No mês de julho, a Clio Beleza está pronta para receber formandas, convidadas e familiares com exclusividade no salão. A visagista e hair stylist Clio F. Sthal presta uma consultoria e avaliação afim de obter um resultado natural, buscando sempre a satisfação das clientes.
A estética oferece a possibilidade de agendamento e as formandas podem fazer toda sua produção na Clio Beleza, que conta com diversos serviços, como maquiagem, penteados, manicure e pedicure, alongamento de unhas e cílios, design de sobrancelhas, entre outros.
Para que toda a família possa curtir o embelezamento junta, a estética oferece também a possibilidade de atendimento em grupos. A Clio atende também os públicos masculino e infantil.

Rua Garibaldi, 1173
Fone: (51) 3312 2911
Whats: (51) 9625 2552
Categoria: HOTSITE JÁ Cultura
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Clio Beleza tem tratamento especial para formandas
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Expedicionário e chafariz no escuro

Iluminação do monumento já precisa de reparos | Foto: Joel Vargas/PMPA
O monumento ao expedicionário está completamente no escuro. Na chamada fonte luminosa, a iluminação cênica funciona apenas parcialmente. A nova iluminação da Redenção foi apresentada com pompa e circunstância nos últimos dias de 2015. Sete meses depois, já precisa de reparos. -
Novos negócios de julho
Venâncio Restaurante
Desde março está funcionando o restaurante Venâncio. É o primeiro negócio da Vera e do Rafael Fischdick, mãe e filho. O restaurante conta com um sistema de fidelidade para os clientes: o décimo almoço é grátis. Em breve terão também serviço de tele-entrega. Av. Venâncio Aires, 859, fone (51) 3574 5310.
Beatnik & Pano Pop
A Beatnik abriu no final de junho uma nova filial, na Fernandes Vieira. A loja se juntou à Pano Pop, que já funcionava no local. A loja trabalha com mobiliário vintage, decoração retrô e acessórios psicodélicos. A proprietária é a Gica Debize. Rua Fernandes Vieira, 656, fone (51) 3557 1472.
Bocattino Box
O restaurante Bocattino Box é outra novidade da avenida Venâncio Aires, inaugurado no dia 1º de junho. O Bocattino oferece deliciosas pastas e cafés. A proprietária do estabelecimento Ana Paula Nodari. Av. Venâncio Aires, 1121, fone (51) 3907 7190.
Severo Garage
No polinho gastronômico da esquina da Venâncio com a Vieira de Castro, abriu a Severo Garage. A hamburgueria tem ambiente estilizado, a maçaneta é uma chave de roda e a chopeira é um motor de moto. Os hamburgúeres da Severo tem nomes de carros: Fuca, Opalão, Chevettera, etc. Av. Venâncio Aires, 881.
Muy Hermosa
A Muy Hermosa é outra novidade da esquina da Vieira com a Venâncio. A loja oferece as mais atuais tendências femininas em roupas e calçados. Esta é a segunda unidade, a outra fica na avenida Protáio Alves, 2478. Av. Venâncio Aires, 879, fone (51) 3507 0171.
Sushi Seninha
O Sushi Seninha inaugurou uma filial na Ramiro Barcelos. A loja foi toda reformada e abriu as portas ao público no dia 13 de julho. A rede tem outras -
O gaúcho está de mudança
A estátua do Gaúcho Oriental já tem novo local. A obra será instalada no eixo central do Parque Farroupilha, próximo à fonte luminosa. Atualmente, o gaúcho está localizado próximo ao viaduto da avenida João Pessoa. O Gaúcho Oriental foi um presente da comunidade uruguaia no Centenário Farroupilha, em 1935. -
Rotary tem novo presidente
O Rotary Club do Bom Fim elegeu seu novo presidente. Evanes Souza Botleader assume a presidência para o período 2016/2017. Seu principal objetivo é ampliar o quadro social. A nova gestão foi empossada em reunião-almoço no dia 1º de julho.
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“Monalisas” são arrancadas do postinho
No antigo posto da Brigada Militar, na esquina da avenida Osvaldo Aranha com a rua José Bonifácio, outra iniciativa de enriquecer com arte os muros do bairro foi tolhida. Um grupo orientado pela artista plástica Silvia Marcon instalou no local seis mosaicos, com imagens de Monalisas estilizadas, marca do trabalho de Silvia. Poucos dias depois, os mosaicos foram arrancados. As Monalisas eram resultado de um curso de mosaico urbano. Outras cinco foram instaladas na parede do Bar Ocidente.
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Prisão não é fato isolado
A prisão e tentativa de incriminar nosso repórter não é um fato isolado na história do JÁ. Tampouco é uma exclusividade do JÁ.
Enfrentar absurdos, como esse, é situação rotineira para a maioria dos pequenos veículos, que encontram limitações para obter informações, restrições no acesso às verbas, discriminação das agências de propaganda e descaso do poder público.
Um jornal independente, pequeno, não se pode dar ao luxo dos grandes grupos, onde notícias chegam de todos os lados: a polícia faz questão de lhes dar notícias em primeira mão, a Brigada avisa das batidas, os leitores mandam as fotos, os políticos mendigam um espacinho. Nesse ambiente se desenvolve um “jornalismo passivo”, uma pauta que vem de fora.
Isso tem muitas vantagens, mas um grave inconveniente: acomodação às fontes oficiais que, por mais idôneas que sejam, não podem ser as únicas quando se trata de saber o que realmente aconteceu.
O caso do repórter Matheus Chaparini é exemplar. Os jornalistas que cobriam a invasão estavam todos lá onde a BM determinou.
Olhando as imagens, lembrei dos tempos de Médici quando os repórteres ficavam num brete, a uma prudente distância das autoridades. -
Redenção, cenário de mini-série

