Com uma programação que iniciou as nove da manhã e se estendeu por todo o dia, o Centro Cultural Chinês celebrou no domingo(28), no Recanto Oriental do parque da Redenção o início do ano do Galo.
Palestras, meditação e oficinas práticas de Kung Fu e Tai Chi Chuan além da Dança do Leão, foram as atividades praticadas no parque por dezenas de associados. O diretor do centro, Sérgio Queiroz lembrou que o ano novo chinês é baseado numcalendário lunar, por isso ocorre em datas diferentes.
Além do Galo, o outro símbolo do ano em curso será o fogo. Para a professora Suzete Queiroz, o período será de otimismo.
Categoria: HOTSITE JÁ Cultura
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Ano Novo Chinês celebrado na Redenção
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Clube de Cultura sediou importantes debates do Fórum Social das Resistências
O Clube de Cultura de Porto Alegre foi um dos principais espaços de atividades durante o Fórum Social das Resistências realizado de 17 a 21 de janeiro. Debates, exibição de filmes e documentários, exposições fotográficas, apresentações artísticas, culturais e venda de livros reuniram centenas de pessoas. O encerramento ocorreu com seminários durante a tarde de sábado e shows musicais do Grupo Alabê Oni e da cantora Marietti Fialho, à noite.
Para o presidente Mozart Dutra, a cultura é um importante instrumento de resistência e o Clube de Cultura se coloca como um território de aglutinação de movimentos e pessoas num momento de retrocessos locais, nacionais e no mundo.
“O que ocorreu durante o FSR foi muito mais que debates. As pessoas queriam falar, dar seu depoimento, compartilhar o que estavam passando. Foi uma rede de coletivos e pessoas incrível que trouxe muita energia e vigor. A resistência cultural é uma ferramenta, uma linguagem que chega a todos. O Clube de Cultura sai deste Fórum muito mais musculado e vamos dar continuidade a este processo”, ressalta Carolina Baumann, que integra a nova direção que assumiu em dezembro.
Contra o desmonte do Estado
O desmonte do Estado pelos governos atuais, com a extinção de políticas públicas e órgãos ambientais, da ciência e pesquisa, da cultura e pautas de defesa do meio ambiente foram o foco principal dos encontros no Clube. As atividades foram realizadas em parceria com o Coletivo A Cidade Que Queremos, Coletivo Ambiente Crítico, Associação Cultural José Martí, Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural (Agapan), Movimento Preserva Arado, Cais Mauá de Todos, Rede Minha Porto Alegre e Fórum Justiça.
Também estiveram presentes membros da Rede Nacional de Advogados e Advogadas Populares (Renap), representantes dos órgãos e fundações liquidados pelo governo Sartori, bem como dos moradores de áreas de ocupação e dos catadores/recicladores, entre outros grupos ameaçados pelos governos municipal e estadual.
As pautas incluíram debates aprofundados, com presença de protagonistas que vivenciam os desmontes e articulam resistências nas áreas ambiental, cultural e social. Ocupações urbanas, agricultura urbana, ações judiciais de caráter coletivo se incluem entre os enfoques trabalhados pela sociedade no Clube de Cultura. “Os desafios na área ambiental, as abordagens das mudanças do clima e seus impactos, bem como alternativas para incorporar a equação ecológica na discussão do desenvolvimento, que não seja sua destruição, foram importantes temas dos debates nesta semana. O Clube de Cultura foi um lugar privilegiado para somarmos forças e pautas comuns, discutindo alternativas para frear os ataques da especulação do capital sobre a natureza”, avalia o presidente da Agapan e integrante do Coletivo A Cidade que Queremos, Leonardo Melgarejo.
A riqueza cultural das fronteiras do Brasil com os países vizinhos também teve espaço na agenda. “O encontro do Fronteiras Culturais foi muito bom, pois rompemos mais uma “bolha” territorial e compartilhamos as nossas linguagens, sonoridades, reflexões, planos e atividades com novas pessoas. Estou muito emocionado com a enorme sincronicidade que encontramos lá no Clube de Cultura”, registra Ricardo Almeida, Consultor em gestão e territórios culturais.
