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  • Cercar ou drenar: qual é a prioridade da Redenção

    Antes de discutir o cercamento da Redenção, os vereadores deveriam fazer um levantamento da situação do parque, que é a segunda sala de visita dos portoalegrenses. Veriam que cercar o parque, diante da situação em que ele se encontra, está muito longe de ser uma prioridade.
    Aliás não só os vereadores. A imprensa também prestaria um bom serviço à comunidade se abordasse questões graves como a deterioração completa do sistema de drenagem da Redenção.
    A Zero Hora, por exemplo, em vez de dar uma página com explícito apoio à ideia esdrúxula do cercamento, poderia mostrar as poças e o barro que tomam conta de extensas áreas do parque à mínima chuva.
    Em alguns pontos, como mostra a foto, os alagamentos duram semanas… É uma situação que se agrava paulatinamente, há uma década.

  • Agroecologia para a boa saúde do planeta

    Vários palestrantes confirmaram presença para o VIII Congresso Brasileiro de Agroecologia. O evento que acontece em novembro, em Porto Alegre, tem lançamento hoje, às 15h, na Assembleia Legislativa do RS, na sala Espaço da Convergência Adão Pretto, térreo.
    O CBA-Agroecologia ocorrerá paralelamente ao XIII Seminário Estadual e o XII Internacional sobre Agroecologia, de 25 a 28 de novembro, nas dependências e imediações da PUC, e tem como tema central “Cuidando da Saúde do Planeta”.
    O objetivo do CBA-Agroecologia é que profissionais, estudantes e agricultores do Brasil e do Exterior troquem conhecimentos e experiências com enfoque agroecológico. A programação foi dividida em cinco eixos temáticos:
    1) Agroecologia e Saúde Humana;
    2) Reinventando a economia;
    3) Diversidade como condição fundamental da saúde do Planeta;
    4) Agroecologia como base para a educação;
    e 5) Saúde do Agrossistema.
    Para participar, até 10 de outubro as inscrições podem ser feitas pelo site http://www.cbagroecologia.org.br/inscricoes, a R$ 60,00 para estudantes e R$ 80,00 para profissionais e técnicos. Após esta data, R$ 100,00 e R$ 120,00, respectivamente, apenas presencialmente. Agricultores e agricultoras são isentos da taxa de inscrição. Mais informações através do sec-cba@emater.tche.br. Conheça os palestrantes.
    Entre os diversos pesquisadores e personalidades ligadas à agroecologia, estão confirmadas as presenças dos seguintes palestrantes e conferencistas:
    Miguel Altieri é autor de mais de 200 artigos e inúmeros livros sobre agroecologia como, por exemplo, “Ciência da agricultura sustentável e biodiversidade” e “Manejo de pragas em agroecossistemas”. Atualmente é conselheiro do programa FAOGIAHS (Sistema Global do Patrimônio Agrícola), desenvolvido para identificar e conservar sistemas de agricultura familiar no mundo em desenvolvimento.
    Stephen Gliessman é professor de agroecologia, agricultura sustentável, jardinagem orgânica e etnobotânica na Universidade da Califórnia (EUA), com aplicação de conceitos e princípios para a concepção e gestão de sistemas alimentares sustentáveis ecológicos, com foco no fortalecimento da ligação entre o conhecimento agroecológico e a sustentabilidade das comunidades agrícolas. Sua palestra será sobre Relações ecológicas nos agroecossistemas.
    Carlos Rodrigues Brandão, mestre em Antropologia e doutor em Ciências Sociais, tem experiência na área de antropologia rural. Sua palestra será sobre “Educação e transformações no campo”.
    Bruna Barella, moradora da Ecovila Arca Verde, onde coordena vivências do Sagrado Feminino, Ecologia Profunda e Maternidade Conectada, seu foco mais recente. Sua palestra será sobre “A contribuição da permacultura para a saúde do planeta”.
    Jorge Timmermann, biólogo, diplomado em permacultura, é fundador da Rede Permear e tem um trabalho de mais de 20 anos desenvolvido em Santa Catarina.
    Luciana Honorato, dedicada a estudar o bem-estar animal, a homeopatia e a agroecologia, é mestre em agroecossistemas a partir de trabalho realizado junto a agricultores familiares da Serra gaúcha. Luciana também tem experiência com assentamentos e possui doutorado em Comportamento e Bem-Estar Animal.
    Paulo Niederle é professor da UFPR com experiência nas áreas de sociologia econômica, economia institucional e sociologia rural, tendo atuado principalmente nos temas de desenvolvimento rural, dinâmica da agricultura familiar, mercados agroalimentares, convenções de qualidade, instituições, indicações geográficas e pluriatividade.
    Wanderlei Antonio Pignati estuda a contaminação das águas e bacias por agrotóxicos. Atualmente leciona na UFMT, tratando das políticas públicas de incentivo à produção agroecológica e o que é necessário para implementar na transição agroecológica.

