Categoria: HOTSITE JÁ Cultura

  • Magliani e outros "Improváveis" na Pinacoteca Aldo Locatelli

    Nesta quinta-feira, 2, serão abertas na Pinacoteca Aldo Locatelli, porão do Paço dos Açorianos, três novas exposições cujo foco é a emergência de artistas a partir da luta cotidiana para potencializar os próprios talentos, superando dificuldades e conquistando espaços no sistema das artes.
    Com curadoria de Charlene Cabral, a Pinacoteca receberá a exposição dos artistas selecionados pelo Prêmio Aliança Francesa de Arte Contemporânea 2018.
    O certame, que está na segunda edição, visa a apoiar e incentivar artistas em início de carreira.
    Na Sala da Fonte, será apresentada a exposição Desenhos Esquemáticos, com trabalhos do porto-alegrense Leandro Machado.
    Vencedor da edição 2017 do Prêmio Aliança Francesa, Leandro foi contemplado na ocasião com o prêmio-viagem, desenvolvendo uma residência artística de dois meses no Centre Intermondes, em La Rochelle, França.
    Nascido em 1970, o artista utiliza como referência o seu entorno, elementos do cotidiano e tudo o que encontra pelo caminho como matéria-prima para criação.
    A terceira exposição, intitulada Improváveis – A Força da Vocação Num Universo de Impossibilidades, apresenta um conjunto de obras da Pinacoteca Aldo Locatelli e da Pinacoteca Ruben Berta. Para um dos curadores, Luiz Mariano Figueira, o adágio popular o que não nos mata nos torna mais forte é a síntese da trajetória dos artistas que compõem esta exposição.
    ” Vieram de um meio onde o imperativo principal era a sobrevivência econômica e a maioria não teve acesso a uma educação e/ou formação no campo das artes. São autodidatas (naïfs) que aprenderam sozinhos a caminhar no céu”, completa Luiz Mariano Figueira.
    Artistas participantes da mostra Improváveis
    Antonio Cândido de Menezes (Porto Alegre, 1828 – 1908)
    Batista da Costa (Itaguaí/RJ, 1865 – Rio de Janeiro, 1926)
    Dimitris Anagnostopoulos (Grécia, 1930 – Porto Alegre, 1991)
    Garcia (sem dados biográficos)
    Guma (Tapes, 1924 – Porto Alegre, 2008)
    J.Altair (Porto Alegre, 1934 – 2013) / João Alves (Ipirá/Bahia, 1906 – Salvador, 1970)
    Magliani (Pelotas, 1946 – Rio de Janeiro, 2012)
    Manabu Mabe (Japão, 1924 – São Paulo, 1997)
    Manezinho Araújo (Pernambuco, 1910 – São Paulo, 1993)
    Otacílio Camilo (Porto Alegre, 1959 – 1989) / Paulo Chimendes (Rosário do Sul, 1955)

  • Mostra de artes cênicas começa com dança no Teatro Glênio Peres

    A Câmara Municipal de Porto Alegre abre sexta-feira e sábado próximos (3 e 4/8) a IV Mostra de Artes Cênicas e do Teatro Glênio Peres. O primeiro evento é o espetáculo de dança “WhatsApp para Shakespeare”.
    O Teatro Glênio Peres fica no 2º piso do Palácio Aloísio Filho, sede da Câmara Municipal (avenida Loureiro da Silva, 255). Todos os eventos que integram a Mostra são gratuitos, com retirada de ingressos de forma antecipada na própria Câmara.
    O espetáculo
    A peça, concebida e dirigida pela artista Carlota Albuquerque, é inspirada no universo do renomado dramaturgo inglês William Shakespeare. Partindo do desejo de encenar “Sonho de uma noite de verão”, a apresentação torna-se uma tentativa frustrada pelas breves interrupções e interferências de outros textos do autor em breves diálogos que transitam entre temas como amor e poder. Com certa ironia, o enredo questiona as relações do mundo hiperconectado, as comunicações interrompidas e o entrelaçamento de assuntos, que não raro parecem incompreensíveis como as mensagens de WhatsApp. Junto com a leitura de outras obras clássicas como “Romeu e Julieta”, “Tempestade” e “Hamlet”, o coletivo busca desenvolver a dramaturgia por meio da relação entre dança e objeto, expressando e harmonizando o real e o fantástico, o desejo e a razão, a sensatez e a loucura.
    A companhia
    O espetáculo é realizado pela companhia “Canoas coletivo de dança”, coletivo colaborativo que estreou em 2015 e tem artistas oriundos dos municípios de Canoas, Porto Alegre e Região Metropolitana. Unindo danças urbanas e dança teatral, dispõe-se a pesquisar a linguagem das danças na arte contemporânea.
    Ingressos gratuitos
    Os ingressos, gratuitos, estarão disponíveis para retirada a partir desta terça-feira (31/7), na Seção de Memorial, no térreo da Câmara. Mais informações pelos fones (51) 3220-4187 / 3220-4318 ou pelo e-mail memorialcmpa@camarapoa.rs.gov.br .
    Serviço
    O que: espetáculo de dança contemporânea “WhatsApp para Shakespeare”
    Quando: 3 e 4 de agosto, às 19 horas
    Onde: Teatro Glênio Peres (Avenida Loureiro da Silva, 255 – 2º piso)
    Quanto: entrada franca
    Classificação etária: a partir de 12 anos
    Estacionamento: gratuito