“A resistência é necessária e o Clube de Cultura cada vez mais se configura como um espaço para formação de consciência de que todo o poder deve ser do povo e devemos resistir sempre. Esses debates são verdadeiros combates, onde vamos construindo um mundo mais humanista e solidário”, destaca Ricardo Haesbaert, da Associação Cultural José Martí.
A estudante Ana Júlia Ribeiro, conhecida por uma manifestação na Assembleia do Paraná durante as ocupações nas instituições de ensino em 2016, participou dos debates no Clube pelo movimento secundaristas. “A troca de experiências é muito rica num fórum como esse. A união de lutas de grupos diferentes, fortalece a resistência nas lutas individuais e de segmentos específicos”, disse.
“A reflexão sobre nosso comportamento frente às formas de produzir do capitalismo estiveram presentes no debate sobre agricultura urbana. O resgate da memória e as formas de resistência através das feiras livres, das hortas urbanas e da agroecologia ajudaram nisso. As feiras propiciam formas de aquisição de alimentos saudáveis que transcendem o ato de comercialização. São espaços de socialização, de trocas de saberes e sabores. Atravessaram séculos e continuam vivas fazendo pulsar as nossas cidades.”, lembrou Lucimar Siqueira, da Associação dos Geógrafos Brasileiros (AGB).
Retomada da trajetória
Criado em 1950 de modo solidário por intelectuais judeus, a maioria comunistas que não encontravam espaço nas sinagogas, foi sede de um grande número de atividades por mais de meio século acolhendo e promovendo atividades intensas, especialmente na ditadura militar, quando muitos deixaram o Clube temendo represálias. O primeiro show de Nei Lisboa ocorreu lá. Também houveram shows de Elis Regina e Lupicinio Rodrigues, bem como peças de Caio Fernando Abreu. O local foi sede de iniciativas como a Cooperativa dos Músicos de Porto Alegre (Coompor), o Teatro Escola de Zé Adão Barbosa, a Editora Deriva, o Ateneu Libertário Batalha da Várzea, a Frente Gaúcha de Solidariedade ao Povo Palestino e a redação do jornal Já.
Um de seus idealizadores e entusiastas, Hans Baumann, faleceu em 2016 com 88 anos. A filha Carolina Baumann dá continuidade a este legado que está sendo revigorado. “O Clube já nasceu como alternativa e está na sua essência a resistência e a diversidade. Estamos revigorados e não vamos parar”, conclui.
Cinema, fotografia e música
“Jango” e “Privatizações: a distopia do capital”, de Silvio Tendler; os documentários “1914” e “Brasil um retorno a razão!?”, de Klaus Farina; “Espírito de porco”, de Chico Faganello & Dauro Veras; “Devastação sem compensação”, de Bernardino Furtado; “Requiem for the American Dream”, de Noam Choamsky e “Todo Guantánamo é nosso”, de Hernando Calvo Ospina.
Também exposição de fotografias de Adriana Epifanio (Rivera Lado B – Rivera, Uruguai), Leandro Abreu da Silveira (América do Sol – Santana do Livramento), Paulo Corrêa (Reflexos das Raízes Africanas – Porto Alegre) e Zé Darci (Baobás do fim do mundo – Pelotas).
Os debates foram intercalados com shows de Demétrio Xavier, Chito de Mello e Yoni de Mello (Uruguai), Felipe Azevedo, entre outros.
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Agentes da Guarda Municipal detêm homem por assalto na Redenção
No início da tarde desta sexta-feira, 13, agentes da Guarda Municipal (GM) detiveram um homem por assalto, no Parque Farroupilha, em Porto Alegre. Durante patrulhamento de rotina no interior do Parque da Redenção, os guardas flagraram o momento em que um casal era roubado mediante ameaça com uma faca.
Mesmo com uma tentativa de fuga, o criminoso foi detido na avenida João Pessoa. Com passagens anteriores pela polícia, o homem foi encaminhado à área judiciária onde foi autuado por roubo consumado. Os pertences subtraídos foram recuperados e devolvidos às vítimas. -
Grandes eventos usam a Redenção sem pagar contrapartida
Matheus Chaparini
O Parque da Redenção é um dos principais patrimônios públicos da população de Porto Alegre. Arborizado, espaçoso, bem localizado: são 37,5 hectares no coração da cidade, próximo ao centro e com fácil acesso. As cerca de 10 mil árvores garantem boa sombra e o espaço conta ainda com fonte luminosa, diversos recantos, jardins, monumentos, banheiros e bebedouros. Por estas características, é também um excelente local para se realizar eventos. E grandes empresas há muito perceberam isto. O problema é que o evento chega e vai embora. E o impacto causado fica no parque.
