O processo de licitação para a aquisição de 30 câmeras de videomonitoramento, que serão instaladas em dois parques da Capital, começa na segunda-feira, dia 18. Vinte e uma irão para a Redenção e o restante para o Parque Marinha do Brasil. O anúncio da Prefeitura foi feito pelo Diário Oficial no último dia 5.
O financiamento será feito pelo Badesul no valor de R$ 1,7 milhão e terá uma contrapartida de R$ 170 mil da Prefeitura. O convenio com o governo do Estado foi feito em maio do ano passado.. A empresa vencedora terá 45 dias para entregar os equipamentos, segundo o edital.
O sistema será ligado por fibra ótica, as câmeras possuem um detector impulsionado pelo movimento feito pelo ser humano e gravam 30 dias todas as imagens.
A Guarda Municipal será a responsável pelo monitoramento das câmeras tanto na sua central, quanto no Ceic (Centro Integrado de Comando) e a Procempa fará a manutenção dos equipamentos.
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Licitação para câmeras de segurança na Redenção e Marinha começa dia 18
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[Comunicado] Cerco israelense impede vinda de palestinos ao Fórum Social
Um grupo de palestino que tinha presença confirmada na programação do Fórum Social teve de cancelar a vinda ao Brasil. A organização do Fórum Social Temático lançou há pouco uma nota à imprensa, relatando que o grupo teria sido impedido de viajar devido ao cerco à cidade de Hebron, Cisjordânia, pelas forças israelenses. A organização do fórum reafirma a adesão à campanha BDS, (Boicote Desinvestimento e Sanção a Israel) até que a ocupação tenha fim e manifesta solidariedade ao povo palestino.
Confira a íntegra da nota:
Comunidado à imprensa
Nota de repúdio à
É com indignação e grande preocupação que as organizações que promovem o Fórum Social Temático FSM 15 Anos, em Porto Alegre, são obrigadas a informar que palestinos convidados para o encontro foram impedidos de viajar ao Brasil, barrados pelo violento fechamento da cidade de Hebron, na Cisjordânia, e agravamento da repressão em toda Palestina ocupada pelas forças israelenses.
Desde outubro de 2015, recebemos notícias do bloqueio, cerco militar, controle, cadastramento forçado, humilhação, violẽncia e seguidos assassinatos, principalmente de jovens e adolescentes, na histórica cidade palestina de Hebron e a transformação de áreas importantes para a população local, como Tel Rumeida and Shuhada Street, em zonas militares fechadas , sem que as mesmas restrições ocorram para os colonos israelenses, que circulam livremente.
Os palestinos denunciam a imposição de “punição coletiva”, por Israel, à população de Hebron, como forma de levá-la à exaustão para que habitantes abandonem a cidade onde os assentamentos ilegais israelenses avançam com violência extrema.
Nas áreas visadas no atual processo de isolamento, foram erguidos bloqueios de sucata, tijolos, cimento, tanques e homens armados que ameaçam e atacam moradores e radicalizam um cerco de terror que tem origens no massacre da Mesquita de Ibrahimi de 1994. Em fevereiro daquele ano, um colono vindo do Brooklin entrou na mesquita durante o Ramadan e abriu fogo matando 29 e ferindo dezenas, até ser contido e morto pela população. Em resposta, nos dias que se seguiram, as forças israelenses atacaram e mataram dezenas de civis palestinos que protestavam contra o massacre na mesquita.
Punições coletivas, um crime tipificado pelas convenções internacionais, são empregadas com frequência pelo Estado de Israel. Enquanto o governo e as instituições israelenses convidam parlamentares, artistas e figuras de visibilidade no exterior para visitas e conferẽncias em suas universidades, para transmitir uma imagem de normalidade nas relações da ocupação, jovens feridos por seus soldados são deixados a sangrar nas ruas, sem permissão de acesso do socorro médico. Obsrvadores internacionais são impedidos de entrar para testemunhar o massacre, rádios palestinas são fechadas para não emitir pedidos de socorro, e ativistas são impedidos de prestar assistência.