  • "Jazz na Escadaria", música instrumental na sexta-feira do Centro Histórico

    Grupo de João Maldonado abre o projeto de música instrumental na Escadaria da Borges de Medeiros/Foto: Divulgação

    Depois de duas transferências em função do mau tempo, finalmente o projeto Jazz na Escadaria, será lançado nessa sexta-feira, 27, com o show “Blues from Window”, de João Maldonado Quarteto.
    O evento ocorre às 20h, próximo ao Tutti Giorni bar.  A ação se dá sem cobrança de ingressos, usando o chapéu como forma de arrecadação, com contribuição mínima de R$ 10.
    Nesse dia será realizada uma campanha para arrecadação de alimentos não perecíveis e agasalhos em bom estado para o Asilo Padre Cacique. As doações serão entregues pelo quarteto, que fará um show especial na instituição. Quase a metade dos idosos internados foram abandonados pela família no local e nunca mais foram sequer visitados pelos parentes.
    Espaço com música
    Idealizado pela jornalista Roberta Amaral, o produtor Marcos Monteiro, do projeto Chapéu Acústico e o músico João Maldonado, o “Jazz na Escadaria” quer ocupar espaços no Centro Histórico de Porto Alegre com música instrumental e envolver pessoas que não tem acesso a outros estilos musicais produzidos por artistas locais.
    “Porto Alegre tem uma riqueza musical em todos os estilos, com shows e eventos acontecendo diariamente, e, muitas vezes, o público desconhece. O Jazz na Escadaria surge com o objetivo de criar um movimento cultural em espaços públicos para que as pessoas conheçam essa riqueza e tenham a oportunidade de participar e interagir, estar perto do artista e conhecer diferentes sonoridades”, explica Maldonado.
    O Jazz na Escadaria vai ocorrer uma vez por mês, com a participação das várias bandas que estão fundamentando esse estilo musical na Capital. A primeira banda a se apresentar, João Maldonado Quarteto, é composta por João Maldonado (piano), Everson Vargas (baixo acústico), Guinter Kramm Junior (sax tenor) e Cesar Audi (bateria). No repertório standards, composições próprias, releituras de clássicos que marcaram a história do rock gaúcho e internacional, como Beatles e Jimi Hendrix.
    SERVIÇO
    Jazz na Escadaria | João Maldonado Quarteto.
    Quando: 27 de julho | Sexta-feira | 20h.
    Local: Escadaria da Borges de Medeiros, próximo ao Tutti Giorni Bar.
    Ingresso: A ação se dá sem cobrança de ingressos, usando o chapéu como forma de arrecadação. Nesse dia será realizada uma campanha para arrecadação de alimento não perecível e agasalho em bom estado ao Asilo Padre Cacique.
     

  • Sopros e percussão, destaques em concerto especial da Ospa

     

    Composições para instrumentos de sopro estão no repertório da programação da Ospa. Foto: Foto: Raquel Laks/Divulgação

