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  • POVO SALVOU O BRASIL DA HUMILHAÇÃO

    A Fifa humilhou o Brasil, dentro e fora do campo. Dentro impondo convocações, fora  recebendo vantagens excessivas, como a isençao fiscal, que vigora até 2015.
    O povo felizmente cumpriu seu papel e mostrou que o Brasil é maior.

  • Uma denúncia: por que não andam as obras do aeroporto

    Henrique Wittler
    Prezados:
    Saiu dia 08/07/2014 no Jornal do Comércio, artigo de minha autoria onde exponho os reais motivos do porque ninguém da andamento as obras do Aeroporto Salgado Filho.
    Ocorre que alguns políticos decidiram que entre a manutenção do Salgado Filho e a especulação imobiliária, o mais interessante seria o enriquecimento dos especuladores.
    São tão covardes, estes que assim decidiram que nunca disseram a verdade, começaram com histórias e com a divulgação sobre a construção de novo aeroporto.
    Os autores da destruição do Salgado Filho tiveram a complacência dos que se omitiram.
    O governo do Estado, o governo municipal e um lote de politiqueiros dos governos Estadual e Municipal foram de certa forma complacentes com o assunto.
    Sobre este assunto a uns anos atrás pedimos para o Comandante da Base aérea de Canoas que viesse a Câmara Municipal de Porto Alegre para esclarecer o assunto, ele veio e foi contundente no que disse e no alerta que fez.
    Dias depois de seu pronunciamento á Câmara, um grupo de Vereadores e Deputados foram a Brasília pedir providências contra o Comandante e o mesmo foi substituído e afastado do Estado.
    Quem pagara a conta seremos nós. São 18 bilhões que serão gastos nesta construção.
    Um alerta: Pretendem muitos destes destruidores transformar a área do atual Salgado Filho em área particular para exploração imobiliária.
    Cabe a Polícia e Promotorias investigarem, quem ganho dinheiro com as obras de ruas e loteamentos que estão saindo nos fundos do aeroporto, junto ao Salgado Filho, obras estas municipais função da boataria (os mesmos destruidores criaram) criada de ampliação da pista. Muita área de banhado foi adquirida um pouco antes das obras.
    Artigo publicado no Jornal do Comércio de 08/07/2014
    Negligência na destruição do Salgado Filho
    Henrique Cezar Paz Wittler
    Seguidamente, a imprensa questiona a paralisação das obras do aeroporto Salgado Filho sem, no entanto, citar os porquês ou causas, mesmo sendo de conhecimento destes representantes da mídia os reais motivos.
    Em 2005, um representante da Aeronáutica entregou ao prefeito José Fogaça (PMDB) e seu vice, José Fortunati (PDT), cópia da portaria que liberava a utilização do aeroporto conforme o plano de segurança apresentado pela prefeitura.
    A referida portaria, que levou o número 68/DGCEA, de 2 de maio de 2005, no art. 6º cita o Anexo D, que inclui uma centena de obstáculos que deveriam ser removidos, entre eles um edifício na rua Quintino Bocaiúva, próximo a 24 de Outubro, que ultrapassava a altura limitada pela segurança dos voos em 36,20 m.
    Além de não atender o acordado, o prefeito e seu vice encaminharam à Câmara de Vereadores projeto do Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano e Ambiental (Pddua) de Porto Alegre, muito mais agressivo, contrariando o que determinava a citada Portaria para a altura máxima dos prédios.
    Mesmo antes da aprovação do novo Pddua, passaram a liberar construções mais elevadas, muito além das citadas no Anexo D, gerando, com este procedimento, uma agressão às normas de segurança de voos tanto brasileiras quanto as internacionais, possibilitando uma possível interdição do aeroporto para voos de aeronaves de maior porte.
    Desta forma, a administração municipal, apoiada em seus vereadores, começou a tratar o Salgado Filho como descartável, até chegar aos dias atuais, em que a situação é constrangedora.
    Alguns meses atrás, um comandante da TAP, que faz o voo Porto Alegre/Portugal, declarou à imprensa que os voos eram deficitários, porque a pista só permitia decolagem com menos de meia carga. Porém, de nada adiantaria aumentar a pista, pois são os obstáculos que determinam o tipo e a carga da aeronave.
    O Exército até hoje não assumiu esse projeto por conhecer muito bem o assunto e, dessa forma, evita assumir a responsabilidade por um erro que lhe estão a induzir.
    Todo problema teria sido resolvido se a administração Fogaça tivesse freado o desenvolvimento de edifícios elevados em locais impróprios à segurança de voo no lugar de liberar abertamente a construção dos mesmos, que só beneficiou aos especuladores imobiliários.
    Hoje, construir um novo aeroporto custaria não menos do que R$ 18 bilhões, e todo e qualquer investimento no atual é considerado como botar dinheiro fora.
    Engenheiro civil
    Foto: ABERTURA DE RUAS BENEFICIAM ESPECULAÇÃO A.jpg

