Cansada de cultivar suas rosas e ver os botões serem levados embora, a leitora Maria Helena Schumacher colocou esta placa no canteiro. Sem espaço em seu apartamento na avenida Independência, ela fez seu jardim em um canteiro da rua Irmão José Otão. O problema é que ela cultiva as flores para embelezar a calçada, mas elas acabam sendo arrancadas quando florescem.
Categoria: HOTSITE JÁ Cultura
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O perfume é dos passantes
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Tô na Rua no Bonfa
O evento Tô na Rua realiza uma edição no dia 19 de junho, domingo, na João Telles. Com food trucks, dj’s e expositores, o Tô na Rua vai movimentar o Bom Fim. O evento já teve edições na Cidade Baixa e Santana.
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Associação de restaurantes elege conselho

| Foto: Divulgação
Foi eleito e empossado no dia 31 de maio o novo conselho da Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes no Rio Grande do Sul) para o triênio 2016/2019. Antonio Harb, da Confeitaria Maomé, é o novo presidente do conselho fiscal. O conselho de Administração continua sendo presidido por Maria Fernanda Tartoni, do Tartoni Restaurante, que já ocupa o cargo interinamente desde 2015. -
Nova feira ecológica no Rio Branco
Porto Alegre ganha mais uma feira de produtos orgânicos. A Quitanda – feira agroecológica do IPA funciona às quintas-feiras, das 9h às 15h, no Centro Metodista IPA, na esquina da Casemiro de Abreu com a Bordini. A feira é uma parceria entre a Universidade e a Associação Agroecológica, que também realiza a feira da José Bonifácio, e contará com 11 produtores.
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Os quatro nomes do parque
O monumento que traz as placas com os quatro nomes que do parque foi restaurada. A ação faz parte da terceira edição do projeto Construção Cultural, promovido pelo Sinduscon em parceria com a Prefeitura e o Ministério Público Estadual que vai recuperar 20 monumentos da Redenção.
O primeiro nome que a área recebeu foi Várzea do Portão, que consta na carta de concessão da área, em 1807. Em 1867, teve início a construção da Capela Nosso Senhor Jesus do Bom Fim e a área passou a ser chamada Campo do Bom Fim.
Em 1884, Porto Alegre libertou seus escravos, quatro anos da Lei Áurea. Muitos dos ex-escravos acabaram se instalando no local, que passou a ser chamado oficialmente de Campo da Redenção.
O nome atual, Parque Farroupilha, foi dado somente em 1935, quando uma grande exposição foi montada para celebrar o centenário da Revolução Farroupilha. Antes deste, o parque havia tido apenas nomes populares. Parque Farroupilha foi o primeiro nome imposto, pelo então governador, o General José Antônio Flores da Cunha. -
Rua Viva: negócios novos e tradicionais na avenida Venâncio Aires
A avenida Venâncio Aires começa na praça Garibaldi, na divisa entre Cidade Baixa e Azenha, margeia o Parque da Redenção, na divisa dos bairros Santana e Farroupilha, e vai até a avenida Osvaldo Aranha, na ponta do Bom Fim.
A história da Venâncio remonta ao ano de 1845, quando, motivado pela visita do Imperador Pedro II e da Imperatriz Tereza Cristina ao estado, o vereador Dr. Luiz da Silva Flores propôs à Câmara a abertura de duas vias: Rua do Imperador e Rua da Imperatriz. Com a proclamação da República, em 1889, estas ruas ganharam novos nomes: Rua da República e Venâncio Aires.
O nome homenageia o advogado e jornalista Venâncio de Oliveira Aires. Nascido em Itapetininga, São Paulo, foi um dos fundadores do Partido Republicano Riograndense e o primeiro diretor de redação do jornal republicano A Federação, impresso em Porto Alegre e que teve sua primeira edição lançado em janeiro de 1884.
A Rua da Imperatriz foi criada para cruzar a área da antiga Várzea, margeando o antigo matadouro público. Com o tempo, a Venâncio cresceu como uma rua predominantemente residencial. Há aproximadamente uma década, este perfil começou a se modificar, com o crescimento e a diversificação da atividade comercial.