    A Orquestra Sinfônica de Porto Alegre apresenta, nesse sábado, 28, às 17h, um concerto especial com repertório voltado para formações de instrumentos de sopro e percussão.
    Sob a regência do maestro Walter Hilgers, que estreia à frente da Ospa, a sinfônica interpreta obras da Era Clássica ao Modernismo que, por apresentarem uma instrumentação diferenciada, não são frequentemente executadas.
    O solista da noite é o violoncelista Diego Schuck Biasibetti.
    O programa inicia com ‘Ouverture pour une Cérémonie pour Cuivres et Batterie’ do compositor Eugène Bozza. Com ritmo marcado, a peça demonstra o estilo refinado das composições francesas do século 20.
    Na sequência, o violoncelista Diego Schuck sobe ao palco para interpretar os solos do ‘Concerto para violoncelo e orquestra de sopros’. De notável dificuldade técnica, a obra é de autoria de Friedrich Gulda (1930-2000) e mescla elementos das músicas populares austríacas com sonoridades do rock e do jazz.
    Formado em violoncelo barroco pela Escola Superior de Artes de Bremen na Alemanha, atualmente Schuck é violoncelista da Ospa, da Orquestra Unisinos-Anchieta e da Orquestra Sinfônica da UCS.
    Também possui formação em regência Coral pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e, desde 2012, atua como regente do Projeto Ópera na UFRGS.
    Para a ocasião do concerto, a sinfônica e o solista interpretam a composição com um arranjo especial, feito pelo maestro Walter Hilgers.
    “Quadros de uma exposição”
    Para finalizar a noite, o último compositor lembrado é Modest Petrovich Mussorgsky (1839-1881), com a sua ‘Quadros de uma exposição’.
    A suíte é uma das peças mais conhecidas do repertório russo e busca retratar a mostra de pinturas e ilustrações do pintor Viktor Hartmann, amigo íntimo do compositor que havia falecido um ano antes. Natural da cidade de Stolberg, na Alemanha, o maestro Hilgers iniciou sua carreira musical como tubista e completou sua formação em tuba, contrabaixo e piano na Universidade de Música de Aechen.
    Como instrumentista, atuou nas filarmônicas de Hamburgo, Viena e na NDR. Na posição de regente, já foi diretor principal da Orquestra Filarmônica de Banatul/Timisoara, diretor artístico e diretor convidado da Orquestra Filarmônica Paul Constantine (România) e, desde 2017, ocupa o cargo de diretor principal da Orquestra Sinfônica Provincial de Santa Fé (Argentina).
    Walter Hilgers (regente – Alemanha)
    Diretor artístico e diretor convidado permanente da Orquestra Filarmônica ‘Paul Constantinescu‘ da cidade de Ploieşti (Romênia) e diretor principal da Orquestra Sinfônica Provincial de Santa Fé (Argentina).
    Diego Schuck Biasibetti (violoncelo – Brasil)
    Violoncelista formado pela Escola Superior de Artes de Bremen (Alemanha), também possui formação em viola e em regência coral.  Atualmente, é instrumentista da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre, da Orquestra Unisinos-Anchieta e desde 2012, atua como regente do projeto Ópera na UFRGS.
    SERVIÇO
    Concerto da Série Pablo Komlós
    Quando: sábado (28), às 17h
    Onde: Sala de Concertos da Casa da Música da Ospa (Centro Administrativo Fernando Ferrari – Avenida  Borges de Medeiros, 1501/Centro, Porto Alegre-RS)
    INGRESSOS
    VENDA ONLINE em www.ospa.org.br
    Valores: R$ 80 (camarote), R$ 40 (plateia) e R$ 30 (mezaninos e balcões), com 50% de desconto para estudantes, seniores e sócios do Clube do Assinante ZH.
    VENDA FÍSICA
    Na bilheteria da Casa da Música da Ospa, no sábado (28), das 14h às 17h

  • “Canela Foto Workshops”: caminhos da fotografia brasileira

    Luiz Carlos Felizardo tem trabalho exposto no evento.

    Higino Barros
    Enquanto outros setores da Comunicação dão sinais de esgotamento material, como as publicações impressas, uma área- a da fotografia, apesar da crise que vive o País , sobrevive bem no mercado e dá sinais de vitalidade.
    Exemplo disso é a realização da XVI Edição do Canela Foto Workshops, que durante três dias, de 26 a 29 próximos, reúne parte da nata da fotografia brasileira com exposições, palestras e novidades para profissionais e amadores.
    No texto abaixo, Fernando Bueno, diretor do Canela Instituto de Fotografia e Artes Visuais, responsável pelo evento, explica o foco e projeto da grande iniciativa, que põe o Rio Grande do Sul, mais uma vez, na vanguarda da fotografia brasileira:
    O projeto Causos
    “Não há dúvidas da importância da fotografia no registro da nossa história. Em mais de um século de existência, a fotografia já faz parte do nosso cotidiano, marca nossas alegrias, conquistas, tragédias, enfim a nossa vida e, portanto, nossa história.
    As fotos fazem parte da nossa memória. São capazes de fazer guerras pararem, tal como a foto de Huy Cong “NIck”Ut , ganhadora do Pulitzer, aquela da menina vietnamita Kim Phuc, correndo nua queimada pelo napalm no Vietnan; ou a da Passeata dos Cem Mil, do mestre Evandro Teixeira, que retratou tão bem a vontade de um povo por liberdade e ajudou a acabar com nossos anos de chumbo. A foto da fotógrafa gaúcha Jaqueline Joner que mostra uma família de colonos na Encruzilhada Natalino, uma família de colonos, faminta, com a mãe já sem leite no peito tentando alimentar um de seus filhos e que provocou solidariedade e doações. Fotografias também podem fazer o bem.
    Por estas e por outras, nós fotógrafos somos grandes contadores de “causos”. Alguns fazem parte da vida do nosso País, outros ficam restritos as mesas dos bares, ou estão nos álbuns de família, mas todos eles fazem parte das nossas histórias.
    Por esta razão, o Canela Instituto de Fotografia e Artes Visuais vai lançar este ano, durante a sua 16ª Edição, um projeto histórico que vai gerar um novo perfil da fotografia contemporânea brasileira. participação do time do Instituto e o apoio da LUX e da Evolution, que acreditaram no projeto, vamos colocar no ar
    Paisagem dos Campos da Serra integra exposição de Fernando Bueno