  • UM DOS LEGADOS DA COPA

    Vinte pessoas presas acusadas de planejar ações terroristas na final da Copa, Esse é um dos legados que vai ficar. Estão sendo chamadas de “ativistas”.
    Sininho, uma jovem da classe média, é a lider de um radicalismo que não encontra espaço para se expressar na ação política convencional.
    De repente, sem querer, se colocam a serviço de interesses que sequer suspeitam. Ou já estão a serviço?

  • NÃO TINHAMOS TIME. E NINGUÉM AVISOU

    O fiasco da seleção brasileira na copa deixou muita gente com a bunda de fora.
    Para começar: onde estava a crônica esportiva que não nos advertiu que tínhamos um timeco? Tão estridente em prever atrasos e calamidades nas obras da copa, a imprensa se reduziu a sussuros quando falou do time e do treinador.
    Ao contrário, nos enganou fazendo sonhar com o hexa…Lembro dos perfis dos convocados na Globo…Vinte e três Titãs.
    Agora circula no facebook a bobagem de que a copa foi comprada,  cita-se até a reunião em que os jogadores foram convencidos. Terrorismo midiático.
    O dinheiro influiu antes,  na convocação, onde pesaram as cotações de cada um na Bolsa de Valores do Association . Não é por acaso a maioria absoluta de “europeus”. O futebol é um negócio globalizado. Os jogadores são “ativos” dos clubes, reféns dos grandes patrocinadores.
    Brasil  “país do futebol”, sai dessa. O futebol não tem pátria. Aquela sacada da “pátria de chuteiras”, que vinha dos anos 50, já era.
    Aqueles  7 x 1m serviram para escancarar isso.
    Os três a zero para a Holanda comprovaram: a humilhação não foi um acidente. Simplesmente não temos time.
    A PERGUNTA  QUE FICA? ATÉ QUE PONTO ESTA SELEÇÃO PERDEDORA REPRESENTA O FUTEBOL BRASILEIRO?

  • Exposição resgata "Era do trem"


    No dia 14 de abril de 1974, correu o primeiro trem no Rio Grande do Sul . Toda a população (mais de três mil colonos alemães) foi para a estação de São Leopoldo esperar locomotiva e dois vagões que chegavam da capital depois de percorrerem os 33 quilômetros da primeira ferrovia do Estado.
    À lenha, inicialmente, depois à carvão, as marias-fumaça levaram o progresso aos quatro cantos do Estado, por mais de um século. A última Maria fumaça saiu de circulação em 1983, substituídas pelas locomotivas à diesel, já na decadência das ferrovias.
    Todo o  clima desse tempo, ingênuo e romântico, está na Exposição “O Rio Grande na Era do Trem”, que reúne 34 painéis fotográficos que cobrem as últimas três décadas das antigas ferrovias (de 1950 a 1980), quando ainda  eram o principal meio de transporte de cargas e pessoas.
    Dois fotógrafos, pai e filho, José (já falecido)  e Alfonso Abraham  assinam as fotos que já estiveram expostas no Museu do Trem do Rio de Janeiro, e neste 22 de julho estarão no Museu de Arte de Santa Maria, cidade que foi a capital ferroviária do Rio Grande do Sul.

