificuldade de circulação entre as bancas é a reclamação predominante depositada pelos clientes na caixinha de sugestões da feira. Outra exigência do poder público é que se tenha mais escapes entre as bancas, para facilitar o acesso ao corredor de circulação. Neste sentido, a iniciativa agrada os expositores. Outra preocupação dos feirantes é que, com a adaptação, o ambiente não fique abafado ou mal iluminado.

  • Conselho da Redenção sopra as velinhas

    Porto Alegre completa 245 anos no próximo domingo, 26. Para prestar sua homenagem à cidade, o Conselho de Usuários do Parque Farroupilha promove seu tradicional evento de aniversário, a partir das 11h, junto ao Monumento ao Expedicionário. O Conselho compartilha com a comunidade um bolo de quatro sabores, alusivos aos quatro recantos do parque: Chinês, Europeu, Roseiral e Alpino.
    O evento é organizado em parceria com a rádio Putzgrila e contará com as apresentações das bandas Tarcísio Meira’s Band e Discocuecas.
    Todo ano, o Conselho sopra as velinhas pela data de fundação da cidade. Este ano, há ainda mais um motivo para se comemorar: em outubro, a Redenção completa 210 anos.

  • Quase 500 atrações na Semana de Porto Alegre

    Comemorando o aniversário de 245 da cidade de Porto Alegre, a tradicional Semana da Cidade este ano traz 497 atrações oficiais. As comemorações tiveram início no domingo, 19, e se estendem até o dia 27. As atrações são as mais diversas, apresentações artísticas, passeios no Cisne Branco e um tour pelas cervejarias artesanais do Quarto Distrito, entre outras.
    “A ideia da semana é simbolizar atitude para as mudanças que precisamos fazer”, afirmou o prefeito Nelson Marchezan Júnior, no evento de lançamento, realizado no Capitólio.
    A prefeitura criou um site com a agenda completa e um sistema de busca, por bairro, data ou tema. Todas as informações estão disponíveis em: aniversario.portoalegre.rs.gov.br