    CAUSOS+FOTOS+FATOS=HISTÓRIA.
    É um grande projeto que pretende ouvir primeiramente um grupo de 50 fotógrafos brasileiros que irão contar “os causos ” de suas fotografias. A curadoria é do próprio autor. Nossa equipe vai gravar e editar cada Causo em um depoimento do fotografo ao Instituto.
    Iremos disponibilizar o material obtido em um canal do YouTube especialmente criado para o projeto e nas redes sociais do Instituto e do Canela Foto Workshops. Estes depoimentos irão formar um panorama inédito da nossa fotografia e um retrato da nossa identidade e da nossa história.
    Estamos planejando também uma exposição do conjunto das fotos que será exibida na Galeria do Instituto em Canela, conjunto este que será a primeira coleção do Instituto.
    Existe também a ideia de editarmos um ou mais livros com textos e as fotos reunidas no projeto.
    Os episódios serão divulgados de 15 em 15 dias durante um período de 2 anos.
    Nossos primeiros seis convidados são Luiz Carlos Felizardo, Jaqueline Joner e Ruy Varella cujos vídeos passarão durante o evento, e mais, Eneida Serrano, Ricardo Kadão Chaves e Leonid Streliaev- o Uda. Todos os principais fotógrafos gaúchos, estarão ao vivo no CFW contando seu Causos para o público presente.
    O fotógrafo Leonid Streliaev, o Uda, é um dos palestrantes em Canela.

    Ajudados por Roger Lerina, Mozart Mesquita e eu na coordenação dos trabalhos.
    Completando o primeiro grupo de convidados, estamos trazendo a Canela Walter Firmo um dos mais importantes fotógrafos contemporâneos do Brasil.
    Não perca esta oportunidade!
    A entrada e grátis, mas as pessoas estão sendo incentivadas a trazer 1 kg de alimento não perecível que serão doados a ABASC, para ajudar as obras sociais de Canela”
    O Canela Foto Workshops 2018 acontecerá no Grande Hotel Canela, com exposições e atividades no Espaço 273 e na Galeria do Instituto na Casa Francesa.
    SERVIÇO
    26 de julho – Quinta-feira

    • Chegada dos convidados no Grande Hotel Canela.
    • Abertura da Exposição Luiz Carlos Felizardo, no Arte na Cerca, apoio UFRGS.
      Local: Rua Tenente Manoel Corrêa em frente ao Grande Hotel Canela.
    • Abertura Exposição Brasilen – O Rio Grande do Sul na Alemanha, na agencia da Caixa Econômica Federal.
      Local: Rua Felisberto Soares, 160.
    • Abertura da exposição CONVOCATÓRIAS
      – 2016 – Confinadas – De Carlos e Eliane Heuser
      – 2017 – Re-encontro – Jhen Scalco
      Local: Casarão do Grande Hotel Canela

    27 de julho – Sexta-feira

    • 11h 30min – Abertura das exposições no Espaço 273
      Local: Rua Tenente Manoel Corrêa, 273
      Pampa – Paulo Backes
      Invernada  – Fernando Bueno
    • 14h –  Assembléia e posse da nova diretoria do Canela Instituto de Fotografia e Artes Visuais.
      Local: Grande Hotel Canela.
    • 14h – Vivência Fotográficas
      Local: Casarão do Grande Hotel Canela.
    • 19h  – Abertura e Coquetel da Exposição Lunara com apoio do Museu de Comunicação Social Hipólito José da Costa – curadoria de André Severo.
      Local: Galeria do Instituto de Fotografia e Artes Visuais – Rua José Luis Corrêa Pinto, 299.