Integrantes do Conselho Internacional do Fórum Social Mundial e da Frente em Defesa do Povo Palestino no Brasil participaram, no ano passado, de uma Missão Humanitária à Palestina, mas dois brasileiros de sobrenome árabe não puderam entrar, e todos os(as) demais tiveram acesso negado à Faixa de Gaza, massacrada no ano anterior até a destruição total de sua infraestrutura. Testemunharam, no entanto, as condições intoleráveis da vida na Cisjordânia ocupada, o avanço dos assentamentos ilegais, o controle ostensivo da cidade de Hebron, a a resistência incansável do povo palestino.
Denunciamos e cobramos todos os esforços da comunidade internacional, em particular das autoridades brasileiras, para que se posicione pelo fim imediato da ocupação da Palestina, pela retirada das forças ostensivas da cidade de Hebron, pelo socorro imediato às vítimas da repressão, pela reconstrução da Palestina livre.
Reafirmamos nossa firme adesão à campanha BDS, de Boicote Desinvestimento e Sanção a Israel até que a ocupação tenha fim, e manifestamos nossa firme solidariedade ao povo palestino, aos integrantes do Conselho Internacional e do processo FSM isolados em Hebron, ao pesquisador e coordenador do Centro Alternatives na Cisjordância, Ahmad jaradat, e ao diretor do Centro de Criatividade do Professor na Palestina, Refat Sabbat, e a todos os representantes das organizações da sociedade civil Palestina que repetidamente tem sido impedidos de viajar para relatar ao mundo a realidade da ocupação.
Até que a Palestina seja livre!
Organizações participantes do Fórum Social Temático FSM 15 Anos, Porto Alegre, 15 de Janeiro de 2016 -
Reforma do Largo dos Açorianos ainda não foi licitada
Anunciada em outubro, a revitalização do Largo dos Açorianos ainda não começou.
Segundo o supervisor de Praças, Parques e Jardins da Smam, Léo Bulling, o vencedor da licitação para revitalização do espelho d’água e restante do largo deve sair até o final de abril: “Se não houver problemas, essa é a data” .
Depois da licitação para escolher a empresa que vai executar a obra, serão necessários pelo menos seis meses para concluir toda a restauração.
Como as licitações podem sempre ter pendências judiciais, qualquer previsão é arriscada.
O novo Largo terá passeios com acessibilidade, taludes e escadarias. A Prefeitura prevê todo o trabalho concluído até dezembro de 2016.
O projeto também prevê a colocação de iluminação cênica da Ponte de Pedra, com a instalação de 17 postes com luminárias LED. Também serão instalados embaixo do viaduto da Borges dez projetores LED.
Já a iluminação cênica da Ponte de Pedra é composta de quatro postes de aço com projetores e lâmpadas para iluminação externa.
Sete linhas com quatro projetores subaquáticos de LED serão distribuídos embaixo dos arcos da ponte.
A obra terá custo de R$ 2,5 milhões, do Fundo Municipal do Meio Ambiente.Monumento aos Açorianos; restauração começa na próxima semana
Em paralelo, a Prefeitura lançou um edital por meio de pregão eletrônico para definir a empresa que restauraria o Monumento aos Açorianos, que integra o Largo. A Interativa Construções Ltda., vencedora do pregão, começará as obras no próximo dia 18.
O anúncio foi feito pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Smam). A obra terá um custo de 356 mil reais, para recuperação das estruturas, restauro das peças em aço, limpeza geral, pavimentação com paralelepípedo de granito e reposição da grama no entorno.

Restauração do Monumento deve iniciar dia 18 / Foto: Sergio Louruz/Divulgação PMPA
Ponte de Pedra terá tapumes
Também está prevista para a semana que vem a revitalização da ponte de pedra. Serão retiradas todas as pedras, restauradas e recolocadas novamente. A obra deve durar de 4 a 5 meses, segundo Bulling. -
BNDES aprova R$ 42,3 milhões para novo parque eólico em Viamão
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento de R$ 42,4 milhões à Enerplan Energia Eólica IV S.A., para implantação do Parque Eólico Pontal 2A, no município de Viamão, no Rio Grande do Sul. O empreendimento, selecionado no 17º Leilão de Energia Nova (A3), em 2013, contará com oito aerogeradores fornecidos pela Alstom e terá potência total instalada de 21,6 MW de energia limpa.