  • A alma brasileira em fotos

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    Do dia da abertura da Copa do Mundo no Brasil, 12 de junho, ao dia da Independência, 7 de setembro, a exposição fotográfica Imagens da Alma Brasileira estará no recém-inaugurado Centro Histórico-Cultural da Santa Casa de Porto Alegre.
    São 54 fotos de Eduardo Tavares, selecionadas entre centenas, captadas Brasil afora nas últimas três décadas. Documentam a reação de brasileiros com o símbolo maior da pátria, sua bandeira. São expressões de alegria, tristeza, otimismo, luta, derrota, melancolia, euforia.
    O Centro abre de terça a domingo
    O jornalista porto-alegrense colheu essas imagens em momentos marcantes da história recente do Brasil, como o Movimento Diretas Já, o Colégio Eleitoral que elegeu Tancredo Neves, e sua morte, o Movimento Fora Collor, as campanhas políticas, as Copas do Mundo, festas populares, enfim, toda expressão popular com relação aos símbolos da pátria com que Tavares se deparou nas suas andanças pelo Brasil no exercício da profissão.
    Tavares é formado em Jornalismo pela UFRGS, onde também foi professor de 1992 a 1998. Trabalhou em diversos veículos da mídia impressa nacional, como Coojornal, Manchete, Globo e Veja. Ganhou oito prêmios internacionais de fotografia e publicou nove livros.
    Atualmente produz projetos culturais e administra seu banco de imagens com mais de 120.000 fotos do planeta. Para conhecer seu portfólio, o endereço virtual é www.e-tavares.com.br

  • A invasão hermana

    As ruas centrais de Porto Alegre ficaram azuis e brancas – ou albicelestes, como dizem los hermanos – para apoiar sua seleção que comandada por Lionel Messi derrotou a Nigéria, no início da tarde de quarta-feira, 25/06, por três a dois no estádio Beira-Rio.
    Dos cerca de 100 mil argentinos que estiveram na capital gaúcha, pouco mais de um quarto tinha ingresso para assistir a partida. Alguns milhares foram para o FIFA Fan Fest, e o resto se espalhou por bares do Centro Histórico, ou no bairro boêmio da Cidade Baixa. O negócio era assistir o jogo – telão ou telinha, não importa – e confirmada à vitória, comemorar.
    Francisco Ribeiro (clique no título da matéria para ler o resto do artigo).
    Porto Alegre, que temeu pela presença dos barrabravas (os hooligans argentinos), recebeu, no geral, bem os provocativos hermanos e suas canções que invariavelmente terminam dizendo que Maradona é melhor do que Pelé. Mas isso é problema deles e no Brasil a maioria leva as letras na esportiva, na gozação. Mas não convém exagerar, como comprovaram os distúrbios envolvendo argentinos nas cidades em que joga a sua seleção.
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    No Rio de Janeiro, por exemplo, um grupo, ao tentar interromper o trânsito na Avenida Atlântica, Copacabana, foi reprimido com gás de pimenta. No bairro Savassi, em Belo Horizonte, brasileiros e argentinos alcoolizados promoveram, num bar, uma verdadeira guerra de garrafas, vazias, naturalmente. Já em Porto Alegre, na noite de terça-feira, 24/06, um torcedor argentino foi baleado na coxa num bar da Rua Fernando Machado, após uma discussão sobre futebol.
    Contudo, não faltaram precauções. Órgãos de segurança argentinos, em colaboração com seus pares brasileiros, fizeram uma lista de 2500 nomes de indivíduos com antecedentes criminais, e pertencentes às barrabravas de clubes daquele país. Isso possibilitou a identificação e a proibição de entrada, ou a expulsão do território brasileiro de dezenas desses elementos. Mas sabe-se que muitos desses delinquentes disfarçados de torcedores conseguiram burlar os filtros de segurança e ingressar no Brasil.
    Barrabravas
    Uma típica ação barrabrava ocorreu quarta-feira, 25/06, pela manhã, poucas horas antes do jogo Argentina e Nigéria. Nessa ocasião, três torcedores nigerianos denunciaram terem sido agredidos por um grupo de argentinos: “roubaram nossos ingressos, comportaram-se como animais”, desabafou um revoltado africano. Mas os barras não foram os únicos vilões. Além de argentinos, foram detidos nigerianos e indianos vendendo ingressos falsos para o jogo no Beira-Rio.
    Mas seria injusto, por causa desses incidentes, discriminar os argentinos. Além dos milhões de reais que injetam no comércio das cidades onde joga a sua seleção, a maioria quer apenas torcer em paz ou como disse a simpática Claudia Xavier, natural de Córdoba, a segunda cidade mais populosa da Argentina: “aqui hemos venido a disfrutar” (estamos aqui para nos divertir).
    Comerciária, ela viajou de ônibus com o marido, Juan, cerca de 1600 quilômetros para assistir o jogo em Porto Alegre. No Caminho do Gol – trecho que vai da Avenida Borges de Medeiros ao Beira-Rio – o casal exibiu, discretamente, os ingressos comprados com bastante antecedência. Também achou absurdo o fato de alguns compatriotas estarem dispostos a pagar mais de mil dólares para assistir o jogo ao vivo: “é melhor pegar a grana e ir para o Fan Fest, e encher a cara de cerveja e caipirinha”, sugeriu a bem-humorada Claudia.
    Opção que coube Jorge Kelm, 19, um alto e loiro pibe (rapaz) de Colegiales, um bairro de Buenos Aires, que com mais dois amigos, estudantes de jornalismo, encararam num velho Fiat os 1366 quilômetros que separam a capital portenha de Porto Alegre. Chegaram sábado, 21/06, dormiram no carro e depois armaram uma barraca no Acampamento Farroupilha. Gostaram muito do Brique da Redenção: “Em Colegiales temos algo parecido, um Mercado de Pulgas”, informou Kelm.
    Para ele, estar no Brasil já é um prêmio, mesmo sem dinheiro para comprar os ingressos dos jogos. Salienta o ambiente de festa que acompanha o selecionado argentino pelas cidades brasileiras: “não sei se vamos ser campeões. Mas, com certeza, temos o melhor jogador. Messi é superior a Neymar, Robin ou Cristiano Ronaldo. Só não é melhor que Maradona ou Pelé”. Sobre os dois últimos, não quis fazer comparações para estabelecer quem foi o maior. Em terra estrangeira: prudência, chá e simpatia. Conselho que deveria ser seguido pelos torcedores de qualquer país.

