Categoria: HOTSITE JÁ Cultura

  • Octeto de Cordas da Ospa toca Mendelssohn e Shostakovic, na Pinacoteca do Margs

    No dia 24 de junho, domingo, às 17h, o Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli (MARGS) volta a receber evento da Série Música de Câmara, da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (Ospa). Será o primeiro recital da Temporada 2018 da Ospa no MARGS. O Octeto de Cordas da orquestra apresenta um programa especial para a formação com peças de Mendelssohn e Shostakovich.
    O grupo é formado por Ariel Polycarpo (violino), Brigitta Calloni (violino), Leonardo Bock (violino), Danilo Campos Vieira (violino), Gabriel Polycarpo (viola), Gabriela Vilanova (viola), Diego Schuck Biasibetti (violoncelo) e Rodrigo Alquati (violoncelo) – eles são músicos da sinfônica de diferentes gerações, e mantêm intensa atuação em outras orquestras e formações instrumentais pelo Rio Grande do Sul. A entrada é franca.
    Sobre o programa
    O recital começa com Octeto para Cordas em Mi bemol maior, Op. 20” de Felix Mendelssohn (1809 – 1847). Escrita ainda na adolescência do compositor alemão, é uma de suas mais importantes peças de música de câmara. Foi inspirada em Fausto de Johann Wolfgang von Goethe, poema trágico que figura entre as obras-primas da literatura germânica.
    Na sequência, os músicos apresentam “Duas peças para Octeto de Cordas, Op. 11, do russo Dmitri Shostakovich (1906 – 1975), obra que aponta para as tendências modernistas que o compositor começava a assumir.
    Quem for ao recital poderá visitar, também, as exposições em cartaz no museu: “Imáginários Tangíveis” (na Galeria Aldo Locatelli), e “Xilos de Arlete Santarosa” (na Galeria Oscar Boeira).
    Recital da Ospa | Série Música de Câmara
    Quando: 24 de junho, domingo
    Horário: 17h
    Local: MARGS – Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli (Praça da Alfândega, s/nº)
    ENTRADA FRANCA
  • Três etapas da gravura de Arlete Santarosa, em grande estilo, no Margs

    Xilogravura da série “O Pequeno Príncipe”, de Arlete Santarosa/ Divulgação

    O Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli apresenta a exposição “XILOS”, de Arlete Santarosa, no dia 19 de junho, às 19h, com entrada franca. A mostra, com curadoria de André Venzon, pode ser visitada de 20 de junho a 12 de agosto de 2018, na galeria Oscar Boeira do MARGS. São cerca de 50 xilogravuras que abordam três etapas distintas em sua carreira: Cenas da Cidade; Releituras de Dürer e interpretação do livro “O Pequeno Príncipe”, de Saint Exupéry.
    Contando 30 anos de sua trajetória artística, como uma das principais xilogravadoras gaúchas, a artista apresenta ao público, em suas obras, a cidade de Porto Alegre de uma maneira racional e ao mesmo tempo poética. Ou quando faz as “Releituras de Dürer”, amplia o desafio de uma nova tradução do maior gravador de todos os tempos. E ainda, quando interpreta o “Pequeno Príncipe” consegue revelar traços inexplorados da obra de Saint Exupéry com gravuras coloridas.
     Tiragem limitada
    Na abertura, será lançado um livro de artista, com tiragem limitada de dez exemplares inéditos e assinados, para colecionadores e apreciadores da xilogravura, executados manualmente nesta técnica. Juntamente será lançada a sua versão impressa e a artista estará disponível para autógrafos. As duas publicações estarão à venda na abertura do evento.
    A exposição tem a curadoria de André Venzon que comenta sobre as gravuras de Arlete Santarosa: “Diante das suas obras observamos grandes e pequenas áreas ocupadas com uma profusão de texturas. Seu repertório de superfícies guarda uma diversidade difícil de se igualar. Tal riqueza expressiva é resultado de muitos anos de dedicação em que encontrou através do entalhe o que desejava da matriz.”
    A exposição pode ser visitada de terças a domingos, das 10h às 19h, com entrada gratuita. Visitas mediadas podem ser agendadas pelo e-mail educativo@margs.rs.gov.br.
     