A operação, que inclui subcrédito social de R$ 210 mil, é mista: R$ 28,3 milhões serão liberados diretamente pelo BNDES e os restantes R$ 14 milhões serão repassados na modalidade indireta, tendo como agente financeiro o Badesul. Os recursos do BNDES correspondem a 47% do investimento total no projeto.
A Enerplan Energia Eólica IV S.A. é uma Sociedade de Propósito Específico (SPE) que atua como produtora independente de energia elétrica a partir de fontes alternativas. O escoamento da energia gerada pelo parque Pontal 2A e por outros dois parques da holding Enerplan Pontal Participações Societárias S.A. (Pontal 28 e Pontal 38) será feito através de uma subestação elevadora, de uma linha de transmissão e do bay de conexão até a subestação coletora do Sistema Interligado Nacional (SIN) Viamão 3.
A Enerplan Pontal Participações Societárias S.A. integra o Grupo Oleoplan, que iniciou suas atividades em 1980, atuando na indústria de extração de óleo de soja. Posteriormente, diversificou as atividades para o segmento calçadista e, na década de 2000, para o setor de energias renováveis nos segmentos de biodiesel e eólico.
Neste último, o Grupo conta com um portfólio de projetos em geração de energia de cerca de 409 MW em diferentes fases de desenvolvimento, entre os quais cinco parques vencedores do Leilão de Energia de Reserva de 2009, localizados em Trairi, no Ceará, e que também foram financiados pelo BNDES, com R$ 92 milhões. -
Com a orla isolada por tapumes, Aldeia da Paz será no Parque Harmonia
Matheus Chaparini
O Acampamento da Juventude ainda nem começou, mas já tem atividade acontecendo no Parque Harmonia. Oficialmente, o acampamento será aberto na próxima sexta-feira, às 15h. Porém, o grupo da Aldeia da Paz, que tradicionalmente acampa na orla do Guaíba, já está se organizando dentro da área do Parque Harmonia. O grupo tem ido ao parque desde segunda-feira, mas o acampamento deve ser montado definitivamente nos próximos dias.
Os integrantes até comentam que este ano a aldeia está começando tarde. “Em outras edições a gente vinha 20, 30 dias antes do começo do Fórum”, comentam. Para o final da tarde desta quarta já estava marcada uma atividade em volta da fogueira, a Côrte dos Kins, ligada ao calendário Maia.
A mudança de endereço da aldeia é forçada. A orla está isolada com tapumes desde o Gasômetro até próximo da rótula das cuias, para obras de revitalização.
Mas a troca de lugar não parece um empecilho. Mario da Aldeia comenta que até prefere acampar do lado de dentro da cerca, porque há mais segurança e estrutura, como banheiros. “É importante, porque vem criança, vem idoso, nossa ideia é criar um ambiente familiar”, explica Mario, que tem a tarefa de guardião do fogo.
Quando a aldeia começa a ser montada, Mario acende a fogueira e tem a responsabilidade de mantê-la acesa até a desmontagem, chova ou faça sol. A fogueira é o centro da aldeia, em volta do fogo acontecem as manifestações espirituais, políticas, poéticas e musicais.

Mario, o gaurdião do fogo da Aldeia da Paz
Dez anos da primeira Aldeia da Paz
O primeiro acampamento da Aldeia da Paz foi no Fórum Social Mundial de 2005, mas o embrião já vinha se desenvolvendo desde a edição de 2002. Neste ano, um xamã mexicano chamado Oscar Escobedo veio a Porto Alegre. O xamã viajava a pé desde o México. Passando pela Argentina, conheceu as pessoas que lhe apresentaram o Fórum. Segundo Mario, foi Oscar que lançou a ideia que evoluiu até se tornar a aldeia.