    28 de Julho – Sábado

    • 9h – Homenagem a Rodrigo Baleia.
      Local: Grande Hotel Canela.
    • 9h 30min – Lançamento do Projeto Relendo Felizardo para a convocatória do Canela Workshop 2019.
      Local: Grande Hotel Canela
    • 10h – Inicio da Programação do Projeto CAUSOS + FOTOS + FATOS = HISTÓRIA
      Apresentação: Fernando Bueno
      Local: Grande Hotel Canela
    • 11h –  Eneida Serrano no Projeto Causos
      Mediação: Roger Lerina
      Local: Grande Hotel Canela
    • 14h 30min – Ricardo Kadão Chaves no Projeto Causos
      Mediação: Enio Martins
    • 15h 30min – Leonid Streliaev (UDA) no Projeto Causos
      Mediação: Fernando Bueno
    • 16h 30min – Walter Firmo no Projeto Causos
      Mediação: Mozart Mesquita
    • 19h  – Coquetel de Lançamento do Livro de Canela 2018

     

    29 de julho – Domingo

    • 9h 30min – Os Caminhos da Cultura na Caixa Econômica Federal, com Gerson Bordignon – Diretor de Marketing da Caixa Econômica Federal.

     

  • Edgar Vasques tem novo livro e exposição para comemorar 50 anos de carreira

    Amigos,

    conforme já tive oportunidade de contar, neste 2018 estou completando 50 anos de atividade profissional.
    Só pra não deixar passar em branco, tenho mais um álbum de tiras do Rango (o décimo sétimo desde que o “Rango 1” foi o campeão da Feira do Livro de Porto Alegre em 1974), e uma programaçãozinha comemorativa.
    O livro chama-se “Crocodilagem – O Brasil Visto de Baixo”,  e reúne 143 tiras, que acompanham as desventuras do país desde 2007 até 2018, e em boa parte foram publicadas no mensário “Extra Classe”, do Sinpro ( Sind. dos Prof.de Esc.
    Particulares do RS).
    A novidade, inédita, é que a maior parte das tiras é colorida. Está no prelo, por conta da L&PM Editores.
    E a programação, até o momento, é a seguinte:
    – 25/agosto/2018, abertura da expo “Edgar Vasques, (1968/2018)
    50 anos pendurado no pincel”, no âmbito do 45° Salão Internacional
    de Humor de Piracicaba (SP) e lançamento do livro;
    – ainda em agosto (data a ser estabelecida), lançamento do livro e
    abertura de exposição dos originais do Rango na Galeria Hipotética
    (P.Alegre);
    – outras sessões de autógrafos ainda em planejamento.
    .
  • Documentários de Joaquim Pedro de Andrade no Museu Iberê Camargo