    Arlete Santarosa completa 30 anos de trajetória artística/ Divulgação

     
    TEXTO DA ARTISTA- O DESAFIO DA XILOGRAVURA
    “Gravura é uma verdadeira construção física e mental. Exige “cozinha” para a técnica e materiais a serem utilizados e linguagem visual e poética. Gravar é fruto de demorada reflexão e conhecimento profundo da matéria. Há todo um tempo a ser respeitado para a sua construção, onde os processos de pensar e fazer são tão importantes quanto a obra final. A imagem invertida, o veio da madeira, as marcas do corte das goivas são os primeiros desafios na execução de uma matriz. Neste embate, a técnica, a resistência da madeira, a textura, o claro/ escuro exigem muita concentração e sensibilidade. Na sequência final, a impressão da imagem é acompanhada do fator surpresa e desta lenta tarefa, surge a xilogravura. Tudo forma um mosaico, um trabalho amoroso de intensa atividade mental, força e significados.
    Nesta exposição, abordo três fases da minha trajetória de mais de 30 anos: Cenas da Cidade; Releituras de Dürer e interpretação do livro “O Pequeno Príncipe”, de Saint Exupéry.
    A primeira, a série “Cenas da Cidade”, xilogravuras em preto e branco, vem sendo feita desde os anos 90. Elementos da paisagem de Porto Alegre, da memória e da relação afetiva com a cidade compõem um conjunto de xilogravuras que falam dos lugares, das árvores, das ruas, dos monumentos, da intensa circulação de carros e pessoas, dos prédios antigos, dos edifícios da nossa Capital.
    Em “Releituras de Dürer”, em P X B, busco o desafio de traduzir em xilogravura, dez obras do maior gravador de todos os tempos que continuam a causar reflexos, até os dias de hoje.
    Na interpretação do livro “O Pequeno Príncipe”, arrisco um novo olhar sobre ilustrações de um dos livros mais lidos e relidos mundialmente. São seis xilogravuras coloridas, onde cinco delas foram realizadas na técnica da matriz perdida e uma em preto e branco e Chiné-collé.”
    Será lançada nesta exposição, ainda, uma pequena edição de dez livros feitos em xilogravura e capa artesanal, editado e assinada, juntamente com sua edição impressa.
    Arlete Cousandier Santarosa
    Artista plástica e professora.
    TEXTO DO CURADOR
    “Na convivência, o tempo não importa. Se for um minuto, uma hora, uma vida.
    O que importa é o que ficou deste minuto, desta hora, desta vida…
    Lembra que o que importa é tudo que semeares colherás.
    Por isso, marca a tua passagem, deixa algo de ti…
    do teu minuto, da tua hora, do teu dia,
    da tua vida.”
    (Mario Quintana)
     