O surgimento foi no Fórum, mas Mario explica que não se trata de uma atividade ligada diretamente ao evento, “a Aldeia é um estado de consciência.” Ele cita exemplos de Aldeias da Paz que aconteceram fora do encontro, como o encontro do ano passado, no Morro da Tapera, na Zona Sul de Porto Alegre. “É essa convergência de pessoas e ideias, que a gente pode realizar em qualquer lugar.”
O guardião do fogo analisa ainda que esta é uma edição de reflexão para a aldeia, pois o movimento está crescendo e é necessário avaliar os rumos “para não degringolar.” -
Centrais sindicais marcam ato por reajuste do mínimo regional
As centrais sindicais farão um ato unificado na Praça da Matriz no dia 3 de fevereiro, à tarde. A decisão aconteceu ontem em reunião com dirigentes das entidades para definir novas estratégias para tentar conseguir a aprovação do índice reivindicado pelos trabalhadores para o reajuste do salário mínimo regional neste ano.
Após o encontro, as entidades, em conjunto com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), emitiram uma nota expressando indignação com a demora do governo do Estado em apontar um índice para o reajuste.
De acordo com o presidente estadual da Central Única dos Trabalhadores (CUT-RS), Claudir Nespolo, as centrais estão organizando um plano de ação para pressionar o governo para resolver o tema no início de fevereiro. “Queremos o envio do projeto o quanto antes e em regime de urgência, para ser votado no próximo mês. Neste sentido o ato do dia 03 será cobrando coerência em relação ao reajuste do salário dos pobres”, disse Nespolo.
Audiência com o governador
Uma reunião das centrais com o governador foi outra pauta cobrada na reunião. “Ele ainda não nos recebeu. A ideia é ter uma reunião com o Sartori antes de ele sair de férias”, afirmou Nespolo. O início das férias do governador está marcado para esta sexta-feira, 15, durante esse período quem assumirá o estado é o vice, José Paulo Cairoli. “Sabemos que o vice governador não vai tocar a nossa pauta”, declarou o dirigente.
As centrais sindicais entregaram no dia 18 de novembro uma proposta de reajuste de 11,55%, que previa reposição da inflação projetada pelo Dieese e aumento real, ao chefe da Casa Civil, no Palácio Piratini. A pauta foi encaminhada aos secretários do Planejamento, do Desenvolvimento e do Trabalho, que promoveram infrutíferas mediações com as federações empresariais.
Os trabalhadores querem um percentual equivalente ao reajuste concedido para o salário mínimo nacional. “Nós insistimos que seja uma proposta igual ao salário mínimo nacional, para manter a potência do mínimo do RS”, afirmou Nespolo.
nota das centrais sindicais:
As Centrais Sindicais, Federações e Sindicatos Estaduais de Trabalhadores do RS, reunidos nesta terça-feira, na sede da FECOSUL, em POA, reafirmam a importância da continuidade de uma política de valorização do Salário Mínimo Regional, nos moldes do Mínimo Nacional, tendo em conta a importância estratégica do instituto, que atinge diretamente em torno de 1 milhão de trabalhadores e trabalhadoras em nosso estado, os que menos ganham, contribuindo para democratização da renda, para o desenvolvimento econômico e social do RS.
Neste sentido, reafirmamos ao Governo Sartori, a urgência do encaminhamento do projeto de lei de reajuste do Salário Mínimo Regional, a vigorar em 1º de fevereiro de 2016, tendo como base, no mínimo, o mesmo reajuste aplicado ao Salário Mínimo Nacional, que foi de 11,68%, mantendo-se desta forma a equidade anteriormente estabelecida.
Por fim, solicitam publicamente que o Governador do Estado José Ivo Sartori receba a representação dos mais de 3 milhões de trabalhadores, solicitação feita a três meses que ainda não foi atendida.
Porto Alegre, 12 de janeiro de 2016.
CTB – CUT – UGT – NCST – CGTB – FS – Federações – Sindicatos -
Ex-guerrilheiros debatem luta armada no Fórum
Um dos diversos eventos da programação do Fórum Social reúne três ex-guerrilheiros para um debate sobre a luta armada durante o período da ditadura.