Um funcionário da Redenção relatou à reportagem que no dia seguinte a um destes eventos, teve de comprar, do próprio bolso, sacos de lixo, para recolher os dejetos deixados pela multidão.
Atualmente, o Parque Farroupilha é administrado sem nenhum dinheiro em caixa, como mostramos em reportagem publicada na edição de julho do JÁ Bom Fim.

Em outubro, foram dois eventos simultâneos, que poderiam render mais de R$ 15 mil ao Município / Jackson Ciceri / Divulgação
No dia 18 de dezembro, a Redenção recebeu o evento comemorativo aos 70 anos do SESC e do Senac RS. Mais de 30 mil pessoas lotaram o parque para assistir ao show de Zeca Pagodinho com abertura do Grupo do Bola. Uma grande estrutura foi montada, com três telões, farto equipamento sonoro, brinquedos como cama elástica, parede de escalada, piscina de bolinhas. O parque foi ocupado, quase em sua totalidade, como uma grande área de festa. Quanto custaria o aluguel de um espaço deste? Na Redenção, geralmente, não custa nada.
A Prefeitura de Porto Alegre abre mão de arrecadar a contrapartida prevista no Decreto 17.986. de 2012, que regula as atividades nos parques e praças de Porto Alegre. O capítulo 3 trata sobre a realização de eventos e estabelece parâmetros para a fixação do valor destas compensações. Porém, a Supervisão de Praças, Parques e Jardins da SMAM vem concedendo autorizações para realização do evento sem exigência de contrapartida.
Decreto estabelece parâmetros para contrapartidas
Não é algo simples medir em números o impacto causado por eventos de grande porte em uma área pública como a Redenção, ou outros parques e praças. Além do espaço utilizado pela estrutura, a aglomeração do público, segurança, limpeza, som, impacto ambiental, entre outros devem ser levados em consideração.
Em outubro, por exemplo, o festival BB Seguridade trouxe diversos artistas. O show da cantora Maria Gadú com participação do músico Tony Gordon, ponto alto do evento, pode ser ouvido até a esquina da rua Santana com a avenida Ipiranga, há mais de um quilômetro do palco e fora da área o parque. Para quem gosta da música de Gadú, um bom espetáculo gratuito, para quem não gosta, um transtorno de grandes proporções.

O decreto 17.986 prevê que a autorização de eventos que veiculem “qualquer tipo de publicidade ou promoção” depende de uma compensação financeira. Esta contrapartida deve ser destinada ao Fundo Pró-Defesa Municipal do Meio Ambiente ou paga por meio de equipamentos, materiais e serviços, preferencialmente ao local utilizado pelo evento.
O decreto fixa também o valor a ser pago. Na Redenção, assim como no Parcão, no Parque da Harmonia e na praça Carlos Simão Arnt, conhecida como Praça da Encol, o valor é de 80 UFM (Unidade Financeira Municipal) a cada 18m² utilizados pelo evento. O valor corresponde a R$ 292. Para eventos com duração de mais de três dias, contando do início da montagem ao fim da desmontagem, devem ser cobrados mais 20 UFM por dia, equivalente R$ 73, por módulo de 18m².
Município abriu mão de mais de R$ 15 mil em dois eventos
Em outubro, o parque recebeu dois eventos paralelos. Em uma ponta do eixo central, próximo à reitoria da UFRGS, aconteceu o Festival BB Seguridade de Blues e Jazz promovido pela empresa controlada pelo Banco do Brasil, que centraliza os negócios de seguros, previdência aberta e capitalização. Stanley Jordan, Hamilton de Holanda, Tony Gordon e Maria Gadú foram alguns dos shows do evento, que, além de Porto Alegre, passou também por São Paulo, Brasília e Recife.