  • Dilma tenta seduzir investidores em Nova York

    A presidente Dilma Rousseff, que hoje de manhã falou na abertura da Assembleia Geral da ONU, está sendo esperada amanhã em Nova York para encontrar-se com cerca de 350 investidores no seminário The Brazil Infrastructure Opportunity, promovido banco de investimento americano Goldman Sachs, pelo Grupo Bandeirantes de Comunicação e o Metro Jornal.
    Além da presidente, estarão no evento o ministro da Fazenda, Guido Mantega; do ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel; do presidente do BNDES, Luciano Coutinho; e do presidente do Banco Central, Alexandre Tombini. Também estarão presentes os presidentes da Band, João Carlos Saad; do Metro Internacional, Per Mikael Jensen; e do Goldman Sachs.
    “Essa é primeira vez que se reúne tantas autoridades brasileiras em um seminário com o objetivo de atrair investimentos para o país”, disse o vice-presidente da Band, Frederico Nogueira, a veículos do grupo. “Hoje somos a sétima economia do mundo, mas em nível de investimento e infraestrutura estamos abaixo da centésima posição, temos que suprir essa necessidade”, acrescentou.
    O seminário vai reunir investidores americanos, canadenses e europeus. O evento será transmitido na íntegra pelo Portal da Band, pela BandNews TV e pelo site do Metro Jornal. O jornal trará também uma edição especial sobre o seminário e flashs ao vivo serão transmitidos ao longo da programação da Band,Rádio Bandeirantes e BandNews FM.

  • Debates sobre Código de Limpeza Urbana

    Começa hoje, no Centro de Porto Alegre, a rodada de cinco encontros regionais em que o Departamento Municipal de Limpeza Urbana (DMLU) vai apresentar o novo Código de Limpeza Urbana à sociedade, elaborado para adequar os serviços às exigências da Política Nacional de Resíduos Sólidos e protocolado na Câmara Municipal em 3 de setembro. As reuniões ocorrerão sempre a partir das 19h, entre hoje e 3 de outubro, nas regiões Centro, Norte, Leste, Sul e Extremo-Sul.
    O material de divulgação dos encontros não faz referência ao fato de que o município vem celebrando sucessivos contratos de emergência para manter os serviços de limpeza urbana há quase dois anos (22 meses). Entre os destaques da proposta está o endurecimento da punição para o descarte irregular de resíduos, e determina que 20% das multas serão destinados à educação socioambiental.
    “Vamos convidar os vereadores a participarem dos debates para que possam levar as sugestões populares para discussão do Legislativo. Ao fomentar este debate e estimular a participação de todos, pretendemos construir uma cidade mais limpa, ambientalmente sustentável e com melhor qualidade de vida para todos”, disse o diretor-geral do DMLU. André Carús.
    O primeiro encontro, hoje à noite, será no auditório da Secretaria Municipal de Educação, na rua dos Andradas, 680. Os próximos serão na Zona Norte (dia 26, na Escola Municipal Grande Oriente do Rio Grande do Sul, na rua Wolfram Metzler, 600, Rubem Berta), na Zona Leste (dia 1o de outubro, no auditório da Escola Estadual Padre Rambo, na av. Bento Gonçalves, 1731), Extremo Sul (dia 2, no CTG Lanceiros da Zona Sul, rua Olavio José de Souza, 469, Belém Novo), e Zona Sul (dia 3, no auditório do Centro de Educação Profissional São João Calábria, rua Aracaju, 650, Nonoai)