    No próximo fim de semana, dias 21 e 22 de julho (sábado e domingo), a Fundação Iberê Camargo apresenta uma programação com oficina de escultura para crianças, no sábado, e o Cine Iberê no domingo, com exibição de dois documentários do cineasta Joaquim Pedro de Andrade.
    No sábado, dia 21, às 15h, o Programa Educativo oferece a oficina de escultura Inventando Inutensílios.
    Destinada a crianças entre 8 e 12 anos, a oficina explora os significados das palavras e das coisas e encoraja os participantes a expressar a inventividade para criar esculturas inspiradas em objetos já conhecidos, buscando outros olhares e atribuindo-lhes novos sentidos.
    As inscrições são gratuitas pelo link http://goo.gl/forms/Svp61Cq3zdOPo6EB2  e a atividade tem como ingresso a doação de uma caixa de leite limpa e vazia, para uso nas atividades do Programa.
    No domingo, dia 22, às 16h, o Cine Iberê exibe Couro de Gato (1961) e Brasília: contradições de uma cidade nova (1967) – filmes do cineasta Joaquim Pedro de Andrade, considerado por muitos como o mais autêntico precursor do Cinema Novo.
    A sessão única e gratuita será comentada pelo sociólogo, professor e doutor em Planejamento Urbano, Eber Marzulo.
    A exibição dialoga com a exposição Moderna para Sempre – fotografia modernista brasileira na Coleção Itaú Cultural, em cartaz na Fundação. A curadoria do Cine Iberê é de Marta Biavaschi.
    Com extrema originalidade para tratar os problemas brasileiros, os filmes de Joaquim Pedro de Andrade sobrevivem à mudança dos tempos.
    Em Couro de Gato, o cineasta faz uma observação social contundente, que se une à vertente política de um embrionário Cinema Novo, em um exercício de realismo lírico, síntese de ficção e documentário.
    O filme retrata as peripécias de um grupo de garotos da favela que, por necessidade, roubas gatos para vender seu couro para a fabricação de pandeiros e tamborins para o Carnaval.
    O documentário mostra várias situações em que os gatos são alimentados e capturados. Um dos garotos rouba um gato angorá de uma madame, brinca e divide a sua comida com ele.
    Ele hesita em vendê-lo para o fabricante de tamborins, mas a fome se torna maior que a afeição ao gato.
    Com fotografia de Mario Carneiro, o filme integrou, em 1962, o longa-metragem de episódios Cinco vezes Favela – filme fundador do movimento Cinema Novo no Brasil –, e recebeu o Primeiro prêmio no Festival de Sestri-Levante – Itália, a Menção especial no Festival de Oberhausen (1962), o Prêmio Francisco Serrador, e o Prêmio Governador da Guanabara.
    Em 1995, o filme foi escolhido entre os cem curtas mais importantes que integraram a Mostra Um Século de Curtas, promovida pelo Festival de Clermont-Ferrand, na França.
    Em Brasília: contradições de uma cidade nova, o cineasta apresenta imagens da Capital do País em seu sexto ano de existência e entrevistas com seus diferentes habitantes.
    Uma pergunta estrutura o documentário: uma cidade inteiramente planejada, criada em nome do desenvolvimento nacional e da democratização da sociedade, poderia reproduzir as desigualdades e a opressão existentes em outras regiões do país?
    Com fotografia de Affonso Beato, colaboração no roteiro de Jean-Claude Bernardet e narração de Ferreira Gullar, o filme recebeu o Prêmio Menção Honrosa ao Diretor no Festival de Brasília,1967.
    Joaquim Pedro de Andrade (1932 – 1988) foi diretor de cinema e roteirista, integrante do movimento Cinema Novo.
    Entre 1961 e 1962, dedicou-se aos estudos de cinema em Paris e em Nova York, onde teve aulas de técnicas de cinema direto com os irmãos Albert e David Maysles.
    Entre seus mais importantes filmes, estão: Garrincha Alegria do Povo (1963), O Padre e a Moça (1965), Cinema Novo(1967), Macunaíma (1969), A linguagem da persuasão (1970), Os inconfidentes (1972), Guerra conjugal(1975), O Aleijadinho (1978) e O Homem do Pau- Brasil (1981).
    Eber Marzulo é graduado em Ciências Sociais pela UFRGS, Mestre em Planejamento Urbano e Regional pela UFRGS e Doutor em Planejamento Urbano e Regional pela UFRJ. Sua tese de doutorado é sobre identidade social e territorialidade na modernidade tardia. É professor da UFRGS, nos departamentos de Planejamento Urbano e Regional da Faculdade de Arquitetura e de Desenvolvimento Rural da Faculdade de Ciências Econômicas. Coordena o Grupo de Pesquisa Identidade e Território, com pesquisa em identidade e território / imagem e território.
    A Fundação Iberê Camargo tem o patrocínio de  ItaúGrupo GPSIBMOleoplanAgibankBTG PactualBanrisul e apoio SLC Agrícola, Sulgás e DLL Group, com realização e financiamento do Ministério da Cultura / Governo Federal. A Traduzca e a Alves Tegam apoiam a exposição As Durações do Rastro.

    Serviço:

    Fim de semana na Fundação Iberê Camargo – programação

    Sábado, 21 de julho:
    Das 14h às 19h – visitação às exposições Moderna para Sempre – Fotografia Modernista Brasileira na Coleção Itaú Cultural e As Durações do Rastro – A fotografia de Jordi Burch frente à arquitetura de Álvaro Siza Vieira
    15h – Inventando Inutensílios | Oficina de escultura para crianças de 8 a 12 anos – Inscrições pelo link: http://goo.gl/forms/Svp61Cq3zdOPo6EB2. A atividade tem como ingresso a doação de uma caixa de leite limpa e vazia, para uso nas atividades do Programa Educativo.  Informações: (51)32478001 ou educativo@iberecamargo.org.br
    Domingo, 22 de julho:
    Das 14h às 19h – visitação às exposições Moderna para Sempre – Fotografia Modernista Brasileira na Coleção Itaú Cultural e As Durações do Rastro – A fotografia de Jordi Burch frente à arquitetura de Álvaro Siza Vieira
    16h – Cine Iberê – Couro de Gato (14min, 1961, Brasil) e Brasília: contradições de uma cidade nova (23min, 1967, Brasil), de Joaquim Pedro de Andrade – sessão única e comentada por Eber Marzulo. Entrada franca por ordem de chegada  | Classificação indicativa: 12 anos
     