Em maio, artistas da Casa Musgo fizeram um mural no muro da Casa dos Conselho / Ramiro Furquim/Jornal Já
Em janeiro de 2006, o Já Bom Fim Moinhos estampava em sua capa a manchete “A Venâncio que virou Osvaldo.” A matéria tratava das modificações que passavam naquelas rua. Em 2008, outra reportagem abordava a ampliação das opções noturnas na Venâncio.
Hoje a avenida Venâncio Aires apresenta uma grande diversidade de estabelecimentos comerciais. Ao longo de seus mil e duzentos metros, encontra-se diversos restaurantes, bancos, lojas e até estabelecimentos de diversão adulta. Além disso, a rua também conta com diversas instituições de ensino, como Senac, a Fadergs e escolas de idiomas.
Seu ponto inicial, junto à praça que já se chamou Concórdia, é um antigo reduto boêmio da cidade. Comenta-se pelas calçadas que um de nossos maiores compositores, Lupicínio Rodrigues, morador da Ilhota, passou ali algumas de suas noites de dor-de-cotovelo. Ainda hoje permanecem ali dois bares: Garibaldi e Eski Bar.
Na segunda quadra, há agências de quase todos grandes bancos: Banco do Brasil, Banrisul, Bradesco e Santander. Depois da esquina da João Pessoa começa a maior concentração de estabelecimentos gastronômicos, como por exemplo o Consultório Culinário, que se mudou recentemente da República, o Café na Paleta, a Pink Velvet e o recém inaugurado Venâncio, que fica no polinho gastronômico da esquina da Vieira de Castro.
Quando a Venâncio se aproxima do Hospital de Pronto Socorro, as atividades predominantes são ligadas à área da saúde, como consultórios odontológicos e farmácias. A Venâncio Aires tem seu fim no encontro com a Osvaldo. Um curioso edifício em formato de fatia de pizza, no número 1211, é o último imóvel da antiga Rua da Imperatriz.
Tablado comemora 25 anos

Andréa Franco fez uma reforma completa no imóvel para criar o ambiente do Tablado / Ramiro Furquim / Jornal Já
Em 1991, Andréa Franco criou o Tablado Andaluz, na época uma escola de dança Flamenca, localizada na Avenida Osvaldo Aranha. Mais tarde, a escola ganhou um restaurante especializado no mais famoso e tradicional da culinária espanhola, a paella.
Em janeiro de 2012, o Tablado Andaluz se mudou para a nova sede, na Venâncio. Andréa conta que quando adquiriu o imóvel, ele era apenas um terreno com as paredes laterais e fez uma reforma completa. Hoje, o tablado junta a escola de dança com o bar flamenco formando um centro integrado de arte, cultura e gastronomia espanhola.
Rua de comércios tradicionais em constante renovação

Ronaldo, à direita, está à frente do negócio fundado por seu pai em 1952 / Ramiro Furquim/Jornal Já
A Casa Moraes foi inaugurada em 27 de outubro de 1952, na última casa da João Alfredo, onde hoje é Aureliano de Figueiredo Pinto. Em 1967, a loja de sapatos se mudou para a Venâncio. Após o falecimento de seu pai, Antônio, Ronaldo Moraes assumiu o negócio. Ronaldo garante que a loja permanece igual há quase meio século atrás. Até a caixa registradora é a mesma.
Ronaldo nasceu em 1954, no imóvel que abrigava a sapataria e também a residência da família. Professor de matemática aposentado, foi o único filho que se interessou a dar continuidade aos negócios do pai.

Batista está à frente do Bar do Beto há 27 anos / Ramiro Furquim/Jornal Já
Os estabelecimentos noturnos são tradicionais. Batista está à frente do Bar do Beto há 27 anos. Daquele tempo permanecem o Pedrini e o Fontana, que já se chamou Cerilo.

Nídia, da Grão e Essência Armazém Natural / Ramiro Furquim/Jornal Já
Sempre tem negócio novo abrindo na rua. A Grão e Essência Armazém Natural se mudou da Zona Sul para a Venâncio no final de abril.
Outra recém chegada é a Mademoiselle, loja especializada em moda feminina.

Simone, da loja Mademoiselle / Ramiro Furquim/Jornal Já -
Feiras Ecológicas sob cerco da fiscalização
Matheus Chaparini
Marcelo Giffhorn comercializa sua produção de mel na feira da José Bonifácio há 28 anos. Ele afirma nunca ter tido problemas burocráticos neste período. Entretanto, há algumas semanas, sua banca, a Apiários Adams, recebeu uma vistoria da SMIC (Secretaria Municipal da Produção, Indústria e Comércio.) e perdeu o direito ao espaço que ocupa há quase três décadas.