    “Entre as paredes desta sala, apoderam-se de nós as impressões de uma cidade, do Velho Mundo a criança que nos habita… A exposição XILOS reúne um significativo e representativo conjunto de trabalhos da artista Arlete Santarosa. Do encontro entre a artista e o curador, desenvolveu-se um diálogo e uma investigação colaborativa. Conhecer em escala e profundidade a obra da artista se revelou um inventivo encontro com a milenar técnica da xilogravura. Em sua produção artística é possível perceber, além da qualidade das narrativas visuais, a habilidade no uso das goivas ─ instrumentos empregados para escavar a base de madeira usada como matriz ─ e o diálogo com os seus traços é como aprender a falar outra língua, tão misteriosa quanto instigante.
    Assim a base de madeira de onde nasce a xilogravura, como a folha em branco para o desenho, a tela para a pintura, ou ainda o bloco de mármore para a escultura, remete-nos solidariamente ao início, ao ponto de partida para todo artista, quando a única coisa que havia era um nada que, de repente, se transmuta em alguma coisa, antes não existente. Nossa admiração é ainda maior ao nos questionarmos como consegue a artista criar sua obra feita com um material tão disponível, qual a força e perseverança que a habilitou para isso? Enquanto até a cidade e o ser humano findam, a arte resiste a todos os tempos, é algo que se alimenta da natureza, tanto nos materiais quanto na
    inspiração, para se tornar eterno como o céu, a terra, o mar, o sol, a lua e os astros. A arte nasce do nada e sobrevive aos tempos.
    Arlete Santarosa tem esta consciência e, como artista e professora, orienta-nos através das suas impressões a olhar para uma matriz, a compartilhar da sua experiência em uma oportunidade maravilhosa de aprendizado. O livro de artista desenvolvido especialmente para a exposição no MARGS, racionaliza a técnica da xilogravura sem dispensar a poesia. Ao afirmar que “há lugar para todos se expressarem” renova seu compromisso com a educação através da arte e do potencial emancipatório que esta prática concede ao ser humano.
    Diante das suas obras observamos grandes e pequenas áreas ocupadas com uma profusão de texturas. Seu repertório de superfícies guarda uma diversidade difícil de se igualar. Tal riqueza expressiva é resultado de muitos anos de dedicação em que encontrou através do entalhe o que desejava da matriz. Todavia, a cada nova impressão, a artista ainda pode descobrir não ter chegado aonde queria, encontrando estas vastas e lindas oportunidades que o suporte lhe oferece. A larga produção, que demanda muitas e repetidas impressões, tornou-lhe uma referência indispensável no exercício da xilogravura.
    Planejar um obra como as da série de paisagens de Porto Alegre, por exemplo, ademais do imaginário urbano que reside na memória da artista, exigiu-lhe sempre pensar, na setorização, lembrar dos componentes e dos recursos disponíveis na matriz. Entender que isso é um relevo, que pode ser visto como uma pequena escultura, no sentido de que gravar, é um ofício de dar forma à madeira. É tirar do sólido a forma desejada, descobrir o que há dentro, explorar os recursos do desenho e da talha, onde quanto mais se busca, mais se encontra a luz branca que a matriz escura guarda.
    A xilogravura é isto: a escolha que se faz, do predomínio de mais preto, ou não, como essas áreas de luz e sombra interagem, onde aparecem espaços, ou texturas. A matriz escura contém guardada o desenho dentro dela. O papel da gravadora, então, é
    encontrar o melhor diálogo com seus anseios criativos e as ferramentas para conseguir o que ela deseja dessa matriz, que guarda todas as possibilidades de imaginação.
    Santarosa aprimorou ao longo de três décadas seu processo poético e de impressão ao desenhar e entalhar a cidade de Porto Alegre, que é a melhor metáfora da sua busca incessante para atingir a maestria no ofício da arte da xilogravura, generosamente aqui representada. Parte desta exposição tem o propósito também de expor dois álbuns inéditos ao público: das releituras do artista Albrecht Dürer, expoente do Renascimento Alemão; e das ilustrações a partir do livro O Pequeno Príncipe, do francês Antoine Saint-Exupéry, com apresentação de Armindo Trevisan.
    Enquanto no primeiro, a ilustração clássica exercita o preto e branco da matriz, no segundo, a criação contemporânea leva a artista a explorar mais os recursos da cor para criar o efeito único destes últimos trabalhos. Nestas obras mais recentes Arlete Santarosa alcança a grandeza de utilizar suas imagens junto às palavras para facilitar o entendimento e a interiorização dos temas abordados, popularizando cada vez mais a técnica da xilo. O resultado desta poesia visual cuidadosamente planejada, com símbolos e objetos das histórias, mantém uma alta fidelidade das gravuras aos conceitos e passagens contidos nos textos estudados”.
    André Venzon
    Artista visual, curador e gestor cultural
    Mestrando em Poéticas Visuais pelo PPGAV – UFRGS.
    Xilogravura de Arlete Santarosa/Divulgação

    SERVIÇO
    Lançamento da exposição XILOS de Arlete Santarosa e livro de artista
    Artista: Arlete Santarosa
    Curador: André Venzon
    Abertura: Dia 19 de junho, terça-feira, às 19h
    Visitação: De 20 de junho a 12 de agosto, de terças a domingos das 10h às 19h
    Local: Galeria Oscar Boeira do MARGS
    Lançamento de livro e sessão de autógrafos
    Livro de artista – tiragem limitada de dez exemplares inéditos e assinados: R$ 300,00, o exemplar
    Versão impressa do livro: R$ 80,00 o exemplar
    ENTRADA FRANCA
     