    Exposição As Durações do Rastro – A fotografia de Jordi Burch frente à arquitetura de Álvaro Siza Vieira
    Exposição de fotografias de Jordi Burch
    Curadoria: Verônica Stigger
    Local: 4º andar
    Período de exibição: de 16 de junho a 5 de agosto de 2018
    Classificação indicativa: Livre
     
    Exposição Moderna para Sempre – Fotografia Modernista Brasileira na Coleção Itaú Cultural
    Curadoria: Iatã Cannabrava
    Local: 2º e 3º andares
    Período de exibição: de 19 de maio a 29 de julho de 2018 – EXPOSIÇÃO PRORROGADA
    Classificação indicativa: Livre
     
    Visitação: sábados e domingos, das 14h às 19h (último acesso às 18h45min). De quarta a domingo, a Fundação Iberê Camargo também atende a grupos agendados. Para fazer um agendamento, basta ligar para o Programa Educativo – 51 3247 8000
    ENTRADA FRANCA
    Endereço: Fundação Iberê Camargo – Avenida Padre Cacique, 2000
    Como chegar:
    A Fundação Iberê dispõe de estacionamento pago, operado pela Safe Park.
    As linhas regulares de lotação que vão até a Zona Sul de Porto Alegre param em frente ao prédio, assim como as linhas de ônibus Serraria 179 e Serraria 179.5. É possível tomá-las a partir do centro da cidade ou em frente ao shopping Praia de Belas. O retorno pode ser feito a partir do Barra Shopping Sul, por onde passam diversas linhas de ônibus com destino a outros pontos da cidade.
    Pedestres e Ciclistas: existe uma passagem para que pedestres e ciclistas possam atravessar a via em segurança. A passarela é acessada pelo portão de entrada do estacionamento. A Fundação também dispõe de um bicicletário, localizado nos fundos do prédio.
     

  • Recital lírico homenageia Décio Andreoti no Capitólio

    Recital em homenagem a Décio Andreoti, com a participação dos cantores Laura de Souza, Juremir Vieira e Angela Diel

    No sábado, 14 de julho, às 11h30, será realizado na Cinemateca Capitólio um recital em homenagem ao professor Décio Andreoti, falecido em março deste ano.

    Décio foi um intelectual, profundo conhecedor de óperas e grande incentivador da arte lírica em nosso Estado.

    O recital será apresentado pelos cantores Laura de Souza (soprano, SP/RS), Juremir Vieira (tenor, AM/RS) e Angela Diel (mezzo soprano), que estarão acompanhados por Liliana Michaelsen (piano).

    Serão interpretadas árias e canções de Giuseppe Verdi (1813-1901), Francesco Cilea (1866-1950), Richard Wagner (1813-1883), Johannes Brahms (1833-1897), Robert Schumann (1810-1856) e compositores brasileiros.

    A Cinemateca Capitólio fica na rua Demétrio Ribeiro, 1085, no Centro Histórico de Porto Alegre. O ingresso é uma doação para os artistas, valor livre. É necessário retirar uma senha 30 minutos antes do início do espetáculo.

    Concertos Capitólio – “Bravo para Décio”: árias e canções

    Recital com Laura de Souza (soprano), Juremir Vieira (tenor),

    Angela Diel (mezzo soprano) e Liliana Michaelsen (piano)

    Dia 14 de julho, sábado, às 11h30

    Obras de Verdi, Cilea, Wagner, Brahms, Schumann, entre outros compositores

    Ingresso: doação para artistas, valor livre (retirar senha 30 min antes)

    Local: Rua Demétrio Ribeiro, 1085 (Centro Histórico de Porto Alegre)

  • Série "La Guitarra" apresenta recital de Marcos Araújo na Casa da Música

    Neste domingo, 15 de julho, às 18h, o violonista Marcos Araújo apresenta um recital com obras de Johann Sebastian Bach (1685-1750), Antonio Lauro (1917-1986), Antonio Ruiz-Pipó (1934-1997), Mario Castelnuovo-Tedesco (1895-1968) e Benjamin Britten (1913-1976).
    A apresentação faz parte da Série La Guitarra Casa da Música Poa. O ingresso é uma doação para o artista, valor livre. A Casa da Música Poa localiza-se na Rua Gonçalo de Carvalho, 22, próximo ao Shopping Total.
     