Marcelo é do tempo da Feira do Mel, na década de 80, ainda antes da chegada dos orgânicos / Acervo pessoal de Marcelo Giffhorn
Agora, sua banca é uma das mais de dez que atravessaram a rua e ocupam parte da área da Redenção. Essa foi a solução encontrada pela secretaria para que os produtores possam continuar vendendo enquanto regularizam sua situação. Além de Marcelo, outros produtores reclamam que a SMIC está exigindo questões que nunca antes haviam sido exigidas. “O poder público nunca influenciou na feira, que sempre foi iniciativa dos produtores”, reclama o apicultor.

Feirantes que estão se regularizando não podem permanecer na área da feira, precisam atravessar a rua / Ramiro Furquim / Jornal Já
Ministério cobra Lei dos Orgânicos
Os produtores ficaram meio sem entender o que motivava as batidas da Secretaria na feirinha ecológica. “Até porque em ano eleitoral eles nunca aparecem”, comentou um feirante. O secretário da Produção, Indústria e Comércio, Antonio Kleber de Paula, nega que a presença da SMIC na feira seja uma novidade e garante que a fiscalização é feita desde que a feira existe, “com mais ou menos intensidade, conforme a demanda e o pessoal disponível”.
Entretanto, de Paula reconhece que há um fato novo: em abril deste ano, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) notificou formalmente a Prefeitura para que faça cumprir a Lei dos Orgânicos.
A lei 10.831 foi criada em 2003 e dispõe sobre a produção de alimentos orgânicos. Em 2007, a lei foi regulamentada através de um decreto, mas somente em 2011 passou a vigorar. A partir daí, iniciou-se uma discussão entre feirantes, consumidores, Ministério e Prefeitura que resultou na resolução 03/12, de dezembro de 2012, que disciplina a realização de feiras ecológicas no Município.
Em 2014, o Ministério considerou que a Prefeitura não estava fiscalizando adequadamente a aplicação da lei e retomou o debate. Agora, em abril deste ano, o MAPA encaminhou um ofício à Prefeitura, cobrando a execução efetiva da legislação. A partir daí, a SMIC intensificou a fiscalização nas feiras.
Da lavoura ao guichê da burocracia

Odair reclama da burocracia que dificulta a produção dos orgânicos / Ramiro Furquim / Jornal Já
Quem comercializa produtos como farinha de milho, erva mate de carijo e até aipim descascado, que são processados, está enfrentando problemas. Pela legislação, para comercializar estes produtos é necessário possuir uma agroindustria própria e constituir uma empresa.
Alguns feirantes afirmam que há aí outro empecilho, pois, se tornando empresário, eles acreditam que o feirante perca os incentivos a que tem acesso como produtor rural, como o Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar), por exemplo. O secretário da SMIC nega e afirma que há inclusive linhas de crédito específicas para a pequena agroindústria.
Quem produz farinha de milho, por exemplo precisaria ter um moinho próprio, o que não depende só de dinheiro, mas de questões práticas como ter um rio na propriedade e conseguir uma roda de moinho, artigo raro hoje em dia. A clientela também reclama. “Para comprar o produto orgânico é essa dificuldade, mas se eu quiser ir no mercado e comprar um transgênico não tem burocracia”, disparou uma cliente que foi à feira comprar farinha e saiu de mãos vazias.
Há ainda um terceiro caso, das famílias que têm o alvará da banca e a certificação de orgânico em nomes diferentes. É o caso da banca de José Odair Justin, que está funcionando provisoriamente na área do parque. A certificação está no nome de uma de suas filhas, Luciana, e a empresa, no nome de Odair. Além disso, há outros empecilhos, como a falta de algumas informações no rótulos dos produtos. Odair afirma que já encaminhou as providências e espera retomar seu posto na feira já nas próximas semanas.
Certificação do mel custa caro