Na outra ponta do eixo, junto ao Monumento do Expedicionário, foi montada a estrutura da Festa Nacional da Música, com patrocínio da Vivo, Toyota, Banrisul e da Prefeitura de Porto Alegre e financiamento através do Pró Cultura RS, do Governo do Estado. O evento ocorreu de 9 a 19 de outubro e teve como um de seus palcos a Redenção.
Estes dois eventos também tiveram licença emitida sem exigência de compensação financeira.
Na liberação da Festa Nacional da Música, estão especificados os equipamentos liberados e a área a ser ocupada pela empresa VF Promoções e Publicidade LTDA: palco de 10x10m, 2 torres de 2×1,5m, 2 pirâmides de 3x3m, área para deficientes de 2x6m, 3 andaimes de 2x2m, pirâmide de 5x5m, house mix de 5x5m, estrutura Q30 de 8x6m.
A área ocupada somente por estes equipamentos totaliza 246m², ou seja, pouco mais de 13 módulos de 18m² (mais precisamente 13,666). Como o evento, ocupou o espaço durante dez dias, deveriam ser cobrados os sete dias que excedem a previsão do decreto. Ou seja, R$ 3990,47 mais R$ 997,61 por dia excedente.
Ao todo, o Município abriu mão de arrecadar R$ 10.973,79 com a realização da Festa Nacional da Música.
Simultaneamente, o Festival BB Seguridade de Blues e Jazz ocupava uma área próxima à rótula da avenida Setembrina. O termo de compromisso autoriza a empresa paulista Marolo Produções Culturais e Artísticos LTDA a utilizar o espaço entre 5 e 9 de outubro.
No documento, está especificada apenas a medida do palco, 15x13m, ou 195m². Estão liberados ainda house mix, blimp, pórtico, 8 camarins, 2 tendas, banheiros químicos, 4 tótens de sinalização, gradis, barricadas anti-esmagamento, 3 geradores e 2 telões led, todo sem especificação da área a ser ocupada.
Levando em conta apenas as dimensões do palco, o valor da compensação deveria ser de quase cinco mil reais.
A área equivale a 10,83 módulos de 18m², que é a unidade de referência utilizada no decreto. Considerando que o evento utilizou o parque durante cinco dias, a compensação financeira deveria ter sido fixada em R$ 4.744,95, mais o referente à área ocupada pelos demais equipamentos.
Nos termos de compromisso, a Supervisão de Parques, Praças e Jardins (SUPPJ) justifica a dispensa de compensação “por tratar-se de evento de interesse social e/ou interesse comunitário e/ou interesse público”. Entretanto, o decreto especifica de forma clara que “no caso de eventos sociais, comunitários sem fins lucrativos, de interesse público, não será exigida a compensação pelo uso do espaço público, desde que não estejam vinculados a exposição de marcas, serviços ou produtos de patrocinadores, e desde que o impacto ambiental no local do evento não seja significativo”
Banners de marcas deveriam trazer logo da SMAM
Além disso, o termo de compromisso cita diversas condicionante à realização do evento. O item 11 prevê que a “exposição de material de divulgação, tais como: faixas, banners, folhetos, folders, dentre outros, deverá sempre contemplar o logotipo da SMAM” A reportagem de JÁ verificou que os eventos citados nesta matéria possuíam material de divulgação de marca sem o logo da secretaria.
Estão previstas ainda outras contrapartidas. O item 2 proíbe “equipamentos sonoros que resultem em perturbação do sossego e bem estar público, sob pena de desligamento dos equipamentos por parte da fiscalização da SMAM”. O item 12 prevê que em caso de público previsto acima de 500 pessoas, deverão ser providenciadas autorizações da Brigada Militar, Guarda Municipal e EPTC, que poderão vetar o evento, se assim entenderem.
Em caso de não cumprimento de qualquer item do termo, está prevista multa de R$ 500 mais multa diária de R$ 50 até o efetivo cumprimento da obrigação.
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Palavraria, reduto de inteligência e agitação cultural até o fim
A notícia correu rápido pela cidade: a Palavraria vai mesmo fechar. Foi o que bastou para a notícia triste se transformar logo em mais uma série de eventos na casa. Um festival de 11 dias com atividades diariamente, a partir das 19 horas, acontece até o dia 22. O bota-fora final será um festão no Bar Ocidente, a dois quarteirões dali. Dia 30, a casa fecha.
