Categoria: HOTSITE JÁ Cultura

  • Feira Ecológica tem degustação e troca de receitas neste sábado

    Como parte da programação do mês de aniversário, a feira ecológica da José Bonifácio realiza neste sábado o evento Troca de Saberes. A atividade é uma parceria dos agricultores com a professora Signorá Peres Konrad, da Unisinos, e contará com a participação de estudantes de graduação em Nutrição da universidade.
    A atividade ocorrerá durante toda a feira, das 7h às 13h, com orientações e degustação de ingredientes da FAE, oferecendo ao público e às estudantes a oportunidade de troca de saberes sobre valores nutricionais e receitas para o preparo de nossos produtos orgânicos.
    A Feira dos Agricultores Ecologistas completa 27 anos no dia 16 de outubro e celebrará ao longo dos sábados deste mês o tema Vivenciando Ciclos, oferecendo ao público oportunidades de integrar ao seu cotidiano saberes que se relacionam com o ciclo do alimento. No dia 15, haverá a celebração do aniversário, com parabéns e bolo.

    Quem estiver passando pela feira poderá degustar produtos e trocar receitas / Laura Neis
    Quem estiver passando pela feira poderá degustar produtos e levar receitas / Laura Neis

  • Center Shop abre no Bom Fim primeira loja fora do Centro com novo conceito

    Está funcionando no Bom Fim, desde quinta-feira (29), a primeira loja da rede Center Shop fora do Centro de Porto Alegre.
    O novo supermercado de vizinhança veio ocupar o espaço onde até 2015 funcionou uma loja do Nacional, em frente ao HPS.
    img_20161002_161443091Esta é maior que as demais lojas da rede, e, ao contrário das demais, oferece também perecíveis – carnes, hortaliças, padaria e confeitaria.
    O espaço interno é mais confortável aos clientes do que o antigo Nacional, com corredores mais largos e identificação dos setores mais visível.
  • Guarda Municipal assume posto no Bom Fim

    Desde este domingo (25), o antigo posto da Brigada Militar no bairro Bom Fim passou a ser uma base operacional da Guarda Municipal, que promete atendimento 24 horas.
    O prefeiro José Fortunati aproveitou a inauguração para anunciar aumento do videomonitoramento do Parque Farroupilha. Nove novas câmeras somam-se às 21 já existentes.
    “Essa é uma ótima notícia para todos nós”, disse Marilda Presa. Ela e a vizinha Marta América estão organizando a associação de moradores da avenida Silva Só e da rua Mariante e ficaram interessadas na adoção do modelo.
    Além dos moradores que passaram pelo local, o coordenador do Conselho de Usuários do Parque Farroupilha, Roberto Jakubazco, e o presidente da Associação dos Amigos do Bairro Bom Fim, Carlos Alexandre Randazzo,  agradeceram ao prefeito por ter ouvido a uma demanda da comunidade para que o posto continuasse servindo à Segurança.
    O posto policial, construído em 1987 com a ajuda da comunidade, foi abandonado pela Brigada em abril deste ano, quando o governo Sartori optou por trocar os postos fixos por unidades móveis. Desde então, ficou sem uso e chegou a ser usado como apoio a motoristas do HPS.
    Agora, o local servirá de base às guarnições do Centro, de apoio da sede do Grupamento Especial Motorizado (GEM) e do Patrulhamento Ostensivo (Patron). A ideia é que se torne mais dinâmica a movimentação das equipes e aproximando os guardas municipais da comunidade.

  • Guarda Municipal assumirá posto policial da Redenção no domingo

    A Guarda Municipal vai assumir no domingo, 25, o posto abandonado pela Brigada Militar no Parque Farroupilha em abril. Será as 10h30.
    O posto foi construído em 1987 com contribuições dos moradores e comerciantes do bairro. Mas, em abril, o governo Sartori, diante da escassez de policiais, resolveu que os brigadianos passariam a atuar em unidades móveis.
    O pequeno prédio, conhecido como “postinho da Brigada”, será utilizado para paradas estratégicas de equipes da Guarda Municipal, que se revezam para o atendimento na Redenção e região.

    De acordo com Fábio Ferigolo, chefe de Equipe Operacional da Guarda, os patrulhamentos serão intensificados, durante as 24 horas do dia.
    Esta não é a primeira vez que a Guarda Municipal tem um ponto fixo na Redenção. Entre 1981 e 1986, os agentes ficavam na sede administrativa do parque, exceto em 1984, quando abrigaram-se no Parque Ramiro Souto.

  • Há 120 anos, Porto Alegre votou pela primeira vez

    O voto não era secreto. Poucos foram às urnas para eleger o carioca José Montaury, que seria sete vezes reeleito.
    A cidade ainda curava as feridas de 31 meses de guerra civil, a mais sangrenta que o Rio Grande do Sul viveu, com um saldo de dez mil mortos*.
    Porto Alegre ficou distante das maiores barbaridade – as degolas em massa, por exemplo – mas registrou assassinatos e tiroteios no centro da cidade.
    A paz era recente, a manifestação política ainda era inibida, havia muitos líderes exilados. Fora isso, o voto não era obrigatório. A oposição não apresentou candidato e fez campanha pela abstenção. Por isso pouca gente compareceu às urnas naquele setembro de 1896.
    Era a primeira eleição direta para prefeito da história da cidade.
    As regras eram bem diferentes das atuais. Em primeiro lugar, mulher não votava e não era votada. O voto feminino só entrou nas urnas brasileiras trinta e oito anos depois, na Constituição de 1934.
    Em segundo lugar, o voto não era secreto, era “a descoberto”. Toda cidade ficava sabendo quem votou em quem.
    Em terceiro lugar, quem alistava os eleitores, decidia quem estava habilitado a votar e coordenava o processo eleitoral eram funcionários do governo, fato sempre denunciado ela oposição.
    Ao todo estavam qualificados para votar 5.746 eleitores, distribuidos em 23 mesas de 10 seções eleitorais. Menos de 10% dos habitantes da capital.
    Menos de 10% da população tinha direito a voto
    Com 64 mil habitantes, Porto Alegre não tinha mais do que 5.746 eleitores aptos a votar naquela primeira eleição para prefeito, em 1896. Ou seja: o total dos que podiam votar não alcançava dez por cento da população. E mais da metade destes não exerceram o recém conquistado direito de voto.
    Candidato único, pelo Partido Republicano, José Montaury foi eleito com 2.393 votos, o que significa que apenas 42% dos eleitores qualificados compareceram às urnas.
    Os nove conselheiros (atuais vereadores) eleitos eram todos, como Montaury, do Partido Republicano Riograndense, que dominava o governo do Estado, sob o pulso de Julio de Castilhos.
     

    Carioca, de 38 anos, o primeiro prefeito
    No dia 1 de outubro de 1896, a foto de Montaury na capa do Correio do Povo causou sensação em todo o Estado. Mostrava o primeiro eleito da capital, mas era a primeira vez que um jornal local estampava uma foto. O jornal completava um ano de vida e comemorava com a inovação de um “retrato” na capa.
    José Montaury
    José Montaury

    A matéria dizia: “José Montaury de Aguiar Leitão é natural do Rio de Janeiro, solteiro, tem 38 anosa, é engenheiro. Reside há anos aqui, desde quando veio como diretor da Comissão de Terras e Colonização. Eficiente, digno de confiança dos governos da Monarquia e da República… alheio às lutas da política partidária…”
    De  fato, Montaury mostrou ser tudo isso. Principalmente, honesto, pois governou por 27 anos e morreu, em 28 de setembro de 1939, “pobre e modestamente”, segundo registrou Walter Spalding,  em sua Pequena História de Porto Alegre. Quando deixou a prefeitura levou consigo somente seus vencimentos do último mês: 400 mil réis.
    Na segunda eleição de Montaury, em 1900, também sem adversário, ele fez 3.900 votos. Só na quarta eleição consecutiva, Montaury enfrentou um adversário, o engenheiro Antão de Faria. As críticas dos opositores centravam-se no falto de ele ser “carioca e solteiro sem sequer ter residência fixa aqui em Porto Alegre”. Não adiantou,  ele teve 5.106 votos contra apenas 392 dados a Faria.
    Na  quinta eleição também não teve adversário, mas na sexta aparece novo opositor, Antonio Moraes Fernandes. Seu curto e incisivo programa de ação era: “Acabar com a tirania borgista através de uma revolução”.
    Fez apenas 622 votos. Montaury fez mais de 6.000. A revolução que seu adversário pregava chegaria sete anos depois (1923) e decretaria o fim da ditadura republicana, mas ainda deu tempo para um sétimo mandato de José Montaury.

     
    Ninguém saía de casa sem chapéu
    O  28 de setembro de 1896 foi “uma segunda feira sem sol”. A votação começou as 9 da manhã. Alguns eleitores se dirigiram às mesas a bordo dos maxambombas, os bondes puxados a burro. Muitos foram a pé, outros em carroças, charretes ou tílburis, os taxis da época, puxados a cavalo (o primeiro carro só apareceria na cidade dez anos mais tarde).
    Damas bem vestidas, com suas sombrinhas e longos vestidos, apenas desfilavam ao lado dos homens que iam votar. Estes sempre com algo em comum: o chapéu. Ninguém saía de casa sem chapéu, muito menos para votar.
    foto-136fApesar de hostilidades verbais, no dia da votação não houve registro de incidentes e os eleitores compareceram calmamente às eleições.
    À noite, quando as redações dos jornais preparavam o noticiário sobre a votação, às 22 horas , irrompeu um grande incêndio na cidade: três armazéns queimaram totalmente na rua Sete de Setembro. No dia seguinte, os primeiros resultados parciais, saíram na imprensa com o mesmo destaque dado ao incêndio.
    Estupro, suicídio, maus tratos a animais, falta dágua: o cotidiano nos jornais
    Embora fosse uma mudança histórica – a primeira vez que os cidadãos iam eleger seu prefeito – os jornais da época deram pouco destaque ao pleito municipal.
    Uma semana antes da votação, a grande polêmica era um “grave incidente” ocorrido na igreja das Dores: o defloramento da menor Clementina pelo vigário Bartholomeu”, noticiada pelo Correio do Povo.

    Um dos jornais da época
    Um dos jornais da época

    No mais, as notícias eram corriqueiras:  a  moradora da Azenha que tenta se matar ingerindo “cabeças de phosphoros de pau”; reclamações contra “imperícia ou malvadez” dos cocheiros das linhas de bondes puxados a burro; multa para a contratante da iluminação a querosene “por terem sido encontrados apagados três lampeãoes na praça Menino Deus…”
    Os críticos falavam em “cidade aldeia”, tamanha era a carência dos básicos serviços de infraestrutura em Porto Alegre nessa época.
    Em todas as publicações, muito destaque para as chegadas e partidas dos vapores no porto, com lista de passageiros e tudo. Afinal, a vida econômica da cidade dependia do porto.
    Manchete também para a falta de água no Moinhos de Vento  e avenida Independência. Água que não era tratada. Apenas coletada no canal central do Guaiba e decantada.
     
     

  • Clio Beleza participa da Fenac Sul Beleza 2016

    A estética Clio Beleza tem presença confirmada na Fenac Sul Beleza 2016. A feira de de beleza acontece de 6 a 8 de novembro, no centro de eventos da Fenac, em Novo Hamburgo. A educadora física Clio Sthal, proprietária da Clio Beleza, participa nos três dias de evento. No primeiro dia às 19h30, no segundo às 14h e no encerramento às 19h30.
    personalangelsClio apresenta o projeto Personal Angels, que reúne exercícios físicos, massagem e ginástica facial. A apresentação contará com palestra, música, teatro e demonstração de técnicas.
    A Sul Beleza é uma feira de negócios, que reúne dezenas de profissionais e empresas de áreas como beleza, higiene pessoal, perfumaria, cosméticos, estética.
    jabf-setembro2016_06_2

  • Fernandes Vieira: O shopping é a rua

    jabf-setembro2016_06Os comércios de rua são antigos, existem desde muito antes de alguém ter a ideia de colocar um monte de lojas e cinemas e estabelecimentos de alimentação todos em um mesmo lugar, climatizado, onde não se ve a luz do dia, criando os famosos shoppings centers. Os shopping tiveram sua fase de esplendor, mas já dão sinais de declínio. Isto no mundo inteiro. E em Porto Alegre não poderia ser diferente.
    Na capital que concentra a maior quantidade de shoppings por habitante, o comércio de calçada começa a retomar um glamour que lhe foi tomado temporariamente pelos centros comerciais.
    No Bom Fim, as lojas de rua sempre foram a tônica do comércio. O bairro nunca teve um shopping. “Acho que o público aqui do bairro não quer um shopping não. As pessoas estão buscando as lojas de rua”, comenta Priscila Zanetti, proprietária da Oi Gracia.
    Há cerca de dois anos, Priscila se mudou com sua loja da Cidade Baixa para o Bom Fim. Um dos fatores que pesou na escolha do novo local foi a tradição do comércio de calçada. Ela conta que chegou a ser procurada por um grande centro comercial para migrar sua loja, mas preferiu ficar na rua.
    A Fernandes Vieira tem um comércio diversificado, é um shopping na rua, com vista para o parque. As esquinas com a Osvaldo, Henrique Dias e Vasco da Gama concentram a maior parte dos estabelecimentos, encontra-se de tudo: pet shop, loja de roupa, para homens e mulheres, comida de vários tipos, bares, bolaria, supermercado, loja de colchões, uma tradicional casa de produtos judaicos, dentre outros.
    Um dos mais tradicionais é a delicatessem Le Chain, especializada em produtos judaicos, que funciona há 23 anos. A mais nova habitante da rua é a Lux, loja especializada em vestidos, com produção própria, que foi inaugurada no dia 11 de agosto.
    Outra característica destes estabelecimentos é a possibilidade de integração com o espaço público. A Fome de Bolo, por exemplo, utiliza bancos em parte da calçada e também para estacionar a bicicleta de entregas. A bolaria está em ampliação, assumindo a loja do lado, onde funcionava a Pano Pop, que passou a ocupar outra loja próxima juntamente com a Beatnik.
    Na entrada da loja Minimim, a criatividade chama atenção de quem passa. Ao lado da porta, há uma cabana montada, o caminho que leva da rua à porta do estabelecimento é um jogo de amarelinha e os bancos são troncos de árvores com almofadas que simulam cogumelos estilo desenho animado. O ambiente é convidativo para o público alvo: as crianças.
    Com suas calçadas arborizadas, comércio diversificado e boa localização, desembocando no parque, a Fernandes Vieira é uma rua agradável e convidativa para quem mora, trabalha, vai às compras e mesmo para quem está só de passagem.
    Vestidos estampados
    Há dois anos a Oi Gracia se mudou da Joaquim Nabuco, na Cidade Baixa, para a Fernandes. O movimento da rua foi um dos atrativos, o resultado foi satisfatório. A loja trabalha com vestidos estampados de tamanho único. Além dos modelos disponíveis na loja, a cliente pode misturar modelos e encomendar uma peça exclusiva.

    Priscila Zanetti e Laura Miolo, proprietárias da Oi Gracia
    Priscila Zanetti e Laura Miolo, proprietárias da Oi Gracia

     
    Aniversário e ampliação
    Em agosto, a Fome de Bolo completou um ano, celebrado com evento na calçada em frente à loja, no dia 12. Além da festa, a data marca a ampliação da loja, que dobrou o espaço físico e a equipe. Além da venda no balcão dos bolos de 400 e 800g, a loja já fornece também para cafés, como o Cantante, na Fernandes, e o Josephynas, na João Telles.
    Daniela Pessuti, da Fome de Bolo
    Daniela Pessuti, da Fome de Bolo