  • "Supremo condenou Dirceu sem provas", diz Gandra

    O jurista Ives Gandra Martins, 78 anos de idade e 56 de advocacia, é um conservador e sempre esteve no lado oposto ao PT nos debates políticos. Em entrevista a Mônica Bérgamo, do jornal Folha de S.Paulo, ele afirma que José Dirceu “foi condenado sem provas”.
    Gandra alerta que a teoria do domínio do fato, adotada de forma inédita pelo Supremo Tribunal Federal para condenar Dirceu, traz uma insegurança jurídica “monumental”.
    “O domínio do fato é novidade absoluta no Supremo. Nunca houve essa teoria. Foi inventada, tiraram de um autor alemão, mas também na Alemanha ela não é aplicada. E foi com base nela que condenaram José Dirceu como chefe de quadrilha [do mensalão]. Aliás, pela teoria do domínio do fato, o maior beneficiário era o presidente Lula, o que vale dizer que se trouxe a teoria pela metade.”
    A Folha liberou a entrevista para não assinantes. O link é este.

  • Código da Mineração: governo retira urgência

    Agora é oficial: depois de semanas de negociações, a mensagem da presidenta Dilma Rousseff ao Congresso solicitando a retirada da urgência constitucional do novo Código da Mineração (PL 5.807/2013) foi publicada na edição desta segunda-feira (24) do Diário Oficial da União.
    Para convencer o governo, o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), que intermediou as negociações, garantiu que, mesmo com a retirada da urgência, o projeto do código será votado no dia 15 de outubro na comissão especial, de onde seguirá para o plenário da Casa. A retirada da urgência constitucional do Código de Mineração facilita, mas ainda não libera a pauta de votações na Câmara dos Deputados.
    Para que o caminho fique aberto e sejam votadas medidas polêmicas, como o projeto que regulamenta a terceirização nas relações trabalhistas e o que trata da minirreforma eleitoral, os deputados precisam votar três propostas que têm urgência constitucional: a anistia de dívidas das santas casas de Misericórdia (PL 3.471/12); a criação da Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural – Anater (PL 5.740/13) e a que cria funções comissionadas para o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes – Dnit (PL 6.053/13).
    No caso das mudanças nas regras eleitorais, os deputados têm pressa, já que as regras só valerão para 2014 se estiverem sancionadas pela presidenta Dilma Rousseff até o dia 5 de outubro.
    Na lista que deve engrossar os obstáculos que travam a pauta do plenário nos próximos dias está a Medida Provisória 619, que deve ser votada esta semana na comissão especial. A MP autoriza a Companhia Nacional de Abastecimento a contratar o Banco do Brasil para atuar na gestão e na fiscalização de obras e serviços de engenharia destinados à modernização, construção, ampliação ou reforma de armazéns destinados às atividades de guarda e conservação de produtos agropecuários.
    Da Agência Brasil

  • Candiota: antiga usina vai ser centro cultural

    O velho prédio da Usina Candiota I, tombado como patrimônio histórico e cultural do Estado em abril, vai ser transformado em centro cultural. As obras devem começar esta semana, com conclusão prevista para julho de 2014. A Eletrobras CGTEE já contratou a execução da obra com a empresa vencedora da licitação, a Entel Construções e Transportes Ltda.
    O projeto atende ao Termo de Ajustamento de Conduta celebrado com o Ibama, para recuperar e readequar o prédio, que será entregue à Prefeitura pronto para funcionar como um espaço cultural multiuso. O investimento da GCTEE será de R$ 6,7 milhões, com recursos da Eletrobras Holding. A área estimada é de 3.073 metros quadrados.
    O projeto aproveita todos os compartimentos preexistentes no interior do prédio da antiga usina e contempla todas os espaços necessários para o funcionamento de um espaço cultural multiuso, prevendo praça seca, foyer, recepção, espaço múltiplo/estar, elevador, biblioteca, oficinas de artes, biblioteca-lan, laboratório fotográfico, terraço dos silos, mezanino/café, estúdio de áudio/vídeo, salas diversas, guarita, sanitários e estacionamentos.