    Série La Guitarra Casa da Música Poa
    Recital de violão com Marcos Araújo
    Dia 15 de julho, domingo, às 18h
    Obras de Bach, Lauro, Ruiz-Pipó, Castelnuovo-Tedesco e Britten
    Ingresso: doação para o artista, valor livre
    Local: Rua Gonçalo de Carvalho, 22
     
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    Programa
     
    Johann Sebastian Bach (1685-1750)
    – Suite III BWV 995 for lute
    Prelude
    Allemande
    Courante
    Sarabande
    Gavotte 1 and 2
    Gigue
     
    Antonio Lauro (1917-1986)
    – Suite Venezolana
    Registro (Preludio)
    Danza Negra
    Canción
    Vals
     
    – Seys por derecho (Joropo)
     
    Antonio Ruiz-Pipó (1934-1997)
    – Canción y Danza nº 1
     
    Mario Castelnuovo-Tedesco (1895-1968)
    – Tarantella Op. 87b
     
    – Sonatine pour flûte et guitare Op. 205*
    I. Allegretto grazioso
    II. Tempo di Siciliana
    III. Scherzo-Rondo. Allegro con spirito
     
    *Participação especial: Dainer Schmidt (flauta transversa)
     
    Benjamin Britten (1913-1976)
    – Nocturnal Op. 70
     
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    Biografia
     
    Marcos Araújo (Ph.D. Performance Musical) é professor adjunto no Departamento de Música do Instituto de Artes da UFRGS. Atuando principalmente como professor de performance musical, sua pesquisa possui ênfase na prática musical e bem-estar do músico, incluindo processos cognitivos e afetivos subjacentes à preparação da performance. Além de ter apresentado comunicações em conferências internacionais de performance na Europa, Marcos tem sido frequentemente convidado a ministrar cursos de aperfeiçoamento em performance musical em conservatórios no Brasil e em Portugal. Paralelo à carreira docente e de pesquisa, Marcos tem realizado concertos solo e com grupos desde os seus 15 anos, tendo atuado em alguns dos principais programas de radio e televisão do sul do Brasil, e em países como Portugal e Inglaterra. Em 2009, realizou uma série de 12 concertos na International Beatles Week Festival (Liverpool, UK). Foi vencedor do concurso Jovens Solistas da Orquestra SESI- Fundarte.
     

  • Grupo Cerco celebra seus dez anos com "Arena Selvagem"

    Grupo Cerco de teatro celebra seus 10 anos de existência e o 50º aniversário do Teatro de Arena com o espetáculo Arena Selvagem, criação coletiva com direção de Inês Marocco.

    A temporada inicia no dia 13 de julho, se estendendo até 5 de agosto, nas sextas e sábados, às 20h e domingos, às 18h. A entrada é franca.

    Nos dias 3 e 4, o espetáculo terá sessões acessíveis com tradução para LIBRAS e audiodescrição. Também integra a programação oficina de teatro e bate-papo sobre o processo de criação.

    O que é ser selvagem?

    Neste espetáculo, o Grupo Cerco convida a entrar em uma arena onde seres humanos encontram-se com sua animalidade. A cidade e a selva. A opressão e a liberdade. O instinto e a sobrevivência.

    Em meio à artificialidade que criamos para nos diferenciar entre nós e dos outros animais, nossos corpos revelam que essas mudanças são superficiais diante da força da nossa natureza.

    Arena Selvagem foi construído através de pesquisa do grupo Cerco no Centro de Documentação e Pesquisa em Artes Cênicas do Teatro de Arena, que conta com textos dramáticos, muitos oriundos do antigo Departamento de Censura da Polícia Federal, livros de artes cênicas e videoteca.

    Além dos textos teatrais, o espetáculo reúne conteúdos científicos, fragmentos de contos e cenas criadas pelo elenco. Oito atrizes e atores revezam-se em cena entre diversas personagens, executando, inclusive, trilha sonora autoral.

    SERVIÇO:

    Espetáculo Arena Selvagem | Grupo Cerco

    De 13 de julho a 05 de agosto; sextas e sábados às 20h e domingos às 18h

    Teatro de Arena (Av. Borges de Medeiros, 835)

    Classificação etária: 16 anos

    Entrada Franca: distribuição de senhas uma hora antes das apresentações.

    (Com informações da Assessoria de Imprensa)