Celulose Riograndense: MP vai apurar denúncias

Ministério Público do RS abriu inquérito para apurar a denúncia irregularidades na fábrica Celulose Riograndense, em Guaíba (RS).
Na última segunda-feira (6)   Agapan e moradores entregaram, na comarca de Guaíba do MP/RS, à promotora Ana Luiza Domingues, denúncias sobre a ocorrência de danos ambientais causados pela ampliação recente da indústria. A denúncia já havia sido recebida pelo promotor  de Justiça Daniel Martini, no dia 19 de junho.
O Ministério Público já confirmou a instalação do inquérito. A Celulose Riograndense, através da assessoria de imprensa, informou que não recebeu qualquer notificação e que só vai se manifestar depois disso.
Segundo a Agapan, foram apresentados documentos que comprovam o descumprimento de limites de emissões máximas de resíduos estabelecidos pela Licença de Operação concedida pelo Estado do RS.
Entre os principais problemas, os moradores citaram fuligens, poluição sonora, redução da margem do rio Guaíba em virtude do porto construído pela fábrica, isolamento do bairro, tráfego intenso de caminhões, danos aos prédios residenciais e anel verde de tamanho inadequado em relação ao porte da fábrica. Também foi alertado sobre os perigos decorrentes das liberações de dioxinas no rio.
A Agapan informou que vai encaminhar ofício também à Fundação Estadual de Proteção ao Meio Ambiente (Fepam) solicitando esclarecimentos sobre as irregularidades apresentadas pela fábrica Celulose Riograndense e exigindo providências preventivas do Estado para evitar que consequências danosas possam prejudicar ainda mais os moradores de Guaíba e afetar a população de Porto Alegre e cidades próximas que se abastecem da água do rio Guaíba.
 

Adquira nossas publicações

texto asjjsa akskalsa

Comentários

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *