Categoria: HOTSITE JÁ Cultura

  • Furtos na Redenção: cabos subterrâneos são o novo alvo

    Na madrugada do dia 2 de setembro, foram furtados cabos subterrâneos do sistema de iluminação do Parque Farroupilha. Os ladrões escavaram a terra, junto a uma sub­estação de energia, arrebentaram os dutos por onde passa a fiação e arrancaram os fios de cobre. Na noite anterior, a mesma subestação, que fica junto à rua Setembrina, próximo ao Instituto de Educação, já havia sido arrombada.
    O sistema de iluminação do parque foi todo reformado e inaugurado em  dezembro de 2015. Foram instalados 305 novos postes e recuperados outros 230 já existentes, totalizando 535. A instalação da rede subterrânea foi parte do projeto. A obra teve um investimento de R$ 1,8 milhão, por meio do Fumip (Fundo Municipal de Iluminação Pública).
    Na mesma semana dos dois ataques à subestação, um dos banheiros foi arrombado e uma peça da fonte luminosa foi arrancada, deixando a fonte fora de operação.

    Furto de cabos suspende atividades da SMIC
    Alguns dias antes, foram levados da sede da SMIC (Secretaria Municipal da Produção, Indústria e Comércio), localizada na avenida Osvaldo Aranha, cabos da rede e a caixa de energia elétrica na parte externa do prédio. A falta de energia interrompeu serviços da Secretaria durante três dias.
    Na segunda-feira, 29, a Secretaria noticiou que os telefones estavam mudos, a rede de internet não funcionava e o atendimento presencial da seção de emissão de alvarás para atividades ambulantes estava temporariamente suspenso. Na quinta-feira, 1º, os serviços foram retomados normalmente. Um gerador foi usado para restabelecer a energia.
  • Festa de rua na Bento Figueiredo

    As festas de rua estão se tornando tradição em Porto Alegre. Os comerciantes da rua Bento Figueiredo realizam a 3ª edição do seu evento de rua no dia 25 de setembro, domingo, das 14h às 21h. As duas edições anteriores foram um sucesso. Haverá bancas de bazar e brechó, além de brincadeiras e apresentações de artistas de rua. Os comes e bebes ficam por conta da Bárbaros cervejas especiais, Cronks, El Churrero, Fruteira Patropi, Lagon e Von Teese. Também participam da organização do evento as lojas Gama e Moon.
    As inscrições para bancas e artistas já estão abertas. Os feirantes devem ir até a Von Teese, na Bento Figueiredo, 32, de terça a domingo, das 16h30 às 22h. Os artistas devem enviar proposta para contato@vonteese.com

  • Dança Judaica no Barra Shopping

    jabf-setembro2016_08Em sua 16ª edição, o Choref – Festival Latino-Americano de Dança Folclórica Israelita – tem como tema Tradição & Inovação, propondo uma integração entre o tradicional e o contemporâneo. O festival acontece nos dias 17 e 18 de setembro, no centro de eventos do Barra Shopping Sul. O evento é realizado a cada dois anos pela Fundação Kadima.
    Ao todo, mais de 400 bailarinos de Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Uruguai. Os ingressos já estão à venda na Fundação Kadima, na Rua General João Telles, 329. Mais informações e inscrições para os workshops na Fundação Kadima ou pelo telefone 3311 8238.
     

  • Guerra Civil Espanhola no Cine Clube de Cultura

    Ao longo do mês de setembro, o Clube de Cultura apresenta uma mostra de filmes sobre a Guerra Civil Espanhola. As sessões são aos sábados, sempre às 17h, com entrada franca. O Clube de Cultura fica na Ramiro Barcelos, 1853.
    Programação
    17/set – Vivir la utopia (1997, 94min) Documentário que, descreve a experiência libertária vivida na Espanha, a transformação radical das estruturas da sociedade
    24/set – El Honor de las Injurias (2009, 86min) O testemunho da busca apaixonada de um velho pistoleiro anarquista, Felipe Emilio Sandoval, que se converte em homem de ação e um assassino impiedoso.
    30/set – Revolución y Guerra Civil em España (2012, 87min) Documentário apresenta um panorama sobre os precedetes da Guerra Cvil e da Segunda República Espanhola, com movimentos revolucionários e reacionários se enfrentando na Espanha.
     

  • Feira Ecológica: nove toneladas de alimentos doados

    Até junho deste ano, os feirantes da Feira Ecológica da José Bonifácio doaram 6.853kg de alimentos orgânicos. Os alimentos são entregues a creches, asilos e escolas da capital, através de parceria entre a Feira, o Rotary Club Bom Fim e o SESC Mesa Brasil. O balanço semestral foi divulgado pelo SESC. No mês de julho foram doados mais 2.573kg.

  • Entulho municipal

    entulho-municipalUm monte de entulho não-recolhido na Redenção é uma pequena amostra da dificuldade de diálogo entre os órgãos do Município. A caliça é da demolição de um banheiro público do parque, próximo à Reitoria da UFRGS, ainda no ano passado. Há dois meses, a nova administração do parque tenta recolher o entulho. O parque tem o caminhão, mas não tem a retroescavadeira. A SMAM tem a retro, mas está em manutenção. É menos de uma caçamba de entulho, parece um problema simples, mas pelo visto não é.

  • Fora Temer, bombas e estilhaços

    Os protestos contra o governo Temer se espalham por todo país. Desde a votação do impeachment, no dia 31 de agosto, Porto Alegre tem manifestações quase diárias. O ato do dia 1º passou pelo Bom Fim. Em frente ao HPS a Brigada Militar dispersou o grupo. No domingo, dia 11, ocorreu mais uma manifestação cotra o novo governo, desta vez no Parque da Redenção.

    Foto: Thais Ratier
    Foto: Thais Ratier

  • Um posto para a guarda municipal

    Construído há 30 anos por iniciativa da comunidade, o posto policial do Parque da Redenção permanece fechado, desde que a Brigada Militar mudou o método de policiamento substituindo os “postinhos” comunitários por unidades móveis.
    Quando o posto foi construído há três décadas, atendia a uma demanda do policiamento.
    A comunidade fez sua parte, construiu e equipou o local para abrigar uma equipe de PMs. Mesmo com o funcionamento não de todo regular, tornou-se uma referência para o cidadão.
    Agora, o posto foi desativado sem nenhuma consulta ou informação prévia.
    Não se duvida, que o novo método de policiamento seja menos eficaz, embora as evidências sejam inquietantes.
    Mas pura e simplesmente fechar um espaço construído com o esforço da comunidade não tem cabimento. Pouco cabimento tem também destiná-lo ao estacionamento do HPS.
    Se o que moveu a comunidade para construí-lo foi a questão de segurança, o mínimo que se pode fazer agora, num momento em que a segurança tornou-se a preocupação número um da cidadania, é destiná-lo a esse fim, instalando ali um posto da Guarda Municipal.

  • Guarda, Brigada ou HPS: Quem fica com o postinho?

    A saída da Brigada Militar abriu uma discussão sobre a finalidade do posto policial da esquina da Osvaldo Aranha com a José Bonifácio. A comunidade pedia que o espaço, construído de forma colaborativa pelos moradores em 1987, voltasse a ficar sob a responsabilidade da Segurança Pública. A Guarda Municipal surgiu como uma alternativa que contemplaria a todos.
    A decisão de assumir o posto chegou a ser anunciada pela Secretaria Municipal de Segurança Pública, após reunião realizada no dia 5 de setembro na sua sede. Estavam presentes o secretário, Juarez Fraga, seu adjunto, Ricardo Schlomer Gomes, o secretário do Meio Ambiente, Léo Bullying, um representante da Guarda Municipal e os representantes do Conselho de Usuários do Parque, Roberto Kakubaszko e da Associação dos Amigos do Bairro Bom Fim, Milton Gerson. Todos concordaram com a decisão.
    Entretanto, quatro dias depois, um recuo: em entrevista ao JÁ Bom Fim, o secretário adjunto afirmou que a  decisão não estava 100% confirmada.
    Desde abril, o imóvel, que pertence ao Município, está cedido ao HPS e é utilizado pelos motoristas e carros oficiais. A assessoria da Secretaria Municipal de Saúde não estava informada de nenhuma mudança.

    “Não é o ideal, mas é uma vitória”
    Desde o fechamento, a Associação dos amigos do bairro tentava articular a volta da Brigada ao local. O vice-presidente da entidade, Milton Gerson, vê com bons olhos a decisão. “Não é aquela ideal que nós gostaríamos, que era ver a Brigada reassumindo aquele espaço, mas certamente é uma vitória que o espaço pelo menos fique na área de segurança”, afirmou.
    Outra medida sugerida por ele foi a instalação no local de uma central de videomonitoramento, integrando as imagens das câmeras já existentes no parque e as que ainda estão para ser instaladas.

     
    Mobilização vai continuar

    Guarda Municipal já patrulha a Redenção | Foto: Ricardo Giusti/PMPA
    Guarda Municipal já patrulha a Redenção | Foto: Ricardo Giusti/PMPA

    Apesar de afirmar que sai feliz da reunião, Roberto Jakubaszko, do Conselho dos Usuários do Parque, garante que a mobilização não termina aqui. “Nós não vamos desistir porque a Guarda assumiu, nós vamos continuar fazendo reuniões e mobilizando a comunidade. E no futuro nós vamos trabalhar na complementação deste espaço com a Brigada retornando”, afirmou.
    Jakubaszko destacou ainda a importância do espaço na relação entre os moradores dos diversos bairros que cercam o parque. “A nossa relação com estes bairros é muito demarcada por este posto, que tem uma história cultural material e imaterial em relação à Segurança.”

  • Artesãos do Brique cobram que Prefeitura fiscalize camelôs

    Os artesãos do Brique da Redenção querem que a Prefeitura intensifique a fiscalização em relação aos camelôs na área da Feira de Artesanato. Para eles, a crescente presença de revendedores de produtos diversos ao longo da José Bonifácio atrapalha as vendas e descaracteriza o local.
    “A Prefeitura perdeu a mão, perdeu o controle da cidade para os camelôs”, afirma Paulo Eduardo Gralas, um dos fundadores da Feira de Artesanato do Bom Fim.
    Recentemente, um grupo de expositores do Brique lançou uma campanha para estimular o consumidor a dar prioridade ao artesanato local. As faixas com os dizeres “Artesanato gaúcho: compre de quem faz” estão espalhadas por cerca de 30 bancas da feira de domingo. Para os artesãos, a presença dos revendedores modifica o perfil do local.
    Além disso, a comercialização de produtos industrializados, fabricados em larga escala, muitos importados da China é vista como concorrência desleal. No entanto, o problema da fiscalização não está restrito ao Brique e tem a ver com a defasagem no quadro de servidores da SMIC (Secretaria Municipal de Produção, Indústria e Comércio). Atualmente, a secretaria conta com apenas seis fiscais para cuidar do comércio ambulante de toda a cidade.