Diógenes de Oliveira, Ubiratan de Souza e Ismael de Souza foram militantes da Vanguarda Popular Revulocionário, a VPR.
O cine debate terá também a apresentação do documentário “Ousar Lutar, Ousar Vencer”, que traz memórias, relatos e histórias da luta armada contra a ditadura civil-militar no Brasil.
O evento é organizado pelo Programa Correria, responsável também pelo documentário, que tem produção de Guilherme Fernandes de Oliveira e e edição de Lucas Pitta Klein.
Criado em abril de 2015, o Correria é um programa de televisão através do facebook, que aborda temas como a ditadura, a violência policial na periferias e os direitos das mulheres e do povo negro.
Além dos três ex-guerrilheiros que participam do debate, o documentário traz também depoimentos de José Nóbrega, Zenaide Oliveira e Pedro Lobo e de filhas de militantes executados pela ditadura, como Célia Coqueiros e Ñasaindy Barret.
O filme aborda a história dos guerrilheiros, desde a sua origem e do seu treinamento militar em Cuba, passando por assaltos à bancos e ao hospital militar de Cambuci, a bomba no Estadão, o roubo da casa de armas Diana, o sequestro de embaixadores, o “justiçamento” do norte-americano Charles Chandler e a guerrilha no Vale da Ribeira, até a prisão, o exílio e a anistia destes que lutaram e sobreviveram.
A atividade está marcada para o dia 20 de janeiro, no Arco da Redenção. -
Largo dos Açorianos, mais um ano de abandono
Lodo, árvores destruídas, mau cheiro, muito lixo em meio a vegetação abundante e, para piorar ainda mais o cenário desolador para quem passa pelo histórico Largo dos Açorianos: água parada em diversos pontos, possível criatório de mosquitos transmissores da dengue e de outras doenças.

O cenário é desolador / Fotos Felipe Uhr
A revitalização daquele espaço, ao lado da avenida Borges de Medeiros no centro de Porto Alegre, foi anunciada em outubro pela Prefeitura, porém permanece abandonado pelo poder público desde fevereiro do ano passado, quando foi realizada a primeira dragagem pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente (SMAM).
O local só não está completamente abandonado porque ao lado, embaixo do Viaduto da Borges, vivem alguns moradores de rua.

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Fórum Social tem mais de 400 atividades inscritas
As inscrições para atividades autogestionárias no Fórum Social Temático 2016 se encerraram neste domingo. Mais de 400 atividades foram inscritas, mas a programação completa ainda não saiu. A previsão da organização do Fórum é que até o dia 15, a grade, com informações de local, data e horário de cada atividade, esteja disponível no site.
A edição de 15 anos do Fórum acontece entre os dias 19 e 24 de janeiro, em Porto Alegre. As atividades autogestionárias devem ocupar principalmente a parte da manhã, enquanto a tarde é reservada para as atividades de convergência. As principais atividades devem se dividir entre Assembleia Legislativa, Câmara de Vereadores, Largo Zumbi dos Palmares e Redenção. -
Montagem do Acampamento da Juventude começa segunda-feira
O Acampamento da Juventude da edição de 15 anos do Fórum Social será no Parque Harmonia. A organização do acampamento, a prefeitura e a empresa responsável pela estrutura, a Impacto, já vistoriaram o parque e a montagem da estrutura do acampamento deve começar na próxima segunda-feira, 11.
Este ano, o tradicional acampamento começa no dia 15 de janeiro e vai até o dia 25. Segundo a organização, já são mais de 700 inscritos, mas as inscrições também podem ser feitas diretamente no acampamento. A inscrição para o Fórum dá acesso ao acampamento. A capacidade do local é para 3 mil acampados, segundo os organizadores.
A estrutura contará com banheiros químicos, chuveiros, cozinha coletiva e um espaço de convivência com acesso à internet.
As atividades autogestionárias das organizações presentes no acampamento serão realizadas na Escola Técnica parobé.