     
     
     
     
     
     

  • Trombonista húngaro é o destaque em concerto da Ospa

    O húngaro György Gyivicsanum dos mais notáveis nomes do trombone no cenário internacional da música de concerto, está vindo pela primeira vez à Capital gaúcha, a convite da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (Ospa). No dia 23 de junho, sábado, às 17h, ele se apresenta como solista em concerto regido pelo maestro Evandro Matté, diretor artístico da sinfônica.
    A Casa da Música da orquestra recebe o evento, que tem no programa obras de Roland Szentpáli, Paul Dukas e Franz Liszt, além da estreia latino-americana da composição “The Debbie Friedmann Suite”, viabilizada pela Sociedade Israelita Brasileira de Cultura e Beneficência (SIBRA). Os ingressos estão à venda por valores entre R$ 30 e 80 em www.ospa.org.br ou podem ser adquiridos no local, no dia do evento, das 14 às 17h.
    Premiado no prestigiado concurso internacional “Città di Porcia” (2003), Gyivicsan integra o Slokar Quartet, foi membro de orquestras como a Sinfônica da Rádio de Berlim e a Filarmônica do Qatar e atua como professor na Universidade de Szeged. Ele fará os solos de “Pearls II” do compositor contemporâneo Szentpáli, também húngaro.

    Casa de Música da Ospa / Maí Yandara / Divulgação

    MASTER CLASS – György Gyivicsan ministrará masterclass gratuita, aberta ao público, voltada a trombonistas, no dia 21 de junho, quinta-feira, às 14h, na Casa da Música da Ospa. A promoção é da Escola de Música da Ospa.
    SERVIÇO
    Concerto da Ospa | Série Pablo Komlós
    Quando: 23 de junho, sábado;
    Horário: 17h;
    Local: Sala de Concertos da Casa da Música da Ospa (Centro Administrativo Fernando Ferrari – Av. Borges de Medeiros, nº 1501/Centro, Porto Alegre-RS)
    INGRESSOS
    Valores: R$ 80 (camarote), R$ 40 (plateia) e R$ 30 (mezaninos e balcões), com 50% de desconto para estudantes, seniores e sócios do Clube do Assinante ZH, e 20% de desconto para titulares do cartão Zaffari Bourbon.
     

  • Exposição com dez esculturas revela os "Imaginários Tangíveis"

    A exposição “Imaginários Tangíveis” abre no Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli , no dia 19 de junho, às 19h. A mostra, com curadoria de Mélodi Ferrari, pode ser visitada de 20 de junho a 2 de setembro, na galeria Aldo Locatelli. São dez esculturas do acervo do MARGS que ilustram a passagem de imagens do inconsciente, materializadas em obras de arte. A exposição pode ser visitada de terças a domingos, das 10h às 19h, com entrada gratuita.
    Referências do imaginário

    Obra de Roberto Cidade – Cristo nosso de cada dia/ Divulgação

    A proposta da exposição “Imaginários Tangíveis” é trazer um recorte do acervo do MARGS a partir das obras de escultura que possuem um caráter fantástico em sua composição. Fantástico no sentido de apresentar elementos formais que nos levam a interpretá-las como uma espécie de arte mágica, carregada de símbolos e imagens que constituem nossa cultura, que transpõem as fronteiras da religião, da natureza, do cotidiano, do folclore e da literatura, presentes na memória coletiva. Apesar de partilharmos de uma mesma identidade imagética, cada um interpreta a obra de arte de uma maneira distinta. “Imaginários Tangíveis” é um convite para compartilhar esses significados, explorando novas maneiras de sentir o mundo.
    A galeria Aldo Locatelli é o espaço dentro do MARGS dedicado a exposições temporárias do acervo do museu. A proposta curatorial da exposição Imaginários Tangíveis é trabalhar com o tridimensional de forma inédita, abordando o universo fantástico dentro das artes visuais. Referências provenientes da natureza, da literatura, da religião e da cultura popular estão presentes nas obras selecionadas, abrindo caminhos para que o público reinterprete conceitos e símbolos.
    SERVIÇO
    Imaginários Tangíveis
    Curador: Mélodi Ferrari;
    Abertura: 19 de junho (terça), às 19h;
    Visitação: 20 de junho a 2 de setembro;
    Local: Galeria Aldo Locatelli;
    Entrada Franca.

  • Com Bibi Jazz Band, noite de musicalidade e encanto no Chapéu Acústico

    Higino Barros
    Um lugar lindo e de ótima acústica, a Biblioteca Pública Estadual. Um repertório de jazz cantante e dançante dos anos 1920 a 1940, com o melhor de Irving Berlin, Cole Porter, Duke Wellington e outras bambas da canção norte-americana. E uma cantora de nível internacional, Bibi Blue, acompanhada por ótimos músicos da Jazz Band, fizeram a programação do projeto Chapéu Acústico, no Dia dos Namorados, uma noite prazerosa como poucas e inesquecível para os casais e público geral que foram ao local.
    Com presença de cena impecável, voz de tonalidade aguda, quase aveludada e cantando um repertório de clássicos gravados originalmente por gente como Frank Sinatra (seu preferido), Ella Fitzgerald, Billie Holliday e outros cantores consagrados, a uruguaia Bibi, foi uma agradável surpresa para a maioria do público presente à biblioteca.

    A cantora Bibi Blue / Tânia Meinerz/ JÁ

    Foi garimpada pelo curador do projeto Chapéu Acústico, Marcos Monteiro, através da internet. “Algumas vezes garimpo os artistas nas redes sociais, outros me procuram. No caso desse pessoal, eles me foram recomendados por outros músicos também”, conta Monteiro.
    A Bibi Jazz Band tem sua base em Caxias do Sul, foi formada em 2016 e tinha feito, até agora, três apresentações em casas noturnas de Porto Alegre. Seus instrumentistas são André Viegas (guitarra), Marcelo Fabro (piano), Rodrigo Arnold (contrabaixo acústico) e Mateus Mussatto (bateria).
     
     
    Som dos instrumentos
    O grupo apresenta cancões clássicas do jazz / Tânia Meinerz/JÁ

    Na apresentação da biblioteca, nos fundos do auditório, o som dos instrumentos soava meio embolado e a voz da cantora um pouco baixa. Já na parte da frente o som todo saía límpido e claro, um detalhe que não passou desapercebido aos músicos e ao produtor.
    O guitarrista André Viegas comentou que amigos dele, músicos presentes ao show, fizeram o mesmo comentário. Marcos Monteiro explicou que às vezes a acústica da Biblioteca funciona à perfeição e em outras ocasiões, principalmente com instrumentos eletrificados, registra alterações. “Teria que se dispor de caixas de som em posições suspensas cruzadas, mas como o prédio é tombado, não dá para fazer nenhuma intervenção como essa”, explica.
    A cantora Bibi nasceu no Uruguai / Tânia Meinerz/JÁ

    Fora o detalhe, a apresentação da Bibi Jazz Band, provocou uma hora e meia de encantamento e deleite ao público, numa noite fria e chuvosa em Porto Alegre e com vários apelos românticos nos lugares de entretenimento da cidade. Na Biblioteca Central, graças ao Chapéu Acústico, teve romance, leveza, música de altíssima qualidade e um grupo que merece ser visto e conhecido por um público maior, além da cena habitual do jazz gaúcho. Volte sempre e logo, Bibi Jazz Band.
     
     
     
     

  • Músicos gaúchos se reúnem para comemorar os 50 anos do Teatro de Arena

    Dando continuidade às comemorações dos seus 50 anos, o Teatro de Arena reúne no dia 15 de junho (sexta-feira) músicos gaúchos para um grande encontro e confraternização com o público. O evento Arena Musical inicia às 18h, com vários shows na Arena, encerrando às 22h com uma roda de Samba do Irajá, na frente do teatro, na escadaria da Borges de Medeiros.
    Será usado o chapéu como forma de arrecadação, com contribuição mínima de R$ 10. Toda a renda será revertida às obras de melhoria do Teatro de Arena.
    Entre os artistas confirmados estão Ian Ramil, Lu Barros, os pianistas Arthur de Faria, Luiz Mauro Filho e Tonda Pecoits, Nelson Coelho de Castro, Gelson Oliveira, Raul Ellwanger, Ernesto Fagundes, Pedrinho Figueiredo, as bandas Roda Viva e Girando a Roda e o Garotos da Rua King Jim e o TNT João Maldonado, que vão tocar juntos sucessos das bandas. O teatro disponibilizará mesas e um espaço de alimentação e cerveja artesanal para o público curtir a noite.
    “Será um momento de confraternização e de muita música com artistas da cena local que abraçaram nosso projeto para que o Teatro de Arena continue sendo o palco de todos. São 50 anos de resistência cultural e de trabalho para que os gaúchos continuem ocupando o espaço e fazendo arte”, diz Clóvis Rocha, diretor do Arena e do Instituto Estadual de Artes Cênicas (IEACen).
    SERVIÇO
    Arena Musical
    Quando: 15 de junho | Sexta-feira;
    Hora: 18h às 23h;
    Local: Teatro de Arena (Avenida Borges de Medeiros, 835– Escadaria da Borges de Medeiros – Centro Histórica)
    Ingresso: Será usado chapéu como forma de arrecadação, com contribuição mínima de R$ 10.

  • Sapato Florido

    Crianças e adolescentes de 5 a 14 anos já podem se inscrever na para a oficina de música Cantando, dançando e aprendendo sobre MPB e Folclore Musical Regional Brasileiro da Sapato Florido, na Casa de Cultura Mario Quintana (CCMQ). Ministrada pela educadora musical Adriana Souza, a oficina é gratuita. As aulas iniciam dia 20 de junho e vão ocorrer até setembro, às quartas-feiras, das 9h30 às 11h30 e das 14h30 às 16h30, na Sala Sapato Florido (5º andar da CCMQ). As inscrições devem ser feitas pelo e-mail.
    A oficina incentiva os participantes a desenvolverem sua capacidade de improvisação do movimento através da emoção que a música desperta em cada um. “Fazemos uma viagem desde os primórdios da música, passando pela música clássica, indígena, pela evolução da música no século 20 até os dias de hoje”, explica Adriana.
    Segundo a oficineira, para uma melhor assimilação do conteúdo, o trabalho é feito através do canto e da dança pelo tema proposto. “Também sempre assistiremos a vídeos relacionados a cada tema musical, para que as crianças desenvolvam uma memória visual musical relacionada a cada artista e seu estilo musical diferente que aprenderem. Vamos ‘teatralizar’ os personagens inseridos nas letras de cada música, buscando assim melhor memorização do aprendizado e da vivência musical”, pontua.
    Sobre Adriana Souza
    Educadora musical com formação no Projeto Prelúdio da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs) – cordas, sopro, percussão e teoria musical. Possui formação em dança com João Luiz Rolla, Tony Seitz Petzhold, Victória Milanez, entre outros profissionais do ballet clássico e de técnicas da dança moderna. Pesquisadora do folclore musical regional brasileiro, da música universal e suas manifestações culturais.
    Serviço
    Oficina: Cantando, dançando e aprendendo sobre MPB e Folclore Musical Regional Brasileiro
    Início: 20 de junho| Quartas-feiras
    Horário: das 9h30 às 11h30 e das 14h30 às 16h30
    Local: Sala Sapato Florido | 5º andar da CCMQ (Rua dos Andradas, 736)
    Inscrições: adriana.banana2015@gmail.com

  • Lançamento do site Amajazz tem convidados para a primeira Amajam

    O jornalista Márcio Pinheiro lança oficialmente nessa sexta-feira, 08/06, o site AmaJazz com um encontro de apaixonados por jazz, convidados revirando a biografia de seus ídolos e música ao vivo. O 1º AmaJam ocorre às 20h, no Bar La Vita È Bella, com ingressos a R$ 20,00 no local.

    João Maldonado Quarteto / Roberta Amaral / Divulgação

    A canja do AmaJam será de João Maldonado Quarteto, com um repertório jazzístico com composições próprias, standars e releituras de clássicos do rock nacional e internacional. O quarteto é formando por Maldonado (piano) Everson Vargas (contrabaixo), Cesar Audi (bateria) e Gunter Kramm Junior (sax tenor).