    Três pernambucanos insurgentes no Bom Fim
    A rua foi criada em 1896, pelo então intendente Dr. João Luiz de Faria Santos, segundo o livro Guia Hisótirco de Porto Alegre, do historiador Sérgio da Costa Franco. Através do Ato nº7, de 10 de abril daquele ano, Faria Santos nomeou três novas ruas na região do Bom Fim: Fernandes Vieira, Felipe Camarão e Henrique Dias; um português, um índio potiguar e um africano, escravo liberto. Os três foram combatentes da Insurreição Pernambucana, na metade do século XVII, que culminou com a expulsão dos holandeses, que ocupavam algumas regiões do Nordeste brasileiro, principalmente Recife e Olinda.
    João Fernandes Vieira
    João Fernandes Vieira

    João Fernandes Vieira foi um português de origem controversa, nascido na Ilha da Madeira, em 1610. É provável que tenha nascido Francisco de Ornelas e mudado de nome posteriormente. Migrou para Pernambuco aos dez anos de idade, onde trabalhou como assalariado, obteve prestígio, fez fortuna em poucos anos e tornou-se um homem importante da sociedade pernambucana. Combateu como voluntário, defendendo os portugueses na invasão holandesa, em 1630. Depois passou a manter boas relações com o Governo Holandês, de quem foi homem de confiança. Gozava da consideração dos dois lados.
    Quando a insatisfação dos senhores de engenho de Pernambuco em relação ao governo holandês se intensificou, especialmente após a partida de Maurício de Nassau para a Holanda, em 1644, se afastou dos holandeses e tornou-se um dos líderes da chamada Insurreição Pernambucana. Ocupou também diversos cargos públicos.
    João Fernandes Vieira morreu no dia 10 de janeiro de 1681, em Olinda. Em 2012, ele e outros combatentes da Insurreição tiveram seus nomes escritos no Livro dos Heróis da Pátria.
  • Fechado por vandalismo, banheiro do parque reabre após reparos

    Na madrugada desta quarta-feira, 31, um dos banheiros da Redenção foi atacado por vândalos. O banheiro ficou interditado por um dia e a reabriu após reparos nas instalações e substituição de equipamentos roubados.
    O que chamou a atenção da nossa reportagem ao verificar a situação do banheiro foi o cuidado da Luciane Carvalho, terceirizada da Cootravipa, responsável por cuidar do sanitário. Além de bem limpo, o banheiro havia sido enfeitado com flores por Luciane.

  • Julinho é tombado pelo Patrimônio Histórico da cidade

    O prédio do Colégio Estadual Júlio de Castilhos, uma das principais construções modernistas da cidade, foi tombado pelo Patrimônio Histórico do Município. O tombamento faz parte das comemorações do centenário de nascimento do arquiteto e urbanista Demétrio Ribeiro, autor do projeto. A cerimônia foi realizada na sede do Instituto dos Arquitetos do Brasil, do qual Ribeiro foi presidente.
    O projeto de tombamento foi elaborado pela Coordenação da Memória Cultural, da Secretaria Municipal da Cultura (SMC). Trata-se da segunda construção em estilo modernista tombada na Capital, depois do Hipódromo do Cristal.
    Fundado em março de 1900 por João José Pereira Parobé, até o final dos anos 80, o Julinho era conhecido como “Escola Padrão”. Em 1908, foi renomeado para homenagear o político gaúcho Júlio de Castilhos.
    Após perder a sede anterior em um incêndio, em 1958 o colégio passou a ocupar o prédio projetado por Demétrio Ribeiro e pela arquiteta Enilda Ribeiro.
     

  • Feira Ecológica reduz preços em 20%

    Desde o dia 10, beterraba, cenoura, alfaces, espinafre, produtos de horta em geral custam 20% menos nas bancas da primeira quadra. A boa safra boa e permitiu o reajuste, para fortalecer a relação com os consumidores, que colaboram na consolidação da agricultura ecológica ao frequentar a feira.