Poster de divulgação da mini-série
Em uma Porto Alegre abandonada e desabitada, um grupo de pessoas sobrevive em um espaço subterrâneo do Parque da Redenção, sem saber se há vida em algum outro lugar da cidade. Este é o roteiro de Redenção, uma minissérie de quatro capítulos que está sendo veiculada no espaço Histórias do Sul, da TVE. Na trama pós apocalíptica, o encontro destes personagens com um guri chamado Samuel faz com que eles se questionem e comecem a buscar vida fora do calabouço.
“A ideia é ser algo bem regionalizado, mas com uma pegada de aventura, juntando os elementos do gênero com a identificação forte com o estado”, explica o diretor Marcel Kunzler. O roteiro também é dele, em parceria com Lucas Miralha.
A série foi financiada através do Fundo de Apoio à Cultura (FAC), do Governo do Estado, contemplada no edital de 2013, que financiou outras três séries e dez documentários. No primeiro ano, a veiculação é exclusiva da TVE, como parte do contrato. Depois, a série deve ser disponibilizada pela internet.
As filmagens foram feitas em dezembro de 2014.Foram mais de 50 profissionais envolvidos na produção.
Redenção está no ar às sextas-feiras (dias 8, 15, 22 e 29 de julho), às 20h30, na TVE, canal 7. Reprises aos domingos, 20h. -
A volta de “Antônio Chimango”
Geraldo Hasse
O professor Luiz Augusto Fischer, líder do ensino e da crítica de literatura do Rio Grande do Sul, acaba de lançar o que provavelmente será reconhecido como o maior lançamento editorial de 2016.

Ramiro Barcellos
É uma requintada reedição de “Antônio Chimango”, de Ramiro Barcellos, livreto lançado em 1915 para satirizar o poderoso presidente do Estado, Antonio Augusto Borges de Medeiros, apresentado então como “magro como lobisome, feio como o demônio”.
Por sua forma debochada, o poema em sextetos caiu no gosto popular e teve várias edições, tornando-se um clássico da literatura regional, comparado ao “Martin Fierro”, do argentino José Hernandez.
Em dois volumes, capa dura, somando 590 páginas, o trabalho de Fischer foi patrocinado pelo Banrisul, via Lei Rouanet.

Luiz Augusto Fischer | Foto: Divulgação
Além do professor da UFRGS, que desde estudante, em 1979, se envolveu no estudo da terrível sátira de Ramiro Barcellos (médico da Santa Casa e senador), o livro coloca nas mãos dos leitores contemporâneos estudos antigos produzidos por Raymundo Faoro e Augusto Mayer; traz ainda artigos escritos agora por estudiosos como Fausto Domingues, do Instituto Histórico e Geográfico do RS; Gunther Axt, historiador; e José Francisco Botelho, tradutor; Sergio da Costa Franco, historiador; Michel Le Grand, estudioso da literatura gauchesca.
Enquanto o primeiro volume é todo ele dedicado ao Antonio Chimango, o segundo focaliza o restante da obra escrita de Ramiro Barcellos, autor de livros de história, discursos, artigos, poemas e ensaios.
Alguns textos são publicados com pseudônimos como Amaro Juvenal (“autor” do Chimango) ou “Dr. Raphael de Mattos”, usado em polêmicas sobre a prática da medicina e as políticas de saúde pública. Como fecho de ouro, o livro apresenta em suas 28 páginas finais um estudo biográfico sobre Ramiro Barcellos. -
A tocha no Bonfa
A chama olímpica passou pelo Bom Fim. No dia 7 de julho, a tocha desfilou por Porto Alegre e um dos pontos do percurso foi o Parque Farroupilha. Milhares de pessoas esperaram a passagem da tocha pelas ruas do Bom Fim. O evento histórico foi marcado por um forte aparato policial, que envolveu quase todas as esferas da Segurança Pública e por uma forte presença dos patrocinadores. Este ano, os jogos olímpicos acontecem, no Rio de Janeiro, de 5 a 21 de agosto. Serão disputadas 42 modalidades, envolvendo mais de 10 mil atletas do mundo inteiro.

Foto: Ramiro Furquim/Jornal JÁ