    A ideia do site é reunir textos, fotos, sons e colunas escritas por colaboradores que se interessam pelo assunto. “Era um plano que eu tinha há muito tempo que agora ganha vida, principalmente pela colaboração de pessoas como a jornalista Cássia Zanon, que desenvolveu o site, e de Fraga, grande jazzeiro, que criou o logo e vai colaborar com ilustrações”, conta Márcio.

    SERVIÇO
    1º AmaJam – AmaJazz com Márcio Pinheiro e convidados.
    Quando: 8 de junho | Sexta-feira.
    Horário: 20h.
    Local: Bar La Vita È Bella -Rua Dona Leonor, 45 – Bairro Rio Branco
    Ingressos: R$ 20,00.

  • Gastronomia, jazz e teatro na programação semanal do Instituto Ling

    INSTITUTO LING
    AGENDA SEMANAL
    Instituto Ling
    06.06
    CONSERVAS ARTESANAIS
    E ANTEPASTOS

    GASTRONOMIA
    As conservas artesanais e os antepastos são práticos e fáceis de se preparar e servem como deliciosas opções de entrada. Além disso, são alimentos muito benéficos à saúde, especialmente quando preparados de maneira artesanal. Nesse encontro, o Chef Pedro Mattos vai ensinar receitas práticas e saborosas para prepararmos deliciosas entradinhas em casa, dividindo segredos sobre técnicas de conservação para o melhor aproveitamento dos alimentos.
    Instituto Ling Quarta-feira – 19h Instituto Ling Mais informações
    06.06
    DUETTO DA VIDA
    MÚSICA E LITERATURA
    De forma interativa, leve e ao mesmo tempo profunda, o músico português Gil do Carmo e o escritor brasileiro Gabriel Carneiro Costa promovem um encontro entre som e literatura. Na próxima quarta-feira, às 19h30, os artistas trazem para o palco do Instituto Ling diversas provocações e canções a respeito de quem somos diante da vida.
    Instituto Ling Quarta-feira – 19h30 Instituto Ling Mais informações
    07.06
    AUDIÇÕES COMENTADAS DE JAZZ – PAT METHENY
    MÚSICA
    Pat Metheny é o guitarrista mais premiado da história e reinventou o uso da guitarra no Jazz. Seu primeiro álbum, lançado em 1974, já prenunciava a trajetória que o tornaria referência na música instrumental. Entre curiosidades e boas histórias de sua carreira, destaque para a composição “Minuano”, que homenageia o vento gelado tão conhecido por nós gaúchos. Nessa edição das Audições Comentadas de Jazz, o jornalista Paulo Moreira vai nos contar detalhes sobre a trajetória e as criações de Pat Metheny, com direito a canja musical ao vivo: o guitarrista Antonio Flores e os músicos Caio Maurente (baixo), Bruno Coelho (percussão), Sandro Bonato (bateria) e Cristian Sperandir (piano) vão interpretar os sucessos da fase Pat Metheny Group.
    Instituto Ling Quinta-feira – 19h30 Instituto Ling Mais informações
    08 e 09.06
    PONTO DE TEATRO – ABOBRINHAS RECHEADAS: REI ROBERTO
    TEATRO
    A Macarenando Dance Concept estreia no dia 08 de junho seu mais novo espetáculo no Instituto Ling: Abobrinhas Recheadas: Rei Roberto. A montagem é uma homenagem à obra do compositor e cantor Roberto Carlos. Primeiro Stand-Up Dance Comedy do RS, “Abobrinhas Recheadas” é um espetáculo de Dança e Comédia criado a partir do jogo coreográfico “Dance a Letra”, em que as coreografias são desenvolvidas a partir de pesquisa de gestos literais de letras de músicas populares. A edição inédita “Rei Roberto” é a terceira produção do grupo neste formato.
    Instituto Ling Sexta-feira – 20h e Sábado – 18h Instituto Ling Mais informações
    08, 11 e 19.06
    PONTO DE TEATRO –
    OFICINA DE CRÍTICA TEATRAL

