A Prefeitura entregou oficialmente a nova iluminação do Parque Farroupilha no último domingo, 20. As obras haviam sido interrompidas no primeiro semestre, quando a empresa vencedora da licitação abandonou as obras. Os trabalhos foram retomados em julho com a previsão de conclusão em 60 dias. Cinco meses depois, finalmente, a Prefeitura entregou a nova iluminação do parque.
Foram instalados 305 novos postes e recuperados outros 230 já existentes, totalizando 535, além de uma nova iluminação cênica e colorida para o Monumento do Expedicionário. O projeto incluiu ainda a instalação de uma nova rede subterrânea de iluminação pública, partindo das quatro subestações. A distribuição das redes e postes foi dividida em quadrantes com a finalidade de causar o menor impacto possível na paisagem do local. A obra teve um investimento de R$ 1,8 milhão, por meio do Fumip (Fundo Municipal de Iluminação Pública).
A entrega da iluminação conclui uma série de melhorias realizadas ao longo de 2015, que marcaram os 80 anos do parque. Em outubro, o chafariz e o espelho d’água foram entregues revitalizados, com restauro das pedras do assoalho do espelho, limpeza do espelho d’água e reforma do chafariz. Em novembro, foram retomados os passeios de trenzinho pelo parque, com a concessão do serviço à empresa Sólidos Diversões, vencedora da concorrência pública para exploração da atividade. A bilheteria também foi restaurada para receber o novo trenzinho.
As atividades do domingo tiveram início às 10h, com food trucks e uma estação de recolhimento de doações para a Campanha do Brinquedo. Quem doou um brinquedo pode andar gratuitamente no trenzinho iluminado da Redenção.
O Concerto de Natal contou com apresentação da Banda Municipal e participações especiais de Isabela Fogaça e Cristina Sorrentino, que interpretaram canções clássicas natalinas junto ao chafariz central, além do Ballet Vera Bublitz.
Na ação, a ABI sustenta que o texto copiou trechos da antiga de Lei de Imprensa (Lei 5.250/1967), não recepcionada pela Constituição de 1988, de acordo com decisão do Supremo, em 2009. “Chama a atenção o atropelo da lei ora impugnada em estabelecer prazos críticos, exíguos e irracionais copiados de uma lei retrógrada e que, em boa hora, não foi recepcionada pelo STF”, argumenta a ABI.
A associação afirma que defende o direito de resposta nos meios de comunicação, mas entende que o tratamento entre as pessoas que se sentirem ofendidas e os veículos de comunicação deve ser igualitário. “No entendimento da ABI, a arquitetura jurídica do texto, ora contestado, adota princípios de um regime de exceção, ao se mostrar desproporcionalmente desequilibrada, exigindo mais de uma parte que da outra, impossibilitando a aplicação de uma defesa ampla e irrestrita”, diz a entidade.
A lei foi sancionada pela presidenta Dilma Rousseff no dia 12 deste mês. O texto prevê que uma pessoa que se considerar ofendida por qualquer reportagem, nota ou notícia divulgada em um veículo de comunicação pode pedir direito de resposta, que deverá ser divulgada com o mesmo destaques da publicação original. O veículo tem sete dias para publicar a retratação espontaneamente, e, se o não fizer, o ofendido poderá recorrer à Justiça.

Texto assinado diz que jovem foi “flagrado pichando algumas paredes e piso da Câmara dos Deputados, sujando as pessoas que transitavam no local, bem como ter resistido à prisão”.