  • Clube de Cultura promove debates durante a semana de Porto Alegre

    Porto Alegre para quem? Este é o tema da programação preparada pelo Clube de Cultura em parceria com o coletivo A Cidade que Queremos para a semana em que Porto Alegre completa 245 anos. Durante a semana, o Clube terá debates e atrações culturais todas as noites. A programação tem início nesta segunda-feira, 20, com um ato no Largo Glênio Peres, com apoio de coletivos, movimentos populares, associações, sindicatos e a Rádio Na Rua.
    Programação:
    21/03 – terça
    19h Debate sobre Planos Diretores
    Painelistas:
    Maria Etelvina Guimaraens – Advogada, Procuradora Municipal de Porto Alegre aposentada, Especialista em Direito Municipal e Mestre em Planejamento Urbano. Professora de Patrimônio Cultural, Direito Urbanístico, Ambiental e Municipal em cursos de especialização.
    Manoel José Ávila da Silva – Historiador, Professor de História da Rede Municipal de Ensino de Porto Alegre, ex-assessor de Relações Étnicas da Secretaria Municipal de Educação (SMED) – “Territórios Negros Negros em Porto Alegre”
    Paulo Guarneri – Assessor Parlamentar “O papel do legislativo na elaboração e revisão de Planos Diretores”
    Moderação: Lucimar Fatima Siqueira | Geógrafa, Coletivo A Cidade Que Queremos
    21h Show com Seu Samba
    22/03 – quarta
    19h  Happy Hour com Carlos Hahn
    20h Debate “Carrinheiros e catadores, legislação e direitos”
    Painelistas:
    Antônio Carboneiro – presidente AREVIPA
    Valdenir Macedo da Silva “Vavá” – vice presidente da Associação Comunitária da Vila Dique | Gestor de Galpão Comunitário.
    Rogério Uzun Fleischmann – Procurador-Chefe do MPT/RS
    Moderação: Leonardo Melgarejo – Coletivo A Cidade Que Queremos
    23/03 – quinta (Atividade com cobrança de entrada*)
    19h30 Sarau da Alice Homenageia o Museu do Trabalho de Porto Alegre
    Annekatarin Fahlke apresenta o Museu, que dará gravuras do seu acervo, uma para sorteio e outra para leilão, e mais uma exposição de fotos e gravuras do acervo.
    Bazar com obras de artistas parceiros, como cartuns, desenhos, gravuras, fotografias e artesanato.
    Apresentação musical de Cristiano Hanssen, #Duo Batuque de Cordas(com os violonista Vinicius Correa e Claudio Veiga) e Nivaldo José.
    * Alice, Clube de Cultura e Museu do trabalho são três associações civis sem fins lucrativos que tem propósitos e dificuldades parecidas e fazem uma resistência no campo da Cultura. O valor da entrada é de R$ 12,00 (estudantes e aniversariantes da semana não pagam). Tanto o valor da entrada, como um percentual das vendas do bazar, revertem para custear os projetos sociais da ALICE.
    24/03 – sexta
    19h Happy Hour com Raul Ellwanger
    20h Debate sobre Transporte Público e Mobilidade Urbana
    Painelistas:
    Pedro De Araujo – Arquiteto e Urbanista, mestrando no PROPUR/UFRGS. “Situação da mobilidade urbana em Porto Alegre e Região Metropolitana”.
    Getulio Vargas Jr. – Presidente da UAMPA, Diretor da CONAM, membro do Comitê de Mobilidade do Conselho Nacional das Cidades. “Política Nacional de Mobilidade Urbana e Movimentos Populares”
    Carlos Schmidt – Professor aposentado da Faculdade de Ciências Econômias da UFRGS, ex-Secretário Adjunto dos transportes, doutor em desenvolvimento socioeconomico pela EHESS França. “Aspectos econômicos e sociais da mobilidade”
    Moderação: Ricardo Almeida – Consultor em Gestão de Projetos, Coletivo A Cidade Que Queremos
    25/03 – sábado
    19h Zoravia Bettiol – “O vazio Cultural”
    20h Baile com Queijo com Goiabada (Antonio Carlos Falcão e Alexandre Missel)

  • Obras no asfalto da Osvaldo Aranha estão concluídas

    A requalificação do asfalto da avenida Osvaldo Aranha foi concluída neste sábado, 11. A última etapa do trecho foi entre as ruas Sarmento Leite e Ramiro Barcelos. Na avenida Protásio Alves, a previsão é que as obra sejam concluídas até o dia 8 de abril, se o ritmo atual de andamento for mantido. Inicialmente, o previsto era 18 de março.
    Na última semana, foi concluído o trecho da Protásio entre a Carlos Gomes e a rua Saturnino de Brito. Nesta semana, serão executados a fresagem de pavimento e o recapeamento asfáltico, no horário das 6h às 17h, entre as ruas Ramiro Barcelos e Vicente da Fontoura.
    Para a revitalização da Osvaldo, a prefeitura investiu R$ 1,48 milhão, e no trecho já finalizado da Protásio, R$ 1,6 milhão. As obras foram garantidas com recursos do Banco de Desenvolvimento da América Latina – Corporação Andina de Fomento (CAF).
    Nesta semana, a prefeitura iniciou obras de recuperação do pavimento das ruas Saturnino de Brito, da avenida Adelino Ferreira Jardim, no bairro Rubem Berta e da rua Eça de Queiroz, no bairro Petrópolis.
    A Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) vai acompanhar as obras, realizando os bloqueios de trânsito necessários e alertando os condutores.
    Depois que a revitalização do asfalto é executada, a EPTC efetua a sinalização provisória das vias. A pintura definitiva só pode ser realizada a partir de 30 dias depois de concluída a pavimentação de cada via, que precisa deste tempo para curar e estar pronta para receber a tinta especial.