  • Arquitetos querem se comunicar com a sociedade

    Está marcado para 14 de dezembro, véspera do Dia do Arquiteto, a volta da revista Espaço, do departamento gaúcho do Instituto dos Arquitetos do Brasil. A apresentação do projeto editorial, de responsabilidade da editora Armazém Digital, será hoje à noite, na sede do IAB-RS, para agências de publicidade, anunciantes e imprensa. Com a retomada do periódico, o Instituto pretende ampliar a comunicação dos arquitetos com a sociedade em geral.
    Além de trazer informação, a Espaço também irá debater grandes temas de interesse da categoria e da sociedade gaúcha. A nova publicação contará com uma matéria principal, além de 14 seções de tópicos variados, como “Arquitetura e Urbanismo”, “Entrevista”, “Tecnologia” e “Projeto e Obra”, entre outras.
    A produção, edição, comercialização e administração da revista, sob licenciamento do IAB-RS e com apoio de um Conselho Editorial, será da Armazém Digital, que tem no seu catálogo diversos títulos de interesse na área, como Manual para saber por que o Guaíba é um lago, de Rualdo Menegat, e Plano Geral de Melhoramentos: o plano que orientou a modernização da cidade, de Celia Ferraz de Souza.

  • Mil matizes do luxo ao lixo

    O ofício de fotógrafo foi altamente reverenciado na pessoa de Sebastião Salgado, 69 anos, no programa noturno Roda Viva de 16/9. O capixabamineiro de Aimorés, que voltou a morar no Brasil após rodar 30 anos pelo mundo clicando poderosos & miseráveis em seus respectivos ambientes, parecia pouco à vontade diante das câmeras e luzes mas ficou gratificado com as perguntas da bancada de entrevistadores/admiradores: João Wainer, Washington Olivetto, Matheus Shirts, Beto Ricardo e Simonetta Persichetti.
    Seguidamente lembrado pelos entrevistadores, o “gancho” do programa eram o livro e a exposição GENESIS (no SESC de São Paulo), nos quais o fotógrafo mais badalado do Brasil exibe uma coletânea de fotografias de diversos animais, desde o homem até tartarugas, gorilas e jacarés.
    Segundo o autor, o livro está com previsão de vender 1 milhão de exemplares em oito idiomas, fora a edição especial de 3 mil exemplares em formato gigante (100 cm x 35 cm) com valor de obra de arte: US$ 5 mil cada. Uau!
    Depois de toda essa marquetagem, foi redundância o apresentador Augusto Nunes agradecer, no final, a boa vontade do artista em “abrir uma brecha em sua apertada agenda” para comparecer ao Roda Viva – coisa rara, a entrevista não foi ao vivo, o que lhe roubou parte da espontaneidade.
    Ainda bem que o retratista tem luz própria, aqui e ali retocada pela mão de Lélia, sua mulher e produtora, responsável por todos os seus contatos e contratos. “Sim, ela é quem manda!”, disse Salgado, despojando-se humildemente do mito do repórter-solitário-que-enfrentou-mil-desafios carregando uma máquina fotográfica.
    Nada disso, ele só vai a campo com tudo armado para não perder a viagem. Na Sibéria teve apoio de veículos do Exército russo. No deserto da Etiópia era guiado por um satélite e sua comitiva compunha-se de um assistente e 15 carregadores transportados por jumentos.
    Quando fotografou casualmente o atentado ao presidente Ronald Reagan, em 1981, a serviço do NY Times, desfrutava de cobertura especial de um agente do FBI. Foram essas fotos que lhe deram a fama inicial com que se lançou como fotógrafo da agência Magma. Referências? Citou apenas Cartier-Bresson, o papa da fotografia em preto e branco. Salgado não lembrou nenhum dos cardeais do retratismo brasileiro.