  • Maconha: Terra diz que uso medicinal é desculpa

    A condição de político, em época de campanha de campanha eleitoral, tira força do discurso do médico Osmar Terra contra a legalização da maconha. A tese dele de que a liberação vai ampliar exponencialmente o consumo é discutivel, o consumo é corrente. Mas seus alertas quanto aos riscos tem que ser levados em conta. Publicamos uma nota de sua assessoria:
    O argumento de parte da sociedade de que a maconha pode ser usada como remédio é contestada pelo deputado federal Osmar Terra (PMDB-RS). Médico, ex-secretário da Saúde do Rio Grande do Sul nos governos de Germano Rigotto e Yeda Crusius, estudioso em drogadição, ele contesta:
    – O uso medicinal da maconha é desculpa para legalizar o uso geral. Para quem acha que maconha é remédio, lembro que no veneno da jararaca comum foi descoberto, em 1948,o vasodilatador bradicinina, base do medicamento “Captopril”. No entanto não receitamos picada de jararaca para tratamento de hipertensão. Como médico sei do uso de derivado do ópio para alguns casos específicos; mas ninguém receita o ópio ou heroína para qualquer tratamento.
    Terra diz ser a favor de isolar, como medicamento, a morfina e o canabidiol, mas é contra usar isso como desculpa para o consumo de heroína e maconha:
    – O pesquisador José Crippa, que trata a menina Anny Fischer, com canabidiol diz :”..só vão chegar no nível do debate terapêutico da maconha quando souberem que o consumo diário de maconha causa dependência, leva a quadros de psicose, crises de pânico e a outros problemas graves.
    Na hora que as pessoas souberem disso, e a maioria não sabe, é que poderemos ampliar o debate para o uso terapêutico. Em resumo, Crippa, pesquisador da USP, responsável pelo tratamento de doenças raras com canabidiol, é contra legalização da maconha ? finaliza Osmar Terra.(

