Na assembleia geral do dia 6 de novembro, será oficializada a saída do presidente Sereno Chaise e toda sua equipe da Companhia Geradora Térmica de Energia Elétrica, subsidiária da Eletrobras que gere três usinas a carvão no Rio Grande do Sul.
Aos 87 anos, “beirando os 88”, Sereno pediu para sair numa carta ao ministro Edson Lobão em julho. “Trabalho desde os 17, acho que está na hora de me aposentar”, disse ele. Alegou sua condição de saúde, obrigado à hemodiálise diária.
Na verdade, o experiente Sereno se antecipou ao avanço do PMDB pelas áreas do setor elétrico, consumado com a reforma ministerial.
Antes o partido tinha na CGTEE alguns cargos de segundo escalão indicados pelo deputado Mendes Ribeiro Filho. “Hoje quem dá as cartas aqui é o Padilha”, diz um assessor, referindo-se ao ministro Eliseu Padilha, da Aviação.
Por influência de Padilha já foi indicado para diretor administrativo, o ex-deputado Fernando Záchia.
Para a presidência, era dada como certa a nomeação do engenheiro elétrico Francisco Romano. Os assessores petistas já estavam com as gavetas limpas quando surgiu, nos últimos dias, o nome do deputado Fernando Marroni, ex-prefeito de Pelotas, engenheiro eletricista, escorado pela bancada federal do PT.
Aguarda-se a definição para qualquer momento.
CGTEE: Sereno Chaise sai dia 6, ainda não tem substituto
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Comentários
Uma resposta para “CGTEE: Sereno Chaise sai dia 6, ainda não tem substituto”
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Esse não é o Sereno.

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