    Com toda essa bagagem, o retratista que se profissionalizou apenas em 1973, aos 29 anos, fez uma bela defesa da fotografia como um ofício jovem (apenas 100 anos) que muda tecnicamente a todo momento mas não perde o poder de captar e revelar o mundo contaditório em que vivemos, no qual se veem mil matizes do luxo ao lixo. “Ser fotógrafo é um privilégio”, disse ele, depois de lembrar que as mudanças tecnológicas não alteraram a essência desse ofício extraordinário.
    Quem não se lembra das máquinas dos lambe-lambes? E dos negativos de vidro? Dos flashes de magnésio? Das Rolley Flex? Das Leikas? Das Nikon? Das maquininhas Kodak? Do papel fotográfico? Dos filmes P&B? Dos diapositivos? Agora estamos na era das câmeras digitais que não apenas fotografam mas também registram os movimentos das pessoas.
    Paradoxalmente, Salgado acha que a última revolução técnica, que fez a fotografia interagir com as ferramentas digitais e dar vida à parafernália da Internet e da telefonia, banalizou a captação e a difusão de imagens. “Hoje todo mundo fotografa mas pouca gente olha de verdade o que as fotos mostram”, disse, revelando o quanto se mantém lúcido diante do que rola no mundo. Lúcido e otimista quanto à evolução positiva da relação do homem com a natureza.
    Respondendo a uma pergunta, SS disse que está preocupado em deixar seu acervo num lugar que tenha recursos para mantê-lo. Gostaria que fosse no Brasil, mas já vem mantendo conversações com gente do Canadá e do Texas. Fazer o quê?
    As revistas internacionais que financiavam seu trabalho refluíram diante do fortalecimento da Internet. Por isso desde 2008 passou a contar com o apoio da Vale, a empresa que marcou sua infância na propriedade rural da família no vale do rio Doce.
    O local está sendo reflorestado com espécies nativas com consultoria do engenheiro florestal Renato de Jesus, que dedicou toda sua vida profissional à Floresta de Linhares. O nome da ong do fotógrafo é Instituto Terra.
    Mesmo cansado dessa vida emocionante de registrar a vida de diversas espécies animais, com ênfase nos seres humanos, SS está numa empreitada na Amazônia, onde ainda vivem dezenas de tribos indígenas isoladas e arredias. Nesse projeto conta com a parceria da jornalista (capixaba ancorada no Rio) Miriam Leitão, que vem apostando em derivativos ecológicos após décadas como repórter de economia.
    link para ver a entrevista no Roda Viva:
    LEMBRETE DE OCASIÃO
    “Sou um contador de histórias”
    Sebastião Salgado

  • Canola cresce no inverno gaúcho

    Um show do cantor nativista Luiz Carlos Borges na hora do almoço marca o dia de campo/abertura nacional da safra de canola nesta quarta (18 de setembro de 2013) em Passo Fundo. Com cerca de 28 mil hectares cultivados em 2013 no Estado, a canola é uma das culturas agrícolas de inverno que mais crescem no Rio Grande do Sul e no Brasil.
    Entre as lavouras de inverno, é superada pela cevada (40 mil ha/ano) e o trigo (mais de um milhão de ha/ano). Nesta época do ano as flores amarelas da canola destacam-se na paisagem castigada pelo frio. O óleo de canola é usado na culinária doméstica e como insumo na fabricação de biodiesel.
    O evento é promovido pela BSBIOS com o apoio da Embrapa Trigo, Emater RS, Cotrijal, Universidade de Passo Fundo, Produfort, Abrascanola, Grupo Floss e Banco do Brasil.
    Mapa do evento