Marcelo vende mel há quase 30 anos e nunca havia tido problemas com a fiscalização / Ramiro Furquim / Jornal Já
Outro problema é o custo da certificação. Há duas modalidades de certificação de orgânicos: paga ou participativa. Na participativa, são os próprios produtores que fiscalizam uns aos outros, o que barateia, mas demanda mais tempo, em reuniões e visitas. Na outra, o produtor paga uma organização habilitada para a certificação.
Segundo Marcelo Giffhorn, não há organizações habilitadas para a certificação no Brasil e a certificação para apicultores custa entre R$ 15 e 20 mil ao ano, que refletem diretamente no preço final dos produtos orgânicos. “Não é o produto que é caro, é que o produtor tem que pagar a certificação. Será que vale a pena eu gastar essa grana pra vender na feirinha ou vou ter que me render à exportação? Porque lá fora o pessoal valoriza…”
Marcelo teve que optar pela certificação paga, pois suas caixas de abelha estão espalhadas por mais de 10 municípios do estado, o que dificultaria a avaliação participativa. O apicultor afirmou que já encaminhou a documentação necessária para dar início à certificação. Após concedido o certificado, há ainda um período de transição de quatro meses. Marcelo espera poder voltar para o outro lado da rua em meados de novembro.
Para Marcelo, o pior efeito deste processo é gerar um certo “ranso” entre os feirantes, ele também contesta a ideia de que na feira sejam vendidos apenas alimentos. “Isso aqui é muito mais que uma feira de orgânicos, é uma feira cultural, um cartão de visitas pra Porto Alegre.”
Já Odair reclama da burocratização para a produção de orgânicos. “Eu sou agricultor, eu entendo é de plantar, mas cada vez mais para plantar nós temos que entender da burocracia.” Ele defende a criação de organismos de acompanhamento nos municípios. “Seria melhor orientar antes do que punir o agricultor depois. A gente não tem a intenção de fazer nada errado.”

Marcelo defende que a feira é mais que um local de comercializar alimentos, é uma feira cultural / Ramiro Furquim / Jornal Já -
O que querem os estudantes com as ocupações
As ocupações escolares são um fenômeno novo na política gaúcha. Inspirados em movimentos semelhantes de outros estados, principalmente de São Paulo, estudantes ocuparam mais de 150 escolas estaduais no Rio Grande do Sul.
O processo iniciou pelo colégio Emílio Massot, no bairro Azenha. Os estudantes ocuparam a escola no dia 11 de maio e a partir daí o movimento cresceu rapidamente. Em um semana, já eram mais de 80 instituições de ensino ocupadas em todo o estado. Os estudantes criticam o atual modelo educacional e exigem maior espaço de participação.
As principais reivindicações comuns às ocupações são contra o PL 44, que cria as Organizações Sociais (OS), possibilitando que entidades privadas assumam o controle de serviços públicos como saúde e educação, e o projeto chamado de Escola sem Partido. Além destes, cada instituição tem suas pautas específicas, como falta de professores, de repasse de verbas, problemas estruturais e mais segurança no entorno das escolas.
O Instituto de Educação General Flores da Cunha, na avenida Osvaldo Aranha, é uma das escolas ocupadas. No dia 18 de maio, um grupo de cerca de 30 estudantes acampou na escola. Os estudantes desenvolvem atividades como oficinas, debates e sessões de cinema. No dia 29, os alunos organizaram um festival cultural, com diversas apresentações musicais e o lançamento de um livro, produzido artesanalmente pelos próprios estudantes dentro da ocupação.
A reportagem do Jornal JÁ esteve foi até o IE local para saber dos estudantes como eles gostariam que a escola fosse.
Frederico: A escola não ensina a pensar
“Eu sempre me incomodei com a escola, porque ela fazia de tudo para eu não ter vontade de estar aqui dentro. As vontades não são respeitadas, tudo é obrigado. A forma de ensino que a gente tem nos ensina a obedecer, não ensina a pensar.”

Frederico é profissional do teatro, atua desde os oito no grupo Falos e Stercus. Para um aluno que já descobriu seu rumo profissional, a escola acaba sendo mais empecilho do que aprendizado / Ramiro Furquim/Jornal Já
Marcyelle: aulas mais práticas
“Se as aulas fossem mais práticas, a gente aprenderia bem mais. Ter aula em museu, no parque, não só vir pra cá e ficar escrevendo. O jeito como as coisas funcionam hoje não estimula o aluno a estudar.