  • Judiciário reconhece poluição eletromagnética

    Ação de duas associações de moradores foi acolhida pelo Tribunal de Justiça de São Paulo que. em decisão inédita, determinou a redução do campo eletromagnético gerado pelas linhas de transmissão de energia que cortam os bairros City Boaçava e Alto de Pinheiros.
    É a primeira vez que um tribunal do país reconhece em sentença os riscos que o campo magnético gerado por fontes eletricas ou eletrônicas pode oferecer à saúde humana.
    Sentença inédita na Justiça brasileira determinou a redução dos níveis de poluição eletromagnética gerado por linhas de transmissão de energia elétrica aos níveis propostos pela legislação Suíça.(Apelação Civil n° 67 9.203-5/5-00 de 2008)
    Decisão é do Tribunal de Justiça de São Paulo – a maior cidade do país. O tribunal reconheceu que o campo eletromagnético gerado pelas linhas de transmissão que passam por dois importantes bairros da capital pode ser prejudicial à saúde dos moradores.
    O acórdão deu efetividade aos dispositivos da Constituição Federal brasileira (arts. 5º e 225) que consagram a proteção à saúde e ao meio ambiente equilibrado.
    A ação foi proposta por duas associações de moradores locais, em defesa do direito dos moradores dos bairros City Boaçava e Alto dos Pinheiros de não serem expostos a campos eletromagnéticos incompatíveis com a preservação da saúde humana.
    Os campos eletromagnéticos gerados pelas linhas de transmissão de energia que atravessam esses bairros apresentam níveis superiores em até 100 vezes o determinado pela decisão, sendo superiores até mesmo aos recomendados pelo ICNIRP para trabalhadores cuja exposição a eles não é superior a algumas horas diárias.
    A decisão confere eficácia ao princípio da precaução – consagrado na Declaração do Rio de 1992 – destinado a proteger a população contra danos causados à saúde e ao meio ambiente.
    Voto vencedor
    O voto vencedor foi proferido pelo Desembargador Renato Nalini – expoente do Judiciário brasileiro, com diversos trabalhos publicados sobre a proteção ao meio ambiente –, e foi adotado por maioria pela Câmara Especial do Meio Ambiente do Tribunal de São Paulo. Ele reconhece “a grande possibilidade dos campos eletromagnéticos de baixa frequência serem agentes carcinogênicos para seres humanos”.
    O acórdão, que examinou amplamente a legislação estrangeira sobre o tema, as pesquisas internacionais e o laudo pericial oferecido por Professores da Universidade de São Paulo e o livro pioneiro sobre o tema no Brasil, escrito pela Professora Elza Antonia Pereira Cunha Boiteux e por Fernando Netto Boiteux, conclui pela:
    “obrigação da concessionária de energia elétrica em reduzir o campo eletromagnético da linha de transmissão a 1µT (um microtesla)”
    A decisão do Tribunal de Justiça em SP, bem como, a realização da Audiência Pública coloca o Judiciário brasileiro no mesmo nível dos demais tribunais internacionais em defesa do meio ambiente. (Recurso extraordinário n° 627.189/SP)

  • UNIMED RS entre operadoras punidas

    Oito cooperativas médicas, entre elas a UNIMED RS, estão entre as 36 operadores de planos de saúde punidas pela ANS, com a suspensão da venda de 161 planos de saúde por 90 dias. A lista foi divulgada nesta quarta-feira, 14. A punição resulta do monitoramento feito pela agência reguladora entre dezembro do ano passado e março último. As faltas apontadas são: descumprimento de prazos para atendimento, realização de exames e negativas indevidas de cobertura, entre outras. A lista completa está no site da ANS As cooperativas médicas punidas são as seguintes: Unimed Rio de Janeiro (1 plano) Unimed RS – Federação das Cooperativas Médicas do RS (2 planos, com 5.763 beneficiários) Unimed Sergipe (3 planos, com 41.938 beneficiários) Unimed Paulistana (35 planos, 475.909 beneficiarios) Unimed Montes Claros (2 planos,8.604 beneficiários) Unimed Maceió (7 planos, 47.271 beneficiários) Unimed Imperatriz (1 plano, 624 beneficiários) e Unimed Grande Florianópolis (10 planos, 42.245 beneficiários).