    ARTE
    Esta edição da oficina de crítica teatral do Ponto de Teatro vai analisar o espetáculo “Abobrinhas Recheadas: Rei Roberto”. A atividade, com coordenação do jornalista Renato Mendonça, é gratuita e sem pré-requisitos. Através de teoria e prática, os alunos vão compreender o processo de escrita da crítica teatral e por fim, escrever seus próprios textos que serão publicados na página oficial do Instituto Ling.
    Instituto Ling Sexta, segunda e terça-feira – 19h Instituto Ling Mais informações
    09.06
    LANÇAMENTO DO LIVRO
    “HABANA BLUES E OUTRAS CORES”

    LITERATURA
    O lançamento e sessão de autógrafos do livro “Habana Blues e outras cores”, da fotografa Ana Alegria acontece na manhã do próximo sábado, na Loja “Pra Presente”. A publicação conta com fotos e poemas da artista plástica. São 90 fotos feitas por Ana em diferentes viagens a Havana, cidade onde viveu durante um tempo e poemas também foram escritos pela fotógrafa em diferentes ocasiões.
    Entrada franca!
    Instituto Ling Sábado – 11h Instituto Ling Mais informações
    09.06
    CULINÁRIA INFANTIL –
    FESTA NA ROÇA

    PROGRAMAÇÃO INFANTIL
    A professora Graciela Martins comanda esta oficina especial, com cheiro e sabor de festa junina! Os pequenos vão conhecer os ingredientes típicos dessa festa popular e colocar a mão na massa para o preparo de receitas tradicionais e deliciosas. Serão quatro receitas preparadas ao longo da tarde do próximo sábado: paçoquinha de colher, bolo de milho e coco, pinhão vestido para festa e o quentão sem álcool.
    Instituto Ling Sábado – 15h Instituto Ling Mais informações
    PRÓXIMOS EVENTOS
    HISTÓRIA
    A ROTA DA SEDA
    MÚSICA
    GEOGHEGAN, TORO
    & TERIACA
    TEATRO
    PONTO DE TEATRO
    ABOBRINHAS RECHEADAS: REI ROBERTO
    Dias 14 e 21.06 – 19h30 Dia 14.06 – 20h Dias 15.06 – 20h
    e 16.06 – 18h
  • Célia e Celma: um show para comemorar 50 anos de carreira

    TÁRIK DE SOUZA
    As gêmeas cantoras Célia e Celma, nascidas em Ubá, Minas Gerais, celebraram 50 anos de carreira no dia 6 de junho, no Teatro Itália, em São Paulo, no show “Duas vidas pela arte”, com participações de Claudette Soares, Renato Teixeira, Wilson Simoninha, As Galvão, Altemar Dutra e o maestro Aluizio Pontes, diretor musical do espetáculo.
    A carreira da dupla, que tem Licenciatura em Música pelo Instituto Villa Lobos, da UFRJ, foi iniciada conjugando humor e música no programa Moacyr Franco Show, em 1967 (elas encarnavam as Gêmeas Bond).
    Em seguida, uma incursão na Turma da Pilantragem de Carlos Imperial e adiante a novela “A história de Ana Raio e Zé Trovão”, onde viveram as personagens Luminada e Luminosa. Ainda neste universo, elas apresentaram por dez anos um programa de música regional/caipira, no Canal Rural.
    No SESC Pinheiros ministraram um curso sobre ritmos da cultura popular e do folclore, incluídos no mais recente CD da dupla, “Canto com C”, que recebeu quatro pré-indicações ao Grammy Latino. Há dois anos elas participam do espetáculo “O canto da minha terra”, do balé Stagium, sobre a obra de Ary Barroso, conterrâneo das duas, a quem dedicaram o disco “Ary mineiro”.
    O show instrumentado por Álvaro Couto (acordeon), Adriano Busko (percuteria), Giovanni Matarazzo (violão, viola, bandolim) e Peter Mesquita (baixo), faz uma retrospectiva dessa trajetória das gêmeas, com projeção de vídeos e fotos, além do repertório trilhado por elas.
    SERVIÇO
    Show: “Duas Vidas Pela Arte” – Celia e Celma e Convidados
    Data: 6 de Junho de 2018
    Horário: 21h00
    Local: Teatro Itália – Avenida Ipiranga, 344 – Edifício Itália – SP
    Bilheteria: (11) 3255-1979
    Venda por Telefone: (11) 2122-2474 / de Terça à Domingo: das 15h às 19h.
    Serviço de Valet
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