O nome Palavraria Livraria-Café é pouco para definir tudo o que vem acontecendo naquele sobrado da Vasco da Gama nos últimos 13 anos. Além da livraria e do café/bar, lançamentos de novos títulos quase todas as noites, saraus poético-musicais, pocket shows, debates, seminários, cursos e as oficinas literárias regulares. Nas estantes, diversidade de títulos de grandes editoras e espaço para os pequenos.
É ponto de encontro de um grande e variado público. É lugar para festejar tanto quanto para ir só, fazer uma pausa num lugar acolhedor, inteirar-se das novidades editoriais.
Mas a crise chegou. “Este ano foi atípico, as vendas de livros caíram 40%”, explica Carlos da Silva, o bibliotecário que se tornou um dos principais livreiros da cidade, em sociedade com a cunhada, a advogada Carla Osório, e o irmão mais velho, o professor Luiz Heron.
Juntou-se à conjuntura de crise econômica a concorrência das grandes editoras, que vendem direto ao consumidor pela internet. “Não é novidade, mas este ano foi mais forte: grandes editoras dão descontos que não dão às livrarias, e entregam as compras mais rápido do que os pedidos dos livreiros”, queixa-se Carlos.
Ele não esconde o ressentimento. “Se fosse por não termos trabalhado direito, até vai, mas é o que sabemos fazer, e fizemos bem. Tivemos que tomar essa decisão antes de nos endividarmos.”
Muito trabalho ainda os espera em janeiro: devolver os livros, entregar a casa, decidir se vão ou não continuar trabalhando pela internet. Por enquanto, só uma coisa é certa: depois de 13 anos trabalhando ao menos dez horas por dia de segunda a sábado, com rápidos períodos de folga nas passagens de ano, o trio vai tirar um mês sabático. Merecido. -
Veja onde estão as novas câmeras da Redenção
Foi concluída dia 27 de dezembro a instalação das novas 21 câmeras de segurança na Redenção, que se somam às seis que já funcionam no parque.
Os equipamentos já estão em operação em operação. O monitoramento será feito pela Guarda Municipal, através do CEIC (Centro Integrado de Comando).
Confira a lista com os pontos onde ficarão as novas câmeras:
Câmera 1 – junto ao Banheiro de Pedra
Câmeras 2 e 3 – próximo ao Recanto Alpino (instaladas no mesmo poste, com direções diferentes)
Câmera 4 – ao lado do parquinho infantil próximo à avenida João Pessoa
Câmeras 5 e 6 – ao lado do parquinho infantil, de frente para o lago dos pedalinhos (instaladas no mesmo poste, com direções diferentes)
Câmera 7 – av. João Pessoa X República
Câmera 8 – em frente ao viaduto, próximo à sinaleira
Câmera 9 – Roseiral
Câmera 10 – banheiro em frente à UFRGS
Câmera 11 – próximo ao Espelho D’água
Câmera 12 – próximo ao monumento do Instituto de Educação General Flores da Cunha
Câmera 13 – atrás do Buda, próximo à casa de força
Câmeras 14 e 15 – fundos Araújo Vianna (instaladas no mesmo poste, com direções diferentes)
Câmera 16 – Chafariz de Ferro
Câmera 17 – próximo ao palanque de corrida dos juízes
Câmera 18 – em frente ao Araújo Vianna
Câmeras 19, 20 e 21 – Câmeras para vigilância discreta em poste de iluminação -
Conselho de usuários faz balanço do ano na Redenção
Terça feira, dia 6, reúne-se o Conselho de Usuários do Parque Farroupilha, formado por frequentadores assíduos e antigos da velha Redenção.
Será apresentado um balanço das condições atuais do parque. A falta de segurança, a novela das câmeras para vigilância eletrônica do parque, que já dura dois anos.
A reunião será na Casa dos Conselhos (João Pessoa, esquina com Venâncio Aires) , com início às 19 horas. Segundo os organizadores, o vice-prefeito Gustavo Paím confirmou a presença.
