O superintendente da Metroplan, Pedro Bisch Neto, apresentou ontem no Palácio Piratini um resumo do Plano Metropolitano de Prevenção contra Cheias, um conjunto de projetos de engenharia e meio ambiente para minimizar os estragos que as enchentes periódicas causam em mais de 30 municípios da região Metropolitana de Porto Alegre, nas bacias dos rios Gravatai e Sinos.
“Calculamos que, se nada for feito, o prejuízo chegará a R$ 5 bilhões na Bacia do Gravataí e a R$ 7 bilhões na Bacia dos Sinos nos próximos 30 anos. As obras que estamos sugerindo custam muito menos do que isso”, explicou Bisch Neto.
O plano foi financiado pelo Ministério das Cidades e executado por quatro empresas contratadas pela Metroplan. Custou R$ 16 milhões. Sua execução vai exigir mais de R$ 1,5 bilhão, recursos que não estão à vista.
Por enquanto, segundo Bisch Neto, estão garantidos R$ 228 milhões no orçamento do Ministério das Cidades para uma das obras, no Arroio Feijó na bacia do Gravataí.
O Feijó, entre Porto Alegre e Alvorada, frequentemente inunda uma vasta área na periferia e na última enchente, em 2015, ficou famoso por ter atingido até sede da Federação das Indústrias, na avenida Assis Brasil.
Cheias na região metropolitana podem custar R$ 12 bilhões em 30 anos
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