Marcyelle Araújo tem 19 anos e é estudante do segundo ano. Quer cursar a faculdade de música e ser professora, toca violão e percussão desde os quatro anos, mas tem dificuldade com a matemática / Ramiro Furquim/Jornal Já
Marcos: “Queremos direitos iguais”
“Uma das pautas da reivindicação é maneiras diferentes de ensinar. Tem professores novos, estagiários, que querem dar aulas diferentes, com uma música, ou alguma brincadeira, mas o professores antigos não apoiam. Nós queremos direitos iguais para todo mundo. O que os alunos falam os diretores e professores não levam em consideração.”

Marcos Felype Cruz, tem 14 anos, está na sétima série e já repetiu de ano duas vezes. Sua única dificuldade é em Língua Portuguesa. O que mais gosta no colégio é a união entre os alunos / Ramiro Furquim / Jornal Já
João: alunos não têm voz
“Além de a escola estar caindo aos pedaços, nós alunos não temos muita voz. A gente participa do conselho, mas parece que quando a gente fala eles tentam nos pular, pedem para acelerar. Isso que está faltando um pouco: a voz dos alunos.”
João Marcon é aluno da sétima série, se diz insatisfeito com a escola como ela é. Considera que o ensino não prepara bem para o Enem.
Isabela: o aluno como indivíduo, não como massa
“Estou insatisfeita com a forma como a educação funciona. Aquela coisa ainda do tempo da ditadura: o aluno sentado, olhando para a nuca do colega da frente e tentando decorar um conteúdo que vai cair no vestibular. Minha escola ideal trabalharia o aluno como indivíduo, não como massa.”

Isabela Marcon estuda no IE há 11 anos. Desde criança tem o hábito de escrever, mas, sem apoio na escola, escondia seus textos. O livro lançado pelos estudantes traz um poema seu / Ramiro Furquim/Jornal Já
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Prefeitura tenta licitar câmeras nos parques há um ano
A Prefeitura de Porto Alegre está preparando um novo edital de licitação para as câmeras de segurança dos parques da Redenção e Marinha do Brasil. O edital anterior foi aberto em janeiro deste ano e cancelado em março. A empresa vencedora não cumpriu cumprir as exigências de comprovação de capacidade técnica para execução da obra e foi eliminada ainda no processo licitatório.
A licitação previa aquisição de 30 câmeras de videomonitoramento, 21 para a Redenção e nove para o Marinha, com financiamento através do Badesul, no valor de R$1,7 milhão, com contrapartida de R$ 170 mil da Prefeitura. A Guarda Municipal será a responsável pelo monitoramento das câmeras tanto na sua central, quanto no Ceic (Centro Integrado de Comando) e a Procempa fará a instalação e manutenção dos equipamentos.
Em junho de 2015, em entrevista ao JÁ Bom Fim, o então secretário de Segurança de Porto Alegre, José Freitas, chegou a afirmar que ao menos 12 câmeras estariam instaladas em um prazo de três meses.
Porto Alegre já havia perdido uma oportunidade para concretizar o projeto em 2012. Por um erro da Prefeitura, a cidade perdeu acesso a um recurso do Ministério da Justiça, destinado a este fim. Na época, o projeto estava orçado em R$ 780 mil. -
Sushi, opção para o almoço
A numerosa clientela da rede de restaurantes do Bom Fim, Santana e arredores, ganhou uma nova opção para o almoço. É a Tamafa, casa de sushi, que abriu faz um mês na Augusto Pestana, quase na esquina do Pronto Socorro num dos pontos mais tradicionais e movimentados da região.
Tatiana, formada em contabilidade, e Fabiana, enfermeira, são as empreendedoras. Moraram em Londres onde descobriram os encantos da culinária japonesa. De volta ao Brasil, ampliaram seus conhecimentos com um curso do SEBRAE e se lançaram no próprio negócio.
A especialidade é o sushi, a cargo de dois sushi-man. Uma porção com 11 variedades custa R$ 15,00. Mas a casa não é ortodoxa. Oferecem também pratos à base de grelhados com carne, salmão ou frango. O iakissoba, em três sabores, vem também na porção “kids”, para crianças.
Diariamente das 11 às 19 horas, na sexta-feira a casa estende até às 23h30. Um grande sucesso é a saqueirinha, caipirinha com saquê, o vinho de arroz dos japoneses. Confira e manda pra gente seus comentários pelo canal do leitor – wwwjornalja.com.br