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Dom Lixote: releitura lúdica da obra de Cervantes tem lançamento na Feira Ecológica
Uma releitura lúdica e ecológica da obra Dom Quixote, do espanhol Miguel Cervantes, o livro “Dom Lixote e o Dragão-que-cospe-lixo” será lançado este sábado, 19, na Feira dos Agricultores Ecologistas, na José Bonifácio. O lançamento acontece na banca central da quadra, entre a avenida Osvaldo Aranha e a rua Santa Terezinha. Esta é a obra de estreia da escritora Katia Cesa, conta com ilustrações do cartunista Moa e foi lançada pela Editora Marca Visual.
A obra conta a saga de um boneco de sucata que sonha em ser um cavaleiro andante e sai em busca de aventuras para proteger a natureza. A princesa Cristalina, a fonte de água mais pura do planeta, e o Dragão que cospe lixo, primeiro vilão que o heroi irá enfrentar, também compõem o enredo.
A proposta do livro nasceu em 2014, em uma oficina de construção de bonecos com sucatas, ministrada pela Companhia de Teatro Caixa do Elefante. O boneco foi mascote nas ações de educação ambiental que a autora realizou junto ao coletivo Arroios da Cidade, da Prefeitura Municipal de Porto Alegre. “É uma literatura ativista, que visa sensibilizar adultos e crianças”, define Katia.
Fiel à causa da sustentabilidade, o livro foi impresso em papel reaproveitado de um calendário que seria descartado na gráfica. Para o acabamento, foi empregada a técnica chamada dobra francesa, que consiste em não cortar a borda da folha.
Responsável pelo projeto gráfico, Airton Cattani diz que a obra inova no formato. “Para não usar o papel reciclado, que consome água e energia , reaproveitamos um material que seria jogado fora e evitamos o desperdício.”
Katia Cesa é odontóloga e mestre em Saúde Coletiva. Nos últimos 15 anos, dedicou-se à defesa dos arroios e nascentes urbanas por meio de ações de educação popular e promoção de saúde ambiental. Moa (Moacir Knorr Gutterres) é jornalista, diretor de arte e cartunista. Suas ilustrações já receberam diversas premiações nacionais e internacionais. Airton Cattani é designer gráfico e professor do Departamento de Design e Expressão Gráfica da Ufrgs. -
Aniversários pelo bairro
El Churrero
Em outubro, o El Churrero comemorou dois anos de atividades. A churreria, criada em 2014, pelo publicitário Lucas Menegassi, funciona desde 2014, na rua Bento Figueiredo, 26. Os churros sequinhos, com receita uruguaia, são o carro-chefe da casa, mas o aniversário traz novidades no cardápio. O Vulcano, a nova sobremesa do El Churrero: sorvete artesanal com calda de doce de leita e um churro. Outra nova é o Ice Coffee, feito com sorvete artesanal e café batido. Os churros da Bento Figueiredo concorrem ainda como melhor churros, na revista Sabores do Sul.
Regentag
A Regentag completou uma década de existência. A loja foi criada em setembro de 2006, com sede em uma garagem na rua Alberto Torres, na Cidade Baixa, e se mudou há seis anos para a Fernandes Vieira, no Bom Fim. No início, o foco era nas roupas de marcas importadas, hoje a loja também tem produção própria. A Regentag trabalha também com estampas sob encomenda. Fica na rua João Telles, 522/102. -
Um ano depois, replantio no parque ainda não começou
Mais de 3 mil árvores caíram no temporal de janeiro do ano passado ano em Porto Alegre.
Quase um ano depois, em toda a cidade foram replantadas 1017 mudas, segundo a SMAM (Secretaria Municipal do Meio Ambiente).
Na Redenção, onde cerca de 300 árvores foram arrancadas, o replantio ainda nem começou.
O plantio está em espera de uma análise dos parques. Quem cuida do tema é um grupo de trabalho formado por diversos setores da Secretaria e pelo viveiro municipal, que fornecerá as mudas.
Já foram plantados vegetais no Parque Marinha do Brasil, na Rua Voluntários da Pátria e na Baltazar de Oliveira Garcia. Em função do tempo, o plantio deve ser retomado somente em maio. O plano é plantar 3 mil mudas.
